{"id":6673,"date":"2024-01-16T07:14:22","date_gmt":"2024-01-16T06:14:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6673"},"modified":"2024-01-16T07:14:22","modified_gmt":"2024-01-16T06:14:22","slug":"as-estrelas-antigas-podem-ser-os-melhores-sitios-para-procurar-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/01\/16\/as-estrelas-antigas-podem-ser-os-melhores-sitios-para-procurar-vida\/","title":{"rendered":"As estrelas antigas podem ser os melhores s\u00edtios para procurar vida"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.aip.de\/media\/images\/51peg_loops.original.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"463\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/4Q8PVZPB_o-1024x463.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6674\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/4Q8PVZPB_o-1024x463.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/4Q8PVZPB_o-300x136.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/4Q8PVZPB_o-768x347.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/4Q8PVZPB_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o do sistema 51 Pegasi e do seu campo magn\u00e9tico medido. A &#8220;travagem magn\u00e9tica fraca&#8221; detetada em 51 Peg representa uma mudan\u00e7a relativamente s\u00fabita que torna o ambiente magn\u00e9tico mais est\u00e1vel. O estudo atual sugere que o Sol j\u00e1 fez esta transi\u00e7\u00e3o, apoiando o desenvolvimento de vida mais complexa.<br>Cr\u00e9dito: Instituto Leibniz de Astrof\u00edsica em Potsdam\/J. Fohlmeister<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os cientistas supuseram, em tempos, que as estrelas aplicavam um eterno &#8220;trav\u00e3o&#8221; magn\u00e9tico, provocando um abrandamento intermin\u00e1vel na sua rota\u00e7\u00e3o. Com novas observa\u00e7\u00f5es e m\u00e9todos sofisticados, espreitaram agora os segredos magn\u00e9ticos de uma estrela e descobriram que n\u00e3o \u00e9 o que esperavam. Os locais c\u00f3smicos cr\u00edticos para encontrar vizinhos extraterrestres podem situar-se em torno de estrelas que est\u00e3o a entrar na sua crise da meia-idade e mais al\u00e9m. Este estudo inovador, que lan\u00e7a luz sobre fen\u00f3menos magn\u00e9ticos e ambientes habit\u00e1veis, foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1995, os astr\u00f3nomos su\u00ed\u00e7os Michael Mayor e Didier Queloz anunciaram a primeira descoberta de um planeta para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, em \u00f3rbita de uma distante estrela semelhante ao Sol conhecida como 51 Pegasi. Desde ent\u00e3o, foram encontrados mais de 5500 exoplanetas em \u00f3rbita de outras estrelas da nossa Gal\u00e1xia e, em 2019, os dois cientistas partilharam o Pr\u00e9mio Nobel da F\u00edsica pelo seu trabalho pioneiro. Na semana passada, uma equipa internacional de astr\u00f3nomos publicou novas observa\u00e7\u00f5es de 51 Pegasi, sugerindo que o atual ambiente magn\u00e9tico em torno da estrela pode ser particularmente favor\u00e1vel ao desenvolvimento de vida complexa.<\/p>\n\n\n\n<p>Estrelas como o Sol nascem a girar depressa, o que cria um forte campo magn\u00e9tico que pode entrar em erup\u00e7\u00e3o de forma violenta, bombardeando os seus sistemas planet\u00e1rios com part\u00edculas carregadas e radia\u00e7\u00e3o nociva. Ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos, a rota\u00e7\u00e3o da estrela abranda gradualmente \u00e0 medida que o seu campo magn\u00e9tico \u00e9 arrastado por um vento que flui a partir da sua superf\u00edcie, um processo conhecido como travagem magn\u00e9tica. A rota\u00e7\u00e3o mais lenta produz um campo magn\u00e9tico mais fraco e ambas as propriedades continuam a diminuir em conjunto, alimentando-se uma \u00e0 outra. At\u00e9 h\u00e1 pouco tempo, os astr\u00f3nomos assumiam que a travagem magn\u00e9tica continuava indefinidamente, mas novas observa\u00e7\u00f5es come\u00e7aram a desafiar esta suposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estamos a reescrever os manuais sobre a forma como a rota\u00e7\u00e3o e o magnetismo em estrelas mais antigas como o Sol mudam para l\u00e1 da sua meia-idade&#8221;, diz o l\u00edder da equipa Travis Metcalfe, investigador da WDRC (White Dwarf Research Corporation) em Golden, no estado norte-americano do Colorado. &#8220;Os nossos resultados t\u00eam consequ\u00eancias importantes para as estrelas com sistemas planet\u00e1rios e para as suas perspetivas de desenvolvimento de civiliza\u00e7\u00f5es avan\u00e7adas.&#8221; Klaus Strassmeier, diretor do Instituto Leibniz de Astrof\u00edsica em Potsdam, Alemanha, coautor do estudo, acrescenta: &#8220;isto deve-se ao facto da travagem magn\u00e9tica enfraquecida tamb\u00e9m &#8216;estrangular&#8217; o vento estelar e tornar menos prov\u00e1veis devastadores eventos eruptivos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa de astr\u00f3nomos dos EUA e da Europa combinou observa\u00e7\u00f5es de 51 Pegasi feitas pelo TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA com medi\u00e7\u00f5es de ponta do seu campo magn\u00e9tico feitas pelo LBT (Large Binocular Telescope) no estado norte-americano do Arizona, utilizando o instrumento PEPSI (Potsdam Echelle Polarimetric and Spectroscopic Instrument). Embora o exoplaneta que orbita 51 Pegasi n\u00e3o passe em frente da sua estrela-m\u00e3e, da perspetiva da Terra, a pr\u00f3pria estrela mostra varia\u00e7\u00f5es subtis de brilho nas observa\u00e7\u00f5es do TESS, que podem ser usadas para medir o raio, a massa e a idade &#8211; uma t\u00e9cnica conhecida como asterossismologia. Entretanto, o campo magn\u00e9tico da estrela imprime uma pequena quantidade de polariza\u00e7\u00e3o na luz