{"id":7059,"date":"2024-06-11T06:24:36","date_gmt":"2024-06-11T05:24:36","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7059"},"modified":"2024-06-11T06:24:36","modified_gmt":"2024-06-11T05:24:36","slug":"gaia-a-ultima-grande-colisao-da-via-lactea-ocorreu-ha-relativamente-pouco-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/06\/11\/gaia-a-ultima-grande-colisao-da-via-lactea-ocorreu-ha-relativamente-pouco-tempo\/","title":{"rendered":"Gaia: A \u00faltima grande colis\u00e3o da Via L\u00e1ctea ocorreu h\u00e1 relativamente pouco tempo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2024\/06\/visualisation_of_a_wrinkly_halo_of_stars_around_the_milky_way\/26131391-1-eng-GB\/Visualisation_of_a_wrinkly_halo_of_stars_around_the_Milky_Way.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/qdxEkNHy_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7060\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/qdxEkNHy_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/qdxEkNHy_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/qdxEkNHy_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/qdxEkNHy_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/qdxEkNHy_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem visualiza a Via L\u00e1ctea e o seu &#8220;halo&#8221; circundante de estrelas. A maioria das estrelas da Via L\u00e1ctea encontra-se no disco (como o Sol, por exemplo), mas as estrelas de colis\u00f5es passadas acabam no halo, uma grande &#8220;nuvem&#8221; de estrelas que se estende em todas as dire\u00e7\u00f5es. Estas estrelas do halo foram real\u00e7adas nesta imagem, mas na realidade seriam muito fracas em compara\u00e7\u00e3o com o disco. Aqui, o halo parece confuso e &#8220;enrugado&#8221;, um sinal de que a fus\u00e3o ocorreu h\u00e1 relativamente pouco tempo.\nA nova descoberta do Gaia revela que as &#8220;rugas&#8221; que vemos na Via L\u00e1ctea foram provavelmente causadas por uma gal\u00e1xia an\u00e3 que colidiu h\u00e1 cerca de 2,7 mil milh\u00f5es de anos &#8211; por outras palavras, uma grande parte da Via L\u00e1ctea s\u00f3 se juntou a n\u00f3s nos \u00faltimos milhares de milh\u00f5es de anos.\nAs duas gal\u00e1xias sat\u00e9lites mais proeminentes da nossa Via L\u00e1ctea (a Grande e a Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es) s\u00e3o vis\u00edveis no canto inferior direito.\nCr\u00e9dito: estrelas do halo &#8211; ESA\/Gaia\/DPAC, T. Donlon et al. 2024; Via L\u00e1ctea e Nuvens de Magalh\u00e3es &#8211; Stefan Payne-Wardenaar<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A nossa Gal\u00e1xia colidiu com muitas outras desde o seu nascimento. O telesc\u00f3pio espacial Gaia da ESA revela agora que a mais recente destas colis\u00f5es ocorreu milhares de milh\u00f5es de anos mais tarde do que pens\u00e1vamos.<\/p>\n\n\n\n<p>A Via L\u00e1ctea cresceu com o passar do tempo, \u00e0 medida que outras gal\u00e1xias se aproximaram, colidiram e foram despeda\u00e7adas e consumidas pela nossa Gal\u00e1xia. Cada colis\u00e3o provocou &#8220;rugas&#8221; que ainda hoje se propagam por diferentes fam\u00edlias de estrelas, afetando a maneira como se movem e se comportam no espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos objetivos do Gaia \u00e9 desvendar a hist\u00f3ria da nossa Gal\u00e1xia atrav\u00e9s do estudo destas &#8220;rugas&#8221; &#8211; algo que est\u00e1 a fazer ao identificar as posi\u00e7\u00f5es e movimentos de mais de 100.000 estrelas pr\u00f3ximas, uma pequena fra\u00e7\u00e3o dos cerca de dois mil milh\u00f5es de fontes que observa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s ficamos com mais rugas \u00e0 medida que envelhecemos, mas o nosso trabalho revela que o oposto \u00e9 verdadeiro para a Via L\u00e1ctea. \u00c9 uma esp\u00e9cie de Benjamin Button c\u00f3smico, que fica com menos rugas com o tempo&#8221;, diz Thomas Donlon do Instituto Polit\u00e9cnico Rensselaer e da Universidade do Alabama em Huntsville, EUA, principal autor do novo estudo do Gaia. &#8220;Observando a forma como estas &#8216;rugas&#8217; se dissipam ao longo do tempo, podemos saber quando \u00e9 que a Via L\u00e1ctea sofreu a sua \u00faltima grande colis\u00e3o &#8211; e ao que parece isso teve lugar milhares de milh\u00f5es de anos mais tarde do que pens\u00e1vamos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Estas &#8220;rugas&#8221; gal\u00e1cticas s\u00f3 foram descobertas pelo Gaia em 2018. Este estudo \u00e9 o primeiro a determinar com exatid\u00e3o o momento da colis\u00e3o que originou