{"id":7101,"date":"2024-06-28T06:15:56","date_gmt":"2024-06-28T05:15:56","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7101"},"modified":"2024-06-28T06:15:56","modified_gmt":"2024-06-28T05:15:56","slug":"webb-fotografa-enxames-estelares-no-arco-cosmic-gems","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/06\/28\/webb-fotografa-enxames-estelares-no-arco-cosmic-gems\/","title":{"rendered":"Webb fotografa enxames estelares no &#8220;arco Cosmic Gems&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2418d.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"417\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/D0VkFTtd_o-1024x417.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7102\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/D0VkFTtd_o-1024x417.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/D0VkFTtd_o-300x122.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/D0VkFTtd_o-768x313.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/D0VkFTtd_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O enxame de gal\u00e1xias SPT-CL J0615\u22125746, que atua como uma forte lente gravitacional em gal\u00e1xias mais distantes no plano de fundo.\nCr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA e CSA, L. Bradley (STScI), A. Adamo (Universidade de Estocolmo) e colabora\u00e7\u00e3o Cosmic Spring<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para descobrir enxames de estrelas ligadas gravitacionalmente quando o Universo tinha 460 milh\u00f5es de anos. Esta \u00e9 a primeira descoberta de enxames estelares numa gal\u00e1xia jovem, menos de 500 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias jovens do Universo primitivo passaram por fases significativas de forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva, gerando quantidades substanciais de radia\u00e7\u00e3o ionizante. No entanto, devido \u00e0s suas dist\u00e2ncias cosmol\u00f3gicas, os estudos diretos do seu conte\u00fado estelar t\u00eam-se revelado um desafio. Usando o Webb, uma equipa internacional de astr\u00f3nomos detetou cinco jovens enxames estelares massivos no &#8220;arco Cosmic Gems&#8221; (SPT0615-JD1), uma gal\u00e1xia sob um forte efeito de lente gravitacional que emitiu luz quando o Universo tinha cerca de 460 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O arco Cosmic Gems foi inicialmente descoberto em imagens do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA obtidas pelo programa RELICS (Reionization Lensing Cluster Survey) do enxame de gal\u00e1xias, com lentes, SPT-CL J0615-5746.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensa-se que estas gal\u00e1xias s\u00e3o a principal fonte da intensa radia\u00e7\u00e3o que reionizou o Universo primitivo&#8221;, partilhou a autora principal Angela Adamo da Universidade de Estocolmo e do Centro Oskar Klein na Su\u00e9cia. &#8220;O arco Cosmic Gems \u00e9 especial porque, gra\u00e7as \u00e0 lente gravitacional, podemos resolver a gal\u00e1xia at\u00e9 \u00e0 escala de parsecs!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o Webb, a equipa cient\u00edfica pode agora ver onde as estrelas se formaram e como est\u00e3o distribu\u00eddas, de forma semelhante \u00e0 utilizada pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble para estudar as gal\u00e1xias locais. A vis\u00e3o do Webb fornece uma oportunidade \u00fanica para estudar a forma\u00e7\u00e3o estelar e o funcionamento interno de gal\u00e1xias infantis a uma dist\u00e2ncia sem precedentes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2418b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a7\/cd\/VCUIJUAF_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00c0 direita, o campo do enxame de gal\u00e1xias SPT-CL J0615-5746. \u00c0 esquerda, uma imagem de uma parte desse campo, mostrando duas gal\u00e1xias distantes e distintas que sofrem efeito de lente. \u00c9 poss\u00edvel ver v\u00e1rios enxames de estrelas.\u00a0<a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2418e.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ver apenas a imagem da esquerda, sem r\u00f3tulos<\/a>.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA e CSA, L. Bradley (STScI), A. Adamo (Universidade de Estocolmo) e colabora\u00e7\u00e3o Cosmic Spring<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A incr\u00edvel sensibilidade e resolu\u00e7\u00e3o angular do Webb nos comprimentos de onda do infravermelho pr\u00f3ximo, combinadas com a lente gravitacional proporcionada pelo enorme enxame de gal\u00e1xias em primeiro plano, permitiram esta descoberta&#8221;, explicou Larry Bradley, do STScI (Space Telescope Science Institute) e investigador principal do programa de observa\u00e7\u00e3o do Webb que captou estes dados. &#8220;Nenhum outro telesc\u00f3pio poderia ter feito esta descoberta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A surpresa e o espanto foram incr\u00edveis quando abrimos as imagens do Webb pela primeira vez&#8221;, acrescentou Adamo. &#8220;Vimos uma pequena cadeia de pontos brilhantes, espelhados de um lado para o outro &#8211; estas joias c\u00f3smicas s\u00e3o enxames de estrelas! Sem o Webb n\u00e3o ter\u00edamos sabido que est\u00e1vamos a olhar para enxames de estrelas numa gal\u00e1xia t\u00e3o jovem!