{"id":7273,"date":"2024-09-06T06:16:31","date_gmt":"2024-09-06T05:16:31","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7273"},"modified":"2024-09-06T06:16:31","modified_gmt":"2024-09-06T05:16:31","slug":"webb-revela-uma-galaxia-distorcida-que-esta-a-formar-um-ponto-de-interrogacao-cosmico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/09\/06\/webb-revela-uma-galaxia-distorcida-que-esta-a-formar-um-ponto-de-interrogacao-cosmico\/","title":{"rendered":"Webb revela uma gal\u00e1xia distorcida que est\u00e1 a formar um ponto de interroga\u00e7\u00e3o c\u00f3smico"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0t7rIxtK_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"819\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0t7rIxtK_o-1024x819.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7274\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0t7rIxtK_o-1024x819.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0t7rIxtK_o-300x240.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0t7rIxtK_o-768x614.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0t7rIxtK_o-1536x1228.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0t7rIxtK_o.jpg 1651w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O enxame de gal\u00e1xias MACS-J0417.5-1154 \u00e9 t\u00e3o massivo que est\u00e1 a deformar o tecido do espa\u00e7o-tempo e a distorcer a apar\u00eancia das gal\u00e1xias que se encontram atr\u00e1s dele, um efeito conhecido como lente gravitacional. Este fen\u00f3meno natural amplia as gal\u00e1xias distantes e pode tamb\u00e9m faz\u00ea-las aparecer numa imagem v\u00e1rias vezes, como o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA viu aqui. Duas gal\u00e1xias distantes e em intera\u00e7\u00e3o &#8211; uma espiral vista de face e uma gal\u00e1xia vermelha e poeirenta vista de lado &#8211; aparecem v\u00e1rias vezes, tra\u00e7ando uma forma familiar no c\u00e9u. A forma\u00e7\u00e3o estelar ativa e a forma espiral notavelmente intacta da gal\u00e1xia vista de face indicam que a intera\u00e7\u00e3o destas gal\u00e1xias est\u00e1 apenas no in\u00edcio. <a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01J6W33FS3Q0ZWS0XJWFTWS2X1.png\">Ver aqui a imagem rotulada, que indica a posi\u00e7\u00e3o repetida das duas gal\u00e1xias<\/a>.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STSCI, V. Estrada-Carpenter (Universidade de Saint Mary)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Viajemos 7 mil milh\u00f5es de anos para o passado: o auge da forma\u00e7\u00e3o estelar do Universo est\u00e1 a come\u00e7ar a abrandar. Qual ter\u00e1 sido o aspeto da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, nessa altura? Os astr\u00f3nomos que utilizam o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA encontraram pistas sob a forma de um ponto de interroga\u00e7\u00e3o c\u00f3smico, resultado de um alinhamento raro ao longo de anos-luz de espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Conhecemos apenas tr\u00eas ou quatro ocorr\u00eancias de configura\u00e7\u00f5es semelhantes de lentes gravitacionais no Universo observ\u00e1vel, o que torna esta descoberta excitante, uma vez que demonstra o poder do Webb e sugere que talvez agora encontremos mais destas&#8221;, disse o astr\u00f3nomo Guillaume Desprez da Universidade de Saint Mary em Halifax, Nova Esc\u00f3cia, Canad\u00e1, membro da equipa que apresentou os resultados do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora esta regi\u00e3o tenha sido observada anteriormente com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, a gal\u00e1xia vermelha e poeirenta que forma o intrigante ponto de interroga\u00e7\u00e3o s\u00f3 foi vis\u00edvel com o Webb. Isto resulta do facto dos comprimentos de onda da luz que o Hubble deteta ficarem presos na poeira c\u00f3smica, enquanto que os comprimentos de onda mais longos da luz infravermelha conseguem passar e ser detetados pelos instrumentos do Webb.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/9a\/11\/n7tvCxcK_o.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/9a\/11\/n7tvCxcK_o.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble tamb\u00e9m observou o enxame de gal\u00e1xias MACS-J0417.5-1154, mas a gal\u00e1xia vermelha empoeirada que aparece v\u00e1rias vezes para formar um ponto de interroga\u00e7\u00e3o \u00e9 muito mais proeminente na imagem do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. A luz infravermelha que o Webb deteta consegue atravessar melhor a poeira c\u00f3smica da sua gal\u00e1xia natal para chegar ao telesc\u00f3pio. Os astr\u00f3nomos utilizaram as observa\u00e7\u00f5es ultravioletas do Hubble para ajudar a determinar onde est\u00e1 a ocorrer a forma\u00e7\u00e3o estelar tanto na gal\u00e1xia vermelha como na sua companheira pr\u00f3xima, uma gal\u00e1xia espiral vista de face.