{"id":7095,"date":"2024-06-25T06:31:25","date_gmt":"2024-06-25T05:31:25","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7095"},"modified":"2024-06-25T06:31:25","modified_gmt":"2024-06-25T05:31:25","slug":"webb-capta-pela-primeira-vez-uma-imagem-dos-jatos-alinhados-de-estrelas-recem-nascidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/06\/25\/webb-capta-pela-primeira-vez-uma-imagem-dos-jatos-alinhados-de-estrelas-recem-nascidas\/","title":{"rendered":"Webb capta, pela primeira vez, uma imagem dos jatos alinhados de estrelas rec\u00e9m-nascidas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2415a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"649\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/8S7lYQma_o-1024x649.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7096\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/8S7lYQma_o-1024x649.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/8S7lYQma_o-300x190.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/8S7lYQma_o-768x487.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/8S7lYQma_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Nesta imagem da Nebulosa da Serpente, obtida pelo instrumento NIRCam (Ner-InfraRed Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, os astr\u00f3nomos encontraram um grupo de jatos protoestelares alinhados numa pequena regi\u00e3o (canto superior esquerdo). Na imagem do Webb, estes jatos s\u00e3o identificados por &#8220;listras&#8221; vermelhas brilhantes, que s\u00e3o ondas de choque causadas quando o jato atinge o g\u00e1s e a poeira circundantes.\nEsta regi\u00e3o tem sido palco de outras descobertas coincidentes, incluindo a &#8220;Sombra do Morcego&#8221;, que ganhou o seu nome quando dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble NASA\/ESA obtidos em 2020 revelaram que &#8220;batia as asas&#8221;, que se deslocava. Esta caracter\u00edstica \u00e9 vis\u00edvel no centro da imagem do Webb.\n\u00c0 direita da &#8220;Sombra do Morcego&#8221; encontra-se outra caracter\u00edstica intrigante &#8211; uma fenda em forma de olho, que parece ser atravessada por uma estrela. No entanto, os astr\u00f3nomos dizem que a apar\u00eancia pode ser enganadora. Pode ser apenas o local onde gases de diferentes densidades est\u00e3o sobrepostos uns aos outros, \u00e0 semelhan\u00e7a do que se v\u00ea nos famosos Pilares da Cria\u00e7\u00e3o.\nE, para a direita, uma mancha extremamente escura pode ser uma ocorr\u00eancia semelhante. Aqui, o g\u00e1s e a poeira s\u00e3o t\u00e3o densos em compara\u00e7\u00e3o com o resto da regi\u00e3o que n\u00e3o h\u00e1 passagem de luz no infravermelho pr\u00f3ximo.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, K. Pontoppidan (JPL da NASA), J. Green (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Pela primeira vez, um fen\u00f3meno que os astr\u00f3nomos h\u00e1 muito esperavam poder fotografar diretamente foi captado pelo instrumento NIRCam (Near-InfraRed Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA. Nesta espantosa imagem da Nebulosa da Serpente, a descoberta situa-se na zona norte desta regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar jovem e pr\u00f3xima.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos encontraram um grupo intrigante de fluxos protoestelares, formados quando jatos de g\u00e1s provenientes de estrelas rec\u00e9m-nascidas colidem com g\u00e1s e poeira a alta velocidade. Normalmente, estes objetos t\u00eam uma variedade de orienta\u00e7\u00f5es dentro de uma regi\u00e3o. Aqui, no entanto, est\u00e3o todos inclinados na mesma dire\u00e7\u00e3o, no mesmo grau, como granizo quando cai durante uma tempestade.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta destes objetos alinhados, s\u00f3 poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 excelente resolu\u00e7\u00e3o espacial e sensibilidade do Webb nos comprimentos de onda do infravermelho pr\u00f3ximo, est\u00e1 a fornecer informa\u00e7\u00f5es fundamentais da forma como as estrelas nascem.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Space Sparks Episode 14: First of its kind detection made in striking new Webb image\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XGx46OW68io?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Como, ent\u00e3o, \u00e9 que o alinhamento dos jatos estelares se relaciona com a rota\u00e7\u00e3o da estrela? Quando uma nuvem interestelar de g\u00e1s colapsa sobre si pr\u00f3pria para formar uma estrela, gira mais depressa. A \u00fanica forma de o g\u00e1s continuar a mover-se para o interior \u00e9 remover alguma da rota\u00e7\u00e3o (conhecida como momento angular). Forma-se um disco de material \u00e0 volta da jovem estrela para transportar o material para baixo, como um redemoinho \u00e0 volta de um dreno. Os rodopiantes campos magn\u00e9ticos no disco interno lan\u00e7am algum do material em jatos g\u00e9meos que disparam para fora em dire\u00e7\u00f5es opostas, perpendiculares ao disco de material.