{"id":7081,"date":"2024-06-21T06:27:44","date_gmt":"2024-06-21T05:27:44","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7081"},"modified":"2024-06-21T06:27:45","modified_gmt":"2024-06-21T05:27:45","slug":"investigando-as-origens-da-nebulosa-do-caranguejo-com-o-webb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/06\/21\/investigando-as-origens-da-nebulosa-do-caranguejo-com-o-webb\/","title":{"rendered":"Investigando as origens da Nebulosa do Caranguejo com o Webb"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2417a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"890\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/uZmy5rTt_o-1024x890.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7082\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/uZmy5rTt_o-1024x890.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/uZmy5rTt_o-300x261.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/uZmy5rTt_o-768x667.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/uZmy5rTt_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA dissecou a estrutura da Nebulosa do Caranguejo, ajudando os astr\u00f3nomos a continuar a avaliar as principais teorias sobre as origens do remanescente de supernova. Com os dados recolhidos pelo NIRCam (Near-Infrared Camera) e pelo MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb, uma equipa de cientistas conseguiu inspecionar em detalhe alguns dos principais componentes da Nebulosa do Caranguejo.\nPela primeira vez, os astr\u00f3nomos mapearam a emiss\u00e3o de poeira quente ao longo deste remanescente de supernova. Representados aqui como um material &#8220;fofo&#8221; magenta, os gr\u00e3os de poeira formam uma estrutura semelhante a uma gaiola que \u00e9 mais aparente nas partes inferior esquerda e superior direita do remanescente. Filamentos de poeira est\u00e3o tamb\u00e9m espalhados pelo interior de M1 e por vezes coincidem com regi\u00f5es de enxofre duplamente ionizado (enxofre III), colorido a verde. Os filamentos amarelos e brancos, que formam grandes estruturas em forma de la\u00e7o \u00e0 volta do centro do remanescente de supernova, representam \u00e1reas onde a poeira e o enxofre duplamente ionizado se sobrep\u00f5em.\nA estrutura em forma de gaiola da poeira ajuda a restringir alguma, mas n\u00e3o toda, a fantasmag\u00f3rica emiss\u00e3o de sincrotr\u00e3o representada a azul. A emiss\u00e3o assemelha-se a nuvens de fumo, sendo mais not\u00f3ria na dire\u00e7\u00e3o do centro de Messier 1. As finas &#8220;fitas&#8221; azuis seguem as linhas do campo magn\u00e9tico criadas pelo cora\u00e7\u00e3o pulsar do Caranguejo &#8211; uma estrela de neutr\u00f5es em r\u00e1pida rota\u00e7\u00e3o.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, T. Temim (Universidade de Princeton)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Nebulosa do Caranguejo (Messier 1 ou M1) \u00e9 um exemplo pr\u00f3ximo dos detritos deixados para tr\u00e1s quando uma estrela sofre uma morte violenta numa explos\u00e3o de supernova. No entanto, apesar de d\u00e9cadas de estudo, este remanescente de supernova continua a manter um certo grau de mist\u00e9rio: que tipo de estrela foi respons\u00e1vel pela cria\u00e7\u00e3o da Nebulosa do Caranguejo e qual foi a natureza da explos\u00e3o? O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA proporcionou uma nova vis\u00e3o de Messier 1, incluindo os dados infravermelhos de maior qualidade j\u00e1 dispon\u00edveis para ajudar os cientistas a explorar a estrutura detalhada e a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do remanescente. Estas pistas est\u00e3o a ajudar a desvendar a forma invulgar como a estrela explodiu h\u00e1 cerca de 1000 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de cientistas utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para analisar a composi\u00e7\u00e3o da Nebulosa do Caranguejo, um remanescente de supernova situado a 6500 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Touro. Com os instrumentos MIRI (Mid-Infared Instrument) e NIRCam (Near-Infrared Camera) do telesc\u00f3pio, a equipa recolheu dados que est\u00e3o a ajudar a clarificar a hist\u00f3ria de Messier 1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Nebulosa do Caranguejo \u00e9 o resultado de uma supernova de colapso do n\u00facleo, a morte de uma estrela massiva. A explos\u00e3o de supernova foi observada na Terra no ano 1054 e foi suficientemente brilhante para ser vista durante o dia. O remanescente, muito mais t\u00e9nue, observado hoje em dia, \u00e9 uma concha em expans\u00e3o de g\u00e1s e poeira, e um vento alimentado por um pulsar, uma estrela de neutr\u00f5es de rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e altamente magnetizada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M1 \u00e9 tamb\u00e9m muito invulgar. A sua composi\u00e7\u00e3o at\u00edpica e a energia muito baixa da explos\u00e3o levaram os astr\u00f3nomos a pensar que se tratava de uma supernova de captura de eletr\u00f5es &#8211; um tipo raro de explos\u00e3o que surge de uma estrela com um n\u00facleo menos evolu\u00eddo feito de oxig\u00e9nio, n\u00e9on e magn\u00e9sio, em vez de um mais t\u00edpico n\u00facleo de ferro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esfor\u00e7os de investiga\u00e7\u00e3o anteriores calcularam a energia cin\u00e9tica total da explos\u00e3o com base na quantidade e velocidades dos detritos atuais. Os astr\u00f3nomos deduziram que a natureza da explos\u00e3o foi de uma energia relativamente baixa (menos de um-d\u00e9cimo da de uma supernova normal) e que a massa da estrela progenitora se situava entre oito e 10 massas solares &#8211; oscilando na linha t\u00e9nue entre as estrelas que sofrem uma morte violenta por supernova e as que n\u00e3o sofrem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, existem inconsist\u00eancias entre a teoria da supernova por captura de eletr\u00f5es e as observa\u00e7\u00f5es da Nebulosa do Caranguejo, particularmente o r\u00e1pido movimento observado do pulsar. Nos \u00faltimos anos, os astr\u00f3nomos tamb\u00e9m melhoraram a sua compreens\u00e3o das supernovas de colapso do n\u00facleo de ferro e agora pensam que este tipo tamb\u00e9m pode produzir explos\u00f5es de baixa