{"id":7027,"date":"2024-05-31T06:17:53","date_gmt":"2024-05-31T05:17:53","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7027"},"modified":"2024-05-31T06:17:53","modified_gmt":"2024-05-31T05:17:53","slug":"evidencias-adicionais-de-atividade-vulcanica-recente-em-venus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/05\/31\/evidencias-adicionais-de-atividade-vulcanica-recente-em-venus\/","title":{"rendered":"Evid\u00eancias adicionais de atividade vulc\u00e2nica recente em V\u00e9nus"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/d2pn8kiwq2w21t.cloudfront.net\/original_images\/jpegPIA00108.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/xl76eh0k_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7028\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/xl76eh0k_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/xl76eh0k_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/xl76eh0k_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/xl76eh0k_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este modelo 3D da superf\u00edcie de V\u00e9nus, gerado por computador, mostra o vulc\u00e3o Sif Mons, que apresenta sinais de atividade atual. Utilizando dados da miss\u00e3o Magellan da NASA, investigadores italianos detetaram ind\u00edcios de uma erup\u00e7\u00e3o enquanto a nave espacial orbitava o planeta no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990.\nCr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Pela segunda vez, foram observadas evid\u00eancias geol\u00f3gicas diretas de atividade vulc\u00e2nica recente em V\u00e9nus. Cientistas italianos analisaram dados de arquivo da miss\u00e3o Magellan da NASA para revelar altera\u00e7\u00f5es na superf\u00edcie que indicam a forma\u00e7\u00e3o de novas rochas a partir de fluxos de lava ligados a vulc\u00f5es que entraram em erup\u00e7\u00e3o enquanto a nave espacial orbitava o planeta. Gerida pelo JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia, a Magellan mapeou 98% da superf\u00edcie do planeta entre 1990 e 1992, e as imagens que obteve continuam a ser as mais detalhadas de V\u00e9nus at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Usando estes mapas como guia, os nossos resultados mostram que V\u00e9nus pode ser muito mais vulcanicamente ativo do que se pensava&#8221;, disse Davide Sulcanese da Universidade de Chieti-Pescara &#8220;Gabriele d&#8217;Annunzio&#8221; em Pescara, It\u00e1lia, que liderou o estudo. &#8220;Ao analisar os fluxos de lava que observ\u00e1mos em dois locais do planeta, descobrimos que a atividade vulc\u00e2nica em V\u00e9nus pode ser compar\u00e1vel \u00e0 da Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Este \u00faltimo achado baseia-se na hist\u00f3rica descoberta, em 2023, de imagens do radar de abertura sint\u00e9tica da Magellan que revelaram altera\u00e7\u00f5es numa abertura associada ao vulc\u00e3o Maat Mons, perto do equador de V\u00e9nus. As imagens de radar provaram ser a primeira evid\u00eancia direta de uma erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica recente no planeta. Ao comparar as imagens do radar da Magellan ao longo do tempo, os autores do estudo de 2023 detetaram altera\u00e7\u00f5es causadas pelo fluxo de rocha derretida da subsuperf\u00edcie de V\u00e9nus, que encheu a cratera da chamin\u00e9 e se espalhou pelas suas encostas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas estudam os vulc\u00f5es ativos para compreender como o interior de um planeta pode moldar a sua crosta, impulsionar a sua evolu\u00e7\u00e3o e afetar a sua habitabilidade. A descoberta de vulcanismo recente em V\u00e9nus fornece uma vis\u00e3o valiosa da hist\u00f3ria do planeta e da raz\u00e3o pela qual tomou um caminho evolutivo diferente do da Terra.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/e-s30-72-046-orig.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/eb\/36\/6UNy6dhz_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Antes de iniciar a sua viagem at\u00e9 V\u00e9nus, a nave espacial Magellan da NASA foi lan\u00e7ada a partir de \u00f3rbita terrestre pela miss\u00e3o STS-30 do vaiv\u00e9m espacial Atlantis. Capturada nesta fotografia de dia 4 de maio de 1989, a Magellan foi a primeira nave espacial planet\u00e1ria a ser lan\u00e7ada do vaiv\u00e9m espacial.<br>Cr\u00e9dito: NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Retroespalhamento de radar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para o novo estudo, publicado na revista Nature Astronomy, os investigadores centraram-se igualmente em dados de arquivo do radar de abertura sint\u00e9tica da Magellan. As ondas de r\u00e1dio enviadas pelo radar atravessaram a espessa camada de nuvens de V\u00e9nus, fizeram ricochete na superf\u00edcie do planeta e regressaram \u00e0 nave espacial. Chamados de retroespalhamento, estes sinais de radar refletidos transportam informa\u00e7\u00e3o sobre o material rochoso da superf\u00edcie que encontraram.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois locais estudados foram o vulc\u00e3o Sif Mons em Eistla Regio e a parte ocidental de Niobe Planitia, que alberga numerosas caracter\u00edsticas vulc\u00e2nicas. Ao analisar os dados de retroespalhamento recebidos de ambos os locais em 1990 e novamente em 1992, os investigadores descobriram que a for\u00e7a do sinal de radar aumentou ao longo de certos percursos durante \u00f3rbitas posteriores. Estas altera\u00e7\u00f5es sugerem a forma\u00e7\u00e3o de nova rocha, muito provavelmente lava solidificada da atividade vulc\u00e2nica que ocorreu durante esse per\u00edodo de dois anos. Mas tamb\u00e9m consideraram outras possibilidades, como a presen\u00e7a de microdunas (formadas por areia soprada pelo vento) e efeitos atmosf\u00e9ricos que poderiam interferir com o sinal do radar.