{"id":7329,"date":"2024-09-27T06:15:24","date_gmt":"2024-09-27T05:15:24","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7329"},"modified":"2024-09-27T06:15:24","modified_gmt":"2024-09-27T05:15:24","slug":"telescopio-webb-encontra-potencial-elo-perdido-das-primeiras-estrelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/09\/27\/telescopio-webb-encontra-potencial-elo-perdido-das-primeiras-estrelas\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Webb encontra potencial elo perdido das primeiras estrelas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2424a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/DKuVrPHX_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7330\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/DKuVrPHX_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/DKuVrPHX_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/DKuVrPHX_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/DKuVrPHX_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/DKuVrPHX_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A gal\u00e1xia GS-NDG-9422 poderia facilmente ter passado despercebida. No entanto, o que aparece como uma mancha t\u00e9nue nesta imagem do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA pode, na verdade, ser uma descoberta inovadora que aponta aos astr\u00f3nomos um novo caminho para a compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias no Universo primitivo.\nInforma\u00e7\u00e3o detalhada sobre a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da gal\u00e1xia, captada pelo instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb, indica que a luz que vemos nesta imagem prov\u00e9m do g\u00e1s quente da gal\u00e1xia e n\u00e3o das suas estrelas. Esta \u00e9 a melhor explica\u00e7\u00e3o que os astr\u00f3nomos descobriram at\u00e9 agora para explicar as caracter\u00edsticas inesperadas no espetro de luz. Pensam que as estrelas da gal\u00e1xia s\u00e3o t\u00e3o extremamente quentes e massivas que est\u00e3o a aquecer o g\u00e1s nebular da gal\u00e1xia a mais de 80.000 graus Celsius, permitindo-lhe brilhar ainda mais no infravermelho pr\u00f3xima do que as pr\u00f3prias estrelas.\nOs autores de um novo estudo sobre as observa\u00e7\u00f5es da gal\u00e1xia pelo Webb pensam que GS-NDG-9422 pode representar uma fase nunca antes vista da evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica no Universo primitivo, nos primeiros mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. A sua tarefa agora \u00e9 ver se conseguem encontrar mais gal\u00e1xias com as mesmas caracter\u00edsticas.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Cameron (Universidade de Oxford)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Olhando para as profundezas do Universo primitivo com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, os astr\u00f3nomos descobriram algo sem precedentes: uma gal\u00e1xia com uma estranha assinatura de luz, que atribuem ao facto de o seu g\u00e1s ofuscar as suas estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Localizada cerca de mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, a gal\u00e1xia GS-NDG-9422 (9422) pode ser um elo perdido na fase de evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica entre as primeiras estrelas do Universo e as gal\u00e1xias familiares e bem estabelecidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O meu primeiro pensamento ao olhar para o espetro da gal\u00e1xia foi &#8216;isto \u00e9 estranho&#8217;, que \u00e9 exatamente o que o telesc\u00f3pio Webb foi concebido para revelar: fen\u00f3menos totalmente novos no Universo primitivo que nos ajudar\u00e3o a compreender como a hist\u00f3ria c\u00f3smica come\u00e7ou&#8221;, disse o investigador principal Alex Cameron da Universidade de Oxford, Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cameron contactou o seu colega Harley Katz, te\u00f3rico, para discutir os estranhos dados. Trabalhando em conjunto, a equipa descobriu que os modelos inform\u00e1ticos de nuvens c\u00f3smicas de g\u00e1s aquecidas por estrelas muito quentes e massivas &#8211; a tal ponto que o g\u00e1s brilhava mais do que as estrelas &#8211; correspondiam quase na perfei\u00e7\u00e3o \u00e0s observa\u00e7\u00f5es do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Parece que estas estrelas devem ser muito mais quentes e massivas do que as que vemos no Universo local, o que faz sentido porque o Universo primitivo era um ambiente muito diferente&#8221;, disse Harley, de Oxford, no Reino Unido, e da Universidade de Chicago, nos EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Universo local, as t\u00edpicas estrelas quentes e massivas t\u00eam uma temperatura que varia entre 40.000 e 50.000 graus Celsius. De acordo com a equipa, a gal\u00e1xia 9422 tem estrelas mais quentes do que 80.000 graus Celsius.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01J8J6NT93CSZGWGCQJ0PRJRJP.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/63\/0d\/FU5HrLpa_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta compara\u00e7\u00e3o dos dados recolhidos pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb com a previs\u00e3o de um modelo inform\u00e1tico real\u00e7a a mesma caracter\u00edstica inclinada que chamou a aten\u00e7\u00e3o do astr\u00f3nomo Alex Cameron, investigador principal de um novo estudo publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.