{"id":6689,"date":"2024-01-19T07:20:12","date_gmt":"2024-01-19T06:20:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6689"},"modified":"2024-01-19T07:20:12","modified_gmt":"2024-01-19T06:20:12","slug":"webb-mostra-que-muitas-das-primeiras-galaxias-se-pareciam-com-pranchas-de-surf-ou-noodles-de-piscina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/01\/19\/webb-mostra-que-muitas-das-primeiras-galaxias-se-pareciam-com-pranchas-de-surf-ou-noodles-de-piscina\/","title":{"rendered":"Webb mostra que muitas das primeiras gal\u00e1xias se pareciam com pranchas de surf ou &#8220;noodles&#8221; de piscina"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01HHZ8155KD20M9JCTNT5HWMPS.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"405\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/i78PEfX5_o-1024x405.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6690\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/i78PEfX5_o-1024x405.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/i78PEfX5_o-300x119.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/i78PEfX5_o-768x304.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/i78PEfX5_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Investigadores, que analisaram gal\u00e1xias distantes que aparecem no levantamento CEERS do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, encontraram uma s\u00e9rie de formas estranhas quando o Universo tinha apenas 600 milh\u00f5es a 6 mil milh\u00f5es de anos. A amplia\u00e7\u00e3o no canto superior esquerdo mostra uma gal\u00e1xia que se parece mais com uma esfera, e \u00e9 a forma menos comum nos resultados do Webb, juntamente com um exemplo de uma gal\u00e1xia que aparece como um disco visto de lado, mas que pode ser melhor classificada como alongada. As formas alongadas s\u00e3o uma das mais comuns identificadas at\u00e9 agora no estudo do Webb.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Steve Finkelstein (Universidade do Texas em Austin), Micaela Bagley (Universidade do Texas em Austin), Rebecca Larson (Universidade do Texas em Austin)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Investigadores, que analisaram imagens do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, descobriram que as gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo s\u00e3o frequentemente planas e alongadas, como pranchas de surf e &#8220;noodles&#8221; de piscina (ou esparguete de nata\u00e7\u00e3o) &#8211; e raramente s\u00e3o redondas, como bolas de voleibol ou frisbees. &#8220;Cerca de 50 a 80% das gal\u00e1xias que estud\u00e1mos parecem ser achatadas em duas dimens\u00f5es&#8221;, explicou o autor principal Viraj Pandya, um bolseiro Hubble da NASA na Universidade de Columbia em Nova Iorque. &#8220;As gal\u00e1xias que se parecem com &#8216;noodles&#8217; de piscina ou pranchas de surf parecem ser muito comuns no in\u00edcio do Universo, o que \u00e9 surpreendente, uma vez que n\u00e3o s\u00e3o comuns nas nossas proximidades.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa concentrou-se num vasto campo de imagens no infravermelho pr\u00f3ximo fornecidas pelo Webb, conhecido como Levantamento CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science), que permite identificar gal\u00e1xias que se estima existirem quando o Universo tinha entre 600 milh\u00f5es e 6 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto as gal\u00e1xias mais distantes se parecem com pranchas de surf e esparguetes de nata\u00e7\u00e3o, outras t\u00eam a forma de frisbees e bolas de voleibol. As &#8220;bolas de voleibol&#8221;, ou gal\u00e1xias em forma de esfera, parecem ser o tipo mais compacto no &#8220;oceano&#8221; c\u00f3smico e foram tamb\u00e9m as menos frequentemente identificadas. Aquelas parecidas a frisbees s\u00e3o t\u00e3o grandes como as gal\u00e1xias em forma de prancha de surf &#8211; e de &#8220;noodle&#8221; de piscina &#8211; ao longo do &#8220;horizonte&#8221;, mas tornam-se mais comuns mais perto da &#8220;costa&#8221; no Universo pr\u00f3ximo (<a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/media\/images\/2024\/104\/01HHZE0D278BBH24A0YDY7ESQ3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">compare-as nesta ilustra\u00e7\u00e3o<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em que categoria se enquadraria a nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, se pud\u00e9ssemos andar para tr\u00e1s no tempo milhares de milh\u00f5es de anos? &#8220;O nosso melhor palpite \u00e9 que poderia ser mais parecida com uma prancha de surf&#8221;, disse o coautor Haowen Zhang, candidato a doutoramento na Universidade do Arizona em Tucson, EUA. Esta hip\u00f3tese baseia-se em parte nas novas evid\u00eancias do Webb &#8211; os te\u00f3ricos &#8220;voltaram atr\u00e1s no tempo&#8221; para estimar a massa da Via L\u00e1ctea h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, o que se correlaciona com a sua forma nessa altura.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01HHZ8T813KV44MSB91ZGM102C.