{"id":6726,"date":"2024-02-06T07:13:10","date_gmt":"2024-02-06T06:13:10","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6726"},"modified":"2024-02-06T07:13:10","modified_gmt":"2024-02-06T06:13:10","slug":"exoplanetas-semelhantes-a-neptuno-podem-ser-nublados-ou-ter-ceus-limpos-novas-descobertas-sugerem-a-razao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/02\/06\/exoplanetas-semelhantes-a-neptuno-podem-ser-nublados-ou-ter-ceus-limpos-novas-descobertas-sugerem-a-razao\/","title":{"rendered":"Exoplanetas semelhantes a Neptuno podem ser nublados ou ter c\u00e9us limpos &#8211; novas descobertas sugerem a raz\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2403a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/6zeJaSkY_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6715\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/6zeJaSkY_o.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/6zeJaSkY_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/6zeJaSkY_o-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do exoplaneta GJ 9827d, o mais pequeno exoplaneta onde, na sua atmosfera, foi detetado vapor de \u00e1gua.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/ESA\/Leah Hustak (STScI)\/Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo de &#8220;exoplanetas&#8221;, o nome que soa a fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica dado a todos os planetas no cosmos para l\u00e1 do nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, \u00e9 um campo relativamente novo. Os investigadores exoplanet\u00e1rios, como os do ExoLab da Universidade do Kansas, utilizam sobretudo dados de telesc\u00f3pios espaciais, como o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. Sempre que os cabe\u00e7alhos das not\u00edcias falam de descobertas de planetas &#8220;semelhantes \u00e0 Terra&#8221; ou de planetas com potencial para suportar vida como a conhecemos, est\u00e3o a referir-se a exoplanetas dentro da nossa pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jonathan Brande, um doutorando no ExoLab da Universidade do Kansas publicou, na revista cient\u00edfica The Astrophysical Journal Letters, resultados que mostram novos pormenores atmosf\u00e9ricos num conjunto de 15 exoplanetas semelhantes a Neptuno. Embora nenhum deles possa sustentar vida, uma melhor compreens\u00e3o do seu comportamento pode ajudar-nos a perceber porque \u00e9 que n\u00e3o temos um pequeno Neptuno, enquanto a maioria dos sistemas solares parece ter um planeta desta classe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nos \u00faltimos anos, o meu objetivo tem sido estudar as atmosferas dos exoplanetas atrav\u00e9s de uma t\u00e9cnica conhecida como espetroscopia de transmiss\u00e3o&#8221;, disse Brande. &#8220;Quando um planeta transita, ou seja, se move entre a nossa linha de vis\u00e3o e a estrela que orbita, a luz estelar passa atrav\u00e9s da atmosfera do planeta, sendo absorvida pelos v\u00e1rios gases presentes. Ao captarmos um espetro da estrela &#8211; passando a luz por um instrumento chamado espetr\u00f3grafo, semelhante a pass\u00e1-la por um prisma &#8211; observamos um arco-\u00edris, medindo o brilho das diferentes cores constituintes. \u00c1reas variadas de brilho ou diminui\u00e7\u00e3o de brilho, no espetro, revelam os gases que absorvem a luz na atmosfera do planeta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com esta metodologia, Brande publicou h\u00e1 v\u00e1rios anos um artigo cient\u00edfico sobre o &#8220;Neptuno quente&#8221; TOI-674 b, onde apresentou observa\u00e7\u00f5es que indicavam a presen\u00e7a de vapor de \u00e1gua na sua atmosfera. Estas observa\u00e7\u00f5es faziam parte de um programa mais vasto liderado pelo orientador de Brande, Ian Crossfield, professor associado de f\u00edsica e astronomia na Universidade do Kansas, com o objetivo de observar atmosferas de exoplanetas do tamanho de Neptuno.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/18\/73\/CiJl4K8s_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/18\/73\/CiJl4K8s_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o de TOI-674 b, com uma atmosfera que tem, segundo um estudo recente, vapor de \u00e1gua.