{"id":7069,"date":"2024-06-14T07:06:47","date_gmt":"2024-06-14T06:06:47","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7069"},"modified":"2024-06-14T07:06:47","modified_gmt":"2024-06-14T06:06:47","slug":"telescopio-james-webb-abre-uma-nova-janela-para-a-ciencia-das-supernovas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/06\/14\/telescopio-james-webb-abre-uma-nova-janela-para-a-ciencia-das-supernovas\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio James Webb abre uma nova janela para a ci\u00eancia das supernovas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/aPcQs0Rz_o.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"719\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/aPcQs0Rz_o-1024x719.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-7070\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/aPcQs0Rz_o-1024x719.gif 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/aPcQs0Rz_o-300x211.gif 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/aPcQs0Rz_o-768x539.gif 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O campo JADES utiliza observa\u00e7\u00f5es efetuadas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST) da NASA como parte do programa JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey). Uma equipa de astr\u00f3nomos que estuda os dados do JADES identificou cerca de 80 objetos (assinalados a verde) que mudaram de brilho ao longo do tempo. A maioria destes objetos, conhecidos como transientes, s\u00e3o o resultado da explos\u00e3o de estrelas ou supernovas. Antes deste estudo, apenas um punhado de supernovas tinha sido encontrado acima de um desvio para o vermelho de 2, o que corresponde a quando o Universo tinha apenas 3,3 mil milh\u00f5es de anos &#8211; apenas 25% da sua idade atual. A amostra JADES cont\u00e9m muitas supernovas que explodiram ainda mais longe no passado, quando o Universo tinha menos de 2 mil milh\u00f5es de anos. Inclui a mais long\u00ednqua alguma vez confirmada espetroscopicamente, com um desvio para o vermelho de 3,6. A sua estrela progenitora explodiu quando o Universo tinha apenas 1,8 mil milh\u00f5es de anos. Clique <a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/stsci-01hzmg8ma6yvd0k54qb9gf2g9g-unannotated-4k.jpg\">aqui para ver uma vers\u00e3o maior n\u00e3o assinalada<\/a> e <a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/stsci-01hzmfyq7k9gr4za93kyn0egsj-annotated-4k.jpg\">aqui para ver uma vers\u00e3o maior assinalada<\/a>.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Colabora\u00e7\u00e3o JADES<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao perscrutar profundamente o cosmos, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA est\u00e1 a dar aos cientistas o seu primeiro vislumbre detalhado de supernovas numa \u00e9poca em que o nosso Universo tinha apenas uma pequena fra\u00e7\u00e3o da sua idade atual. Uma equipa recorreu a dados do Webb para identificar 10 vezes mais supernovas no Universo primitivo do que as conhecidas anteriormente. Algumas das rec\u00e9m-descobertas estrelas explosivas s\u00e3o os exemplos mais distantes do seu tipo, incluindo os utilizados para medir o ritmo de expans\u00e3o do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Webb \u00e9 uma m\u00e1quina a descobrir supernovas&#8221;, disse Christa DeCoursey, estudante de terceiro ano na Universidade do Arizona, em Tucson, EUA, e do Observat\u00f3rio Steward. &#8220;O grande n\u00famero de dete\u00e7\u00f5es e as grandes dist\u00e2ncias destas supernovas s\u00e3o os dois resultados mais excitantes do nosso estudo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DeCoursey apresentou estes resultados numa confer\u00eancia de imprensa na 244.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Madison, no estado norte-americano do Wisconsin.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8216;Uma m\u00e1quina a descobrir supernovas&#8217;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para fazer estas descobertas, a equipa analisou dados de imagem obtidos como parte do programa JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey). O Webb \u00e9 ideal para encontrar supernovas extremamente distantes porque a sua luz \u00e9 esticada para comprimentos de onda mais longos &#8211; um fen\u00f3meno conhecido como desvio para o vermelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes do lan\u00e7amento do Webb, apenas uma m\u00e3o-cheia de supernovas havia sido encontrada acima de um desvio para o vermelho de 2, o que corresponde a quando o Universo tinha apenas 3,3 mil milh\u00f5es de anos &#8211; apenas 25% da sua idade atual. A amostra JADES cont\u00e9m muitas supernovas que explodiram ainda mais longe no passado, quando o Universo tinha menos de 2 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anteriormente, os investigadores usaram o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA para ver as supernovas de quando o Universo estava na fase de &#8220;jovem adulto&#8221;. Com o JADES, os cientistas est\u00e3o a ver as supernovas quando o Universo estava na sua &#8220;adolesc\u00eancia&#8221; ou &#8220;pr\u00e9-adolesc\u00eancia&#8221;. No futuro, esperam olhar ainda mais para tr\u00e1s, para a fase de &#8220;crian\u00e7a&#8221; ou &#8220;beb\u00e9&#8221; do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para descobrir as supernovas, a equipa comparou v\u00e1rias imagens tiradas com um intervalo de um ano e procurou fontes que desaparecessem ou aparecessem nessas imagens. Estes objetos que variam no brilho observado ao longo do tempo s\u00e3o chamados transientes, e as supernovas s\u00e3o um tipo de transiente. No total, a equipa que procurava transientes na amostra do levantamento JADES descobriu cerca de 80 supernovas num peda\u00e7o de c\u00e9u com a espessura de um gr\u00e3o de arroz mantido \u00e0 dist\u00e2ncia do bra\u00e7o esticado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 realmente a nossa primeira amostra do aspeto do Universo com um elevado desvio para o vermelho no que toca \u00e0 ci\u00eancia de transientes&#8221;, disse o colega de equipa Justin Pierel, bolseiro da NASA no STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, no estado norte-americano de Maryland. &#8220;Estamos a tentar identificar se as supernovas distantes s\u00e3o fundamentalmente diferentes ou muito parecidas com o que vemos no Universo pr\u00f3ximo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pierel e outros investigadores do STScI forneceram an\u00e1lises especializadas para determinar quais os transientes que eram de facto supernovas e quais n\u00e3o eram, porque regularmente s\u00e3o muito semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa identificou uma s\u00e9rie de supernovas de elevado desvio para o vermelho, incluindo a mais distante alguma vez confirmada espetroscopicamente, com um desvio para o vermelho de 3,6. A sua estrela progenitora explodiu quando o Universo tinha apenas 1,8 mil milh\u00f5es de anos. Trata-se de uma chamada supernova de colapso de n\u00facleo, a explos\u00e3o de uma estrela massiva.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01HZMPD4QZ63EWF3J1EED58A9N.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bb\/e2\/HIXyMa4V_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este mosaico mostra tr\u00eas dos cerca de 80 transientes, ou objetos de brilho vari\u00e1vel, identificados nos dados do programa JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey). A maioria dos transientes s\u00e3o o resultado da explos\u00e3o de estrelas ou supernovas. Comparando imagens obtidas em 2022 e 2023, os astr\u00f3nomos puderam localizar supernovas que explodiram recentemente (como os exemplos mostrados nas duas primeiras colunas), ou supernovas que j\u00e1 tinham explodido e cuja luz estava a desaparecer (terceira coluna). A idade de cada supernova pode ser determinada a partir do seu desvio para o vermelho (designado por &#8216;z&#8217;). A luz da supernova mais distante, com um desvio para o vermelho de 3,8, teve origem quando o Universo tinha apenas 1,7 mil milh\u00f5es de anos. Um desvio para o vermelho de 2,845 corresponde a um per\u00edodo de 2,3 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. O exemplo mais pr\u00f3ximo, com um desvio para o vermelho de 0,655, mostra uma luz que deixou a sua gal\u00e1xia h\u00e1 cerca de 6 mil milh\u00f5es de anos, quando o Universo tinha pouco mais de metade da sua idade atual.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STSCI, C. DeCoursey (Universidade do Arizona), Colabora\u00e7\u00e3o JADES<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Descobrindo distantes supernovas de Tipo Ia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De particular interesse para os astrof\u00edsicos s\u00e3o as supernovas de Tipo Ia. Estas estrelas em explos\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o previsivelmente brilhantes que s\u00e3o utilizadas para medir dist\u00e2ncias c\u00f3smicas long\u00ednquas e ajudam os cientistas a calcular o ritmo de expans\u00e3o do Universo. A equipa identificou pelo menos uma supernova de Tipo Ia com um desvio para o vermelho de 2,9. A luz desta explos\u00e3o come\u00e7ou a viajar at\u00e9 n\u00f3s h\u00e1 11,5 mil milh\u00f5es de anos, quando o Universo tinha apenas 2,3 mil milh\u00f5es de anos. O anterior recorde de dist\u00e2ncia para uma supernova de Tipo Ia, confirmada espetroscopicamente, tinha um desvio para o vermelho de 1,95, quando o Universo tinha 3,4 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas est\u00e3o ansiosos por analisar as supernovas de Tipo Ia a elevados desvios para o vermelho, para ver se todas t\u00eam o mesmo brilho intr\u00ednseco, independentemente da dist\u00e2ncia. Isto \u00e9 extremamente