<br>O gr\u00e1fico de baixo compara o que os astr\u00f3nomos esperariam ver numa gal\u00e1xia &#8220;t\u00edpica&#8221;, com a sua luz proveniente predominantemente de estrelas (linha branca), com um modelo te\u00f3rico de luz proveniente de g\u00e1s nebular quente, que ofusca as estrelas (linha amarela). O modelo vem do colaborador de Cameron, o astr\u00f3nomo te\u00f3rico Harley Katz, e juntos aperceberam-se das semelhan\u00e7as entre o modelo e as observa\u00e7\u00f5es Webb de Cameron da gal\u00e1xia GS-NDG-9422 (em cima). A descida invulgar do espetro da gal\u00e1xia, que conduz a um pico exagerado de hidrog\u00e9nio neutro, corresponde quase na perfei\u00e7\u00e3o ao modelo de Katz de um espetro dominado por g\u00e1s superaquecido.<br>Embora este seja apenas um exemplo, Cameron, Katz e os seus colegas investigadores consideram que a conclus\u00e3o de que a gal\u00e1xia GS-NDG-9422 \u00e9 dominada por luz nebular, em vez de luz estelar, \u00e9 o seu ponto de partida mais forte para futuras investiga\u00e7\u00f5es. Est\u00e3o \u00e0 procura de mais gal\u00e1xias em torno da mesma marca dos mil milh\u00f5es de anos na hist\u00f3ria do Universo, na esperan\u00e7a de encontrar mais exemplos de um novo tipo de gal\u00e1xia, um elo perdido na hist\u00f3ria da evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o suspeita que a gal\u00e1xia se encontra no meio de uma breve fase de intensa forma\u00e7\u00e3o estelar no interior de uma nuvem de g\u00e1s denso que est\u00e1 a produzir um grande n\u00famero de estrelas massivas e quentes. A nuvem de g\u00e1s est\u00e1 a ser atingida por tantos fot\u00f5es de luz das estrelas que est\u00e1 a brilhar de forma extremamente intensa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m desta nova caracter\u00edstica, o g\u00e1s nebular que faz brilhar as estrelas \u00e9 intrigante porque \u00e9 algo previsto nos ambientes da primeira gera\u00e7\u00e3o de estrelas do Universo, que os astr\u00f3nomos classificam como estrelas da Popula\u00e7\u00e3o III.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Sabemos que esta gal\u00e1xia n\u00e3o tem estrelas da Popula\u00e7\u00e3o III, porque os dados do Webb mostram demasiada complexidade qu\u00edmica. No entanto, as suas estrelas s\u00e3o diferentes daquelas a que estamos habituados &#8211; as estrelas ex\u00f3ticas desta gal\u00e1xia podem ser um guia para compreender como as gal\u00e1xias transitaram das estrelas primordiais para os tipos de gal\u00e1xias que j\u00e1 conhecemos&#8221;, disse Harley.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gal\u00e1xia 9422 \u00e9 um exemplo desta fase de desenvolvimento gal\u00e1ctico, pelo que ainda h\u00e1 muitas quest\u00f5es a responder. Estas condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o comuns em gal\u00e1xias nesta \u00e9poca, ou s\u00e3o uma ocorr\u00eancia rara? Que mais nos podem dizer sobre fases anteriores da evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias? Alex, Harley e os seus colegas de investiga\u00e7\u00e3o est\u00e3o a identificar ativamente mais gal\u00e1xias para adicionar a esta popula\u00e7\u00e3o e compreender melhor o que estava a acontecer no Universo nos primeiros mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vivemos numa altura muito excitante, em que podemos usar o telesc\u00f3pio Webb para explorar este per\u00edodo do Universo que antes era inacess\u00edvel&#8221;, disse Alex. &#8220;Estamos apenas no in\u00edcio de novas descobertas e novos conhecimentos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_finds_potential_missing_link_to_first_stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/in-odd-galaxy-nasas-webb-finds-potential-missing-link-to-first-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2424\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-133\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1093\/mnras\/stae1547\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2311.02051\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A gal\u00e1xia GS-NDG-9422 poderia facilmente ter passado despercebida. No entanto, o que aparece como uma mancha t\u00e9nue nesta imagem do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA pode, na verdade, ser uma descoberta inovadora que aponta aos astr\u00f3nomos um novo caminho para a compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias no Universo primitivo. Informa\u00e7\u00e3o detalhada sobre a composi\u00e7\u00e3o &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7330,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,60,16,1],"tags":[332,1817,387],"class_list":["post-7329","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-formacao-estelar","tag-gs-ndg-9422","tag-jwst"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7329","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7329"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7329\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7331,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7329\/revisions\/7331"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7330"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7329"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7329"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7329"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}