{"id":6670,"date":"2024-01-12T07:24:08","date_gmt":"2024-01-12T06:24:08","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6670"},"modified":"2024-01-12T07:24:09","modified_gmt":"2024-01-12T06:24:09","slug":"encontrado-elo-perdido-supernovas-dao-origem-a-buracos-negros-ou-estrelas-de-neutroes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/01\/12\/encontrado-elo-perdido-supernovas-dao-origem-a-buracos-negros-ou-estrelas-de-neutroes\/","title":{"rendered":"Encontrado elo perdido: supernovas d\u00e3o origem a buracos negros ou estrelas de neutr\u00f5es"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2401a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/ekiAd01q_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6671\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/ekiAd01q_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/ekiAd01q_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/ekiAd01q_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/ekiAd01q_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem art\u00edstica baseia-se no resultado de uma explos\u00e3o de supernova observada por duas equipas de astr\u00f3nomos com o VLT (Very Large Telescope) e o NTT (New Technology Telescope), ambos do ESO. A supernova observada, SN 2022jli, ocorreu quando uma estrela de grande massa morreu numa imensa explos\u00e3o, deixando para tr\u00e1s um objeto compacto: uma estrela de neutr\u00f5es ou um buraco negro. Esta estrela moribunda tinha, no entanto, uma companheira que conseguiu sobreviver a este evento violento. As intera\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas entre o objeto compacto e a sua companheira deixaram sinais peri\u00f3dicos nos dados, revelando-nos que da explos\u00e3o de supernova tinha, de facto, resultado um objeto compacto. <br>Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos descobriram uma liga\u00e7\u00e3o direta entre as mortes explosivas de estrelas de grande massa e a forma\u00e7\u00e3o dos objetos mais compactos e enigm\u00e1ticos do Universo: buracos negros e estrelas de neutr\u00f5es. Com o aux\u00edlio do VLT (Very Large Telescope) e do NTT (New Technology Telescope), ambos do ESO, duas equipas de investigadores conseguiram observar o resultado de uma explos\u00e3o de supernova numa gal\u00e1xia pr\u00f3xima, encontrando assim evid\u00eancias de um misterioso objeto compacto deixado para tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando chegam ao final das suas vidas, as estrelas de grande massa colapsam sob a sua pr\u00f3pria gravidade t\u00e3o rapidamente que o resultado \u00e9 uma violenta explos\u00e3o conhecida por supernova. Os astr\u00f3nomos pensam que, depois da toda a excita\u00e7\u00e3o da explos\u00e3o, o que resta \u00e9 um n\u00facleo extremamente denso, ou um remanescente compacto, da estrela. Dependendo da massa da estrela que explode, o remanescente compacto tanto pode ser uma estrela de neutr\u00f5es, um objeto t\u00e3o denso que uma colher de ch\u00e1 do seu material pesaria cerca de um bili\u00e3o de quilos na Terra; ou um buraco negro, um objeto do qual nada, nem mesmo a luz, consegue escapar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos encontraram no passado muitos ind\u00edcios que apontam para esta cadeia de eventos, tais como a descoberta de uma estrela de neutr\u00f5es no seio da Nebulosa do Caranguejo, a nuvem de g\u00e1s que resultou da explos\u00e3o de uma estrela que ocorreu h\u00e1 quase mil anos atr\u00e1s. No entanto, nunca este processo foi observado em tempo real, o que significa que evid\u00eancias diretas de uma supernova a deixar para tr\u00e1s um remanescente compacto t\u00eam permanecido elusivas. &#8220;Com este nosso trabalho, conseguimos estabelecer uma liga\u00e7\u00e3o direta,&#8221; disse Ping Chen, investigador do Instituto Cient\u00edfico Weizmann, em Israel, autor principal de um estudo publicado na revista Nature e apresentado no 243.