{"id":7221,"date":"2024-08-16T06:12:16","date_gmt":"2024-08-16T05:12:16","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7221"},"modified":"2024-08-16T06:12:17","modified_gmt":"2024-08-16T05:12:17","slug":"novos-dados-do-telescopio-webb-sugerem-que-o-nosso-modelo-do-universo-pode-afinal-estar-correto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/08\/16\/novos-dados-do-telescopio-webb-sugerem-que-o-nosso-modelo-do-universo-pode-afinal-estar-correto\/","title":{"rendered":"Novos dados do Telesc\u00f3pio Webb sugerem que o nosso modelo do Universo pode, afinal, estar correto"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/B67DztoV_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1014\" height=\"573\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/B67DztoV_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7222\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/B67DztoV_o.jpg 1014w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/B67DztoV_o-300x170.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/B67DztoV_o-768x434.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1014px) 100vw, 1014px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os cientistas utilizaram novos dados obtidos pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb para fazer uma nova leitura do ritmo a que o Universo se est\u00e1 a expandir ao longo do tempo, medindo a luz de 10 gal\u00e1xias, incluindo NGC 3972, na imagem.\nCr\u00e9dito: Yuval Harpaz, dados via JWST<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Sabemos muitas coisas sobre o nosso Universo, mas os astr\u00f3nomos continuam a debater a velocidade exata a que se expande. De facto, ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas, duas das principais formas de medir este valor &#8211; conhecido como a &#8220;constante de Hubble&#8221; &#8211; forneceram respostas diferentes, levando alguns a pensar que faltava alguma coisa no nosso modelo de funcionamento do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas novas medi\u00e7\u00f5es efetuadas pelo potente Telesc\u00f3pio Espacial James Webb parecem sugerir que, afinal, pode n\u00e3o haver um conflito, tamb\u00e9m conhecido por &#8220;tens\u00e3o de Hubble&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Num artigo cient\u00edfico submetido \u00e0 revista The Astrophysical Journal, a cosm\u00f3loga Wendy Freedman, da Universidade de Chicago, e colegas analisaram novos dados obtidos pelo potente Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. Mediram a dist\u00e2ncia a dez gal\u00e1xias pr\u00f3ximas e determinaram um novo valor para o ritmo a que o Universo se est\u00e1 a expandir atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>A sua medi\u00e7\u00e3o, 70 quil\u00f3metros por segundo por megaparsec, sobrep\u00f5e-se ao outro grande m\u00e9todo para a constante de Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Com base nestes novos dados do JWST e usando tr\u00eas m\u00e9todos independentes, n\u00e3o encontramos fortes ind\u00edcios de uma tens\u00e3o de Hubble&#8221;, disse Freedman. &#8220;Pelo contr\u00e1rio, parece que o nosso modelo cosmol\u00f3gico padr\u00e3o para explicar a evolu\u00e7\u00e3o do Universo est\u00e1 a aguentar-se&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tens\u00e3o de Hubble?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que o Universo se est\u00e1 a expandir ao longo do tempo desde 1929, quando Edwin Hubble fez medi\u00e7\u00f5es de estrelas que indicavam que as gal\u00e1xias mais distantes se estavam a afastar da Terra mais depressa do que as gal\u00e1xias mais pr\u00f3ximas. Mas tem sido surpreendentemente dif\u00edcil determinar o valor exato desta velocidade a que o Universo se est\u00e1 a expandir atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Este valor, conhecido como a constante de Hubble, \u00e9 essencial para compreender a hist\u00f3ria do Universo. \u00c9 uma parte fundamental do nosso modelo de como o Universo est\u00e1 a evoluir ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/svs.gsfc.nasa.gov\/vis\/a010000\/a012300\/a012314\/Universe_Expansion_Funnel.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/39\/72\/SqOFFFQf_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Conceito art\u00edstico que mostra a expans\u00e3o do Universo ao longo do tempo desde o Big Bang.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>&#8220;A confirma\u00e7\u00e3o da realidade da tens\u00e3o de Hubble teria consequ\u00eancias significativas tanto para a f\u00edsica fundamental como para a cosmologia moderna&#8221;, explicou Freedman.<\/p>\n\n\n\n<p>Dada a import\u00e2ncia e tamb\u00e9m a dificuldade em efetuar estas medi\u00e7\u00f5es, os cientistas testam-nas com diferentes m\u00e9todos para se certificarem de que s\u00e3o t\u00e3o exatas quanto poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das principais abordagens consiste em estudar a luz remanescente do Big Bang, conhecida como radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas. A melhor estimativa atual da constante de Hubble com este m\u00e9todo, que \u00e9 muito preciso, \u00e9 de 67,4 quil\u00f3metros por segundo por megaparsec.