{"id":6887,"date":"2024-04-05T06:26:02","date_gmt":"2024-04-05T05:26:02","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6887"},"modified":"2024-04-05T06:26:03","modified_gmt":"2024-04-05T05:26:03","slug":"webb-estuda-galaxia-repleta-de-estrelas-recem-nascidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/04\/05\/webb-estuda-galaxia-repleta-de-estrelas-recem-nascidas\/","title":{"rendered":"Webb estuda gal\u00e1xia repleta de estrelas rec\u00e9m-nascidas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2410a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"646\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/8SyU3Y5n_o-1024x646.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6888\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/8SyU3Y5n_o-1024x646.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/8SyU3Y5n_o-300x189.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/8SyU3Y5n_o-768x485.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/8SyU3Y5n_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221; M82 foi observada pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA em 2006, que mostrou o disco espiral da gal\u00e1xia, nuvens retalhadas e hidrog\u00e9nio gasoso quente. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA observou o n\u00facleo de M82, captando com um detalhe sem precedentes a estrutura do vento gal\u00e1ctico e caracterizando estrelas individuais e enxames de estrelas.\nA imagem Webb foi obtida pelo seu instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera). Os filamentos vermelhos tra\u00e7am a forma da componente fria do vento gal\u00e1ctico atrav\u00e9s dos HAPs (Hidrocarbonetos Arom\u00e1ticos Polic\u00edclicos). Os HAPs s\u00e3o gr\u00e3os de poeira muito pequenos que sobrevivem a temperaturas mais frias mas s\u00e3o destru\u00eddos em condi\u00e7\u00f5es quentes. A estrutura da emiss\u00e3o \u00e9 semelhante \u00e0 do g\u00e1s ionizado, sugerindo que os HAPs podem ser reabastecidos a partir de material molecular mais frio \u00e0 medida que este \u00e9 ionizado.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Bolatto (UMD)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA observou a gal\u00e1xia Messier 82 (M82), um pequeno, mas poderoso ambiente que cont\u00e9m uma r\u00e1pida forma\u00e7\u00e3o estelar. Ao olhar mais atentamente com as sens\u00edveis capacidades infravermelhas do Webb, uma equipa de cientistas estudou o n\u00facleo da gal\u00e1xia, obtendo uma melhor compreens\u00e3o da maneira como est\u00e1 a formar estrelas e de como esta atividade extrema est\u00e1 a afetar a gal\u00e1xia como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para observar a gal\u00e1xia Messier 82 (M82). Localizada a 12 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Ursa Maior, esta gal\u00e1xia tem um tamanho relativamente compacto, mas acolhe um frenesim de forma\u00e7\u00e3o estelar. Para compara\u00e7\u00e3o, M82 produz novas estrelas 10 vezes mais depressa do que a nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa utilizou o instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb para observar o centro da gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221; (ou com forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva), num olhar mais atento no que toca \u00e0s condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas que favorecem a forma\u00e7\u00e3o de novas estrelas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA&#039;s Webb Probes an Extreme Starburst Galaxy\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SqINwEbnyEE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;M82 tem sido objeto de v\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es ao longo dos anos porque pode ser considerada como o prot\u00f3tipo de uma gal\u00e1xia &#8216;starburst'&#8221;, disse Alberto Bolatto, autor principal do estudo. &#8220;Os telesc\u00f3pios espaciais Spitzer e Hubble j\u00e1 observaram este alvo. Com o tamanho e a resolu\u00e7\u00e3o do Webb, podemos olhar para esta gal\u00e1xia com forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva e ver todos estes novos e belos pormenores.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A forma\u00e7\u00e3o estelar continua a ser um relativo mist\u00e9rio porque est\u00e1 envolta em cortinas de g\u00e1s e poeira, criando um obst\u00e1culo \u00e0 observa\u00e7\u00e3o do processo. Felizmente, a capacidade do Webb para observar no infravermelho \u00e9 uma mais-valia na navega\u00e7\u00e3o destas condi\u00e7\u00f5es obscuras. Al\u00e9m disso, as imagens NIRCam do centro da gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221; foram obtidas usando um modo de instrumento que evitou que a fonte muito brilhante sobrecarregasse o detetor.