{"id":7264,"date":"2024-09-03T06:14:52","date_gmt":"2024-09-03T05:14:52","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7264"},"modified":"2024-09-03T06:14:52","modified_gmt":"2024-09-03T05:14:52","slug":"missoes-da-nasa-e-da-esa-ajudam-os-cientistas-a-descobrir-como-e-que-o-vento-solar-obtem-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/09\/03\/missoes-da-nasa-e-da-esa-ajudam-os-cientistas-a-descobrir-como-e-que-o-vento-solar-obtem-energia\/","title":{"rendered":"Miss\u00f5es da NASA e da ESA ajudam os cientistas a descobrir como \u00e9 que o vento solar obt\u00e9m energia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/01\/solar_orbiter_and_parker_solar_probe\/21818018-1-eng-GB\/Solar_Orbiter_and_Parker_Solar_Probe.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/aM7r4Rl9_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7265\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/aM7r4Rl9_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/aM7r4Rl9_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/aM7r4Rl9_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/aM7r4Rl9_o-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/aM7r4Rl9_o.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista da Solar Orbiter da ESA e da Parker Solar Probe da NASA. N\u00e3o est\u00e3o \u00e0 escala e n\u00e3o ilustra uma configura\u00e7\u00e3o realista das duas miss\u00f5es.\nCr\u00e9dito: Solar Orbiter &#8211; ESA\/ATG medialab; Parker Solar Probe &#8211; NASA\/Johns Hopkins APL<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde a d\u00e9cada de 1960 que os astr\u00f3nomos se interrogam como \u00e9 que o &#8220;vento solar&#8221; supers\u00f3nico do Sol, uma corrente de part\u00edculas energ\u00e9ticas que flui para o Sistema Solar, continua a receber energia depois de sair do Sol. Agora, gra\u00e7as a um feliz alinhamento de uma nave espacial da NASA e de uma outra da ESA\/NASA, ambas atualmente a estudar o Sol, os astr\u00f3nomos podem ter descoberto a resposta &#8211; conhecimento que \u00e9 uma pe\u00e7a crucial do puzzle para ajudar os cientistas a prever melhor a atividade solar entre o Sol e a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um artigo cient\u00edfico publicado na edi\u00e7\u00e3o de 30 de agosto de 2024 da revista Science fornece evid\u00eancias convincentes de que os ventos solares mais r\u00e1pidos s\u00e3o alimentados por &#8220;switchbacks&#8221; magn\u00e9ticos, ou grandes dobras no campo magn\u00e9tico, perto do Sol.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/dvHdnxH.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/dvHdnxH.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta impress\u00e3o de artista mostra os &#8220;switchbacks&#8221; magn\u00e9ticos, ou grandes invers\u00f5es ou dobras no campo magn\u00e9tico do Sol.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA\/CIL\/Adriana Manrique Gutierrez<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso estudo aborda uma enorme quest\u00e3o em aberto sobre a forma como o vento solar \u00e9 energizado e ajuda-nos a compreender como o Sol afeta o seu ambiente e, em \u00faltima an\u00e1lise, a Terra&#8221;, disse Yeimy Rivera, col\u00edder do estudo e p\u00f3s-doutorado no Observat\u00f3rio Astrof\u00edsico Smithsonian, parte do Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian. &#8220;Se este processo acontece na nossa estrela local, \u00e9 muito prov\u00e1vel que este processo d\u00ea energia aos ventos de outras estrelas da Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, e mais al\u00e9m, e pode ter implica\u00e7\u00f5es na habitabilidade dos exoplanetas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anteriormente, a Parker Solar Probe da NASA tinha descoberto que estas invers\u00f5es eram comuns em todo o vento solar. A Parker, que se tornou a primeira nave a entrar na atmosfera magn\u00e9tica do Sol em 2021, permitiu aos cientistas determinar que as contracurvas se tornam mais distintas e mais poderosas perto do Sol. At\u00e9 agora, por\u00e9m, os cientistas n\u00e3o dispunham de evid\u00eancias experimentais de que este interessante fen\u00f3meno deposita realmente energia suficiente para ser importante no vento solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 cerca de tr\u00eas anos, estava a dar uma palestra sobre o qu\u00e3o fascinantes s\u00e3o estas ondas&#8221;, disse o coautor Mike Stevens, astrof\u00edsico do Centro de Astrof\u00edsica. &#8220;No final, um professor de astronomia levantou-se e disse: &#8216;isso \u00e9 muito bom, mas ser\u00e1 que s\u00e3o realmente importantes?'