{"id":6939,"date":"2024-04-26T06:38:56","date_gmt":"2024-04-26T05:38:56","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6939"},"modified":"2024-04-26T06:38:56","modified_gmt":"2024-04-26T05:38:56","slug":"estrela-morta-ilumina-galaxia-proxima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/04\/26\/estrela-morta-ilumina-galaxia-proxima\/","title":{"rendered":"Estrela morta ilumina gal\u00e1xia pr\u00f3xima"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2024\/04\/no_afterglow_in_x-rays_and_visible_light_from_a_giant_magnetar_flare\/26034883-1-eng-GB\/No_afterglow_in_X-rays_and_visible_light_from_a_giant_magnetar_flare.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"767\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/I2MBt0eo_o-1024x767.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6940\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/I2MBt0eo_o-1024x767.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/I2MBt0eo_o-300x225.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/I2MBt0eo_o-768x575.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/I2MBt0eo_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma parte do c\u00e9u medida pelo detetor de raios gama do sat\u00e9lite INTEGRAL da ESA. O c\u00e9u cont\u00e9m muitas &#8220;manchas&#8221; azuis. Mas uma das manchas \u00e9 muito mais brilhante do que as outras, sinal de um poderoso evento em raios gama. Determinou-se que o sinal era oriundo da gal\u00e1xia M82. As inser\u00e7\u00f5es mostram imagens por outros telesc\u00f3pios que n\u00e3o detetaram qualquer sinal noutros comprimentos de onda, o que significa que a explos\u00e3o de raios gama era proveniente de um magnetar.\nCr\u00e9dito: ESA\/Integral, ESA\/XMM-Newton, INAF\/TNG, M. Rigoselli (INAF)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto o INTEGRAL da ESA observava o c\u00e9u, este detetou subitamente uma explos\u00e3o de raios gama provenientes da gal\u00e1xia vizinha M82. Apenas algumas horas mais tarde, o XMM-Newton da ESA procurou o brilho remanescente da explos\u00e3o, mas n\u00e3o o encontrou. Os astr\u00f3nomos perceberam que a explos\u00e3o deve ter sido uma erup\u00e7\u00e3o extragal\u00e1tica de um magnetar, uma jovem estrela de neutr\u00f5es com um campo magn\u00e9tico excecionalmente forte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um sinal curioso de uma gal\u00e1xia pr\u00f3xima<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No passado m\u00eas de novembro de 2023, o INTEGRAL da ESA detetou uma s\u00fabita explos\u00e3o de um objeto raro. Durante apenas um-d\u00e9cimo de segundo, uma curta explos\u00e3o de raios gama energ\u00e9ticos surgiu na dire\u00e7\u00e3o da brilhante gal\u00e1xia M82.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do sat\u00e9lite foram recebidos no Centro de Dados Cient\u00edficos INTEGRAL em Genebra, de onde foi enviado um alerta de explos\u00e3o de raios gama para os astr\u00f3nomos de todo o mundo, apenas 13 segundos ap\u00f3s a sua dete\u00e7\u00e3o. O software IBAS (INTEGRAL Burst Alert System) deu uma localiza\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica que coincidia com a vizinha gal\u00e1xia M82.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora cabia aos astr\u00f3nomos descobrir o que tinha acontecido; seria esta uma das explos\u00f5es de raios gama mais comuns ou uma rara ocasi\u00e3o de uma erup\u00e7\u00e3o gigante de um magnetar?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apercebemo-nos imediatamente de que se tratava de um alerta especial. As explos\u00f5es de raios gama v\u00eam de longe e de qualquer parte do c\u00e9u, mas esta explos\u00e3o veio de uma gal\u00e1xia pr\u00f3xima e brilhante&#8221;, explica Sandro Mereghetti do INAF-IASF (Istituto Nazionale di AstroFisica &#8211; Istituto di Astrofisica Spaziale e Fisica Cosmica) em Mil\u00e3o, It\u00e1lia, autor principal de um artigo cient\u00edfico sobre esta descoberta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa solicitou ao telesc\u00f3pio espacial XMM-Newton da ESA que fizesse uma observa\u00e7\u00e3o de seguimento da localiza\u00e7\u00e3o da explos\u00e3o o mais rapidamente poss\u00edvel. Se se tratasse de uma explos\u00e3o curta de raios gama, causada pela colis\u00e3o de duas estrelas de neutr\u00f5es, esta teria criado ondas gravitacionais e teria um brilho remanescente em raios X e no vis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As observa\u00e7\u00f5es do XMM-Newton apenas mostraram o g\u00e1s quente e as estrelas da gal\u00e1xia. Se esta explos\u00e3o tivesse sido uma curta explos\u00e3o de raios gama, ter\u00edamos visto uma fonte de raios X a desvanecer-se nesta localiza\u00e7\u00e3o, mas este brilho remanescente n\u00e3o estava presente&#8221;, acrescenta a coautora Michela Rigoselli do INAF.