\u00ba Encontro da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Nova Orle\u00e3es, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sorte dos investigadores mudou quando, em maio de 2022, o astr\u00f3nomo amador da \u00c1frica do Sul, Berto Monard, descobriu a supernova SN 2022jli no bra\u00e7o espiral da gal\u00e1xia pr\u00f3xima NGC 157, situada a cerca de 75 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia. Duas equipas separadas estudaram o resultado da explos\u00e3o, descobrindo que esta apresentava um comportamento peculiar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2401b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e5\/b4\/7xyh565W_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem art\u00edstica mostra o processo pelo qual uma estrela de grande massa num sistema bin\u00e1rio se transforma numa supernova. Esta s\u00e9rie de eventos ocorreu na supernova SN 2022jli e foi observada pelos astr\u00f3nomos com o aux\u00edlio do VLT (Very Large Telescope) e do NTT (New Technology Telescope), ambos do ESO. Ap\u00f3s a explos\u00e3o sob a forma de supernova da estrela de grande massa, o que restou foi um objeto compacto &#8211; uma estrela de neutr\u00f5es ou um buraco negro. A estrela companheira sobreviveu \u00e0 explos\u00e3o, mas a sua atmosfera tornou-se mais inchada. O objeto compacto e a sua estrela companheira continuaram em \u00f3rbita um do outro, com o objeto compacto a &#8220;roubar&#8221; regularmente mat\u00e9ria da atmosfera aumentada da sua companheira. Esta acre\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria foi observada nos dados dos investigadores como flutua\u00e7\u00f5es regulares de brilho e tamb\u00e9m como movimentos peri\u00f3dicos de hidrog\u00e9nio gasoso.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois da explos\u00e3o, o brilho da maioria das supernovas simplesmente desvanece com o tempo; os astr\u00f3nomos observam um decl\u00ednio suave e gradual na &#8220;curva de luz&#8221; da explos\u00e3o. Contudo, o comportamento de SN 2022jli era deveras peculiar: apesar do brilho total ir diminuindo, isso n\u00e3o acontecia de forma suave, apresentando antes oscila\u00e7\u00f5es para cima e para baixo, mais ou menos a cada 12 dias. &#8220;Observ\u00e1mos uma sequ\u00eancia repetitiva de ilumina\u00e7\u00e3o e desvanecimento da luz nos dados de SN 2022jli,&#8221; explica Thomas Moore, estudante de doutoramento na Queen\u2019s University Belfast, no Norte da Irlanda, que liderou o estudo da supernova publicado no final do ano passado na revista The Astrophysical Journal Letters. &#8220;Trata-se da primeira vez que oscila\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas repetidas durante muitos ciclos foram detetadas na curva de luz de uma supernova,&#8221; refere Moore no seu artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tanto a equipa de Moore como a de Chen pensam que a presen\u00e7a de mais de uma estrela no sistema SN 2022jli pode explicar este comportamento. De facto, n\u00e3o \u00e9 invulgar que as estrelas de grande massa partilhem a sua \u00f3rbita com uma estrela companheira, no que \u00e9 chamado um sistema bin\u00e1rio, e a estrela que deu origem a SN 2022jli n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o. No entanto, o que \u00e9 not\u00e1vel neste sistema \u00e9 que a estrela companheira parece ter sobrevivido \u00e0 morte violenta da sua parceira e os dois objetos, o remanescente compacto e a estrela companheira, muito provavelmente continuaram em \u00f3rbita um do outro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados recolhidos pela equipa de Moore, que inclu\u00edram observa\u00e7\u00f5es levadas a cabo com o NTT do ESO, no deserto chileno do Atacama, n\u00e3o permitiram descobrir exatamente como \u00e9 que a intera\u00e7\u00e3o entre os dois objetos causou os altos e baixos na curva de luz. No entanto, a equipa de Chen fez observa\u00e7\u00f5es adicionais e descobriu as mesmas flutua\u00e7\u00f5es regulares que a equipa de Moore no brilho vis\u00edvel do sistema, mas descobriu tamb\u00e9m movimentos peri\u00f3dicos de hidrog\u00e9nio gasoso e explos\u00f5es de raios gama no sistema. As suas observa\u00e7\u00f5es foram realizadas com um complemento de instrumentos no solo e no espa\u00e7o, incluindo o instrumento X-shooter montado no VLT do ESO, no Chile.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/images\/large\/eso2401c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/1f\/68\/kUaHC5Zn_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem art\u00edstica baseia-se no resultado de uma explos\u00e3o de supernova, SN 2022jli, observada por duas equipas de astr\u00f3nomos com o VLT (Very Large Telescope) e o NTT (New Technology Telescope), ambos do ESO. Esta explos\u00e3o ocorreu num sistema bin\u00e1rio, o que significa que a estrela que criou a supernova e deixou para tr\u00e1s um objeto compacto tinha uma estrela companheira. O objeto compacto e a sua companheira continuaram em \u00f3rbita um do outro, com o objeto compacto a &#8220;roubar&#8221; regularmente mat\u00e9ria da sua companheira sempre que se aproxima dela, como podemos ver aqui.