estelar, permitindo ao PEPSI do LBT criar um mapa magn\u00e9tico da superf\u00edcie da estrela \u00e0 medida que esta gira &#8211; uma t\u00e9cnica conhecida como Imagiologia Zeeman-Doppler. Em conjunto, estas medi\u00e7\u00f5es permitiram \u00e0 equipa avaliar o atual ambiente magn\u00e9tico em torno da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00f5es anteriores do telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA j\u00e1 sugeriam que a travagem magn\u00e9tica poderia diminuir substancialmente para l\u00e1 da idade do Sol, cortando a estreita rela\u00e7\u00e3o entre rota\u00e7\u00e3o e magnetismo nas estrelas mais velhas. No entanto, as evid\u00eancias desta mudan\u00e7a eram indiretas, baseando-se em medi\u00e7\u00f5es da rota\u00e7\u00e3o de estrelas com uma vasta gama de idades. Era evidente que a rota\u00e7\u00e3o deixava de abrandar algures perto da idade do Sol (4,5 mil milh\u00f5es de anos), e que o enfraquecimento da travagem magn\u00e9tica nas estrelas mais velhas podia reproduzir este comportamento. No entanto, apenas medi\u00e7\u00f5es diretas do campo magn\u00e9tico de uma estrela podem estabelecer as causas subjacentes, e os alvos observados pelo Kepler eram demasiado t\u00e9nues para observa\u00e7\u00f5es do LBT. A miss\u00e3o TESS come\u00e7ou a recolher medi\u00e7\u00f5es em 2018 &#8211; semelhantes \u00e0s observa\u00e7\u00f5es do Kepler, mas para as estrelas mais pr\u00f3ximas e mais brilhantes do c\u00e9u, incluindo 51 Pegasi.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos \u00faltimos anos, a equipa come\u00e7ou a usar o PEPSI do LBT para medir os campos magn\u00e9ticos de v\u00e1rios alvos do TESS, construindo gradualmente uma nova compreens\u00e3o de como o magnetismo muda em estrelas como o Sol \u00e0 medida que envelhecem. As observa\u00e7\u00f5es revelaram que a travagem magn\u00e9tica muda subitamente em estrelas ligeiramente mais jovens do que o Sol, tornando-se mais de 10 vezes mais fraca nesse ponto e diminuindo ainda mais \u00e0 medida que continuam a envelhecer. A equipa atribuiu estas altera\u00e7\u00f5es a uma mudan\u00e7a inesperada na for\u00e7a e na complexidade do campo magn\u00e9tico, e \u00e0 influ\u00eancia dessa mudan\u00e7a no vento estelar. As propriedades recentemente medidas de 51 Pegasi mostram que &#8211; tal como o nosso Sol &#8211; j\u00e1 passou por esta transi\u00e7\u00e3o para uma travagem magn\u00e9tica enfraquecida.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 muito gratificante que o LBT e o PEPSI tenham sido capazes de revelar uma nova perspetiva sobre este sistema planet\u00e1rio que desempenhou um papel t\u00e3o importante na astronomia exoplanet\u00e1ria&#8221;, diz Klaus Strassmeier, investigador principal do espetr\u00f3grafo PEPSI. &#8220;Esta investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 um importante passo em frente na procura por vida na nossa Gal\u00e1xia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>No nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, a transi\u00e7\u00e3o da vida dos oceanos para a terra ocorreu h\u00e1 v\u00e1rias centenas de milh\u00f5es de anos, coincidindo com a altura em que a travagem magn\u00e9tica come\u00e7ou a ficar mais fraca no Sol. As estrelas jovens bombardeiam os seus planetas com radia\u00e7\u00e3o e part\u00edculas carregadas que s\u00e3o hostis ao desenvolvimento de vida complexa, mas as estrelas mais velhas parecem proporcionar um ambiente mais est\u00e1vel. De acordo com Travis Metcalfe, as descobertas da equipa sugerem que os melhores locais para procurar vida para l\u00e1 do nosso Sistema Solar podem estar em torno de estrelas de meia-idade ou mais velhas.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.aip.de\/en\/news\/old-stars-best-places-for-life\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Leibniz de Astrof\u00edsica em Potsdam (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/wdrc.org\/news\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ White Dwarf Research Corporation (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ad0a95\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Research Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2401.01944\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>51 Pegasi:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/51_Pegasi\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Campo magn\u00e9tico estelar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_magnetic_field\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rota\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_rotation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Travagem magn\u00e9tica:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetic_braking_(astronomy)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Asterossismologia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroseismology\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.asteroseismology.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">asteroseismology.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Imagiologia Zeeman-Doppler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zeeman%E2%80%93Doppler_imaging\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LBT (Large Binocular Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.lbto.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">LBTO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Binocular_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/overview\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ilustra\u00e7\u00e3o do sistema 51 Pegasi e do seu campo magn\u00e9tico medido. 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