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2410c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/6b\/dd\/86As6jK9_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem do instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb mostra o centro de M82 com um n\u00edvel de detalhe sem precedentes. Com a resolu\u00e7\u00e3o do Webb, os astr\u00f3nomos podem distinguir fontes compactas pequenas e brilhantes que s\u00e3o estrelas individuais ou enxames de estrelas. A obten\u00e7\u00e3o de uma contagem exata das estrelas e enxames que comp\u00f5em o centro de M82 pode ajudar os astr\u00f3nomos a compreender as diferentes fases da forma\u00e7\u00e3o estelar e a cronologia de cada etapa.<br>Nesta imagem, a luz a 2,12 micr\u00f3metros \u00e9 vermelha, a 1,64 micr\u00f3metros verde e a 1,40 micr\u00f3metros azul (filtros F212N, 164N e F140M, respetivamente).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Bolatto (UMD)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de, mesmo na imagem infravermelha, se verem &#8220;gavinhas&#8221; de poeira castanhas escuras no brilhante n\u00facleo esbranqui\u00e7ado de M82, o NIRCam do Webb revelou um n\u00edvel de detalhe que historicamente estava escondido. Olhando mais detalhadamente para o centro, pequenas manchas representadas a verde denotam \u00e1reas concentradas de ferro, a maioria das quais s\u00e3o remanescentes de supernova. Pequenas manchas que aparecem a vermelho significam regi\u00f5es onde o hidrog\u00e9nio molecular est\u00e1 a ser iluminado pela radia\u00e7\u00e3o de uma estrela jovem pr\u00f3xima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta imagem mostra o poder do Webb&#8221;, disse Rebecca Levy, segunda autora do estudo, da Universidade do Arizona em Tucson, EUA. &#8220;Cada ponto branco nesta imagem \u00e9 uma estrela ou um enxame de estrelas. Podemos come\u00e7ar a distinguir todas estas pequenas fontes pontuais, o que nos permite obter uma contagem exata de todos os enxames de estrelas desta gal\u00e1xia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observando M82 em comprimentos de onda infravermelhos ligeiramente mais longos, podem ser vistas &#8220;gavinhas&#8221; grossas representadas a vermelho que se estendem acima e abaixo do plano da gal\u00e1xia. Estas serpentinas de g\u00e1s s\u00e3o o vento gal\u00e1ctico que sai do n\u00facleo da gal\u00e1xia com forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2410b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/af\/47\/dyN6orPx_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os astr\u00f3nomos utilizaram o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para olhar para o centro de M82, onde um vento gal\u00e1ctico est\u00e1 a ser lan\u00e7ado como resultado da r\u00e1pida forma\u00e7\u00e3o de estrelas e subsequentes supernovas. O estudo do vento gal\u00e1ctico pode dar uma ideia de como a perda de g\u00e1s molda o futuro crescimento da gal\u00e1xia.<br>Esta imagem do instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb mostra o vento gal\u00e1ctico de M82 atrav\u00e9s da emiss\u00e3o de mol\u00e9culas qu\u00edmicas fuliginosas conhecidas como HAPs (Hidrocarbonetos Arom\u00e1ticos Polic\u00edclicos). Os HAPs s\u00e3o gr\u00e3os de poeira muito pequenos que sobrevivem a temperaturas mais frias mas s\u00e3o destru\u00eddos em condi\u00e7\u00f5es quentes. A estrutura da emiss\u00e3o assemelha-se \u00e0 do g\u00e1s quente e ionizado, sugerindo que os HAPs podem ser reabastecidos pela ioniza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do g\u00e1s molecular.<br>Nesta imagem, a luz a 3,35 micr\u00f3metros \u00e9 vermelha, a 2,50 micr\u00f3metros verde e a 1,64 micr\u00f3metros azul (filtros F335M, F250M e F164N, respetivamente).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Bolatto (UMD)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das \u00e1reas de interesse desta equipa de investiga\u00e7\u00e3o era compreender como \u00e9 que este vento gal\u00e1ctico, que \u00e9 causado pela r\u00e1pida forma\u00e7\u00e3o estelar e subsequentes supernovas, est\u00e1 a ser lan\u00e7ado e a influenciar o ambiente que o rodeia. Ao observar uma sec\u00e7\u00e3o central de M82, os cientistas puderam examinar a origem do vento e compreender como os componentes quentes e frios interagem no interior do vento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O instrumento NIRCam do Webb tra\u00e7ou a estrutura do vento gal\u00e1ctico atrav\u00e9s da emiss\u00e3o de mol\u00e9culas qu\u00edmicas fuliginosas conhecidas como HAPs (Hidrocarbonetos Arom\u00e1ticos Polic\u00edclicos). Os HAPs podem ser considerados como gr\u00e3os de poeira muito pequenos que sobrevivem a temperaturas mais frias, mas s\u00e3o destru\u00eddos em condi\u00e7\u00f5es quentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para