importante, porque se o seu brilho variar com o desvio para o vermelho, ent\u00e3o n\u00e3o ser\u00e3o marcadores fi\u00e1veis para medir o ritmo de expans\u00e3o do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pierel analisou esta supernova de Tipo Ia encontrada no &#8220;redshift&#8221; 2,9 para determinar se o seu brilho intr\u00ednseco era diferente do esperado. Embora este seja apenas o primeiro objeto t\u00e3o distante deste tipo, os resultados n\u00e3o indicam qualquer evid\u00eancia de que o brilho de Tipo Ia muda com o desvio para o vermelho. S\u00e3o necess\u00e1rios mais dados, mas, por agora, as teorias baseadas em supernovas de Tipo Ia sobre o ritmo de expans\u00e3o do Universo e o seu destino final permanecem intactas. Pierel tamb\u00e9m apresentou os seus resultados na 244.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Olhando para o futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Universo primitivo era um lugar muito diferente, com ambientes extremos. Os cientistas esperam ver supernovas antigas que prov\u00eam de estrelas que cont\u00eam muito menos elementos qu\u00edmicos pesados do que estrelas como o nosso Sol. A compara\u00e7\u00e3o destas supernovas com as do Universo local ajudar\u00e1 os astrof\u00edsicos a compreender a forma\u00e7\u00e3o estelar e os mecanismos de explos\u00e3o de supernovas nestes primeiros tempos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos essencialmente a abrir uma nova janela para o Universo transiente&#8221;, disse Matthew Siebert, bolseiro do STScI, que est\u00e1 a liderar a an\u00e1lise espetrosc\u00f3pica das supernovas da amostra do levantamento JADES. &#8220;Historicamente, sempre que o fizemos, encontr\u00e1mos coisas extremamente excitantes &#8211; coisas que n\u00e3o esper\u00e1vamos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como o Webb \u00e9 t\u00e3o sens\u00edvel, est\u00e1 a encontrar supernovas e outros transientes em quase todos os locais para onde aponta&#8221;, disse Eiichi Egami, membro da equipa JADES, professor investigador da Universidade do Arizona em Tucson. &#8220;Este \u00e9 o primeiro passo significativo em dire\u00e7\u00e3o a levantamentos mais extensos de supernovas com o Webb&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-opens-new-window-on-supernova-science\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-122\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.arizona.edu\/news\/uarizona-graduate-student-and-team-discover-most-distant-supernovas-ever-found\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1047764\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-supernova-factory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-06-webb-window-supernova-science.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ia_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tipo Ia (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_II_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tipo II (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Desvio para o vermelho:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Redshift\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst-nirspec-gto\/jades\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/research\/james-webb-space-telescope-advanced-deep-extragalactic-survey-jades\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian<\/a><br><a href=\"https:\/\/jades-survey.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GitHub<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O campo JADES utiliza observa\u00e7\u00f5es efetuadas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST) da NASA como parte do programa JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey). Uma equipa de astr\u00f3nomos que estuda os dados do JADES identificou cerca de 80 objetos (assinalados a verde) que mudaram de brilho ao longo do tempo. A maioria destes objetos, conhecidos &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7070,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62,50,16,1],"tags":[213,1621,1254,244],"class_list":["post-7069","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-cosmologia","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-supernova","tag-supernova-do-tipo-ia","tag-supernova-do-tipo-ii","tag-supernovas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7069","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7069"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7069\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7071,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7069\/revisions\/7071"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7070"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7069"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7069"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7069"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}