{"id":7224,"date":"2024-08-16T06:15:21","date_gmt":"2024-08-16T05:15:21","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7224"},"modified":"2024-08-16T06:15:22","modified_gmt":"2024-08-16T05:15:22","slug":"os-cientistas-descobriram-oceanos-de-agua-em-marte-apenas-esta-demasiado-profunda-para-ser-acedida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/08\/16\/os-cientistas-descobriram-oceanos-de-agua-em-marte-apenas-esta-demasiado-profunda-para-ser-acedida\/","title":{"rendered":"Os cientistas descobriram &#8220;oceanos&#8221; de \u00e1gua em Marte &#8211; apenas est\u00e1 demasiado profunda para ser acedida"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01EVSZXV8CTY8GG00VCYXKNFDM.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"586\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/pAUM7JDv_o-1024x586.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7225\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/pAUM7JDv_o-1024x586.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/pAUM7JDv_o-300x172.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/pAUM7JDv_o-768x439.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/pAUM7JDv_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma fotografia de Marte durante uma tempestade de poeira, tirada em 2018 pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. H\u00e1 mais de 3 mil milh\u00f5es de anos, o poeirento Planeta Vermelho tinha oceanos e rios. Essa \u00e1gua desapareceu, deixando apenas gelo \u00e0 superf\u00edcie, a maior parte nas calotes polares. Uma nova an\u00e1lise do interior de Marte sugere que grande parte da \u00e1gua l\u00edquida ainda existe nos poros das rochas 10-20 quil\u00f3metros abaixo da superf\u00edcie.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando a atividade s\u00edsmica para sondar o interior de Marte, os geof\u00edsicos encontraram evid\u00eancias da exist\u00eancia de um grande reservat\u00f3rio subterr\u00e2neo de \u00e1gua l\u00edquida &#8211; suficiente para encher oceanos \u00e0 superf\u00edcie do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do m\u00f3dulo de aterragem Insight da NASA permitiram aos cientistas estimar que a quantidade de \u00e1gua subterr\u00e2nea poderia cobrir todo o planeta a uma profundidade entre 1 e 2 quil\u00f3metros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora isso seja uma boa not\u00edcia para quem procura saber o destino da \u00e1gua no planeta depois dos oceanos terem desaparecido h\u00e1 mais de 3 mil milh\u00f5es de anos, o reservat\u00f3rio n\u00e3o ser\u00e1 de grande utilidade para quem tentar aproveit\u00e1-lo para abastecer uma futura col\u00f3nia em Marte. Est\u00e1 localizado em pequenas fendas e poros na rocha no meio da crosta marciana, entre 11,5 e 20 quil\u00f3metros abaixo da superf\u00edcie. Mesmo na Terra, perfurar a essa profundidade seria um desafio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, esta descoberta aponta outro local promissor para procurar vida em Marte, se for poss\u00edvel aceder ao reservat\u00f3rio. Para j\u00e1, ajuda a responder a quest\u00f5es sobre a hist\u00f3ria geol\u00f3gica do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Compreender o ciclo da \u00e1gua marciana \u00e9 fundamental para compreender a evolu\u00e7\u00e3o do clima, da superf\u00edcie e do interior&#8221;, disse Vashan Wright, antigo p\u00f3s-doutorando da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley que \u00e9 agora professor assistente no Instituto Scripps de Oceanografia da Universidade da Calif\u00f3rnia em San Diego. &#8220;Um ponto de partida \u00fatil \u00e9 identificar onde a \u00e1gua est\u00e1 e qual a sua quantidade&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wright, juntamente com os colegas Michael Manga da UC Berkeley e Matthias Morzfeld do Instituto Scripps de Oceanografia, detalhou a sua an\u00e1lise num artigo cient\u00edfico publicado esta semana na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/7a\/9c\/3DHgcNOO_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/7a\/9c\/3DHgcNOO_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um recorte do interior marciano por baixo do m\u00f3dulo de aterragem Insight da NASA. Os primeiros 5 quil\u00f3metros da crosta parecem estar secos, mas um novo estudo fornece evid\u00eancias de uma zona de rocha fracturada 11,5-20 km abaixo da superf\u00edcie que est\u00e1 cheia de \u00e1gua l\u00edquida &#8211; mais do que o volume proposto para encher os hipot\u00e9ticos antigos oceanos marcianos.