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/f7\/47\/qp2qnIGm_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Estes s\u00e3o exemplos de gal\u00e1xias distantes fotografadas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA no seu levantamento CEERS. As gal\u00e1xias aparecem frequentemente planas e alongadas, como esparguete de nata\u00e7\u00e3o ou pranchas de surf (linha superior). As gal\u00e1xias finas e circulares, em forma de disco, que se assemelham a frisbees, s\u00e3o o grande grupo seguinte (visto no canto inferior esquerdo e no centro). As gal\u00e1xias que t\u00eam a forma de esferas, ou bolas de voleibol, constituem a mais pequena fra\u00e7\u00e3o das suas dete\u00e7\u00f5es (em baixo \u00e0 direita). Estima-se que todas estas gal\u00e1xias tenham existido quando o Universo tinha apenas 600 milh\u00f5es a 6 mil milh\u00f5es de anos.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Steve Finkelstein (Universidade do Texas em Austin), Micaela Bagley (Universidade do Texas em Austin), Rebecca Larson (Universidade do Texas em Austin)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas gal\u00e1xias distantes s\u00e3o tamb\u00e9m muito menos massivas do que as espirais e el\u00edpticas pr\u00f3ximas &#8211; s\u00e3o precursoras de gal\u00e1xias mais massivas como a nossa. &#8220;No in\u00edcio do Universo, as gal\u00e1xias tinham tido muito menos tempo para crescer&#8221;, disse Kartheik Iyer, coautor e bolseiro Hubble da NASA, tamb\u00e9m da Universidade de Columbia. &#8220;A identifica\u00e7\u00e3o de categorias adicionais para as primeiras gal\u00e1xias \u00e9 excitante &#8211; h\u00e1 muito mais para analisar agora. Podemos agora estudar a rela\u00e7\u00e3o entre a forma das gal\u00e1xias e o seu aspeto e projetar melhor a sua forma\u00e7\u00e3o com muito mais pormenor.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sensibilidade do Webb, as imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o e a especializa\u00e7\u00e3o no infravermelho permitiram \u00e0 equipa caracterizar rapidamente muitas gal\u00e1xias do CEERS e modelar as suas geometrias 3D. Pandya diz ainda que o seu trabalho n\u00e3o seria poss\u00edvel sem a extensa investiga\u00e7\u00e3o que os astr\u00f3nomos t\u00eam feito com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante d\u00e9cadas, o Hubble impressionou-nos com imagens de algumas das gal\u00e1xias mais antigas, come\u00e7ando com o seu primeiro &#8220;campo profundo&#8221; em 1995 e continuando com um levantamento seminal conhecido como CANDELS (Cosmic Assembly Near-infrared Deep Extragalactic Legacy Survey). Levantamentos do c\u00e9u profundo como estes permitiram estat\u00edsticas muito maiores, ajudando os astr\u00f3nomos a criar modelos 3D robustos de gal\u00e1xias distantes ao longo de todo o tempo c\u00f3smico. Atualmente, o Webb est\u00e1 a ajudar a melhorar estes esfor\u00e7os, acrescentando uma grande quantidade de gal\u00e1xias distantes para l\u00e1 do alcance do Hubble e revelando o in\u00edcio do Universo com muito mais pormenor do que era poss\u00edvel anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens do Universo primitivo, obtidas pelo Webb, atuaram como uma &#8220;tempestade no mar&#8221; &#8211; fornecendo novas ondas de evid\u00eancias. &#8220;O Hubble h\u00e1 muito que mostrava um excesso de gal\u00e1xias alongadas&#8221;, explicou o coautor Marc Huertas-Company, cientista do Instituto de Astrof\u00edsica das Can\u00e1rias. Mas os investigadores ainda se interrogavam: ser\u00e1 que os pormenores adicionais apareceriam melhor com a sensibilidade \u00e0 luz infravermelha? &#8220;O Webb confirmou que o Hubble n\u00e3o deixou escapar quaisquer caracter\u00edsticas adicionais nas gal\u00e1xias que ambos observaram. Al\u00e9m disso, o Webb mostrou-nos muitas outras gal\u00e1xias distantes com formas semelhantes, todas com grande pormenor.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda h\u00e1 lacunas no nosso conhecimento &#8211; os investigadores n\u00e3o s\u00f3 precisam de uma amostra ainda maior do Webb para aperfei\u00e7oar as propriedades e localiza\u00e7\u00f5es precisas das gal\u00e1xias distantes, como tamb\u00e9m ter\u00e3o de passar muito tempo a ajustar e a atualizar os seus modelos para refletir melhor as geometrias precisas das gal\u00e1xias distantes. &#8220;Estes s\u00e3o os primeiros resultados&#8221;, disse a coautora Elizabeth McGrath, professora associada do Colby College em Waterville, Maine, EUA. &#8220;Precisamos de aprofundar os dados para perceber o que se est\u00e1 a passar, mas estamos muito entusiasmados com estas primeiras tend\u00eancias.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/missions\/webb\/webb-shows-many-early-galaxies-looked-like-pool-noodles-surfboards\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-104\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.columbia.edu\/news\/new-research-shows-most-early-galaxies-looked-breadsticks-rather-pizza-pies-or-dough-balls\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Columbia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.15232\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Levantamento CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ceers.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CANDELS (Cosmic Assembly Near-infrared Deep Extragalactic Legacy Survey):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/candels.ucolick.org\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/CANDELS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Investigadores, que analisaram gal\u00e1xias distantes que aparecem 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