{"id":6871,"date":"2024-04-02T06:21:39","date_gmt":"2024-04-02T05:21:39","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6871"},"modified":"2024-04-02T06:21:40","modified_gmt":"2024-04-02T05:21:40","slug":"a-primeira-pesquisa-por-planetas-em-formacao-com-o-telescopio-webb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/04\/02\/a-primeira-pesquisa-por-planetas-em-formacao-com-o-telescopio-webb\/","title":{"rendered":"A primeira pesquisa por planetas em forma\u00e7\u00e3o com o Telesc\u00f3pio Webb"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso1310a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/MVlznGXm_o-1024x640.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6872\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/MVlznGXm_o-1024x640.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/MVlznGXm_o-300x188.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/MVlznGXm_o-768x480.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/MVlznGXm_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o art\u00edstica que mostra a forma\u00e7\u00e3o de um planeta gigante gasoso no disco de poeira que rodeia uma jovem estrela. Este protoplaneta est\u00e1 rodeado por uma espessa nuvem de material.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas s\u00e3o formados em discos de g\u00e1s e poeira, a que chamamos discos protoplanet\u00e1rios, que giram em torno de uma protoestrela central.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de terem sido obtidas imagens de v\u00e1rias d\u00fazias desses discos, at\u00e9 agora apenas dois planetas foram apanhados no acto de forma\u00e7\u00e3o. Agora, os astr\u00f3nomos est\u00e3o a apontar os poderosos instrumentos a bordo do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb para os discos protoplanet\u00e1rios a fim de tentar encontrar as primeiras pistas sobre o modo como os planetas se formam e como estes planetas influenciam o seu disco natal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tr\u00eas estudos liderados pela Universidade de Michigan, pela Universidade do Arizona e pela Universidade de Vit\u00f3ria combinaram as imagens do JWST com observa\u00e7\u00f5es anteriores efetuadas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e pelo ALMA (Atacama Large Millimeter Array) no Chile. Com base nas observa\u00e7\u00f5es complementares, a equipa usou o Webb para observar os discos protoplanet\u00e1rios de HL Tau, SAO 206462 e MWC 758 na esperan\u00e7a de detetar quaisquer planetas que possam estar a ser formados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos trabalhos, publicados na revista The Astronomical Journal, os investigadores reuniram intera\u00e7\u00f5es nunca antes vistas entre o disco de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e o inv\u00f3lucro de g\u00e1s e poeira que rodeia as jovens estrelas no centro dos discos protoplanet\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Apanhando&#8221; um planeta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo da Universidade de Michigan, liderado pelo astr\u00f3nomo Gabriele Cugno, apontou o JWST para um disco que rodeava uma protoestrela chamada SAO 206462. A\u00ed, os investigadores encontraram, potencialmente, um candidato a planeta no acto de forma\u00e7\u00e3o num disco protoplanet\u00e1rio &#8211; mas n\u00e3o era o planeta que esperavam encontrar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;V\u00e1rias simula\u00e7\u00f5es sugerem que o planeta deveria estar dentro do disco massivo, grande, quente e brilhante. Mas n\u00e3o o encontr\u00e1mos. Isto significa que ou o planeta \u00e9 muito mais frio do que pensamos, ou pode estar obscurecido por algum material que nos impede de o ver&#8221;, disse Cugno, tamb\u00e9m coautor de todos os tr\u00eas artigos cient\u00edficos. &#8220;O que encontr\u00e1mos \u00e9 um diferente candidato a planeta, mas n\u00e3o podemos dizer com 100% de certeza se \u00e9 um planeta, ou uma estrela de fundo t\u00e9nue, ou uma gal\u00e1xia a contaminar a nossa imagem. Observa\u00e7\u00f5es futuras v\u00e3o ajudar-nos a perceber exatamente o que estamos a ver.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/mc-image-cache\/2024\/03\/u-m-astronomers-conduct-first-search-for-forming-planets-with-new-space-telescope-dust-arms.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a1\/0e\/eOjHZShM_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Dois bra\u00e7os espirais emergem do disco rico em g\u00e1s em torno de SAO 206462, uma estrela jovem na constela\u00e7\u00e3o de Lobo. Esta imagem, obtida pelo Telesc\u00f3pio Subaru e pelo seu instrumento HiCIAO, \u00e9 a primeira a mostrar bra\u00e7os espirais num disco circunstelar. A imagem tra\u00e7a a luz emitida pela estrela e dispersa na superf\u00edcie do disco.<br>Cr\u00e9dito: NAOJ\/Subaru<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos j\u00e1 observaram este disco no passado, nomeadamente com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, com o Telesc\u00f3pio Subaru, com o VLT (Very Large Telescope) e com o ALMA. Estas observa\u00e7\u00f5es mostram um disco composto por duas espirais fortes, que s\u00e3o provavelmente lan\u00e7adas por um planeta em forma\u00e7\u00e3o. O planeta que a equipa da Universidade de Michigan esperava encontrar \u00e9 de um tipo chamado gigante gasoso, planetas compostos principalmente por hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, semelhantes a J\u00fapiter no nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O problema \u00e9 que o que quer que estejamos a tentar detetar \u00e9 centenas de milhares, se n\u00e3o milh\u00f5es de vezes mais t\u00e9nue do que a estrela&#8221;, disse Cugno. &#8220;\u00c9 como tentar detetar uma pequena l\u00e2mpada