{"id":6753,"date":"2024-02-16T07:17:41","date_gmt":"2024-02-16T06:17:41","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6753"},"modified":"2024-02-16T07:17:42","modified_gmt":"2024-02-16T06:17:42","slug":"a-descoberta-de-galaxias-ultramassivas-inesperadas-pode-nao-reescrever-a-cosmologia-mas-ainda-deixa-questoes-em-aberto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/02\/16\/a-descoberta-de-galaxias-ultramassivas-inesperadas-pode-nao-reescrever-a-cosmologia-mas-ainda-deixa-questoes-em-aberto\/","title":{"rendered":"A descoberta de gal\u00e1xias ultramassivas inesperadas pode n\u00e3o reescrever a cosmologia, mas ainda deixa quest\u00f5es em aberto"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/webb-first-deep-field.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1004\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-1004x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5245\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-1004x1024.jpg 1004w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-294x300.jpg 294w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o-768x783.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Nfme9IML_o.jpg 1041w\" sizes=\"auto, (max-width: 1004px) 100vw, 1004px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem infravermelha do Universo, capturada pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde que o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST) captou o seu primeiro vislumbre do Universo primitivo que os astr\u00f3nomos ficaram surpreendidos pela presen\u00e7a do que parecem ser mais gal\u00e1xias &#8220;ultramassivas&#8221; do que o esperado. Com base no modelo cosmol\u00f3gico mais amplamente aceite, estas gal\u00e1xias s\u00f3 deveriam ter sido capazes de evoluir muito mais tarde na hist\u00f3ria do Universo, o que levou a que se afirmasse que o modelo tem de ser alterado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto iria p\u00f4r em causa d\u00e9cadas de ci\u00eancia estabelecida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O desenvolvimento dos objetos no Universo \u00e9 hier\u00e1rquico. Come\u00e7am pequenos e v\u00e3o-se tornando cada vez maiores&#8221;, disse Julian Mu\u00f1oz, professor assistente de astronomia na Universidade do Texas em Austin e coautor de um estudo recente que testa altera\u00e7\u00f5es ao modelo cosmol\u00f3gico. O estudo conclui que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio rever o modelo cosmol\u00f3gico padr\u00e3o. No entanto, os astr\u00f3nomos poder\u00e3o ter de rever o que sabem sobre a forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o das primeiras gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cosmologia estuda a origem, a evolu\u00e7\u00e3o e a estrutura do nosso Universo, desde o Big Bang at\u00e9 ao presente. O modelo cosmol\u00f3gico mais amplamente aceite \u00e9 o chamado modelo Lambda-CDM (em ingl\u00eas, &#8220;Lambda-Cold Dark Matter&#8221;) ou &#8220;modelo cosmol\u00f3gico padr\u00e3o&#8221;. Embora o modelo esteja bem informado, muito sobre o Universo primitivo tem permanecido te\u00f3rico porque os astr\u00f3nomos n\u00e3o o podiam observar completamente, se \u00e9 que de todo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lan\u00e7ado em 1990, o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble foi fundamental no desenvolvimento e aperfei\u00e7oamento do modelo cosmol\u00f3gico padr\u00e3o. Observa o Universo no ultravioleta, no vis\u00edvel e nalguns comprimentos de onda do infravermelho pr\u00f3ximo. No entanto, isto torna-o mais adequado para observar certas coisas do que outras. Por exemplo, o Hubble est\u00e1 bem equipado para observar gal\u00e1xias mais pequenas que cont\u00eam frequentemente popula\u00e7\u00f5es mais elevadas de estrelas jovens, emissoras de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta, e menos poeira que tende a absorver comprimentos de onda mais curtos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lan\u00e7ado no final de 2021, o JWST constitui um complemento importante das capacidades do Hubble. Ao observar nos comprimentos de onda do infravermelho pr\u00f3ximo e m\u00e9dio, o JWST pode detetar objetos que s\u00e3o invis\u00edveis ao Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a abrir uma janela para o desconhecido&#8221;, disse Mu\u00f1oz. &#8220;Podemos agora testar as nossas teorias do Universo onde nunca o pudemos fazer antes.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01H3W8QBES46GXWSMNY54SR46V.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d8\/46\/I8gRW9h2_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ao observar diferentes partes do espetro eletromagn\u00e9tico, o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb s\u00e3o capazes de ver coisas diferentes nas mesmas partes do Universo.<br>Cr\u00e9dito: NASA, J. Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pouco depois do Big Bang, as coisas n\u00e3o eram perfeitamente uniformes. Pequenas varia\u00e7\u00f5es de densidade tiveram um grande impacto na futura estrutura e evolu\u00e7\u00e3o do Universo. As regi\u00f5es com maior densidade atra\u00edram mais mat\u00e9ria devido \u00e0 gravidade, o que levou \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de estruturas cada vez maiores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para se tornarem t\u00e3o grandes, t\u00e3o depressa, as gal\u00e1xias ultramassivas observadas pelo JWST s\u00f3 seriam, em teoria, poss\u00edveis se mais destas regi\u00f5es de maior densidade se tivessem desenvolvido logo ap\u00f3s o Big Bang. Para tal, seria necess\u00e1rio alterar o modelo cosmol\u00f3gico padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mu\u00f1oz e a sua equipa testaram esta hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Escolheram um intervalo de tempo c\u00f3smico para o qual est\u00e3o dispon\u00edveis observa\u00e7\u00f5es do JWST e do Hubble. Dentro deste intervalo, identificaram as gal\u00e1xias mais massivas dispon\u00edveis nos dados do JWST e calcularam a quantidade de altera\u00e7\u00e3o da densidade inicial do Universo que seria necess\u00e1ria para as formar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m calcularam quantas gal\u00e1xias mais pequenas resultariam desta mudan\u00e7a hipot\u00e9tica. Estas gal\u00e1xias mais pequenas adicionais teriam sido observadas pelo Hubble. &#8220;Mas n\u00e3o \u00e9 isso que estamos a ver&#8221;, explicou Mu\u00f1oz. &#8220;N\u00e3o se pode mudar a cosmologia o suficiente para explicar este problema de abund\u00e2ncia, dado que as observa\u00e7\u00f5es do Hubble tamb\u00e9m seriam afetadas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ent\u00e3o porque \u00e9 que o James Webb est\u00e1 a encontrar tantas gal\u00e1xias ultramassivas? Uma possibilidade \u00e9 que cont\u00eam buracos negros supermassivos. Estes buracos negros aqueceriam o g\u00e1s nas proximidades, fazendo com que as gal\u00e1xias parecessem mais brilhantes e, portanto, mais massivas do que realmente s\u00e3o. Ou as gal\u00e1xias podem n\u00e3o estar de facto no Universo primitivo, mas parecem estar porque a poeira est\u00e1 a torn\u00e1-las mais vermelhas do que realmente s\u00e3o. E este desvio faria com que as gal\u00e1xias parecessem mais distantes do que na realidade est\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.utexas.edu\/2024\/02\/13\/discovery-of-unexpected-ultramassive-galaxies-may-not-rewrite-cosmology-but-still-leaves-questions\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Texas em Austin (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/mcdonaldobservatory.org\/news\/releases\/20240209\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio McDonald (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/journals.aps.org\/prl\/abstract\/10.1103\/PhysRevLett.132.061002\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Physical Review Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2305.07049\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem infravermelha do Universo, capturada pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb.Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI Desde que o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST) captou o seu primeiro vislumbre do Universo primitivo que os astr\u00f3nomos ficaram surpreendidos pela presen\u00e7a do que parecem ser mais gal\u00e1xias &#8220;ultramassivas&#8221; 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