<\/p>\n\n\n\n<p>Na imagem do Webb, estes jatos s\u00e3o identificados por listras vermelhas e brilhantes, que s\u00e3o ondas de choque causadas quando o jato atinge o g\u00e1s e a poeira circundantes. Aqui, a cor vermelha indica a presen\u00e7a de hidrog\u00e9nio molecular e mon\u00f3xido de carbono. O Webb consegue obter imagens destas estrelas extremamente jovens e dos seus fluxos, anteriormente obstru\u00eddos em comprimentos de onda \u00f3ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos dizem que existem algumas for\u00e7as que podem potencialmente mudar a dire\u00e7\u00e3o dos fluxos durante este per\u00edodo da vida de uma estrela jovem. Uma delas \u00e9 quando estrelas bin\u00e1rias giram \u00e0 volta uma da outra e oscilam em termos de orienta\u00e7\u00e3o, alterando ao longo do tempo a dire\u00e7\u00e3o dos fluxos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2415b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/c3\/9c\/1PsSY2ZW_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA mostra uma parte da Nebulosa da Serpente, onde os astr\u00f3nomos descobriram um grupo de jatos protoestelares alinhados. Estes jatos s\u00e3o assinalados por listras brilhantes e irregulares que aparecem a vermelho, que s\u00e3o ondas de choque do jato que atingem o g\u00e1s e a poeira circundantes. Aqui, a cor vermelha representa a presen\u00e7a de hidrog\u00e9nio molecular e mon\u00f3xido de carbono.<br>Tipicamente, estes objetos t\u00eam uma variedade de orienta\u00e7\u00f5es dentro de uma regi\u00e3o. Aqui, no entanto, est\u00e3o todos inclinados na mesma dire\u00e7\u00e3o, no mesmo grau, como granizo a cair durante uma tempestade.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, K. Pontoppidan (JPL da NASA), J. Green (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Estrelas da Nebulosa da Serpente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Nebulosa da Serpente tem apenas um ou dois milh\u00f5es de anos, o que \u00e9 muito jovem em termos c\u00f3smicos. \u00c9 tamb\u00e9m o lar de um enxame particularmente denso de estrelas rec\u00e9m-formadas (com cerca de 100.000 anos) no centro desta imagem, algumas das quais acabar\u00e3o por atingir a massa do nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma nebulosa de reflex\u00e3o, o que significa que \u00e9 uma nuvem de g\u00e1s e poeira que n\u00e3o cria a sua pr\u00f3pria luz, mas que brilha ao refletir a luz de estrelas pr\u00f3ximas ou no seu interior.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, em toda a regi\u00e3o da imagem, filamentos e &#8220;madeixas&#8221; de diferentes tonalidades representam a luz estelar refletida de protoestrelas ainda em forma\u00e7\u00e3o no interior da nuvem. Nalgumas \u00e1reas h\u00e1 poeira em frente da reflex\u00e3o, que aparece aqui numa tonalidade laranja e difusa.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta regi\u00e3o tem sido palco de outras descobertas coincidentes, incluindo a &#8220;Sombra do Morcego&#8221;, que ganhou o seu nome quando dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble NASA\/ESA obtidos em 2020 revelaram que &#8220;batia as asas&#8221;, que se deslocava. Esta caracter\u00edstica \u00e9 vis\u00edvel no centro da imagem do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estudos futuros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A espantosa imagem e a descoberta fortuita dos objetos alinhados s\u00e3o, na verdade, apenas o primeiro passo deste programa cient\u00edfico. A equipa vai agora utilizar o NIRSpec (Near-InfraRed Spectrograph) do Webb para investigar a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da nuvem.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos est\u00e3o interessados em determinar como os elementos qu\u00edmicos vol\u00e1teis sobrevivem \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das estrelas e dos planetas. Os vol\u00e1teis s\u00e3o compostos que sublimam, ou transitam de um estado s\u00f3lido diretamente para um estado gasoso, a uma temperatura relativamente baixa &#8211; incluindo a \u00e1gua e o mon\u00f3xido de carbono. Depois ir\u00e3o comparar as suas descobertas com as quantidades encontradas em discos protoplanet\u00e1rios de estrelas de tipo semelhante.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas observa\u00e7\u00f5es foram efetuadas no \u00e2mbito do programa 1611 do Webb GO (General Observer). Os resultados iniciais da equipa foram publicados na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Zoom video (Serpens Nebula)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hHwKeMW-Uqo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_snaps_first_image_of_aligned_jets_from_newborn_stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/first-of-its-kind-detection-made-in-striking-new-webb-image\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2415\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-115\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2406.13084v1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1048862\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-serpens-nebula-jets-photo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/167465\/the-jwst-peers-into-the-heart-of-star-formation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-06-webb-image-alignment-bipolar-jets.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nebular_hypothesis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nebulosa de reflex\u00e3o:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reflection_nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta imagem da Nebulosa da Serpente, obtida pelo instrumento NIRCam (Ner-InfraRed Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, os astr\u00f3nomos encontraram um grupo de jatos protoestelares alinhados numa pequena regi\u00e3o (canto superior esquerdo). 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