as &#8220;rugas&#8221;, comparando observa\u00e7\u00f5es com simula\u00e7\u00f5es cosmol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Movimentos estranhos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O halo da Via L\u00e1ctea cont\u00e9m um grande grupo de estrelas com \u00f3rbitas invulgares, muitas das quais se pensa terem sido adotadas pela nossa Gal\u00e1xia durante um acontecimento a que os astr\u00f3nomos chamam a &#8220;\u00faltima grande fus\u00e3o&#8221;. Tal como o nome sugere, esta foi a \u00faltima vez que a nossa Gal\u00e1xia sofreu uma colis\u00e3o significativa com outra gal\u00e1xia &#8211; que se prop\u00f5e ser uma gal\u00e1xia an\u00e3 massiva que inundou a Via L\u00e1ctea com estrelas que passam muito perto do Centro Gal\u00e1ctico.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas tinham datado esta fus\u00e3o h\u00e1 8-11 mil milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, quando a Via L\u00e1ctea estava na sua inf\u00e2ncia, e \u00e9 conhecida como Gaia-Salsicha-Enc\u00e9lado (ou GSE). Mas os dados do Gaia &#8211; parte da terceira divulga\u00e7\u00e3o de dados do telesc\u00f3pio em 2022 &#8211; sugerem agora que outra fus\u00e3o pode ter originado as estrelas com um movimento invulgar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para que as &#8216;rugas&#8217; das estrelas sejam t\u00e3o claras como aparecem nos dados do Gaia, devem ter-se juntado a n\u00f3s h\u00e1 menos de tr\u00eas mil milh\u00f5es de anos &#8211; pelo menos cinco mil milh\u00f5es de anos mais tarde do que se pensava anteriormente&#8221;, acrescenta a coautora Heidi Jo Newberg, tamb\u00e9m do Instituto Polit\u00e9cnico Rensselaer. &#8220;Novas &#8216;rugas&#8217; de estrelas formam-se sempre que as estrelas oscilam para tr\u00e1s e para a frente no centro da Via L\u00e1ctea. Se elas se tivessem juntado a n\u00f3s h\u00e1 oito mil milh\u00f5es de anos, haveria tantas rugas mesmo ao lado umas das outras que j\u00e1 n\u00e3o as ver\u00edamos como caracter\u00edsticas separadas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta sugere que, em vez destas estrelas terem origem na antiga fus\u00e3o GSE, devem ter vindo de um acontecimento mais recente, designado por Fus\u00e3o Radial de Virgem, que teve lugar h\u00e1 menos de tr\u00eas mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2024\/06\/visualisation_of_a_smooth_halo_of_stars_around_the_milky_way\/26138283-1-eng-GB\/Visualisation_of_a_smooth_halo_of_stars_around_the_Milky_Way.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3a\/3e\/BMRnVmnt_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Nesta imagem, o halo aparece suave e uniforme. Se a nossa Gal\u00e1xia tiver este aspeto, isso indicaria que uma fus\u00e3o ocorreu num passado remoto.<br>Cr\u00e9dito: estrelas do halo &#8211; ESA\/Gaia\/DPAC, T. Donlon et al. 2024; Via L\u00e1ctea e Nuvens de Magalh\u00e3es &#8211; Stefan Payne-Wardenaar<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Reescrevendo a hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias de que a fus\u00e3o GSE teve lugar num passado long\u00ednquo da hist\u00f3ria da Via L\u00e1ctea. No entanto, trabalhos recentes t\u00eam questionado se uma fus\u00e3o massiva antiga \u00e9 de facto necess\u00e1ria para explicar as propriedades da Via L\u00e1ctea tal como a vemos hoje, e se todas as estrelas originalmente associadas \u00e0 GSE s\u00e3o provenientes do mesmo evento de fus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2020, Thomas liderou o estudo que identificou &#8220;rugas&#8221; de estrelas na Via L\u00e1ctea e comparou-as com simula\u00e7\u00f5es de diferentes fus\u00f5es poss\u00edveis. &#8220;Podemos ver como as formas e o n\u00famero de &#8216;rugas&#8217; mudam ao longo do tempo utilizando estas fus\u00f5es simuladas. Isto permite-nos identificar o momento exato em que a simula\u00e7\u00e3o corresponde melhor ao que vemos nos dados reais do Gaia sobre a Via L\u00e1ctea atual &#8211; um m\u00e9todo que tamb\u00e9m utiliz\u00e1mos neste novo estudo&#8221;, diz Thomas. &#8220;Ao fazer isto, descobrimos que as &#8216;rugas&#8217; foram provavelmente causadas pela colis\u00e3o de uma gal\u00e1xia an\u00e3 com a Via L\u00e1ctea h\u00e1 cerca de 2,7 mil milh\u00f5es de anos. Cham\u00e1mos a este evento a Fus\u00e3o Radial de Virgem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde ent\u00e3o, Thomas e os seus colegas continuaram a explorar esta fus\u00e3o, refinando lentamente a ideia de que muitas das estrelas e detritos estranhos