{"id":7119,"date":"2024-07-05T06:12:13","date_gmt":"2024-07-05T05:12:13","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7119"},"modified":"2024-07-05T06:12:14","modified_gmt":"2024-07-05T05:12:14","slug":"porque-e-que-parece-que-estamos-sozinhos-na-via-lactea-a-investigacao-de-dois-geocientistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/07\/05\/porque-e-que-parece-que-estamos-sozinhos-na-via-lactea-a-investigacao-de-dois-geocientistas\/","title":{"rendered":"Porque \u00e9 que parece que estamos sozinhos na Via L\u00e1ctea? A investiga\u00e7\u00e3o de dois geocientistas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/NVN2qFyG_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"390\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/NVN2qFyG_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7120\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/NVN2qFyG_o.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/NVN2qFyG_o-300x114.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/NVN2qFyG_o-768x293.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem, gerada por IA (intelig\u00eancia artificial), de um exoplaneta habitado. Tem oceanos, ecossistemas diversos, at\u00e9 um lago formado numa antiga cratera. No lado noturno, luzes brilhantes de megal\u00f3poles assinalam a presen\u00e7a de uma civiliza\u00e7\u00e3o avan\u00e7ada.\nCr\u00e9dito: Image Creator &#8211; Copilot Designer<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma nova investiga\u00e7\u00e3o realizada pelo Dr. Robert Stern, geocientista da Universidade do Texas em Dallas, e por um colega, sugere uma explica\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica para o facto de n\u00e3o terem sido encontradas evid\u00eancias conclusivas da exist\u00eancia de civiliza\u00e7\u00f5es extraterrestres avan\u00e7adas, apesar da equa\u00e7\u00e3o de Drake prever que deveriam existir muitas civiliza\u00e7\u00f5es deste tipo na nossa Gal\u00e1xia, capazes de comunicar connosco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num estudo publicado dia 12 de abril na edi\u00e7\u00e3o online da revista Scientific Reports, Stern e o Dr. Taras Gerya, professor de Ci\u00eancias da Terra no ETH (&#8220;Eidgen\u00f6ssische Technische Hochschule&#8221;, em portugu\u00eas Instituto Federal de Tecnologia) em Zurique, prop\u00f5em que, em planetas com vida, \u00e9 essencial, para a evolu\u00e7\u00e3o de civiliza\u00e7\u00f5es ativas e comunicativas, a presen\u00e7a de oceanos e continentes, bem como de placas tect\u00f3nicas a longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores concluem que a prov\u00e1vel escassez destes tr\u00eas requisitos, em exoplanetas, diminuiria significativamente o n\u00famero esperado de civiliza\u00e7\u00f5es extraterrestres na Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A vida existe na Terra h\u00e1 cerca de 4 mil milh\u00f5es de anos, mas organismos complexos como os animais s\u00f3 apareceram h\u00e1 cerca de 600 milh\u00f5es de anos, ou seja, pouco tempo depois do in\u00edcio do epis\u00f3dio moderno da tect\u00f3nica de placas&#8221;, disse Stern, professor de ci\u00eancias de sistemas sustent\u00e1veis da Terra na Escola de Ci\u00eancias Naturais e Matem\u00e1tica da Universidade do Texas. &#8220;As placas tect\u00f3nicas d\u00e3o in\u00edcio \u00e0 m\u00e1quina da evolu\u00e7\u00e3o e pensamos compreender porqu\u00ea.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Onde est\u00e3o os ETs?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1961, o astr\u00f3nomo Dr. Frank Drake concebeu uma equa\u00e7\u00e3o em que v\u00e1rios factores s\u00e3o multiplicados para estimar o n\u00famero de civiliza\u00e7\u00f5es inteligentes na nossa Gal\u00e1xia capazes de dar a conhecer a sua presen\u00e7a aos humanos:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/11\/89\/xmxxxp90_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/11\/89\/xmxxxp90_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A equa\u00e7\u00e3o de Drake.