&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para responder a esta pergunta, a equipa de cientistas teve de utilizar duas naves espaciais diferentes. A Parker foi constru\u00edda para voar atrav\u00e9s da atmosfera do Sol, ou &#8220;coroa&#8221;. A miss\u00e3o Solar Orbiter da ESA e da NASA tamb\u00e9m est\u00e1 numa \u00f3rbita que a leva relativamente perto do Sol e mede o vento solar a dist\u00e2ncias maiores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta foi poss\u00edvel devido a um alinhamento coincidente em fevereiro de 2022 que permitiu \u00e0 Parker Solar Probe e \u00e0 Solar Orbiter medir o mesmo fluxo de vento solar com dois dias de diferen\u00e7a. A Solar Orbiter estava quase a meio caminho do Sol, enquanto a Parker estava a contornar o limite da atmosfera magn\u00e9tica do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Inicialmente n\u00e3o nos apercebemos que a Parker e a Solar Orbiter estavam a medir a mesma coisa. A Parker viu este plasma mais lento perto do Sol, cheio de ondas invertidas, e depois a Solar Orbiter registou um fluxo r\u00e1pido que tinha recebido calor e com muito pouca atividade de ondas&#8221;, disse Samuel Badman, astrof\u00edsico do Centro de Astrof\u00edsica e o outro col\u00edder do estudo. &#8220;Quando lig\u00e1mos as duas medi\u00e7\u00f5es, foi um verdadeiro momento eureka&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2024\/08\/magnetic_waves_power_high-speed_solar_wind\/26287113-1-eng-GB\/Magnetic_waves_power_high-speed_solar_wind.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/61\/4f\/BEk1gJdy_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">As observa\u00e7\u00f5es conjuntas da miss\u00e3o Solar Orbiter, liderada pela ESA, e da Parker Solar Probe, da NASA, demonstraram que o vento solar r\u00e1pido \u00e9 aquecido e acelerado para longe do Sol por grandes deflex\u00f5es nas linhas do campo magn\u00e9tico do Sol, conhecidas como &#8220;switchbacks&#8221; magn\u00e9ticos ou ondas Alfv\u00e9n.<br>Embora as duas sondas estejam a operar a dist\u00e2ncias diferentes do Sol e em \u00f3rbitas muito diferentes, em fevereiro de 2022, as sondas alinharam-se ao longo da mesma corrente de vento solar.<br>Sabe-se que o vento solar r\u00e1pido prov\u00e9m de configura\u00e7\u00f5es magn\u00e9ticas conhecidas como buracos coronais, que canalizam as part\u00edculas carregadas para o espa\u00e7o. Os buracos s\u00e3o locais onde o campo magn\u00e9tico do Sol n\u00e3o se volta para o interior do Sol, mas estende-se para as profundezas do Sistema Solar.<br>No limite da coroa solar, sobre um buraco coronal, a Parker detetou vento solar com velocidades moderadas e temperaturas elevadas, juntamente com ondas Alfv\u00e9n com muita energia.<br>Voando para l\u00e1 da \u00f3rbita de V\u00e9nus, a Solar Orbiter mediu o mesmo vento dois dias depois. Nesta altura, as ondas Alfv\u00e9n tinham quase desaparecido, enquanto o vento tinha acelerado significativamente. Embora a temperatura do vento na posi\u00e7\u00e3o da Solar Orbiter seja mais baixa, \u00e9 mais quente do que seria se o g\u00e1s se tivesse expandido livremente.<br>Comparando os n\u00fameros, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o concluiu que a energia magn\u00e9tica perdida estava a alimentar a acelera\u00e7\u00e3o e a abrandar o arrefecimento do vento solar, proporcionando algum aquecimento pr\u00f3prio.<br>Isto responde \u00e0 quest\u00e3o de d\u00e9cadas sobre de onde vem a energia para aquecer e acelerar as partes mais r\u00e1pidas do vento solar.<br>Cr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 muito que os cientistas sabem que a energia \u00e9 transportada atrav\u00e9s da coroa solar e do vento solar, pelo menos em parte, atrav\u00e9s das chamadas &#8220;ondas Alfv\u00e9n&#8221;. Estas ondas transportam energia atrav\u00e9s de um plasma, o estado superaquecido da mat\u00e9ria que constitui o vento solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, n\u00e3o era poss\u00edvel medir o quanto as ondas Alfv\u00e9n evoluem e interagem com o vento solar entre o Sol e a Terra &#8211; at\u00e9 estas duas miss\u00f5es terem sido enviadas para mais perto do Sol do que nunca, ao mesmo tempo. Agora, os