{"id":6796,"date":"2024-03-01T07:27:09","date_gmt":"2024-03-01T06:27:09","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6796"},"modified":"2024-03-01T07:27:10","modified_gmt":"2024-03-01T06:27:10","slug":"webb-descobre-que-as-galaxias-anas-reionizaram-o-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/03\/01\/webb-descobre-que-as-galaxias-anas-reionizaram-o-universo\/","title":{"rendered":"Webb descobre que as gal\u00e1xias an\u00e3s reionizaram o Universo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2305a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"779\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SBUCG6ON_o-1024x779.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5820\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SBUCG6ON_o-1024x779.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SBUCG6ON_o-300x228.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SBUCG6ON_o-768x584.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/SBUCG6ON_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os astr\u00f3nomos estimam que 50.000 fontes de luz no infravermelho pr\u00f3ximo est\u00e3o representadas nesta imagem do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA. A sua luz percorreu dist\u00e2ncias vari\u00e1veis para alcan\u00e7ar os detetores do telesc\u00f3pio, representando a imensid\u00e3o do espa\u00e7o numa \u00fanica imagem.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, I. Labbe (Universidade de Swinburne) e R. Bezanson (Universidade de Pittsburgh); processamento de imagem &#8211; Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando as capacidades sem precedentes do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, uma equipa internacional de cientistas obteve as primeiras observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas das gal\u00e1xias mais t\u00e9nues durante os primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo. Estas descobertas ajudam a responder a uma quest\u00e3o de longa data dos astr\u00f3nomos: que fontes causaram a reioniza\u00e7\u00e3o do Universo?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda h\u00e1 muito por compreender sobre o per\u00edodo, no in\u00edcio da hist\u00f3ria do Universo, conhecido como a era da reioniza\u00e7\u00e3o. Foi um per\u00edodo de escurid\u00e3o sem estrelas ou gal\u00e1xias, preenchido por uma densa n\u00e9voa de hidrog\u00e9nio gasoso, at\u00e9 que as primeiras estrelas ionizaram o g\u00e1s \u00e0 sua volta e a luz come\u00e7ou a viajar. Os astr\u00f3nomos passaram d\u00e9cadas a tentar identificar as fontes que emitiam radia\u00e7\u00e3o suficientemente poderosa para dissipar gradualmente este nevoeiro de hidrog\u00e9nio que cobria o Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O programa UNCOVER (Ultradeep NIRSpec and NIRCam ObserVations before the Epoch of Reionization) consiste em observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas e de imagem do enxame Abell 2744. Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos utilizou a lente gravitacional deste alvo, tamb\u00e9m conhecido como Enxame de Pandora, para investigar as fontes do per\u00edodo de reioniza\u00e7\u00e3o do Universo. As lentes gravitacionais ampliam e distorcem o aspeto de gal\u00e1xias ainda mais distantes, pelo que t\u00eam um aspeto muito diferente das que se encontram em primeiro plano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A &#8220;lente&#8221; deste enxame massivo de gal\u00e1xias deforma o tecido do pr\u00f3prio espa\u00e7o de tal modo que a luz de gal\u00e1xias distantes, que passa atrav\u00e9s do espa\u00e7o deformado, tamb\u00e9m assume um aspeto deformado. O efeito de amplia\u00e7\u00e3o permitiu \u00e0 equipa estudar fontes muito distantes de luz para l\u00e1 de Abell 2744, revelando oito gal\u00e1xias extremamente t\u00e9nues que, de outra forma, seriam indetet\u00e1veis, at\u00e9 para o Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa descobriu que estas gal\u00e1xias t\u00e9nues s\u00e3o produtoras de imensa luz ultravioleta, a n\u00edveis quatro vezes superiores ao que se supunha anteriormente. Isto significa que a maior parte dos fot\u00f5es que reionizaram o Universo prov\u00e9m provavelmente destas gal\u00e1xias an\u00e3s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta revela o papel crucial desempenhado pelas gal\u00e1xias ultrafracas na evolu\u00e7\u00e3o inicial do Universo&#8221;, disse Iryna Chemerynska, membro da equipa, do Instituto de Astrof\u00edsica de Paris, Fran\u00e7a. &#8220;Produzem fot\u00f5es ionizantes que transformam o hidrog\u00e9nio neutro em plasma ionizado durante a reioniza\u00e7\u00e3o c\u00f3smica. Isto real\u00e7a a import\u00e2ncia de compreender o papel das gal\u00e1xias de baixa massa na hist\u00f3ria do Universo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas pot\u00eancias c\u00f3smicas emitem coletivamente energia mais do que suficiente para fazer o trabalho&#8221;, acrescentou o l\u00edder da equipa, Hakim Atek, tamb\u00e9m do Instituto de Astrof\u00edsica de Paris e autor principal do artigo cient\u00edfico que descreve este resultado. &#8220;Apesar