<br>Cr\u00e9dito: imagem pela Universidade do Texas em Dallas<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>N<\/strong>&nbsp;&#8211; o n\u00famero de civiliza\u00e7\u00f5es da Via L\u00e1ctea cujas emiss\u00f5es eletromagn\u00e9ticas (ondas de r\u00e1dio, etc.) s\u00e3o detet\u00e1veis;<br><strong>R*<\/strong>&nbsp;&#8211; o n\u00famero de estrelas formadas anualmente;<br><strong>f<sub>p<\/sub><\/strong>&nbsp;&#8211; a fra\u00e7\u00e3o dessas estrelas com sistemas planet\u00e1rios;<br><strong>n<sub>e<\/sub><\/strong>&nbsp;&#8211; o n\u00famero de planetas por sistema solar com um ambiente adequado \u00e0 vida;<br><strong>f<sub>l<\/sub><\/strong>&nbsp;&#8211; a fra\u00e7\u00e3o de planetas adequados em que a vida realmente aparece;<br><strong>f<sub>i<\/sub><\/strong>&nbsp;&#8211; a fra\u00e7\u00e3o de planetas com vida em que surge vida inteligente;<br><strong>f<sub>c<\/sub><\/strong>&nbsp;&#8211; a fra\u00e7\u00e3o de civiliza\u00e7\u00f5es que desenvolvem uma tecnologia que produz sinais detet\u00e1veis da sua exist\u00eancia;<br><strong>L<\/strong>&nbsp;&#8211; o per\u00edodo m\u00e9dio de tempo (anos) em que essas civiliza\u00e7\u00f5es produzem esses sinais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atribui\u00e7\u00e3o de valores \u00e0s sete vari\u00e1veis tem sido um jogo de adivinha\u00e7\u00e3o, levando a previs\u00f5es de que tais civiliza\u00e7\u00f5es devem ser comuns. Mas se isso \u00e9 verdade, porque \u00e9 que n\u00e3o existem evid\u00eancias conclusivas da sua exist\u00eancia?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta contradi\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida como o paradoxo de Fermi, nome dado em homenagem ao Dr. Enrico Fermi, f\u00edsico nuclear e Pr\u00e9mio Nobel, que colocou informalmente a quest\u00e3o aos seus colegas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No seu estudo, Stern e Gerya prop\u00f5em o aperfei\u00e7oamento de uma das inc\u00f3gnitas da equa\u00e7\u00e3o de Drake &#8211; f<sub>i<\/sub>, a fra\u00e7\u00e3o de planetas com vida em que surge vida inteligente &#8211; para ter em conta a necessidade de grandes oceanos e continentes e a exist\u00eancia de placas tect\u00f3nicas, h\u00e1 mais de 500 milh\u00f5es de anos, nesses planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Na formula\u00e7\u00e3o original, pensava-se que esta inc\u00f3gnita era quase 1, ou 100% &#8211; isto \u00e9, em todos os planetas com vida a evolu\u00e7\u00e3o avan\u00e7aria e, com tempo suficiente, transformar-se-ia numa civiliza\u00e7\u00e3o inteligente&#8221;, disse Stern. &#8220;A nossa perspetiva \u00e9: isso n\u00e3o \u00e9 verdade&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O impacto das placas tect\u00f3nicas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A tect\u00f3nica de placas \u00e9 uma teoria cient\u00edfica formulada no final da d\u00e9cada de 1960 que afirma que a crosta e o manto superior da Terra est\u00e3o divididos em peda\u00e7os m\u00f3veis, ou placas, que se movem muito lentamente &#8211; mais ou menos t\u00e3o depressa como as unhas e o cabelo crescem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No nosso Sistema Solar, apenas um dos quatro corpos rochosos com deforma\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie e atividade vulc\u00e2nica &#8211; a Terra &#8211; tem placas tect\u00f3nicas. Tr\u00eas outros &#8211; V\u00e9nus, Marte e a lua de J\u00fapiter, Io &#8211; est\u00e3o ativamente deformados e t\u00eam vulc\u00f5es jovens, mas n\u00e3o t\u00eam placas tect\u00f3nicas, disse Stern. Dois outros corpos rochosos &#8211; Merc\u00fario e a Lua &#8211; n\u00e3o t\u00eam essa atividade e est\u00e3o tectonicamente mortos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 muito mais comum os planetas terem um inv\u00f3lucro exterior s\u00f3lido que n\u00e3o est\u00e1 fragmentado, o que \u00e9 conhecido como tect\u00f3nica de uma s\u00f3 placa&#8221;, disse Stern. &#8220;Mas a tect\u00f3nica de placas \u00e9 muito mais eficaz do que a tect\u00f3nica de uma s\u00f3 placa a levar ao aparecimento de formas de vida avan\u00e7adas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que as placas tect\u00f3nicas se movem, estas chocam ou afastam-se umas das outras, formando estruturas geol\u00f3gicas como montanhas, vulc\u00f5es e oceanos, que tamb\u00e9m permitem o desenvolvimento de padr\u00f5es meteorol\u00f3gicos e clim\u00e1ticos moderados. Atrav\u00e9s da meteoriza\u00e7\u00e3o (ou intemperismo), os nutrientes s\u00e3o libertados nos oceanos. Ao criar e destruir habitats, as placas tect\u00f3nicas exercem uma press\u00e3o ambiental moderada, mas incessante, sobre as esp\u00e9cies, para que evoluam e se adaptem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Stern e Gerya tamb\u00e9m avaliaram a import\u00e2ncia da presen\u00e7a duradoura de grandes massas de terra e de oceanos para a evolu\u00e7\u00e3o que levou a uma esp\u00e9cie ativa e capaz de comunicar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tanto os continentes como os oceanos s\u00e3o necess\u00e1rios para as civiliza\u00e7\u00f5es ativas e comunicativas, porque a evolu\u00e7\u00e3o da vida multicelular simples para a vida multicelular complexa tem de acontecer na \u00e1gua, mas a evolu\u00e7\u00e3o posterior que leva a pensar no c\u00e9u noturno, a aproveitar o fogo e a usar metais para criar novas tecnologias e, finalmente, ao aparecimento de civiliza\u00e7\u00f5es ativas e comunicativas capazes de emitir ondas de r\u00e1dio e de enviar foguet\u00f5es para o espa\u00e7o, tem de acontecer em terra&#8221;, disse Stern.