cientistas podem determinar diretamente quanta energia \u00e9 armazenada nas flutua\u00e7\u00f5es magn\u00e9ticas e de velocidade destas ondas perto da coroa solar e quanto menos energia \u00e9 transportada pelas ondas mais afastadas do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nova investiga\u00e7\u00e3o mostra que as ondas Alfv\u00e9n, sob a forma de &#8220;switchbacks&#8221;, fornecem energia suficiente para explicar o aquecimento e a acelera\u00e7\u00e3o documentados na corrente mais r\u00e1pida do vento solar, \u00e0 medida que este se afasta do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi preciso mais de meio s\u00e9culo para confirmar que a acelera\u00e7\u00e3o e o aquecimento das ondas Alfv\u00e9n s\u00e3o processos importantes e que ocorrem aproximadamente da forma que pensamos&#8221;, disse John Belcher, professor em\u00e9rito do MIT (Massachusetts Institute of Technology), que codescobriu as ondas Alfv\u00e9n no vento solar, mas n\u00e3o esteve envolvido neste estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de ajudar os cientistas a prever melhor a atividade solar e o clima espacial, esta informa\u00e7\u00e3o ajuda-nos a compreender os mist\u00e9rios do Universo noutros locais e a forma como as estrelas semelhantes ao Sol e os ventos estelares funcionam em todo o lado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta \u00e9 uma das pe\u00e7as chave do puzzle para responder \u00e0 quest\u00e3o, com 50 anos de exist\u00eancia, de como o vento solar \u00e9 acelerado e aquecido nas por\u00e7\u00f5es mais interiores da heliosfera, aproximando-nos do encerramento de um dos principais objetivos cient\u00edficos da miss\u00e3o da Parker Solar Probe&#8221;, disse Adam Szabo, l\u00edder cient\u00edfico da miss\u00e3o na NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/science-research\/nasa-esa-missions-help-scientists-uncover-how-solar-wind-gets-energy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Solar_Orbiter\/Solar_Orbiter_shows_how_solar_wind_gets_a_magnetic_push\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/smithsonian-scientists-help-uncover-how-solar-wind-gets-its-energy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/newsroom.northumbria.ac.uk\/pressreleases\/helping-to-uncover-how-the-solar-wind-gets-its-energy-3339830\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Northumbria (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.adk6953\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.astronomy.com\/science\/somethings-heating-the-solar-wind-and-scientists-think-theyve-found-what-it-is\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/waves-heat-accelerate-solar-wind\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-08-space-probes-alfvn-solar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sol:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sun\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/sunearth\/spaceweather\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tempestades solares e clima espacial &#8211; FAQ (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_corona\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Coroa solar (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vento solar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/solarscience.msfc.nasa.gov\/SolarWind.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.swpc.noaa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SWPC\/NOAA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_wind\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Switchback&#8221; magn\u00e9tico:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetic_switchback\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Onda Alfv\u00e9n:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Alfv%C3%A9n_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Parker Solar Probe:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/content\/goddard\/parker-solar-probe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Parker_Solar_Probe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Solar Orbiter:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Solar_Orbiter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_Orbiter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista da Solar Orbiter da ESA e da Parker Solar Probe da NASA. 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