{"id":7003,"date":"2024-05-21T06:30:44","date_gmt":"2024-05-21T05:30:44","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7003"},"modified":"2024-05-21T06:30:44","modified_gmt":"2024-05-21T05:30:44","slug":"telescopio-webb-deteta-a-fusao-de-buracos-negros-mais-distante-ate-a-data","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/05\/21\/telescopio-webb-deteta-a-fusao-de-buracos-negros-mais-distante-ate-a-data\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Webb deteta a fus\u00e3o de buracos negros mais distante at\u00e9 \u00e0 data"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2413a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/OD9mmnRA_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7004\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/OD9mmnRA_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/OD9mmnRA_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/OD9mmnRA_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/OD9mmnRA_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/OD9mmnRA_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra o ambiente do sistema de gal\u00e1xias ZS7 obtida pelo programa PRIMER (Public Release IMaging for Extragalactic Research) do JWST (PI: J. Dunlop), recorrendo ao instrumento NIRCam.\nUma nova investiga\u00e7\u00e3o utilizando o instrumento NIRSpec do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA determinou que o sistema \u00e9 evid\u00eancia de uma fus\u00e3o, em curso, de duas gal\u00e1xias e dos seus buracos negros massivos quando o Universo tinha apenas 740 milh\u00f5es de anos. Esta \u00e9 a dete\u00e7\u00e3o mais distante de uma fus\u00e3o de buracos negros alguma vez obtida e a primeira vez que este fen\u00f3meno foi detetado t\u00e3o cedo no Universo.\nCr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA, CSA, J. Dunlop, D. Magee, P. G. P\u00e9rez-Gonz\u00e1lez, H. \u00dcbler, R. Maiolino, et. al<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para encontrar evid\u00eancias de uma fus\u00e3o, em curso, de duas gal\u00e1xias e dos seus enormes buracos negros quando o Universo tinha apenas 740 milh\u00f5es de anos. Esta \u00e9 a dete\u00e7\u00e3o mais distante de uma fus\u00e3o de buracos negros alguma vez obtida e a primeira vez que este fen\u00f3meno foi detetado t\u00e3o cedo no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos j\u00e1 encontraram buracos negros supermassivos com massas milh\u00f5es a milhares de milh\u00f5es de vezes a do Sol na maioria das gal\u00e1xias massivas do Universo local, incluindo na nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. \u00c9 prov\u00e1vel que estes buracos negros tenham tido um grande impacto na evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias em que residem. No entanto, os cientistas ainda n\u00e3o compreendem totalmente como \u00e9 que estes objetos se tornaram t\u00e3o massivos. A descoberta de buracos negros gigantescos nos primeiros mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang indica que esse crescimento deve ter acontecido muito rapidamente e muito cedo. Agora, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb est\u00e1 a lan\u00e7ar nova luz sobre o crescimento dos buracos negros no Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As novas observa\u00e7\u00f5es do Webb forneceram evid\u00eancias de uma fus\u00e3o, em curso, de duas gal\u00e1xias e dos seus buracos negros massivos quando o Universo tinha apenas 740 milh\u00f5es de anos. O sistema \u00e9 conhecido como ZS7.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros massivos que est\u00e3o ativamente a acretar mat\u00e9ria t\u00eam caracter\u00edsticas espetrogr\u00e1ficas distintas que permitem aos astr\u00f3nomos identific\u00e1-los. Para gal\u00e1xias muito distantes, como as deste estudo, estas assinaturas s\u00e3o inacess\u00edveis a partir do solo e s\u00f3 podem ser vistas com o Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Encontr\u00e1mos evid\u00eancias de g\u00e1s muito denso com movimentos r\u00e1pidos na vizinhan\u00e7a do buraco negro, bem como g\u00e1s quente e altamente ionizado iluminado pela radia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica tipicamente produzida pelos buracos negros nos seus epis\u00f3dios de acre\u00e7\u00e3o&#8221;, explicou a autora principal Hannah \u00dcbler da Universidade de Cambridge no Reino Unido. &#8220;Gra\u00e7as \u00e0 nitidez sem precedentes das suas capacidades de imagem, o Webb tamb\u00e9m permitiu \u00e0 nossa equipa separar espacialmente os dois buracos negros.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2413b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/69\/26\/aFPbWuap_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Amplia\u00e7\u00f5es da imagem anterior para mostrar em mais detalhe o sistema de gal\u00e1xias ZS7.<br>Na imagem obtida pelo instrumento NIRCam do Webb, a emiss\u00e3o de hidrog\u00e9nio ionizado (H\u03b2) no sistema ZS7 \u00e9 identificada pela regi\u00e3o laranja e a emiss\u00e3o de oxig\u00e9nio duplamente ionizado (OIII) \u00e9 vis\u00edvel a vermelho escuro (amplia\u00e7\u00e3o da direita).