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Aperfei\u00e7oando a equa\u00e7\u00e3o de Drake<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o prop\u00f4s uma revis\u00e3o da equa\u00e7\u00e3o de Drake que define &#8220;f<sub>i<\/sub>&#8221; como o produto de dois termos: f<sub>oc<\/sub>, a fra\u00e7\u00e3o de exoplanetas habit\u00e1veis com continentes e oceanos significativos, e f<sub>pt<\/sub>, a fra\u00e7\u00e3o de planetas que tiveram placas tect\u00f3nicas de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base na sua an\u00e1lise, Stern disse que a fra\u00e7\u00e3o de exoplanetas com um volume ideal de \u00e1gua \u00e9 provavelmente muito pequena. Estimam que o valor de f<sub>oc<\/sub>&nbsp;varia entre 0,0002 e 0,01. Da mesma forma, a equipa concluiu que a tect\u00f3nica de placas com uma dura\u00e7\u00e3o superior a 500 milh\u00f5es de anos \u00e9 tamb\u00e9m altamente invulgar, o que leva a uma estimativa de f<sub>pt<\/sub>&nbsp;inferior a 0,17.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando multiplicamos estes factores, obtemos uma estimativa refinada de &#8216;f<sub>i<\/sub>&#8216; que \u00e9 muito pequena, entre 0,003% e 0,2%, em vez de 100%&#8221;, disse Stern. &#8220;Isto explica a extrema raridade de condi\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias favor\u00e1veis ao desenvolvimento de vida inteligente na nossa Gal\u00e1xia e resolve o paradoxo de Fermi&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com a NASA, foram confirmados mais de 5000 exoplanetas na Via L\u00e1ctea a partir de observa\u00e7\u00f5es terrestres e no espa\u00e7o, como os telesc\u00f3pios Kepler e James Webb. Embora os cientistas, incluindo o ca\u00e7ador de planetas da Universidade do Texas em Dallas, Dr. Kaloyan Penev, professor assistente de f\u00edsica, tenham melhorado a sua capacidade de encontrar planetas \u00e0 volta de outras estrelas e de estimar o n\u00famero de planetas rochosos, ainda n\u00e3o t\u00eam capacidade para detetar placas tect\u00f3nicas em exoplanetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A biogeoqu\u00edmica postula que a Terra s\u00f3lida, particularmente no que respeita \u00e0s placas tect\u00f3nicas, acelera a evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies&#8221;, disse Stern. &#8220;Estudos como o nosso s\u00e3o \u00fateis porque estimulam o pensamento sobre mist\u00e9rios maiores e fornecem um exemplo de como podemos aplicar o nosso conhecimento dos sistemas da Terra a quest\u00f5es interessantes sobre o nosso Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.utdallas.edu\/science-technology\/geology-alone-in-milky-way-2024\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Texas em Dallas (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-024-54700-x\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Scientific Reports)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1050067\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/167659\/plate-tectonics-might-only-occur-on-0-003-of-planets-that-makes-earth-very-special-indeed\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/astrobiology.com\/2024\/07\/geoscientists-dig-into-why-we-may-be-alone-in-the-milky-way-tectonics.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astrobiology<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Equa\u00e7\u00e3o de Drake:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Drake_equation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Paradoxo de Fermi:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Fermi_paradox\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tect\u00f3nica de placas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Plate_tectonics\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Meteoriza\u00e7\u00e3o (ou intemperismo):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Weathering\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem, gerada por IA (intelig\u00eancia artificial), de um exoplaneta habitado. 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