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo m\u00e9todo principal, em que Freedman se especializou, consiste em medir diretamente a expans\u00e3o das gal\u00e1xias na nossa vizinhan\u00e7a c\u00f3smica local, utilizando estrelas cujo brilho \u00e9 conhecido. Tal como as luzes dos carros parecem mais fracas quando est\u00e3o longe, a dist\u00e2ncias cada vez maiores, as estrelas parecem cada vez mais fracas. A medi\u00e7\u00e3o das dist\u00e2ncias e da velocidade a que as gal\u00e1xias se afastam de n\u00f3s indica-nos ent\u00e3o a velocidade a que o Universo se est\u00e1 a expandir.<\/p>\n\n\n\n<p>No passado, as medi\u00e7\u00f5es com este m\u00e9todo forneceram um valor mais elevado para a constante de Hubble &#8211; perto de 74 quil\u00f3metros por segundo por megaparsec.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta diferen\u00e7a \u00e9 suficientemente grande para que alguns cientistas especulem que algo significativo pode estar a faltar no nosso modelo padr\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o do Universo. Por exemplo, uma vez que um m\u00e9todo olha para os prim\u00f3rdios do Universo e o outro olha para a \u00e9poca atual, talvez algo grande tenha mudado no Universo ao longo do tempo. Este aparente desfasamento ficou conhecido como a &#8220;tens\u00e3o de Hubble&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Webb entra em a\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, ou JWST, oferece \u00e0 humanidade uma nova e poderosa ferramenta para observar as profundezas do espa\u00e7o. Lan\u00e7ado em 2021, o sucessor do Telesc\u00f3pio Hubble tem captado imagens de uma nitidez impressionante, revelado novos aspetos de mundos long\u00ednquos e recolhido dados sem precedentes, abrindo novas janelas para o Universo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3f\/28\/jsYoDeS2_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3f\/28\/jsYoDeS2_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagens de estrelas captadas pelo JWST (\u00e0 esquerda) s\u00e3o visivelmente mais n\u00edtidas do que as mesmas estrelas vistas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble (\u00e0 direita).<br>Cr\u00e9dito: Freedman et al<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Freedman e os seus colegas utilizaram o telesc\u00f3pio para efetuar medi\u00e7\u00f5es de dez gal\u00e1xias pr\u00f3ximas que fornecem uma base para a medi\u00e7\u00e3o do ritmo de expans\u00e3o do universo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para verificar os seus resultados, utilizaram tr\u00eas m\u00e9todos independentes. O primeiro utiliza um tipo de estrela conhecido como estrela vari\u00e1vel Cefeida, que varia previsivelmente o seu brilho ao longo do tempo. O segundo m\u00e9todo \u00e9 conhecido como &#8220;Ponta do Ramo das Gigantes Vermelhas&#8221; e utiliza o facto das estrelas de baixa massa atingirem um limite superior fixo para o seu brilho. O terceiro, e mais recente, emprega um tipo de estrela chamado estrelas de carbono, que t\u00eam cores e brilhos consistentes no espetro de luz do infravermelho pr\u00f3ximo. A nova an\u00e1lise \u00e9 a primeira a usar os tr\u00eas m\u00e9todos simultaneamente, dentro das mesmas gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p>Em todos os casos, os valores estavam dentro da margem de erro do valor dado pelo m\u00e9todo da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas, 67,4 quil\u00f3metros por segundo por megaparsec.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Obter uma boa concord\u00e2ncia em tr\u00eas tipos de estrelas completamente diferentes \u00e9, para n\u00f3s, um forte indicador de que estamos no caminho certo&#8221;, disse Freedman.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As futuras observa\u00e7\u00f5es com o JWST ser\u00e3o fundamentais para confirmar ou refutar a tens\u00e3o de Hubble e avaliar as implica\u00e7\u00f5es para a cosmologia&#8221;, disse o coautor do estudo, Barry Madore, do Instituto Carnegie e professor visitante da Universidade de Chicago.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/news.uchicago.edu\/story\/new-webb-telescope-data-suggests-our-model-universe-may-hold-after-all\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Chicago (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2408.06153\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cefeidas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cepheid_variable\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/spider.seds.org\/spider\/ScholarX\/variables.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ponta do Ramo das Gigantes Vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Tip_of_the_red-giant_branch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estrelas de carbono:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Carbon_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os cientistas utilizaram novos dados obtidos pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb para fazer uma nova leitura do ritmo a que o Universo se est\u00e1 a expandir ao longo do tempo, medindo a luz de 10 gal\u00e1xias, incluindo NGC 3972, na imagem. 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