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Queremos compreender o comportamento destes planetas, dado que aqueles ligeiramente maiores que a Terra e mais pequenos que Neptuno s\u00e3o os mais comuns na Gal\u00e1xia&#8221;, disse Brande.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este mais recente artigo cient\u00edfico resume as observa\u00e7\u00f5es desse programa, incorporando dados de observa\u00e7\u00f5es adicionais para explicar porque \u00e9 que alguns planetas parecem nublados enquanto outros t\u00eam c\u00e9us limpos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O objetivo \u00e9 explorar as explica\u00e7\u00f5es f\u00edsicas por detr\u00e1s dos diferentes aspetos destes planetas&#8221;, disse Brande.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brande e os seus coautores tomaram especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0s regi\u00f5es onde os exoplanetas tendem a formar nuvens ou neblinas no alto da sua atmosfera. Quando esses aeross\u00f3is atmosf\u00e9ricos est\u00e3o presentes, o investigador disse que as neblinas podem bloquear a filtragem da luz atrav\u00e9s da atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se um planeta tiver uma nuvem mesmo acima da superf\u00edcie, com centenas de quil\u00f3metros de ar limpo por cima, a luz estelar pode facilmente passar atrav\u00e9s do c\u00e9u limpo e ser absorvida apenas pelos gases espec\u00edficos nessa parte da atmosfera&#8221;, disse Brande. &#8220;No entanto, se a nuvem estiver posicionada muito acima, as nuvens s\u00e3o geralmente opacas em todo o espetro eletromagn\u00e9tico. Embora as neblinas tenham caracter\u00edsticas espectrais, para o nosso trabalho, em que nos concentramos numa gama relativamente estreita com o Hubble, tamb\u00e9m produzem espetros quase planos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Brande, quando estes aeross\u00f3is est\u00e3o presentes no alto da atmosfera, n\u00e3o h\u00e1 um caminho claro para a luz passar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com o Hubble, o \u00fanico g\u00e1s a que somos mais sens\u00edveis \u00e9 o vapor de \u00e1gua&#8221;, disse. &#8220;Se observarmos vapor de \u00e1gua na atmosfera de um planeta, isso \u00e9 uma boa indica\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o existem nuvens suficientemente altas para bloquear a sua absor\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, se o vapor de \u00e1gua n\u00e3o for observado e apenas se observar um espetro plano, apesar de se saber que o planeta deve ter uma atmosfera alargada, isso sugere a presen\u00e7a prov\u00e1vel de nuvens ou neblinas a maiores altitudes.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brande liderou o trabalho de uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, incluindo Crossfield e colaboradores do Instituto Max Planck em Heidelberg, Alemanha, uma coorte liderada por Laura Kreidberg, e investigadores da Universidade do Texas, Austin, liderados por Caroline Morley.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brande e os seus coautores abordaram a sua an\u00e1lise de forma diferente dos esfor\u00e7os anteriores, concentrando-se na determina\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros f\u00edsicos das atmosferas dos pequenos Neptunos. Em contraste, as an\u00e1lises anteriores envolveram frequentemente a adapta\u00e7\u00e3o de um \u00fanico modelo espectral \u00e0s observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Normalmente, os investigadores pegam num modelo atmosf\u00e9rico com conte\u00fado de \u00e1gua pr\u00e9-computado, escalam-no e deslocam-no para corresponder aos planetas observados na sua amostra&#8221;, disse Brande. &#8220;Esta abordagem indica se o espetro \u00e9 limpo ou nublado, mas n\u00e3o fornece qualquer informa\u00e7\u00e3o sobre a quantidade de vapor de \u00e1gua ou sobre a localiza\u00e7\u00e3o das nuvens na atmosfera&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em vez disso, Brande utilizou uma t\u00e9cnica conhecida como &#8220;recupera\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto envolveu modelar a atmosfera atrav\u00e9s de v\u00e1rios par\u00e2metros planet\u00e1rios, tais como a quantidade de vapor de \u00e1gua e a localiza\u00e7\u00e3o das nuvens, iterando ao longo de centenas e milhares de simula\u00e7\u00f5es para encontrar a configura\u00e7\u00e3o mais adequada&#8221;, disse. &#8220;As nossas