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STSCI, V. Estrada-Carpenter (Universidade de Saint Mary)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos utilizaram ambos os telesc\u00f3pios para observar o enxame de gal\u00e1xias MACS-J0417.5-1154, que atua como uma lupa porque o enxame \u00e9 t\u00e3o massivo que deforma o tecido do espa\u00e7o-tempo. Isto permite aos astr\u00f3nomos verem mais pormenores em gal\u00e1xias muito mais distantes atr\u00e1s do enxame. No entanto, os mesmos efeitos gravitacionais que ampliam as gal\u00e1xias tamb\u00e9m causam distor\u00e7\u00e3o, resultando em gal\u00e1xias que aparecem espalhadas pelo c\u00e9u em arcos e at\u00e9 aparecem v\u00e1rias vezes. A estas ilus\u00f5es \u00f3ticas no espa\u00e7o chama-se lente gravitacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gal\u00e1xia vermelha revelada pelo Webb, juntamente com uma gal\u00e1xia espiral com a qual est\u00e1 a interagir e que foi anteriormente detetada pelo Hubble, est\u00e3o a ser ampliadas e distorcidas de uma forma invulgar, o que requer um alinhamento particular e raro entre as gal\u00e1xias distantes, a lente e o observador &#8211; algo a que os astr\u00f3nomos chamam uma lente gravitacional hiperb\u00f3lica umbilical. Isto explica as cinco imagens do par de gal\u00e1xias vistas na imagem do Webb, quatro das quais tra\u00e7am o topo do ponto de interroga\u00e7\u00e3o. O ponto do ponto de interroga\u00e7\u00e3o \u00e9 uma gal\u00e1xia n\u00e3o relacionada que, por acaso, est\u00e1 no s\u00edtio e no espa\u00e7o-tempo certos, da nossa perspetiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de produzir um estudo de caso da capacidade do instrumento NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph) do Webb para detetar locais de forma\u00e7\u00e3o estelar numa gal\u00e1xia a milhares de milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o resistiu a destacar a forma do ponto de interroga\u00e7\u00e3o. &#8220;Isto \u00e9 incr\u00edvel. Foi por causa de imagens espantosas como esta que me interessei pela astronomia quando era jovem&#8221;, disse o astr\u00f3nomo Marcin Sawicki da Universidade de Saint Mary, um dos principais investigadores da equipa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01J6D9D95AYZ22HSDNGQYD7531.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ce\/d2\/nAzFaoMj_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vis\u00e3o de campo largo: o enxame de gal\u00e1xias MACS-J0417.5-1154 \u00e9 t\u00e3o massivo que est\u00e1 a deformar o tecido do espa\u00e7o-tempo e a distorcer a apar\u00eancia das gal\u00e1xias que se encontram atr\u00e1s dele, um efeito conhecido como lente gravitacional. Este fen\u00f3meno natural amplia as gal\u00e1xias distantes e pode tamb\u00e9m faz\u00ea-las aparecer numa imagem v\u00e1rias vezes, como o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA viu aqui. Duas gal\u00e1xias distantes e em intera\u00e7\u00e3o &#8211; uma espiral vista de lado e uma gal\u00e1xia vermelha e poeirenta vista de face &#8211; aparecem v\u00e1rias vezes, tra\u00e7ando uma forma familiar no c\u00e9u. A forma\u00e7\u00e3o estelar ativa e a forma espiral notavelmente intacta da gal\u00e1xia vista de face indicam que a intera\u00e7\u00e3o destas gal\u00e1xias est\u00e1 apenas no in\u00edcio.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, V. Estrada-Carpenter (Universidade de Saint Mary)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Saber quando, onde e como ocorre a forma\u00e7\u00e3o estelar nas gal\u00e1xias \u00e9 crucial para compreender como as gal\u00e1xias evolu\u00edram ao longo da hist\u00f3ria do Universo&#8221;, disse o astr\u00f3nomo Vicente Estrada-Carpenter da Universidade de Saint Mary, que usou os dados ultravioleta do Hubble e infravermelhos do Webb para mostrar onde se est\u00e3o a formar novas estrelas nas gal\u00e1xias. Os resultados mostram que a forma\u00e7\u00e3o estelar \u00e9 generalizada em ambas. Os dados espetrais tamb\u00e9m confirmaram que a gal\u00e1xia poeirenta rec\u00e9m-descoberta est\u00e1 localizada \u00e0 mesma dist\u00e2ncia que a gal\u00e1xia espiral vista de face, e \u00e9 prov\u00e1vel que estejam a come\u00e7ar a interagir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ambas as gal\u00e1xias do par &#8216;ponto de interroga\u00e7\u00e3o&#8217; mostram forma\u00e7\u00e3o estelar ativa em v\u00e1rias regi\u00f5es compactas, provavelmente resultado da colis\u00e3o do g\u00e1s das duas gal\u00e1xias,&#8221; disse Estrada-Carpenter. &#8220;No entanto, a forma de nenhuma das gal\u00e1xias parece muito perturbada, pelo que provavelmente estamos a ver o in\u00edcio da sua intera\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas gal\u00e1xias, vistas h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, quando a forma\u00e7\u00e3o estelar estava no seu auge, s\u00e3o semelhantes \u00e0 massa que a Via L\u00e1ctea teria nessa altura. O Webb est\u00e1 a permitir-nos estudar como teria sido a adolesc\u00eancia da nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia,&#8221; disse Sawicki.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens e os espetros do Webb utilizados nesta investiga\u00e7\u00e3o prov\u00eam do levantamento CANUCS (Canadian NIRISS Unbiased Cluster Survey). O trabalho de investiga\u00e7\u00e3o foi publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-reveals-distorted-galaxy-forming-cosmic-question-mark\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-128\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/532\/1\/577\/7686125\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2406.15551\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Strong_gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lente gravitacional forte (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Levantamento CANUCS (Canadian NIRISS Unbiased Cluster Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/niriss.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O enxame de gal\u00e1xias MACS-J0417.5-1154 \u00e9 t\u00e3o massivo que est\u00e1 a deformar o tecido do espa\u00e7o-tempo e a distorcer a apar\u00eancia das gal\u00e1xias que se encontram atr\u00e1s dele, um efeito conhecido como lente gravitacional. 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