{"id":6720,"date":"2024-02-02T07:15:04","date_gmt":"2024-02-02T06:15:04","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6720"},"modified":"2024-02-02T07:15:05","modified_gmt":"2024-02-02T06:15:05","slug":"astronomos-detetam-18-buracos-negros-que-devoram-estrelas-proximas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/02\/02\/astronomos-detetam-18-buracos-negros-que-devoram-estrelas-proximas\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos detetam 18 buracos negros que devoram estrelas pr\u00f3ximas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/KoKylZho_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/KoKylZho_o-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6721\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/KoKylZho_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/KoKylZho_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/KoKylZho_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/KoKylZho_o.jpg 1350w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) identificaram 18 novos eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s (com a sigla inglesa &#8220;TDEs&#8221;, &#8220;tidal disruption events&#8221;) &#8211; casos extremos em que uma estrela pr\u00f3xima \u00e9 atra\u00edda para um buraco negro e dilacerada. As dete\u00e7\u00f5es mais do que duplicam o n\u00famero de TDEs conhecidos no Universo pr\u00f3ximo.<br>Cr\u00e9dito: MIT<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros, destruidores de estrelas, est\u00e3o por todo o lado no c\u00e9u, se soubermos como os procurar. \u00c9 esta a mensagem de um novo estudo efetuado por cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology), publicado na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores do estudo relatam a descoberta de 18 novos eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s (com a sigla inglesa &#8220;TDEs&#8221;, &#8220;tidal disruption events&#8221;) &#8211; casos extremos em que uma estrela pr\u00f3xima \u00e9 atra\u00edda para um buraco negro e dilacerada. Enquanto o buraco negro se alimenta, emite uma enorme explos\u00e3o de energia em todo o espetro eletromagn\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos detetaram eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s anteriores procurando explos\u00f5es caracter\u00edsticas no vis\u00edvel e em raios X. At\u00e9 \u00e0 data, essas pesquisas revelaram cerca de uma d\u00fazia de eventos de destrui\u00e7\u00e3o estelar no Universo pr\u00f3ximo. Os novos TDEs da equipa do MIT mais do que duplicam o cat\u00e1logo de eventos deste tipo conhecidos no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores descobriram estes eventos anteriormente &#8220;ocultos&#8221; atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o numa banda n\u00e3o convencional: o infravermelho. Para al\u00e9m de emitirem explos\u00f5es no vis\u00edvel e em raios X, os TDEs podem gerar radia\u00e7\u00e3o infravermelha, particularmente em gal\u00e1xias &#8220;poeirentas&#8221;, onde um buraco negro central est\u00e1 envolto em detritos gal\u00e1cticos. A poeira nestas gal\u00e1xias normalmente absorve e obscurece a luz \u00f3tica e de raios-X, e qualquer sinal de TDEs nestas bandas. No processo, a poeira tamb\u00e9m aquece, produzindo radia\u00e7\u00e3o infravermelha que \u00e9 detet\u00e1vel. A equipa descobriu que as emiss\u00f5es infravermelhas podem, portanto, servir como sinal de eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao olhar para a banda do infravermelho, a equipa do MIT detetou muitos mais TDEs, em gal\u00e1xias onde tais eventos estavam anteriormente escondidos. Os 18 novos eventos ocorreram em diferentes tipos de gal\u00e1xias, espalhadas pelo c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A maioria destas fontes n\u00e3o aparece nas bandas \u00f3ticas&#8221;, diz a autora principal Megan Masterson, estudante do Instituto Kavli para a Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT. &#8220;Se quisermos compreender os TDEs como um todo e us\u00e1-los para sondar a demografia dos buracos negros supermassivos, temos de olhar para a banda do infravermelho&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outros autores do MIT incluem Kishalay De, Christos Panagiotou, Anna-Christina Eilers, Danielle Frostig e Robert Simcoe, e a professora