<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA, CSA, J. Dunlop, D. Magee, P. G. P\u00e9rez-Gonz\u00e1lez, H. \u00dcbler, R. Maiolino, et. al<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa descobriu que um dos dois buracos negros tem uma massa 50 milh\u00f5es de vezes superior \u00e0 massa do Sol. &#8220;A massa do outro buraco negro \u00e9 provavelmente semelhante, embora seja muito mais dif\u00edcil de medir porque este segundo buraco negro est\u00e1 enterrado em g\u00e1s denso&#8221;, explicou Roberto Maiolino, membro da equipa, da Universidade de Cambridge e da UCL (University College London), no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As nossas descobertas sugerem que a fus\u00e3o \u00e9 uma via importante atrav\u00e9s da qual os buracos negros podem crescer rapidamente, mesmo na alvorada c\u00f3smica&#8221;, explicou Hannah. &#8220;Juntamente com outras descobertas, pelo Webb, de buracos negros ativos e massivos no Universo distante, os nossos resultados mostram tamb\u00e9m que os buracos negros massivos t\u00eam estado a moldar a evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias desde o in\u00edcio.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa salienta que, quando os dois buracos negros se fundirem, ir\u00e3o tamb\u00e9m gerar ondas gravitacionais. Eventos como este ser\u00e3o detet\u00e1veis com a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de observat\u00f3rios de ondas gravitacionais, como a miss\u00e3o LISA (Laser Interferometer Space Antenna), que foi recentemente aprovada pela ESA e ser\u00e1 o primeiro observat\u00f3rio espacial dedicado ao estudo das ondas gravitacionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os resultados do Webb dizem-nos que os sistemas mais leves detet\u00e1veis pelo LISA devem ser muito mais frequentes do que se supunha anteriormente&#8221;, partilhou a cientista principal do projeto LISA, Nora Luetzgendorf, da ESA, nos Pa\u00edses Baixos. &#8220;\u00c9 muito prov\u00e1vel que nos obrigue a ajustar os n\u00fameros de eventos que esperamos descobrir com o LISA nesta gama de massas. Esta \u00e9 apenas a ponta do icebergue&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta descoberta foi feita a partir de observa\u00e7\u00f5es efetuadas no \u00e2mbito do programa Galaxy Assembly with NIRSpec Integral Field Spectroscopy. A equipa recebeu recentemente tempo de observa\u00e7\u00e3o no Ciclo 3 do Webb, para estudar em pormenor a rela\u00e7\u00e3o entre os buracos negros massivos e as suas gal\u00e1xias hospedeiras nos primeiros mil milh\u00f5es de anos. Uma componente importante deste programa ser\u00e1 a procura sistem\u00e1tica e a caracteriza\u00e7\u00e3o das fus\u00f5es de buracos negros. Este esfor\u00e7o determinar\u00e1 o ritmo a que ocorrem as fus\u00f5es de buracos negros nos primeiros tempos c\u00f3smicos, avaliar\u00e1 o papel das fus\u00f5es no crescimento inicial dos buracos negros e a taxa a que s\u00e3o produzidas as ondas gravitacionais desde o in\u00edcio dos tempos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram publicados na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_detects_most_distant_black_hole_merger_to_date\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2413\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cam.ac.uk\/research\/news\/webb-detects-most-distant-black-hole-merger-to-date\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Cambridge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/531\/1\/355\/7671512?login=false\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2312.03589\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.astronomy.com\/science\/jwst-discovers-black-holes-merging-near-the-dawn-of-the-cosmos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-oldest-most-distant-black-hole-collision\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-05-webb-distant-black-hole-merger.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/167028\/webb-sees-black-holes-merging-near-the-beginning-of-time\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.skyatnightmagazine.com\/news\/webb-zs7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC Sky at Night<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.smithsonianmag.com\/smart-news\/james-webb-telescope-detects-earliest-known-black-hole-merger-just-740-million-years-after-the-big-bang-180984381\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Smithsonian<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/webb-telescope-most-distant-oldest-black-hole-merger-1851480974\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o &#8211; Universe Today<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LISA (Laser Interferometer Space Antenna):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.elisascience.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cons\u00f3rcio LISA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/LISA_factsheet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/lisa.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Laser_Interferometer_Space_Antenna\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem mostra o ambiente do sistema de gal\u00e1xias ZS7 obtida pelo programa PRIMER (Public Release IMaging for Extragalactic Research) do JWST (PI: J. 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