{"id":6810,"date":"2024-03-08T07:19:31","date_gmt":"2024-03-08T06:19:31","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6810"},"modified":"2024-03-08T07:23:05","modified_gmt":"2024-03-08T06:23:05","slug":"rastreio-revolucionario-revela-segredos-sobre-o-nascimento-de-planetas-em-torno-de-dezenas-de-estrelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/03\/08\/rastreio-revolucionario-revela-segredos-sobre-o-nascimento-de-planetas-em-torno-de-dezenas-de-estrelas\/","title":{"rendered":"Rastreio revolucion\u00e1rio revela segredos sobre o nascimento de planetas em torno de dezenas de estrelas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2405a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"419\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/HzmiMOe3_o-1024x419.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6811\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/HzmiMOe3_o-1024x419.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/HzmiMOe3_o-300x123.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/HzmiMOe3_o-768x314.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/HzmiMOe3_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este trabalho de investiga\u00e7\u00e3o re\u00fane observa\u00e7\u00f5es de mais de 80 estrelas jovens que podem ter planetas a formar-se em seu redor. Esta pequena sele\u00e7\u00e3o do rastreio mostra 10 discos das tr\u00eas regi\u00f5es da nossa Gal\u00e1xia que foram estudadas. V351 Ori e V1012 Ori situam-se na mais distante das tr\u00eas regi\u00f5es, a nuvem rica em g\u00e1s de Orionte, a cerca de 1600 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra. DG Tau, T Tau, HP Tau, MWC758 e GM Aur situam-se na regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Touro, e HD 97048, WW Cha e SZ Cha podem ser encontradas na de Camale\u00e3o I, todos a cerca de 600 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra.<br>As imagens que aqui mostramos foram capturadas pelo instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO. O sistema de \u00f3tica adaptativa de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o do SPHERE corrige os efeitos de turbul\u00eancia da atmosfera terrestre, dando-nos imagens muito n\u00edtidas dos discos em torno das estrelas. A estrelas propriamente ditas foram cobertas com um coron\u00f3grafo \u2014 uma m\u00e1scara circular que bloqueia a seu brilho intenso, revelando os discos t\u00e9nues que as rodeiam.<br>Os discos foram colocados a uma escala de modo a parecerem ter todos aproximadamente o mesmo tamanho nesta composi\u00e7\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/C. Ginski, A. Garufi, P.-G. Valeg\u00e5rd et al.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Numa s\u00e9rie de estudos, uma equipa de astr\u00f3nomos lan\u00e7ou nova luz sobre o complexo processo de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. Estas imagens extraordin\u00e1rias, captadas pelo VLT (Very Large Telescope) do ESO, no Chile, representam um dos maiores rastreios de sempre de discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. O trabalho de investiga\u00e7\u00e3o re\u00fane observa\u00e7\u00f5es de mais de 80 estrelas jovens que podem ter planetas a formar-se em seu redor, fornecendo aos astr\u00f3nomos uma enorme quantidade de dados e conhecimentos \u00fanicos sobre a forma como os planetas surgem em diferentes regi\u00f5es da nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Trata-se realmente de uma mudan\u00e7a na nossa \u00e1rea de estudo&#8221;, diz Christian Ginski, professor na Universidade de Galway, na Irlanda, autor principal de um dos tr\u00eas novos artigos cient\u00edficos publicados na revista da especialidade Astronomy &amp; Astrophysics. &#8220;Pass\u00e1mos do estudo aprofundado de sistemas estelares individuais para esta enorme vis\u00e3o geral de regi\u00f5es inteiras de forma\u00e7\u00e3o estelar.\u201d<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2405b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/15\/40\/DYKXYwP7_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em torno de estrelas jovens e suas localiza\u00e7\u00f5es no seio da nuvem rica em g\u00e1s de Orionte, a aproximadamente 1600 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra. As imagens dos discos foram capturadas pelo instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO. No total, a equipa observou 23 estrelas na regi\u00e3o de Orionte, tendo detetado discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em 10 delas. A apar\u00eancia irregular de alguns dos discos nesta regi\u00e3o sugere a possibilidade de existirem planetas massivos no seu seio, o que poder\u00e1 dar origem \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o e desalinhamento que observamos.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/P.-G. Valeg\u00e5rd et al.; IRAS<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>At\u00e9 \u00e0 data, foram descobertos mais de 5000 planetas em \u00f3rbita de outras estrelas para al\u00e9m do Sol, muitas vezes em sistemas muito diferentes do nosso pr\u00f3prio Sistema Solar. Para compreender onde e como surge esta diversidade, os astr\u00f3nomos t\u00eam de observar os discos ricos em poeira e g\u00e1s que envolvem as estrelas jovens \u2014 os ber\u00e7os da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. Estes discos encontram-se mais facilmente nas enormes nuvens de g\u00e1s onde as pr\u00f3prias estrelas se est\u00e3o a formar.