assistente de f\u00edsica do MIT Erin Kara, juntamente com colaboradores de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es, incluindo o Instituto Max Planck de F\u00edsica Extraterrestre na Alemanha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pico de calor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa detetou recentemente o evento de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s mais pr\u00f3ximo de sempre, atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es infravermelhas. A descoberta abriu uma nova via, baseada no infravermelho, pela qual os astr\u00f3nomos podem procurar buracos negros que se alimentem ativamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa primeira dete\u00e7\u00e3o levou o grupo a procurar mais TDEs. Para o seu novo estudo, os investigadores analisaram observa\u00e7\u00f5es de arquivo efetuadas pelo NEOWISE &#8211; a vers\u00e3o renovada do WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA. Este telesc\u00f3pio espacial foi lan\u00e7ado em 2009 e, ap\u00f3s uma breve paragem, continuou a analisar todo o c\u00e9u em busca de &#8220;transientes&#8221; infravermelhos, ou surtos breves.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa analisou as observa\u00e7\u00f5es arquivadas da miss\u00e3o utilizando um algoritmo desenvolvido pelo coautor Kishalay De. Este algoritmo identifica padr\u00f5es nas emiss\u00f5es infravermelhas que s\u00e3o provavelmente sinais de uma explos\u00e3o transiente de radia\u00e7\u00e3o. A equipa cruzou ent\u00e3o as refer\u00eancias dos transientes assinalados com um cat\u00e1logo de todas as gal\u00e1xias pr\u00f3ximas conhecidas num raio de 200 megaparsecs, ou 600 milh\u00f5es de anos-luz. Descobriram que os transientes infravermelhos podiam ser localizados em cerca de 1000 gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em seguida, debru\u00e7aram-se sobre o sinal do surto infravermelho de cada gal\u00e1xia para determinar se era origin\u00e1rio de uma fonte que n\u00e3o um TDE, como um n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo ou uma supernova. Depois de exclu\u00edrem estas possibilidades, a equipa analisou os restantes sinais, procurando um padr\u00e3o infravermelho caracter\u00edstico de um evento de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s &#8211; nomeadamente, um pico acentuado seguido de uma descida gradual, refletindo o processo pelo qual um buraco negro, ao despeda\u00e7ar uma estrela, aquece subitamente a poeira circundante at\u00e9 cerca de 1000 K, antes de arrefecer gradualmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta an\u00e1lise revelou 18 sinais &#8220;limpos&#8221; de eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s. Os investigadores fizeram um levantamento das gal\u00e1xias em que cada TDE foi encontrado, e verificaram que ocorreram numa s\u00e9rie de sistemas, incluindo gal\u00e1xias poeirentas, em todo o c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se olh\u00e1ssemos para o c\u00e9u e v\u00edssemos um monte de gal\u00e1xias, os TDEs ocorreriam de forma representativa em todas elas&#8221;, diz Masterson. &#8220;N\u00e3o \u00e9 que estejam a ocorrer apenas num tipo de gal\u00e1xia, como se pensava com base apenas em estudos \u00f3ticos e de raios X.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 agora poss\u00edvel espreitar atrav\u00e9s da poeira e completar o censo de TDEs pr\u00f3ximos&#8221;, diz Edo Berger, professor de astronomia na Universidade de Harvard, que n\u00e3o esteve envolvido no estudo. &#8220;Um aspeto particularmente excitante deste trabalho \u00e9 o potencial de estudos de seguimento com grandes levantamentos infravermelhos, e estou entusiasmado por ver que descobertas ir\u00e3o produzir.