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Utilizando telesc\u00f3pios \u00f3ticos terrestres, incluindo o italiano TNG (Telescopio Nazionale Galileo) e o Observat\u00f3rio de Haute-Provence, na Fran\u00e7a, procur\u00e1mos um sinal no vis\u00edvel, com in\u00edcio apenas algumas horas ap\u00f3s a explos\u00e3o, mas mais uma vez n\u00e3o encontr\u00e1mos nada. Sem sinal em raios X e no vis\u00edvel, e sem ondas gravitacionais medidas por detetores na Terra (LIGO\/VIRGO\/KAGRA), temos a certeza de que o sinal veio de um magnetar&#8221;, conclui Sandro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jan-Uwe Ness, cientista do projeto INTEGRAL da ESA, explica: &#8220;Quando observa\u00e7\u00f5es inesperadas como esta s\u00e3o detetadas, o INTEGRAL e o XMM-Newton podem ser flex\u00edveis nos seus hor\u00e1rios, o que \u00e9 essencial em descobertas cruciais em termos de tempo. Neste caso, se as observa\u00e7\u00f5es tivessem sido realizadas apenas um dia mais tarde, n\u00e3o ter\u00edamos evid\u00eancias t\u00e3o fortes de que se tratava de um magnetar e n\u00e3o de uma explos\u00e3o de raios gama.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Magnetares: mega-magn\u00e9ticos, mortos recentemente<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/06\/illustration_of_a_magnetar\/22080141-1-eng-GB\/Illustration_of_a_magnetar.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ee\/65\/fWh29uq3_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista de um magnetar.<br>Os magnetares s\u00e3o os objetos c\u00f3smicos com os mais fortes campos magn\u00e9ticos alguma vez medidos no Universo. S\u00e3o pulsares extremamente magnetizados &#8211; os remanescentes quentes e densos de estrelas massivas que expelem radia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica em surtos impulsivos e surtos mais longos em escalas de tempo de milissegundos a anos.<br>Cr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando estrelas mais massivas do que oito s\u00f3is morrem, explodem numa supernova que deixa para tr\u00e1s um buraco negro ou uma estrela de neutr\u00f5es. As estrelas de neutr\u00f5es s\u00e3o remanescentes estelares muito compactos, com mais do que a massa do Sol comprimida numa esfera com o tamanho de uma cidade. Giram rapidamente e t\u00eam fortes campos magn\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Algumas estrelas de neutr\u00f5es jovens t\u00eam campos magn\u00e9ticos muito fortes, mais de 10.000 vezes superiores aos das estrelas de neutr\u00f5es t\u00edpicas. S\u00e3o os chamados magnetares. Emitem energia em erup\u00e7\u00f5es e, ocasionalmente, estas erup\u00e7\u00f5es s\u00e3o gigantescas&#8221;, esclarece Ashley Chrimes, investigador da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, nos \u00faltimos 50 anos de observa\u00e7\u00f5es de raios gama, s\u00f3 foram vistas tr\u00eas explos\u00f5es gigantes de magnetares na nossa Gal\u00e1xia. Estas explos\u00f5es s\u00e3o muito fortes: uma, detetada em dezembro de 2004 e a uma dist\u00e2ncia de 30.000 anos-luz, foi suficientemente poderosa para afetar as camadas superiores da atmosfera da Terra. Como as erup\u00e7\u00f5es solares, que v\u00eam de muito mais perto de n\u00f3s, a influenciam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A erup\u00e7\u00e3o detetada pelo INTEGRAL \u00e9 a primeira confirma\u00e7\u00e3o de um magnetar fora da Via L\u00e1ctea. Suspeitamos que algumas das outras &#8216;explos\u00f5es curtas de raios gama&#8217; que o INTEGRAL e outros sat\u00e9lites revelaram s\u00e3o tamb\u00e9m explos\u00f5es gigantes de magnetares,&#8221; continua Sandro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta abre a nossa busca por outros magnetares extragal\u00e1ticos. Se conseguirmos encontrar muitos mais, podemos come\u00e7ar a compreender a frequ\u00eancia com que estas explos\u00f5es ocorrem e como \u00e9 que estas estrelas perdem energia no processo&#8221;, acrescenta Ashley.