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ajudar a confirmar a nova rocha, os investigadores analisaram os dados de altimetria (altura da superf\u00edcie) da Magellan para determinar a inclina\u00e7\u00e3o da topografia e localizar obst\u00e1culos que a lava poderia contornar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Interpretamos estes sinais como fluxos ao longo de declives ou plan\u00edcies vulc\u00e2nicas que se podem desviar de obst\u00e1culos como vulc\u00f5es em escudo como um fluido&#8221;, disse o coautor do estudo Marco Mastrogiuseppe da Universidade Sapienza de Roma. &#8220;Depois de excluirmos outras possibilidades, confirm\u00e1mos que a nossa melhor interpreta\u00e7\u00e3o \u00e9 que se trata de novos fluxos de lava&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Usando fluxos na Terra como compara\u00e7\u00e3o, os investigadores estimam que a nova rocha que foi criada em ambos os locais tem entre 3 e 20 metros de profundidade, em m\u00e9dia. Tamb\u00e9m estimam que a erup\u00e7\u00e3o de Sif Mons produziu cerca de 30 quil\u00f3metros quadrados de rocha &#8211; o suficiente para encher pelo menos 36.000 piscinas ol\u00edmpicas. A erup\u00e7\u00e3o de Niobe Planitia produziu cerca de 45 quil\u00f3metros quadrados de rocha, o que daria para encher 54.000 piscinas ol\u00edmpicas. A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, a erup\u00e7\u00e3o de 2022 do Mauna Loa, no Hawaii, o maior vulc\u00e3o ativo da Terra, produziu um fluxo de lava com material suficiente para encher 100.000 piscinas ol\u00edmpicas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este trabalho empolgante fornece outro exemplo de mudan\u00e7a vulc\u00e2nica em V\u00e9nus a partir de novos fluxos de lava que refor\u00e7am aquilo que o Dr. Robert Herrick e eu relat\u00e1mos no ano passado&#8221;, disse Scott Hensley, cientista de investiga\u00e7\u00e3o do JPL e coautor do estudo de 2023. &#8220;Este resultado, em conjunto com a descoberta anterior de atividade geol\u00f3gica atual, aumenta o entusiasmo da comunidade cient\u00edfica planet\u00e1ria para futuras miss\u00f5es a V\u00e9nus&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Compreendendo os vulc\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Hensley \u00e9 cientista de projeto da futura miss\u00e3o VERITAS da NASA, e Mastrogiuseppe \u00e9 membro da sua equipa cient\u00edfica. Abreviatura de Venus Emissivity, Radio science, InSAR, Topography, And Spectroscopy, a miss\u00e3o VERITAS dever\u00e1 ser lan\u00e7ada no in\u00edcio da pr\u00f3xima d\u00e9cada, utilizando um radar de abertura sint\u00e9tica de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o para criar mapas globais em 3D e um espetr\u00f3metro no infravermelho pr\u00f3ximo para descobrir de que \u00e9 feita a superf\u00edcie de V\u00e9nus, ao mesmo tempo que segue a atividade vulc\u00e2nica. Al\u00e9m disso, a nave espacial medir\u00e1 o campo gravitacional do planeta para determinar a sua estrutura interna.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estas novas descobertas de atividade vulc\u00e2nica recente em V\u00e9nus, feitas pelos nossos colegas internacionais, fornecem evid\u00eancias convincentes do tipo de regi\u00f5es que devemos procurar com a VERITAS quando esta chegar a V\u00e9nus&#8221;, disse Suzanne Smrekar, cientista s\u00e9nior do JPL e investigadora principal da VERITAS. &#8220;A nossa nave espacial ter\u00e1 um conjunto de abordagens para identificar altera\u00e7\u00f5es na superf\u00edcie que s\u00e3o muito mais abrangentes e de maior resolu\u00e7\u00e3o do que as imagens da Magellan. A evid\u00eancia de atividade, mesmo nos dados de baixa resolu\u00e7\u00e3o da Magellan, aumenta o potencial para revolucionar a nossa compreens\u00e3o deste mundo enigm\u00e1tico&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/centers-and-facilities\/jpl\/ongoing-venus-volcanic-activity-discovered-with-nasas-magellan-data\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-024-02272-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/venuss-volcanoes-live\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/venus-volcanism-magellan-spacecraft-data\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/167156\/volcanoes-were-erupting-on-venus-in-the-1990s\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2433077-active-lava-flows-on-venus-raise-the-stakes-for-future-exploration\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-05-extensive-volcanism-venus.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/venus-appears-to-be-a-churning-hotbed-of-volcanic-activity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceAlert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/venus-active-volcanoes-magellan-data\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/venus-recent-volcano-lava-flows-eruption-magellan-radar-1851499867\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/venus-tem-mais-atividade-vulcanica-do-que-se-pensava-e-pode-ser-comparavel-com-a-terra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>V\u00e9nus:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/venus\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Venus_%28planet%29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Volcanism_on_Venus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vulcanismo em V\u00e9nus (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sif_Mons\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sif Mons (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/images\/pia00084-venus-eistla-region\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eistla Regio (JPL\/NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sonda Magellan:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/magellan\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magellan_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VERITAS (Venus Emissivity, Radio science, InSAR, Topography, And Spectroscopy):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/veritas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/VERITAS_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este modelo 3D da superf\u00edcie de V\u00e9nus, gerado por computador, mostra o vulc\u00e3o Sif Mons, que apresenta sinais de atividade atual. 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