do seu tamanho min\u00fasculo, estas gal\u00e1xias de baixa massa s\u00e3o produtoras prol\u00edficas de radia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, e a sua abund\u00e2ncia durante este per\u00edodo \u00e9 t\u00e3o substancial que a sua influ\u00eancia coletiva pode transformar todo o estado do Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para chegar a esta conclus\u00e3o, a equipa come\u00e7ou por combinar dados extremamente sens\u00edveis de imagem do Webb com imagens de Abell 2744 obtidas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA para selecionar gal\u00e1xias candidatas extremamente t\u00e9nues na \u00e9poca da reioniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seguiu-se ent\u00e3o espetroscopia com o instrumento NIRSpec (Near-InfraRed Spectrograph) do Webb. O componente MSA (Multi-Shutter Assembly) deste instrumento foi utilizado para captar v\u00e1rios espetros destas gal\u00e1xias t\u00e9nues. Esta \u00e9 a primeira vez que os cientistas estimam de forma fi\u00e1vel a frequ\u00eancia das gal\u00e1xias t\u00e9nues. Os resultados confirmam que s\u00e3o o tipo de gal\u00e1xias mais abundante durante a \u00e9poca da reioniza\u00e7\u00e3o. \u00c9 tamb\u00e9m a primeira vez que se mede o poder de ioniza\u00e7\u00e3o destas gal\u00e1xias, o que permite aos astr\u00f3nomos determinar que est\u00e3o a produzir radia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica suficiente para ionizar o Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A incr\u00edvel sensibilidade do NIRSpec, combinada com a amplia\u00e7\u00e3o gravitacional proporcionada pelo enxame Abell 2744, permitiu-nos identificar e estudar em pormenor estas gal\u00e1xias dos primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo, apesar de serem mais de 100 vezes mais fracas do que a nossa Via L\u00e1ctea&#8221;, continuou Hakim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num pr\u00f3ximo programa de observa\u00e7\u00e3o do Webb, denominado GLIMPSE, os cientistas obter\u00e3o as observa\u00e7\u00f5es mais sens\u00edveis alguma vez efetuadas do c\u00e9u. Ao apontar para outro enxame gal\u00e1ctico, chamado Abell S1063, ser\u00e3o identificadas gal\u00e1xias ainda mais fracas durante a \u00e9poca da reioniza\u00e7\u00e3o. Isto permitir\u00e1 aos cientistas verificar se as gal\u00e1xias an\u00e3s do estudo atual s\u00e3o t\u00edpicas da distribui\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica a larga escala. Uma vez que estes novos resultados se baseiam em observa\u00e7\u00f5es obtidas num \u00fanico campo, a equipa salienta que as propriedades ionizantes das gal\u00e1xias fracas podem ser diferentes se estas residirem em regi\u00f5es mais densas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por conseguinte, observa\u00e7\u00f5es adicionais num campo diferente fornecer\u00e3o novos conhecimentos e ajudar\u00e3o a verificar estas conclus\u00f5es. As observa\u00e7\u00f5es do programa GLIMPSE tamb\u00e9m ajudar\u00e3o os astr\u00f3nomos a investigar o per\u00edodo conhecido como &#8220;amanhecer c\u00f3smico&#8221;, quando o Universo tinha apenas alguns milh\u00f5es de anos, para melhorar a nossa compreens\u00e3o do aparecimento das primeiras gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram publicados na revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_finds_dwarf_galaxies_reionised_the_Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2405\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.psu.edu\/news\/research\/story\/cosmic-lighthouses-cleared-primordial-fog-identified-jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Estado da Pensilv\u00e2nia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.swinburne.edu.au\/news\/2024\/02\/New-JWST-low-mass-galaxy-observations-could-help-settle-scientific-debate-about-early-universe-origins\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Swinburne (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-024-07043-6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1035923\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/165936\/dwarf-galaxies-banished-the-darkness-and-lit-up-the-early-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-02-webb-dwarf-galaxies-reionized-universe.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2024\/02\/28\/dwarf-galaxies-first-starlight-universe\/2831709152064\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxame de Pandora (Abell 2744):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Abell_2744\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reionization\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reioniza\u00e7\u00e3o (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Programa UNCOVER:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/jwst-uncover.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GitHub<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos estimam que 50.000 fontes de luz no infravermelho pr\u00f3ximo est\u00e3o representadas nesta imagem do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA. 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