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;No entanto, explos\u00f5es de t\u00e3o curta dura\u00e7\u00e3o s\u00f3 podem ser captadas por acaso, quando um observat\u00f3rio j\u00e1 est\u00e1 a apontar na dire\u00e7\u00e3o certa. Isto faz com que o INTEGRAL, com o seu grande campo de vis\u00e3o, mais de 3000 vezes maior do que a \u00e1rea do c\u00e9u coberta pela Lua, seja t\u00e3o importante para estas dete\u00e7\u00f5es,&#8221; sublinha Jan-Uwe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M82 \u00e9 uma gal\u00e1xia brilhante onde ocorre forma\u00e7\u00e3o estelar. Nestas regi\u00f5es nascem estrelas massivas, t\u00eam uma vida curta e turbulenta e deixam para tr\u00e1s uma estrela de neutr\u00f5es. A descoberta de um magnetar nesta regi\u00e3o confirma que os magnetares s\u00e3o provavelmente jovens estrelas de neutr\u00f5es. A procura de mais magnetares vai continuar noutras regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar, a fim de compreender estes extraordin\u00e1rios objetos astron\u00f3micos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Integral\/Dead_star_lights_up_nearby_galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.unige.ch\/medias\/en\/2024\/leruption-dune-etoile-mega-magnetique-eclaire-une-galaxie-voisine\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Genebra (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-024-07285-4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/pdf\/2312.14645\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1042027\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/gamma-ray-flare-cigar-galaxy-magnetar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2024\/04\/240424111501.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-04-international-team-eruption-mega-magnetic.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/magnetar-gamma-ray-burst-astronomy-galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/science\/huge-energetic-flare-magnetic-neutron-star-detected-2024-04-24\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2024-04-24-estrela-morta-ilumina-uma-galaxia-vizinha-809f3a78\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2024\/04\/we-may-have-spotted-the-first-magnetar-flare-outside-our-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ars Technica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GRB:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gamma_ray_burst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Magnetar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/astronomyonline.org\/Stars\/Pulsars.asp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AstronomyOnline.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrela de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Messier 82 (M82):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m082.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Messier_82\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>INTEGRAL (INTErnational Gamma-Ray Astrophysics Laboratory):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Integral_overview\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/INTEGRAL\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio XMM-Newton:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/xmm-newton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/XMM-Newton\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TNG (Telescopio Nazionale Galileo):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.tng.iac.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">INAF<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galileo_National_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de Haute-Provence:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.obs-hp.fr\/welcome.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Haute-Provence_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma parte do c\u00e9u medida pelo detetor de raios gama do sat\u00e9lite INTEGRAL da ESA. 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