<br>Cr\u00e9dito: James Tuttle Keane e Aaron Rodriquez, cortesia do Instituto Scripps de Oceanografia<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas utilizaram um modelo matem\u00e1tico de f\u00edsica das rochas, id\u00eantico aos modelos utilizados na Terra para mapear aqu\u00edferos subterr\u00e2neos e campos petrol\u00edferos, para concluir que os dados s\u00edsmicos do Insight s\u00e3o melhor explicados por uma camada profunda de rocha \u00edgnea fraturada saturada com \u00e1gua l\u00edquida. As rochas \u00edgneas s\u00e3o magma quente arrefecido, como o granito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A determina\u00e7\u00e3o de que existe um grande reservat\u00f3rio de \u00e1gua l\u00edquida fornece uma janela sobre como era ou poderia ser o clima&#8221;, disse Manga, professor de ci\u00eancias terrestres e planet\u00e1rias da Universidade de Berkeley. &#8220;E a \u00e1gua \u00e9 necess\u00e1ria para a vida tal como a conhecemos. N\u00e3o vejo porque \u00e9 que [o reservat\u00f3rio subterr\u00e2neo] n\u00e3o pode ser um ambiente habit\u00e1vel. \u00c9 certamente verdade na Terra &#8211; as minas profundas albergam vida, o fundo do oceano alberga vida. N\u00e3o encontr\u00e1mos qualquer evid\u00eancia de vida em Marte, mas pelo menos identific\u00e1mos um local que, em princ\u00edpio, deveria ser capaz de sustentar vida&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Manga foi o orientador de p\u00f3s-doutoramento de Wright. Morzfeld foi bolseiro de p\u00f3s-doutoramento no departamento de matem\u00e1tica da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley e \u00e9 agora professor associado de geof\u00edsica no Instituto Scripps de Oceanografia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Manga salientou que muitas evid\u00eancias &#8211; canais fluviais, deltas e dep\u00f3sitos lacustres, bem como rochas alteradas pela \u00e1gua &#8211; apoiam a hip\u00f3tese de que a \u00e1gua j\u00e1 correu \u00e0 superf\u00edcie do planeta. Mas esse per\u00edodo h\u00famido terminou h\u00e1 mais de 3 mil milh\u00f5es de anos, depois de Marte ter perdido a sua atmosfera. Cientistas planet\u00e1rios na Terra enviaram muitas sondas e &#8220;landers&#8221; ao planeta para descobrir o que aconteceu a essa \u00e1gua &#8211; a \u00e1gua congelada nas calotes polares de Marte n\u00e3o \u00e9 suficiente &#8211; bem como quando aconteceu, e se existe ou existiu vida no planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As novas descobertas s\u00e3o uma indica\u00e7\u00e3o de que grande parte da \u00e1gua n\u00e3o escapou para o espa\u00e7o, mas foi filtrada para a crosta.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/mars.nasa.gov\/imgs\/2018\/01\/PIA22227-full.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/QYDFYnM.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma imagem art\u00edstica do m\u00f3dulo de aterragem InSight em Marte, depois do bra\u00e7o rob\u00f3tico do m\u00f3dulo de aterragem ter colocado um sism\u00f3metro (objeto em forma de c\u00fapula \u00e0 esquerda do m\u00f3dulo de aterragem) e uma sonda de calor diretamente no solo. O m\u00f3dulo de aterragem deixou de registar dados em 2022, mas os cientistas continuam a explorar os dados para obter informa\u00e7\u00f5es sobre o interior de Marte.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O m\u00f3dulo de aterragem Insight foi enviado pela NASA a Marte em 2018 para investigar a crosta, o manto, o n\u00facleo e a atmosfera, e registou informa\u00e7\u00f5es valiosas sobre o interior de Marte antes da miss\u00e3o terminar em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A miss\u00e3o excedeu em muito as minhas expetativas&#8221;, afirmou Manga. &#8220;Ao olhar para todos os dados s\u00edsmicos que o Insight recolheu, foi determinada a espessura da crosta, a profundidade do n\u00facleo, a composi\u00e7\u00e3o do n\u00facleo e at\u00e9 um pouco sobre a temperatura no interior do manto.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Insight detetou sismos marcianos at\u00e9 uma magnitude de 5, impactos de meteoros e o &#8220;roncar&#8221; em \u00e1reas vulc\u00e2nicas, todos eles produzindo ondas s\u00edsmicas que permitiram aos geof\u00edsicos sondar o interior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um artigo cient\u00edfico anterior referia que, acima de uma profundidade de cerca de 5 quil\u00f3metros, a crosta superior n\u00e3o continha \u00e1gua gelada, como Manga e outros suspeitavam. Isto pode significar que h\u00e1 pouca \u00e1gua gelada subterr\u00e2nea acess\u00edvel fora das regi\u00f5es polares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo artigo cient\u00edfico analisou a crosta mais profunda e concluiu que os &#8220;dados dispon\u00edveis s\u00e3o melhor explicados por uma crosta m\u00e9dia saturada de \u00e1gua&#8221; abaixo da localiza\u00e7\u00e3o do Insight. Assumindo que a crosta \u00e9 semelhante em todo o planeta, a equipa argumentou que deveria haver mais \u00e1gua nesta zona da crosta m\u00e9dia do que os &#8220;volumes propostos para encher