junto a um farol&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para observar o disco mais de perto, a equipa usou o instrumento NIRCam do JWST. O NIRCam deteta luz infravermelha e os astr\u00f3nomos utilizaram o instrumento empregando uma t\u00e9cnica chamada imagem angular diferencial. Esta t\u00e9cnica pode ser usada para detetar tanto a radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica do planeta, como a equipa fez para detetar o candidato a planeta, como linhas de emiss\u00e3o espec\u00edficas associadas ao material que cai sobre o planeta e atinge a sua superf\u00edcie a alta velocidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando o material cai para o planeta, choca com a superf\u00edcie e emite uma linha em comprimentos de onda espec\u00edficos&#8221;, disse Cugno. &#8220;Usamos um conjunto de filtros de banda estreita para tentar detetar esta acre\u00e7\u00e3o. Isto j\u00e1 tinha sido feito antes a partir do solo em comprimentos de onda \u00f3ticos, mas esta \u00e9 a primeira vez que \u00e9 feito no infravermelho com o JWST&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observando a &#8220;mat\u00e9ria-prima&#8221; dos planetas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo da Universidade de Vit\u00f3ria, liderado pela estudante de astronomia Camryn Mullin, descreve imagens do disco que rodeia a jovem estrela HL Tau.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;HL Tau \u00e9 o sistema mais jovem do nosso levantamento e ainda est\u00e1 rodeado por um fluxo denso de poeira e g\u00e1s que cai para o disco&#8221;, disse Mullin, coautora dos tr\u00eas estudos. &#8220;Fic\u00e1mos espantados com o n\u00edvel de detalhe com que conseguimos ver este material circundante com o JWST, mas infelizmente, obscurece quaisquer sinais de potenciais planetas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O disco de HL Tau \u00e9 conhecido por ter v\u00e1rios an\u00e9is e divis\u00f5es, \u00e0 escala do Sistema Solar, que podem albergar planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apesar de existirem muitas evid\u00eancias de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, HL Tau \u00e9 demasiado jovem e tem demasiada poeira interveniente para se poderem ver os planetas diretamente&#8221;, disse Jarron Leisenring, investigador principal da campanha de observa\u00e7\u00e3o em busca de planetas em forma\u00e7\u00e3o e astr\u00f3nomo do Observat\u00f3rio Steward da Universidade do Arizona. &#8220;J\u00e1 come\u00e7\u00e1mos a olhar para outros sistemas jovens com planetas conhecidos para ajudar a formar uma imagem mais completa.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/1a\/6f\/IvlM4PBa_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/1a\/6f\/IvlM4PBa_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Sobrepostas ao disco protoplanet\u00e1rio em torno de HL Tau, com as suas divis\u00f5es e an\u00e9is, est\u00e3o caracter\u00edsticas (vistas a laranja) detetadas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. Revelam material no inv\u00f3lucro \u00e0 volta da estrela, algum do qual est\u00e1 a cair no disco, bem como uma abertura formada por material que flui para fora do sistema.<br>Cr\u00e9dito: Camryn Mullin et al.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, para surpresa da equipa, o JWST revelou detalhes inesperados de uma caracter\u00edstica diferente: de acordo com Leisenring, o inv\u00f3lucro protoestelar, que \u00e9 essencialmente um fluxo denso de poeira e g\u00e1s em torno da jovem estrela que est\u00e1 apenas a come\u00e7ar a coalescer. Sob a influ\u00eancia da gravidade, o material do meio interestelar cai na dire\u00e7\u00e3o da estrela e do disco, onde serve de mat\u00e9ria-prima para os planetas e para os seus precursores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo da Universidade do Arizona, liderado por Kevin Wagner, bolseiro Hubble\/Sagan da NASA no Observat\u00f3rio Steward, examinou o disco protoplanet\u00e1rio de MWC 758. \u00c0 semelhan\u00e7a de SAO 206462, observa\u00e7\u00f5es anteriores da equipa liderada pela mesma institui\u00e7\u00e3o de ensino revelaram a forma\u00e7\u00e3o de bra\u00e7os espirais no disco, sugerindo a exist\u00eancia de um planeta massivo em \u00f3rbita da sua estrela hospedeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora n\u00e3o tenham sido detetados novos planetas no disco durante as observa\u00e7\u00f5es mais recentes, a sensibilidade \u00e9 revolucion\u00e1ria, dizem os investigadores, pois permite-lhes colocar as restri\u00e7\u00f5es mais rigorosas at\u00e9 agora sobre os planetas suspeitos. Por um lado, os resultados excluem a exist\u00eancia de planetas adicionais nas regi\u00f5es exteriores de MWC 758, o que \u00e9 consistente com a exist\u00eancia de um \u00fanico planeta gigante a impulsionar os bra\u00e7os espirais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A aus\u00eancia de planetas detetados nos tr\u00eas sistemas diz-nos que os planetas que produzem as lacunas e os bra\u00e7os espirais ou est\u00e3o demasiado perto das suas estrelas hospedeiras ou s\u00e3o demasiado t\u00e9nues para serem vistos com o JWST,&#8221; disse Wagner, coautor dos tr\u00eas estudos. &#8220;Se esta \u00faltima hip\u00f3tese for a verdadeira, diz-nos que t\u00eam uma massa relativamente baixa, uma temperatura baixa, est\u00e3o envoltos em poeira, ou alguma combina\u00e7\u00e3o das tr\u00eas &#8211; como \u00e9 provavelmente o caso de MWC 758.