surpresa da equipa, a vis\u00e3o do Webb da emiss\u00e3o de HAPs real\u00e7a a estrutura fina do vento gal\u00e1ctico &#8211; um aspeto anteriormente desconhecido. Representada como filamentos vermelhos, a emiss\u00e3o estende-se para longe da regi\u00e3o central, onde se situa o cora\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o estelar. Outra descoberta inesperada foi a semelhan\u00e7a entre a estrutura da emiss\u00e3o de HAPs e a do g\u00e1s quente e ionizado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi inesperado ver que a emiss\u00e3o de HAPs se assemelha a g\u00e1s ionizado&#8221;, disse Alberto. &#8220;N\u00e3o \u00e9 suposto os HAPs viverem muito tempo quando expostos a um campo de radia\u00e7\u00e3o t\u00e3o forte, por isso talvez estejam sempre a ser reabastecidos. Isto desafia as nossas teorias e mostra-nos que \u00e9 necess\u00e1ria mais investiga\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es de M82 pelo JWST, no infravermelho pr\u00f3ximo, tamb\u00e9m suscitam outras quest\u00f5es sobre a forma\u00e7\u00e3o de estrelas, algumas das quais a equipa espera responder com dados adicionais recolhidos com o mesmo telesc\u00f3pio espacial, incluindo os de outra gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221;. Dois outros artigos cient\u00edficos desta equipa, que caracterizam os enxames estelares e as correla\u00e7\u00f5es entre os componentes do vento de M82, est\u00e3o quase terminados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num futuro pr\u00f3ximo, a equipa ter\u00e1 observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas de M82 pelo Webb prontas para an\u00e1lise, bem como imagens complementares em grande escala da gal\u00e1xia e do seu vento. Os dados espetrais ajudar\u00e3o os astr\u00f3nomos a determinar idades exatas para os enxames estelares e dar\u00e3o uma ideia da dura\u00e7\u00e3o de cada fase de forma\u00e7\u00e3o estelar no ambiente de uma gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221;. Numa escala mais alargada, a inspe\u00e7\u00e3o da atividade em gal\u00e1xias como M82 pode aprofundar a compreens\u00e3o dos astr\u00f3nomos acerca do Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com estas fant\u00e1sticas imagens do Webb, e os nossos pr\u00f3ximos espectros, podemos estudar exatamente como os fortes ventos e as frentes de choque de estrelas jovens e supernovas podem remover o g\u00e1s e a poeira a partir dos quais se formam as novas estrelas&#8221;, disse Torsten B\u00f6ker, da ESA, coautor do estudo. &#8220;Uma compreens\u00e3o pormenorizada deste ciclo de &#8216;feedback&#8217; \u00e9 importante para as teorias sobre a evolu\u00e7\u00e3o do Universo primitivo, porque gal\u00e1xias &#8216;starburst&#8217; compactas, como M82, eram muito comuns num alto desvio para o vermelho&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram aceites para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Webb&#039;s views of M82 (transition video)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lcuLhESY47Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_probes_galaxy_teeming_with_newborn_stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-probes-an-extreme-starburst-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2410\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-109\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.mpia.de\/news\/science\/2024-06-jwst-m82\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Max Planck de Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.swinburne.edu.au\/news\/2024\/04\/NASAs-JWST-probes-an-extreme-starburst-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Swinburne de Tecnologia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/mcdonaldobservatory.org\/news\/releases\/20240403\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio McDonald (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2401.16648\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1040026\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-starburst-galaxy-image\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-04-webb-probes-extreme-starburst-galaxy.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Messier 82:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m082.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Messier_82\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221; (ou com forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Starburst_galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HAPs (Hidrocarbonetos Arom\u00e1ticos Polic\u00edclicos):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Polycyclic_aromatic_hydrocarbon\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221; 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