recupera\u00e7\u00f5es deram-nos o espetro do modelo mais adequado para cada planeta, a partir do qual calcul\u00e1mos o grau de nebulosidade do planeta. Depois, compar\u00e1mos os graus medidos com um conjunto separado de modelos de Caroline Morley, o que nos permitiu ver que os nossos resultados est\u00e3o de acordo com as expetativas para planetas semelhantes. Ao examinar o comportamento das nuvens e da neblina, os nossos modelos indicaram que as nuvens se ajustam melhor do que as neblinas. O par\u00e2metro de efici\u00eancia de sedimenta\u00e7\u00e3o, que reflete a compacidade das nuvens, sugeriu que os planetas observados tinham efici\u00eancias de sedimenta\u00e7\u00e3o relativamente baixas, resultando em nuvens fofas. Estas nuvens, constitu\u00eddas por part\u00edculas como got\u00edculas de \u00e1gua, permaneciam suspensas na atmosfera devido \u00e0 sua baixa tend\u00eancia de sedimenta\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas de Brande fornecem conhecimentos sobre o comportamento destas atmosferas planet\u00e1rias e causaram um &#8220;interesse substancial&#8221; quando as apresentou num recente encontro da Sociedade Astron\u00f3mica Americana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Outras descobertas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, Brande faz parte de um programa internacional de observa\u00e7\u00e3o, liderado por Crossfield, que no final do m\u00eas de janeiro anunciou a descoberta de vapor de \u00e1gua em GJ 9827d &#8211; um planeta t\u00e3o quente como V\u00e9nus, a 97 anos-luz da Terra, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Peixes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es, feitas com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, mostram que o planeta pode ser apenas um exemplo de planetas ricos em \u00e1gua na Via L\u00e1ctea. As observa\u00e7\u00f5es foram anunciadas por uma equipa liderada por Pierre-Alexis Roy do iREx (Instituto Trottier para a Investiga\u00e7\u00e3o sobre Exoplanetas) da Universidade de Montreal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Est\u00e1vamos \u00e0 procura de vapor de \u00e1gua nas atmosferas de sub-Neptunos&#8221;, disse Brande. &#8220;O artigo de Pierre-Alexis \u00e9 o mais recente desse esfor\u00e7o principal porque foram necess\u00e1rias cerca de 10 ou 11 \u00f3rbitas ou tr\u00e2nsitos planet\u00e1rios para fazer a dete\u00e7\u00e3o do vapor de \u00e1gua. O espetro de Pierre-Alexis foi inclu\u00eddo no nosso trabalho como um dos pontos de dados, e inclu\u00edmos todos os planetas da sua proposta e at\u00e9 outros estudados na literatura, fortalecendo os nossos resultados. Estivemos em estreita comunica\u00e7\u00e3o com eles durante a cria\u00e7\u00e3o de ambos os artigos cient\u00edficos para garantir que est\u00e1vamos a utilizar os resultados atualizados adequados e para refletir com precis\u00e3o as suas descobertas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.ku.edu\/news\/article\/neptune-like-exoplanets-can-be-cloudy-or-clear-new-findings-suggest-the-reason-why\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Kansas (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ad1b5c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/browse.arxiv.org\/abs\/2310.07714\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-674 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7898\/toi-674-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/TOI-674%20b#planet_TOI-674-b_collapsible\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_674_b--7891\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GJ 9827d:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7192\/gj-9827-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/GJ%209827d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/gj_9827_d--6625\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/GJ_9827#Planetary_system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sub-Neptune\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sub-Neptuno (Wikipedia)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista do exoplaneta GJ 9827d, o mais pequeno exoplaneta onde, na sua atmosfera, foi detetado vapor de \u00e1gua.Cr\u00e9dito: NASA\/ESA\/Leah Hustak (STScI)\/Ralf Crawford (STScI) O estudo 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