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma solu\u00e7\u00e3o poeirenta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas da equipa ajudam a resolver algumas quest\u00f5es importantes no estudo dos eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s. Por exemplo, antes deste trabalho, os astr\u00f3nomos tinham visto TDEs sobretudo num tipo de gal\u00e1xia &#8211; um sistema &#8220;p\u00f3s-forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva&#8221; que tinha sido anteriormente uma f\u00e1brica de forma\u00e7\u00e3o de estrelas, mas que, entretanto, se estabilizou. Este tipo de gal\u00e1xia \u00e9 raro, e os astr\u00f3nomos ficaram intrigados com a raz\u00e3o pela qual os TDEs pareciam estar a aparecer apenas nestes sistemas mais raros. Acontece que estes sistemas s\u00e3o tamb\u00e9m relativamente desprovidos de poeira, o que torna as emiss\u00f5es \u00f3ticas ou de raios X de um TDE naturalmente mais f\u00e1ceis de detetar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, ao olhar para a banda do infravermelho, os astr\u00f3nomos conseguem ver TDEs em muitas mais gal\u00e1xias. Os novos resultados da equipa mostram que os buracos negros podem devorar estrelas numa s\u00e9rie de gal\u00e1xias, e n\u00e3o apenas em sistemas p\u00f3s-forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados tamb\u00e9m resolvem um problema de &#8220;energia em falta&#8221;. Os f\u00edsicos previram teoricamente que os TDEs deveriam irradiar mais energia do que a que foi efetivamente observada. Mas a equipa do MIT afirma agora que a poeira pode explicar a discrep\u00e2ncia. Descobriram que, se um TDE ocorre numa gal\u00e1xia poeirenta, a pr\u00f3pria poeira pode absorver n\u00e3o s\u00f3 as emiss\u00f5es \u00f3ticas e de raios-X, mas tamb\u00e9m a radia\u00e7\u00e3o ultravioleta extrema, numa quantidade equivalente \u00e0 presum\u00edvel &#8220;energia em falta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As 18 novas dete\u00e7\u00f5es est\u00e3o tamb\u00e9m a ajudar os astr\u00f3nomos a estimar a taxa de ocorr\u00eancia de TDEs numa dada gal\u00e1xia. Quando se comparam os novos eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s com as dete\u00e7\u00f5es anteriores, estima-se que uma gal\u00e1xia tenha um TDE a cada 50.000 anos. Este ritmo aproxima-se das previs\u00f5es te\u00f3ricas dos f\u00edsicos. Com mais observa\u00e7\u00f5es no infravermelho, a equipa espera resolver a taxa de TDEs e as propriedades dos buracos negros que os alimentam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os cientistas estavam a encontrar solu\u00e7\u00f5es muito ex\u00f3ticas para estes puzzles e agora cheg\u00e1mos a um ponto em que podemos resolv\u00ea-los a todos&#8221;, diz Kara. &#8220;Isto d\u00e1-nos a confian\u00e7a de que n\u00e3o precisamos de toda esta f\u00edsica ex\u00f3tica para explicar o que estamos a ver. E temos um melhor controlo da mec\u00e2nica por detr\u00e1s da forma como uma estrela \u00e9 despeda\u00e7ada e engolida por um buraco negro. Estamos a compreender melhor estes sistemas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2024\/astronomers-spot-eighteen-black-holes-gobbling-nearby-stars-0129\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ad18bb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2401.01403\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1032723\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/black-holes-tidal-disruption-events-spaghettifying-stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-01-astronomers-black-holes-gobbling-nearby.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/science\/astronomers-spot-stars-being-ripped-apart-infrared-camera\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2024\/01\/240129122445.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/black-holes-shredding-stars-discovered-1865190\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Tidal_disruption_event\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Evento de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s ou TDE &#8211; &#8220;Tidal disruption event&#8221; (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia &#8220;starburst&#8221; (com forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Starbust_galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WISE (ou NEOWISE):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/neowise\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/neowise.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide-field_Infrared_Survey_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) identificaram 18 novos eventos de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s (com a sigla inglesa &#8220;TDEs&#8221;, &#8220;tidal disruption events&#8221;) &#8211; casos extremos em que uma estrela pr\u00f3xima \u00e9 atra\u00edda para um buraco negro e dilacerada. 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