<\/p>\n\n\n\n<p>Tal como os sistemas planet\u00e1rios j\u00e1 desenvolvidos, as novas imagens mostram a extraordin\u00e1ria diversidade dos discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. &#8220;Alguns destes discos apresentam enormes bra\u00e7os em espiral, presumivelmente impulsionados pelo intrincado ballet dos planetas em \u00f3rbita&#8221;, diz Ginski. &#8220;Outros mostram an\u00e9is e grandes cavidades esculpidas pelos planetas em forma\u00e7\u00e3o, enquanto outros ainda parecem suaves e quase adormecidos no meio de toda esta az\u00e1fama de atividade&#8221;, acrescenta Antonio Garufi, astr\u00f3nomo do Observat\u00f3rio Astrof\u00edsico de Arcetri, do INAF (Instituto Nacional de Astrof\u00edsica), It\u00e1lia, autor principal de um dos artigos cient\u00edficos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2405c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ff\/25\/abqOWord_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em torno de estrelas jovens e suas localiza\u00e7\u00f5es no seio da nuvem rica em g\u00e1s de Touro, a aproximadamente 600 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra. As imagens dos discos foram capturadas pelo instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO. No total, a equipa observou 43 estrelas na regi\u00e3o de Touro, estando todas aqui apresentadas (apesar de terem sido detetados discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em apenas 39 delas). A imagem de fundo mostra uma vista infravermelha da regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Touro capturada pelo IRAS (Infrared Astronomical Satellite).<br>Cr\u00e9dito: ESO\/A.Garufi et al.; IRAS<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A equipa estudou um total de 86 estrelas em tr\u00eas regi\u00f5es diferentes de forma\u00e7\u00e3o estelar da nossa Gal\u00e1xia: Touro e Camale\u00e3o I, ambas a cerca de 600 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra, e Orionte, uma nuvem rica em g\u00e1s a cerca de 1600 anos-luz de n\u00f3s, que \u00e9 conhecida por ser o local de nascimento de v\u00e1rias estrelas mais massivas do que o Sol. As observa\u00e7\u00f5es foram recolhidas por uma enorme equipa internacional, composta por cientistas de mais de 10 pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa conseguiu retirar v\u00e1rias conclus\u00f5es importantes do conjunto de dados obtido. Por exemplo, em Orionte descobriu-se que as estrelas em grupos de duas ou mais tinham menos probabilidade de possuir grandes discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. Este \u00e9 um resultado significativo, dado que, ao contr\u00e1rio do nosso Sol, a maioria das estrelas da nossa Gal\u00e1xia t\u00eam companheiras. Para al\u00e9m disso, o aspeto irregular dos discos nesta regi\u00e3o sugere a possibilidade de existirem planetas massivos no seu seio, o que poder\u00e1 dar origem \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o e desalinhamento que observamos nestes discos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2405d.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/6c\/10\/Zz2b4kvQ_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em torno de estrelas jovens e suas localiza\u00e7\u00f5es no seio da nuvem rica em g\u00e1s de Camale\u00e3o I, a aproximadamente 600 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra. As imagens dos discos foram capturadas pelo instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO. No total, a equipa observou 20 estrelas na regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Camale\u00e3o I, tendo detetado discos em 13 delas. A imagem de fundo mostra uma vista infravermelha de Camale\u00e3o I capturada pelo Observat\u00f3rio Espacial Herschel.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/C. Ginski et al.; ESA\/Herschel<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Embora os discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria se possam estender por dist\u00e2ncias centenas de vezes superiores \u00e0 dist\u00e2ncia entre a Terra e o Sol, a sua localiza\u00e7\u00e3o a v\u00e1rias centenas de anos-luz de n\u00f3s faz com que nos pare\u00e7am pequenos pontinhos no c\u00e9u noturno. Para observar os discos, a equipa utilizou o instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) instalado no VLT do ESO. O sistema de \u00f3tica adaptativa de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o do SPHERE corrige os efeitos de turbul\u00eancia da atmosfera terrestre, dando-nos imagens muito n\u00edtidas dos discos. Deste modo, a equipa conseguiu obter imagens de discos em torno de estrelas com massas t\u00e3o baixas como metade da massa do Sol, que s\u00e3o normalmente demasiado t\u00e9nues para a maioria dos outros instrumentos atualmente dispon\u00edveis. Foram ainda obtidos dados adicionais para este estudo com o instrumento X-shooter do VLT, o que permitiu aos astr\u00f3nomos determinar a idade e a massa das estrelas. Por sua vez, o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), do qual o ESO \u00e9 um parceiro, ajudou a equipa a compreender melhor a quantidade de poeira que envolve algumas das estrelas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2405e.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/38\/be\/oHRkcu2j_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem composta mostra o disco de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria MWC 758, situado a cerca de 500 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra, na regi\u00e3o de Touro, observado por duas infraestruturas.<br>A amarelo temos observa\u00e7\u00f5es infravermelhas obtidas com o instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO. As regi\u00f5es azuis correspondem a observa\u00e7\u00f5es levadas a cabo pelo ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), do qual o ESO \u00e9 um parceiro.