os hipot\u00e9ticos antigos oceanos marcianos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.berkeley.edu\/2024\/08\/12\/scientists-find-oceans-of-water-on-mars-its-just-too-deep-to-tap\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/scripps.ucsd.edu\/news\/presence-liquid-water-most-probable-explanation-data-collected-mars-lander\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Scripps de Oceanografia da UC San Diego (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.2409983121\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Proceedings of the National Academy of Sciences)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1053791\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/there-s-liquid-water-mars-it-s-too-deep-access\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/the-universe\/mars\/oceans-worth-of-water-may-be-buried-within-mars-but-can-we-get-to-it\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astronomy\/mars-liquid-water-underground\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/168107\/mars-has-lots-of-water-but-its-out-of-reach\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/science\/mars-liquid-water\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2443738-we-keep-finding-water-on-mars-here-are-all-the-places-it-might-be\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2024\/08\/12\/nasa-has-found-oceans-of-water-on-mars---but-theres-a-problem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/science\/martian-subsurface-harbours-oceans-life-giving-liquid-water-2024-08-13\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/articles\/czxl849j77ko\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2024\/08\/12\/science\/mars-crust-water-reservoir-insight\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/martian-tremors-provide-strongest-evidence-yet-of-liquid-water-2000485885\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2024\/08\/13\/ciencia\/noticia\/marte-podera-agua-liquida-rochas-20-quilometros-superficie-2100674\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00fablico<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jn.pt\/4773858737\/marte-tem-agua-escondida-que-chega-para-cobrir-toda-a-superficie-do-planeta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Jornal de Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.rtp.pt\/noticias\/mundo\/agua-liquida-em-marte-revela-novo-estudo_a1592659\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">RTP<\/a><br><a href=\"https:\/\/cnnportugal.iol.pt\/espaco\/marte\/marte-tem-rochas-profundas-e-porosas-cheias-de-agua-liquida-conclui-estudo\/20240812\/66ba5eaad34ea1acf26d43d1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN Portugal<\/a><br><a href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/ciencia\/ha-muita-agua-em-marte-o-sonho-acabou-o-planeta-e-um-desilusao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pplware<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/agua-encontrada-marte-620657\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marte:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_(planet)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Water_on_Mars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00c1gua em Marte (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>InSight:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/mars.nasa.gov\/insight\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/nasainsight\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/InSight\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma fotografia de Marte durante uma tempestade de poeira, tirada em 2018 pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. H\u00e1 mais de 3 mil milh\u00f5es de anos, o poeirento Planeta Vermelho tinha oceanos e rios. Essa \u00e1gua desapareceu, deixando apenas gelo \u00e0 superf\u00edcie, a maior parte nas calotes polares. Uma nova an\u00e1lise do interior de Marte sugere que &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7225,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,16],"tags":[344,4],"class_list":["post-7224","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-insight","tag-marte"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7224","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7224"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7224\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7226,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7224\/revisions\/7226"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7225"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7224"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7224"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7224"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}