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>E assim continua a procura por planetas em forma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observar planetas em forma\u00e7\u00e3o \u00e9 importante porque os astr\u00f3nomos podem obter informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00f3 sobre o processo, mas tamb\u00e9m sobre a forma como os elementos qu\u00edmicos se distribuem por um sistema planet\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apenas cerca de 15% das estrelas como o Sol t\u00eam planetas como J\u00fapiter. \u00c9 muito importante compreender como se formam, evoluem e para aperfei\u00e7oar as nossas teorias&#8221;, disse Michael Meyer, astr\u00f3nomo da Universidade de Michigan e coautor dos tr\u00eas estudos. &#8220;Alguns astr\u00f3nomos pensam que estes gigantes gasosos regulam o fornecimento de \u00e1gua aos planetas rochosos que se formam nas partes interiores dos discos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Saber como estes discos s\u00e3o moldados por gigantes gasosos ajudar\u00e1 os astr\u00f3nomos a compreender as propriedades e a evolu\u00e7\u00e3o dos discos protoplanet\u00e1rios que mais tarde dar\u00e3o origem a planetas rochosos semelhantes \u00e0 Terra, disse Meyer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Basicamente, em todos os discos que observ\u00e1mos com resolu\u00e7\u00e3o e sensibilidade suficientemente elevadas, vimos grandes estruturas como divis\u00f5es, an\u00e9is e, no caso de SAO 206462, espirais&#8221;, disse Cugno. &#8220;A maioria, se n\u00e3o todas, estas estruturas podem ser explicadas pela forma\u00e7\u00e3o de planetas que interagem com o material do disco, mas existem outras explica\u00e7\u00f5es que n\u00e3o envolvem a presen\u00e7a de planetas gigantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se conseguirmos finalmente ver estes planetas, podemos ligar algumas das estruturas com companheiros em forma\u00e7\u00e3o e relacionar os processos de forma\u00e7\u00e3o com as propriedades de outros sistemas em fases muito posteriores. Podemos finalmente &#8216;ligar os pontos&#8217; e compreender como os planetas e os sistemas planet\u00e1rios evoluem como um todo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/u-m-astronomers-conduct-first-search-for-forming-planets-with-new-space-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Michigan (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.arizona.edu\/story\/webb-telescope-takes-its-first-images-forming-planetary-systems\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ad11d5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre MWC 758 (The Astronomical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2401.02830\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre MWC 758 (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ad1ffc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre SAO 206462 (The Astronomical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2401.02834\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre SAO 206462 (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ad2de9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre HL Tau (The Astronomical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2403.00908\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre HL Tau (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HL Tau:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/HL_Tauri\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/circumstellardisks.org\/show.php?id=80\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo de Discos Circunstelares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SAO 206462:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/SAO_206462\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/circumstellardisks.org\/show.php?id=53&amp;name=HD%20135344B\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo de Discos Circunstelares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MWC 758:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/HD_36112\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/circumstellardisks.org\/show.php?id=102&amp;name=MWC%20758\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo de Discos Circunstelares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nebular_hypothesis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Subaru:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.naoj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NAOJ<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Subaru_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o art\u00edstica que mostra a forma\u00e7\u00e3o de um planeta gigante gasoso no disco de poeira que rodeia uma jovem estrela. Este protoplaneta est\u00e1 rodeado por uma espessa nuvem de material.Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada Os planetas s\u00e3o formados em discos de g\u00e1s e poeira, a que chamamos discos protoplanet\u00e1rios, que giram em torno de uma protoestrela central. &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6872,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,16,1],"tags":[305,306,1249,150,387,1724,1723,384,107],"class_list":["post-6871","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-alma","tag-disco-protoplanetario","tag-hl-tauri","tag-hubble","tag-jwst","tag-mwc-758","tag-sao-206462","tag-telescopio-subaru","tag-vlt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6871","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6871"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6871\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6873,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6871\/revisions\/6873"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6872"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6871"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6871"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6871"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}