{"id":6918,"date":"2024-04-19T06:23:17","date_gmt":"2024-04-19T05:23:17","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6918"},"modified":"2024-04-19T06:23:17","modified_gmt":"2024-04-19T05:23:17","slug":"identificado-o-buraco-negro-estelar-mais-massivo-da-nossa-galaxia-descoberto-ate-a-data","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/04\/19\/identificado-o-buraco-negro-estelar-mais-massivo-da-nossa-galaxia-descoberto-ate-a-data\/","title":{"rendered":"Identificado o buraco negro estelar mais massivo da nossa Gal\u00e1xia descoberto at\u00e9 \u00e0 data"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2024\/04\/gaia_black_holes\/26027459-1-eng-GB\/Gaia_Black_Holes.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/5c7HQZ5r_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6919\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/5c7HQZ5r_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/5c7HQZ5r_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/5c7HQZ5r_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/5c7HQZ5r_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A localiza\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas primeiros buracos negros descobertos pela miss\u00e3o Gaia da ESA na Via L\u00e1ctea. Este mapa da nossa Gal\u00e1xia tamb\u00e9m foi feito pela miss\u00e3o Gaia. Gaia BH1 est\u00e1 localizado a apenas 1560 anos-luz de n\u00f3s, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Ofi\u00faco; Gaia BH2 est\u00e1 a 3800 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Centauro; Gaia BH3 est\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de \u00c1guia, a uma dist\u00e2ncia de 1926 anos-luz da Terra. Em termos gal\u00e1cticos, estes buracos negros residem no nosso quintal c\u00f3smico.\nCom uma massa cerca de 33 vezes superior \u00e0 do Sol, BH3 \u00e9 o buraco negro mais pesado de origem estelar descoberto na nossa Gal\u00e1xia.\nCr\u00e9dito: ESA\/Gaia\/DPAC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos identificaram o buraco negro estelar mais massivo descoberto at\u00e9 \u00e0 data na Via L\u00e1ctea. Este buraco negro foi detetado em dados da miss\u00e3o Gaia da ESA atrav\u00e9s de um movimento de &#8220;oscila\u00e7\u00e3o&#8221; estranho que este objeto imp\u00f5e \u00e0 estrela companheira que o orbita. Foram utilizados dados do VLT (Very Large Telescope) do ESO e doutros observat\u00f3rios terrestres para calcular que a massa deste buraco negro \u00e9 33 vezes superior \u00e0 do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros estelares formam-se a partir do colapso de estrelas de grande massa e os anteriormente identificados na Via L\u00e1ctea s\u00e3o, em m\u00e9dia, cerca de 10 vezes mais massivos que o Sol. O buraco negro estelar mais massivo que conhec\u00edamos na nossa Gal\u00e1xia, Cygnus X-1, atinge apenas 21 massas solares, o que torna esta nova observa\u00e7\u00e3o de 33 massas solares algo verdadeiramente excecional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Curiosamente, este buraco negro encontra-se tamb\u00e9m extremamente pr\u00f3ximo de n\u00f3s \u2014 a apenas 2000 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o da \u00c1guia, sendo o segundo buraco negro mais pr\u00f3ximo da Terra que conhecemos. Denominado Gaia BH3, ou BH3, foi encontrado quando a equipa analisava as observa\u00e7\u00f5es do Gaia em prepara\u00e7\u00e3o para uma pr\u00f3xima publica\u00e7\u00e3o de dados. &#8220;Ningu\u00e9m estava \u00e0 espera de encontrar um buraco negro de grande massa nas proximidades do Sol, que n\u00e3o tivesse sido ainda detetado&#8221;, disse Pasquale Panuzzo, membro da colabora\u00e7\u00e3o Gaia, astr\u00f3nomo do Observat\u00f3rio de Paris, do Centro Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (CNRS) franc\u00eas. &#8220;Este \u00e9 o tipo de descoberta que se faz uma vez na vida\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para confirmar a descoberta, a colabora\u00e7\u00e3o Gaia utilizou dados de observat\u00f3rios terrestres, incluindo o instrumento UVES (Ultraviolet and Visual Echelle Spectrograph) montado no VLT do ESO, no deserto chileno do Atacama. Estas observa\u00e7\u00f5es revelaram propriedades chave da estrela companheira, que, juntamente com os dados do Gaia, permitiram aos astr\u00f3nomos medir com precis\u00e3o a massa de BH3.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2408b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/2c\/29\/xw00z7ZA_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem art\u00edstica compara tr\u00eas buracos negros estelares da nossa Gal\u00e1xia: Gaia BH1, Cygnus X-1 e Gaia BH3, cujas massas s\u00e3o 10, 21 e 33 vezes superiores \u00e0 do Sol, respetivamente. Gaia BH3 \u00e9 o buraco negro estelar mais massivo encontrado at\u00e9 \u00e0 data na Via L\u00e1ctea. Os raios dos buracos negros s\u00e3o diretamente proporcionais \u00e0s suas massas, mas note-se que os buracos negros propriamente ditos n\u00e3o foram diretamente fotografados.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/M. Kornmesser<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos tinham j\u00e1 encontrado buracos negros igualmente massivos fora da nossa Gal\u00e1xia (utilizando um m\u00e9todo de dete\u00e7\u00e3o diferente), tendo teorizado que estes objetos poder\u00e3o ser formados a partir do colapso de estrelas cuja composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica apresente pouqu\u00edssimos elementos mais pesados que o hidrog\u00e9nio e o h\u00e9lio. Pensa-se que estas estrelas, pobres em metais, perdem menos massa ao longo da sua vida e, portanto, possuem mais mat\u00e9ria, o que dar\u00e1 origem, ap\u00f3s a sua morte, a buracos negros de elevada massa. No entanto, e at\u00e9 agora, n\u00e3o existiam evid\u00eancias que ligassem diretamente estrelas pobres em metais a buracos negros de elevada massa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas em pares tendem a ter composi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas semelhantes, o que significa que a companheira de BH3 cont\u00e9m pistas importantes sobre a estrela que colapsou e formou este buraco negro excecional. Os dados do UVES mostraram que a companheira \u00e9 uma estrela muito pobre em metais, o que sugere que a estrela que colapsou para formar BH3 seria tamb\u00e9m pobre em metais \u2014 tal como previsto pela teoria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este trabalho de investiga\u00e7\u00e3o, liderado por Panuzzo, foi publicado na revista da especialidade Astronomy &amp; Astrophysics. &#8220;Resolvemos publicar este artigo com base em dados preliminares a t\u00edtulo excecional antes da divulga\u00e7\u00e3o completa dos dados Gaia, devido \u00e0 natureza \u00fanica desta descoberta&#8221;, explica a coautora Elisabetta Caffau, tamb\u00e9m membro da colabora\u00e7\u00e3o Gaia do CNRS Observatoire de Paris. A disponibiliza\u00e7\u00e3o antecipada dos dados permitir\u00e1 que outros astr\u00f3nomos comecem a estudar este buraco negro desde j\u00e1, sem esperar pela publica\u00e7\u00e3o dos dados completos, prevista para finais de 2025, na melhor das hip\u00f3teses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outras observa\u00e7\u00f5es deste sistema poder\u00e3o revelar mais sobre a sua hist\u00f3ria e sobre o pr\u00f3prio buraco negro. O instrumento GRAVITY montado no VLTI (Very Large Telescope Interferometer) do ESO poder\u00e1 ajudar os astr\u00f3nomos a compreender melhor este objeto, investigando, por exemplo, se este buraco negro est\u00e1 a atrair mat\u00e9ria da sua vizinhan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Record-breaking stellar black hole found nearby | ESO News\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DutMRUEahb8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso2408\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Gaia\/Sleeping_giant_surprises_Gaia_scientists\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/ciencias.ulisboa.pt\/en\/node\/16296\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Faculdade de Ci\u00eancias da Universidade de Lisboa (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ast.cam.ac.uk\/news\/sleeping-giant-surprises-gaia-scientists\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Cambridge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ucl.ac.uk\/news\/2024\/apr\/large-dormant-black-hole-spotted-our-galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ UCL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/web.ub.edu\/en\/web\/actualitat\/w\/missio-gaia-forat-negre-massiu?tn=np\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Barcelona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.unige.ch\/medias\/en\/2024\/gaia-detecte-un-trou-noir-dormant-geant-dans-notre-galaxie\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Genebra (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.uw.edu.pl\/record-mass-black-hole-discovered-by-the-gaia-mission\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Vars\u00f3via (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.astro.oma.be\/en\/new-black-hole-discovered-with-esas-gaia-satellite\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio Real da B\u00e9lgica (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/english.tau.ac.il\/research\/gaia-black-hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Tel Aviv (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/202449763\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2404.10486\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/milky-way-biggest-stellar-mass-black-hole-gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astronomy\/biggest-stellar-black-hole-milky-way\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-04-massive-stellar-black-hole-galaxy.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2426777-a-surprisingly-enormous-black-hole-has-been-found-in-our-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/science\/biggest-stellar-mass-black-hole\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2024\/04\/240416115955.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2024\/04\/16\/world\/milky-way-massive-stellar-black-hole-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2024\/04\/second-biggest-black-hole-in-the-milky-way-found\/2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ars Technica<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/esas-gaia-mission-discovers-the-biggest-stellar-black-hole-in-our-galaxy-yet-085753239.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/2104192686\/identificado-buraco-negro-estelar-com-mais-massa-da-via-lactea\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.rtp.pt\/noticias\/mundo\/identificado-buraco-negro-estelar-mais-denso-da-via-lactea_n1564723\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">RTP Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2024-04-16-descoberto-perto-da-terra-o-buraco-negro-estelar-mais-massivo-da-via-lactea-9d8d22f1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/multimedia\/artigos\/descoberto-o-buraco-negro-estelar-mais-massivo-de-sempre-e-esta-mesmo-aqui-ao-lado\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2024\/04\/16\/identificado-buraco-negro-estelar-mais-denso-da-via-lactea\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/descoberto-o-buraco-negro-mais-macico-da-via-lactea-596340\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro de massa estelar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cygnus X-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cygnus_X-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo DR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/vlt-instr\/uves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UVES (ESO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/paranal\/telescopes\/vlti.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">VLTI (ESO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/paranal\/instruments\/gravity.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GRAVITY (ESO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A localiza\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas primeiros buracos negros descobertos pela miss\u00e3o Gaia da ESA na Via L\u00e1ctea. 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Gaia BH1 est\u00e1 localizado a apenas 1560 anos-luz de n\u00f3s, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Ofi\u00faco; Gaia BH2 est\u00e1 a 3800 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6919,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,16,1,59],"tags":[192,1035,166,311,1509,1510,1740,180,107],"class_list":["post-6918","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","category-via-lactea","tag-buraco-negro","tag-cygnus-x-1","tag-eso","tag-gaia","tag-gaia-bh1","tag-gaia-bh2","tag-gaia-bh3","tag-via-lactea","tag-vlt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6918","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6918"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6918\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6920,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6918\/revisions\/6920"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6919"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6918"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6918"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6918"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}