<br>Estas infraestruturas permitem aos astr\u00f3nomos mapear a distribui\u00e7\u00e3o da poeira em torno desta e doutras estrelas de maneiras diferentes mas complementares. O SPHERE recolhe a luz da estrela hospedeira que foi dispersada pela poeira que a rodeia, enquanto o ALMA regista a radia\u00e7\u00e3o emitida diretamente pela pr\u00f3pria poeira. Estas observa\u00e7\u00f5es combinadas ajudam os astr\u00f3nomos a compreender melhor como \u00e9 que os planetas se podem formar nos discos poeirentos que rodeiam as estrelas jovens.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/A. Garufi et al.; R. Dong et al.; ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>\u00c0 medida que a tecnologia avan\u00e7a, a equipa espera observar ainda mais profundamente o centro dos sistemas de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. O enorme espelho de 39 metros do futuro ELT (Extremely Large Telescope) do ESO, por exemplo, permitir\u00e1 \u00e0 equipa estudar as regi\u00f5es mais interiores em torno de estrelas jovens, onde se poder\u00e3o estar a formar planetas rochosos como o nosso.<\/p>\n\n\n\n<p>Por enquanto, estas imagens revolucion\u00e1rias fornecem aos investigadores uma enorme quantidade de dados que ajudar\u00e3o a desvendar os mist\u00e9rios da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. &#8220;\u00c9 quase po\u00e9tico que os processos que marcam o in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o de planetas e, em \u00faltima an\u00e1lise, da vida, tal como aconteceu no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, sejam t\u00e3o belos&#8221;, conclui Per-Gunnar Valeg\u00e5rd, um estudante de doutoramento da Universidade de Amesterd\u00e3o, nos Pa\u00edses Baixos, que liderou o estudo da regi\u00e3o de Orionte. Valeg\u00e5rd, que tamb\u00e9m \u00e9 professor a tempo parcial na Escola Internacional de Hilversum, nos Pa\u00edses Baixos, espera que as imagens inspirem os seus alunos a tornarem-se cientistas no futuro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Survey reveals secrets of planet birth around dozens of stars | ESOcast Light\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pmJb8Ai348c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso2405\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universityofgalway.ie\/about-us\/news-and-events\/news-archive\/2024\/february\/space-research-sheds-new-light-on-formation-of-planets.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Galway (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.uva.nl\/en\/shared-content\/subsites\/anton-pannekoek-instituut-voor-sterrenkunde\/en\/news\/2024\/03\/groundbreaking.html?origin=kUP+yx6UTZqvuJiCJKnnEQ\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Amesterd\u00e3o (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/202244005\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar Camale\u00e3o I (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2403.02149v1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar Camale\u00e3o I (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/202347586\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Touro (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2403.02158v1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Touro (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/202347452\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Orionte (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2403.02156\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Orionte (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nebular_hypothesis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Camale\u00e3o I:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chamaeleon_complex#Chamaeleon_I_dark_cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Touro:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Taurus_molecular_cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar de Orionte:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Orion_molecular_cloud_complex\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/vlt-instr\/sphere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPHERE (ESO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/vlt-instr\/x-shooter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X-shooter (ESO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ELT (Extremely Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/e-elt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/eelt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/European_Extremely_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este trabalho de investiga\u00e7\u00e3o re\u00fane observa\u00e7\u00f5es de mais de 80 estrelas jovens que podem ter planetas a formar-se em seu redor. Esta pequena sele\u00e7\u00e3o do rastreio mostra 10 discos das tr\u00eas regi\u00f5es da nossa Gal\u00e1xia que foram estudadas. V351 Ori e V1012 Ori situam-se na mais distante das tr\u00eas regi\u00f5es, a nuvem rica em g\u00e1s &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6811,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,1],"tags":[305,1480,306,528,166,289,345,893,107],"class_list":["post-6810","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-telescopios-profissionais","tag-alma","tag-camaleao-i","tag-disco-protoplanetario","tag-elt","tag-eso","tag-formacao-planetaria","tag-nuvem-molecular-de-orionte","tag-nuvem-molecular-de-touro","tag-vlt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6810"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6812,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6810\/revisions\/6812"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6811"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}