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na nossa Via L\u00e1ctea vemos antigos enxames globulares, que est\u00e3o ligados pela gravidade e que sobreviveram durante milhares de milh\u00f5es de anos. S\u00e3o rel\u00edquias antigas da intensa forma\u00e7\u00e3o de estrelas no Universo primitivo, mas n\u00e3o se sabe bem onde e quando \u00e9 que estes enxames se formaram. A dete\u00e7\u00e3o de enxames massivos de estrelas jovens no arco Cosmic Gems d\u00e1-nos uma excelente vis\u00e3o das fases iniciais de um processo que pode vir a formar enxames globulares. Os enxames rec\u00e9m-detetados no arco s\u00e3o massivos, densos e localizados numa regi\u00e3o muito pequena da sua gal\u00e1xia, mas tamb\u00e9m contribuem com a maior parte da luz ultravioleta proveniente da sua gal\u00e1xia hospedeira. Os enxames s\u00e3o significativamente mais densos do que os enxames estelares mais pr\u00f3ximos. Esta descoberta ajudar\u00e1 os cientistas a compreender melhor como \u00e9 que as gal\u00e1xias infantis formaram as suas estrelas e onde se formaram os enxames globulares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa salienta que esta descoberta liga uma variedade de campos cient\u00edficos. &#8220;Estes resultados fornecem evid\u00eancias diretas que indicam que os protoenxames globulares se formaram em gal\u00e1xias t\u00e9nues durante a era da reioniza\u00e7\u00e3o, o que contribui para a nossa compreens\u00e3o de como estas gal\u00e1xias conseguiram reionizar o Universo&#8221;, explicou Adamo. &#8220;Esta descoberta tamb\u00e9m coloca restri\u00e7\u00f5es importantes na forma\u00e7\u00e3o dos enxames globulares e nas suas propriedades iniciais. Por exemplo, as altas densidades estelares encontradas nos enxames fornecem-nos a primeira indica\u00e7\u00e3o dos processos que ocorrem nos seus interiores, fornecendo novos conhecimentos sobre a poss\u00edvel forma\u00e7\u00e3o de estrelas muito massivas e de &#8216;sementes&#8217; dos buracos negros, que s\u00e3o ambos importantes para a evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No futuro, a equipa espera construir uma amostra de gal\u00e1xias para as quais seja poss\u00edvel obter resolu\u00e7\u00f5es semelhantes. &#8220;Estou confiante de que h\u00e1 outros sistemas como este \u00e0 espera de serem descobertos no Universo primitivo, permitindo-nos aprofundar a nossa compreens\u00e3o das gal\u00e1xias primitivas&#8221;, disse Eros Vanzella do INAF-OAS (Istituto Nazionale di Astrofisica &#8211; Osservatorio di astrofisica e scienza dello spazio) de Bolonha, It\u00e1lia, um dos principais colaboradores do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entretanto, a equipa est\u00e1 a preparar-se para mais observa\u00e7\u00f5es e espetroscopia com o Webb. &#8220;Planeamos estudar esta gal\u00e1xia com os instrumentos NIRSpec e MIRI do Webb no Ciclo 3,&#8221; acrescentou Bradley. &#8220;As observa\u00e7\u00f5es do NIRSpec permitir-nos-\u00e3o confirmar o desvio para o vermelho da gal\u00e1xia e estudar a emiss\u00e3o ultravioleta dos enxames de estrelas, que ser\u00e1 usada para estudar as suas propriedades f\u00edsicas em mais pormenor. As observa\u00e7\u00f5es MIRI permitir\u00e3o estudar as propriedades do g\u00e1s ionizado. As observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas tamb\u00e9m nos permitir\u00e3o mapear espacialmente o ritmo de forma\u00e7\u00e3o estelar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram publicados na revista Nature. Os dados Webb foram obtidos no \u00e2mbito do programa de observa\u00e7\u00e3o #4212.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Pan of Cosmic Gems (galaxy cluster SPT-CL J0615\u22125746)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/WOIVc3bT93M?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_captures_star_clusters_in_Cosmic_Gems_arc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2418\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.asu.edu\/20240625-science-and-technology-webb-telescope-reveals-star-clusters-cosmic-gems-arc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Estado do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-024-07703-7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2401.03224\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SPT0615-JD1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/SPT0615-JD\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxames globulares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Globular_cluster\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lens\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxames gal\u00e1cticos:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_groups_and_clusters\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O enxame de gal\u00e1xias SPT-CL J0615\u22125746, que atua como uma forte lente gravitacional em gal\u00e1xias mais distantes no plano de fundo. Cr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA e CSA, L. Bradley (STScI), A. Adamo (Universidade de Estocolmo) e colabora\u00e7\u00e3o Cosmic Spring Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para descobrir enxames de &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7102,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62,50,16,1],"tags":[595,370,332,387,109,1779],"class_list":["post-7101","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-cosmologia","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-enxames-galacticos","tag-enxames-globulares","tag-formacao-estelar","tag-jwst","tag-lentes-gravitacionais","tag-spt0615-jd1"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7101","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7101"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7101\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7103,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7101\/revisions\/7103"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7102"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7101"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7101"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7101"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}