que se movem no halo interior da Via L\u00e1ctea foram entregues \u00e0 nossa Gal\u00e1xia por uma colis\u00e3o gal\u00e1ctica muito mais recente do que a GSE. Esclareceram tamb\u00e9m que as estrelas originalmente associadas \u00e0 GSE podem ter tido origem em m\u00faltiplas fus\u00f5es, algumas antigas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A hist\u00f3ria da Via L\u00e1ctea est\u00e1, de momento, a ser constantemente reescrita, em grande parte gra\u00e7as aos novos dados do Gaia\u201d, acrescenta Thomas. &#8220;A nossa imagem do passado da Via L\u00e1ctea mudou radicalmente desde h\u00e1 uma d\u00e9cada e penso que a nossa compreens\u00e3o destas fus\u00f5es continuar\u00e1 a mudar rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este resultado &#8211; que uma grande parte da Via L\u00e1ctea s\u00f3 se juntou a n\u00f3s nos \u00faltimos milhares de milh\u00f5es de anos &#8211; \u00e9 uma grande mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao que os astr\u00f3nomos pensavam at\u00e9 agora. Muitos modelos e ideias populares sobre a forma como a Via L\u00e1ctea cresce esperariam que uma recente colis\u00e3o frontal com uma gal\u00e1xia an\u00e3 desta massa fosse muito rara.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel que a Fus\u00e3o Radial de Virgem tenha trazido consigo uma fam\u00edlia de outras pequenas gal\u00e1xias an\u00e3s e enxames estelares, que se ter\u00e3o juntado \u00e0 Via L\u00e1ctea mais ou menos \u00e0 mesma altura. Explora\u00e7\u00f5es futuras revelar\u00e3o quais destes pequenos objetos, que se pensava estarem relacionados com uma antiga GSE, est\u00e3o na realidade relacionados com a mais recente Fus\u00e3o Radial de Virgem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma colabora\u00e7\u00e3o incr\u00edvel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta descoberta junta-se a uma s\u00e9rie de resultados do Gaia que est\u00e3o a reescrever a hist\u00f3ria do nosso lar c\u00f3smico. O telesc\u00f3pio espacial est\u00e1 numa posi\u00e7\u00e3o \u00fanica para explorar a mir\u00edade de estrelas nos nossos c\u00e9us e, at\u00e9 \u00e0 data, compilou um conjunto de dados inigual\u00e1vel sobre as posi\u00e7\u00f5es, dist\u00e2ncias e movimentos de cerca de 1,5 mil milh\u00f5es de estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Gaia \u00e9 uma miss\u00e3o extremamente produtiva que est\u00e1 a transformar a nossa vis\u00e3o do cosmos&#8221;, diz Timo Prusti, cientista do projeto Gaia da ESA. &#8220;Resultados como este s\u00e3o poss\u00edveis gra\u00e7as ao incr\u00edvel trabalho de equipa e \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o entre um grande n\u00famero de cientistas e engenheiros de toda a Europa e n\u00e3o s\u00f3.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta descoberta melhora o que sabemos sobre os muitos acontecimentos complicados que moldaram a Via L\u00e1ctea, ajudando-nos a compreender melhor como as gal\u00e1xias se formam e s\u00e3o moldadas &#8211; a nossa Gal\u00e1xia natal em particular.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Animation of dwarf galaxy colliding with the Milky Way\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rySJiLjXr2I?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Gaia\/Gaia_Milky_Way_s_last_major_collision_was_surprisingly_recent\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.rpi.edu\/2024\/06\/06\/rensselaer-researchers-upend-theory-about-formation-milky-way-galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Polit\u00e9cnico Rensselaer (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.uah.edu\/news\/items\/uah-researcher-demonstrates-milky-way-s-last-major-galactic-collision-happened-much-more-recently-than-previously-thought\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Alabama em Huntsville (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/531\/1\/1422\/7675507?login=false\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.09376\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_stellar_streams\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de correntes estelares da Via L\u00e1ctea (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia-Salsicha-Enc\u00e9lado:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_Sausage\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo DR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem visualiza a Via L\u00e1ctea e o seu &#8220;halo&#8221; circundante de estrelas. 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