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Juntando todas as informa\u00e7\u00f5es, as duas equipas, de modo geral, concordam que quando a estrela companheira interagiu com o material lan\u00e7ado durante a explos\u00e3o de supernova, a sua atmosfera rica em hidrog\u00e9nio tornou-se mais inchada do que o habitual. Depois, quando o objeto compacto deixado pela explos\u00e3o passa, ao descrever a sua \u00f3rbita, pela atmosfera da companheira, vai retirando hidrog\u00e9nio gasoso e formando um disco quente de mat\u00e9ria em seu torno. Este &#8220;roubo&#8221; peri\u00f3dico de mat\u00e9ria, ou acre\u00e7\u00e3o, produz imensa energia que foi vista nas observa\u00e7\u00f5es como varia\u00e7\u00f5es regulares de brilho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar das equipas n\u00e3o terem conseguido observar luz vinda do objeto compacto propriamente dito, foi conclu\u00eddo que este roubo energ\u00e9tico s\u00f3 pode ser devido a uma estrela de neutr\u00f5es invis\u00edvel, ou possivelmente a um buraco negro, que retira mat\u00e9ria \u00e0 atmosfera acrescentada da estrela companheira. &#8220;O nosso trabalho corresponde a resolver um mist\u00e9rio juntando todas as pistas poss\u00edveis,&#8221; diz Chen. &#8220;Juntamos todas as pe\u00e7as que nos conduzem assim \u00e0 verdade.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a presen\u00e7a confirmada de um buraco negro ou de uma estrela de neutr\u00f5es, h\u00e1 ainda imenso para desvendar sobre este sistema enigm\u00e1tico, incluindo a natureza exata do objeto compacto ou que fim poder\u00e1 ter este sistema bin\u00e1rio. Os telesc\u00f3pios de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o como o ELT (Extremely Large Telescope) do ESO, previsto para come\u00e7ar a funcionar no final desta d\u00e9cada, ajudar-nos-\u00e3o a resolver estas quest\u00f5es, permitindo aos astr\u00f3nomos revelar detalhes sem precedentes sobre este sistema \u00fanico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Supernovae give rise to black holes or neutron stars | ESOcast Light\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TPImj75Zl10?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso2401\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-06787-x\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Chen et al. (Nature)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.07784\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Chen et al. (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.07784\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Moore et al. (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2309.12750\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Moore et al. (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.astronomy.com\/science\/astronomers-find-direct-link-from-the-deaths-of-massive-stars-to-black-holes-and-neutron-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/supernova-black-hole-neutron-star-direct\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/in-a-huge-first-scientists-have-observed-the-missing-link-between-stars-and-black-holes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-10-explore-properties-ic-supernova-sn.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2024-01-10-Astronomos-conseguem-provar-que-supernovas-dao-origem-a-buracos-negros-ou-estrelas-de-neutroes-ac17fcec\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/nova-descoberta-liga-explosao-de-estrelas-massivas-a-buracos-negros-e-estrelas-de-neutroes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SN 2022jli:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.wis-tns.org\/object\/2022jli\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Transient Name Server<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrela de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NTT (New Technology Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/lasilla\/telescopes\/ntt\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/New_Technology_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem art\u00edstica baseia-se no resultado de uma explos\u00e3o de supernova observada por duas equipas de astr\u00f3nomos com o VLT (Very Large Telescope) e o NTT (New Technology Telescope), ambos do ESO. 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