energia, desde que a massa estelar seja adequadamente baixa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para reduzir o n\u00edvel de incerteza acerca da estrela progenitora da Nebulosa do Caranguejo e acerca da natureza da explos\u00e3o, a equipa cient\u00edfica usou as capacidades espetrosc\u00f3picas do Webb para se focar em duas \u00e1reas localizadas nos filamentos interiores da nebulosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As teorias preveem que, devido \u00e0 diferente composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do n\u00facleo de uma supernova com captura de eletr\u00f5es, o r\u00e1cio da abund\u00e2ncia de n\u00edquel em rela\u00e7\u00e3o ao ferro (Ni\/Fe) deve ser muito maior do que o r\u00e1cio medido no nosso Sol (que cont\u00e9m estes elementos de gera\u00e7\u00f5es anteriores de estrelas). Estudos realizados no final da d\u00e9cada de 1980 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990 mediram o r\u00e1cio Ni\/Fe na Nebulosa do Caranguejo usando dados \u00f3ticos e no infravermelho pr\u00f3ximo e notaram um r\u00e1cio de abund\u00e2ncia Ni\/Fe elevado que parecia favorecer o cen\u00e1rio da supernova de captura de eletr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O telesc\u00f3pio Webb, com as suas sens\u00edveis capacidades infravermelhas, est\u00e1 agora a fazer avan\u00e7ar a investiga\u00e7\u00e3o de Messier 1. A equipa utilizou as capacidades espetrosc\u00f3picas do MIRI para medir as linhas de emiss\u00e3o de n\u00edquel e ferro, resultando numa estimativa mais fi\u00e1vel do r\u00e1cio da abund\u00e2ncia Ni\/Fe. Descobriram que o r\u00e1cio ainda era elevado em compara\u00e7\u00e3o com o do Sol, mas apenas modestamente e muito mais baixo em compara\u00e7\u00e3o com estimativas anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os valores revistos s\u00e3o consistentes com a captura de eletr\u00f5es, mas n\u00e3o excluem uma explos\u00e3o de colapso do n\u00facleo de ferro de uma estrela de massa similarmente baixa (espera-se que explos\u00f5es estelares altamente energ\u00e9ticas, com uma massa maior, produzam r\u00e1cios Ni\/Fe mais pr\u00f3ximos das abund\u00e2ncias solares). Ser\u00e1 necess\u00e1rio mais trabalho te\u00f3rico e observacional para distinguir entre estas duas possibilidades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de obter dados espetrais de duas pequenas regi\u00f5es do interior da Nebulosa do Caranguejo a fim de medir o r\u00e1cio de abund\u00e2ncia, o telesc\u00f3pio tamb\u00e9m observou o ambiente mais amplo do remanescente para compreender os detalhes da emiss\u00e3o de sincrotr\u00e3o e a distribui\u00e7\u00e3o de poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens e os dados recolhidos pelo MIRI permitiram \u00e0 equipa isolar a emiss\u00e3o de poeira no interior da Nebulosa do Caranguejo e mape\u00e1-la em alta resolu\u00e7\u00e3o pela primeira vez. Ao mapear a emiss\u00e3o de poeira quente com o Webb, e at\u00e9 combinando-a com os dados do Observat\u00f3rio Espacial Herschel no que toca aos gr\u00e3os de poeira mais frios, a equipa criou uma imagem completa da distribui\u00e7\u00e3o da poeira: os filamentos mais exteriores cont\u00eam poeira relativamente mais quente, enquanto os gr\u00e3os mais frios s\u00e3o predominantes perto do centro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas conclus\u00f5es foram aceites para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es foram efetuadas no \u00e2mbito do programa 1714 do Webb GO (General Observer).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2417\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/investigating-the-origins-of-the-crab-nebula-with-nasas-webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-120\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ad50d1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2406.00172\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1048552\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/crab-nebula-james-webb-space-telescope-video-photo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2024\/06\/240617173356.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-06-scientists-crab-nebula-james-webb.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nebulosa do Caranguejo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m001.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Crab_Nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_II_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Supernova do Tipo II (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Espacial Herschel:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/SPECIALS\/Herschel\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/herschel-space-observatory\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.herschel.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Herschel_Space_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA dissecou a estrutura da Nebulosa do Caranguejo, ajudando os astr\u00f3nomos a continuar a avaliar as principais teorias sobre as origens do remanescente de supernova. Com os dados recolhidos pelo NIRCam (Near-Infrared Camera) e pelo MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb, uma equipa de cientistas conseguiu inspecionar em detalhe alguns &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7082,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1],"tags":[313,387,1777,473,264,213,1254],"class_list":["post-7081","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-estrelas-de-neutroes","tag-jwst","tag-m1","tag-observatorio-espacial-herschel","tag-pulsar","tag-supernova","tag-supernova-do-tipo-ii"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7081","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7081"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7081\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7083,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7081\/revisions\/7083"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7082"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7081"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7081"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7081"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}