{"id":6648,"date":"2024-01-05T07:19:22","date_gmt":"2024-01-05T06:19:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6648"},"modified":"2024-01-05T07:19:23","modified_gmt":"2024-01-05T06:19:23","slug":"alguns-exoplanetas-gelados-podem-ter-oceanos-habitaveis-e-geisers","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/01\/05\/alguns-exoplanetas-gelados-podem-ter-oceanos-habitaveis-e-geisers\/","title":{"rendered":"Alguns exoplanetas gelados podem ter oceanos habit\u00e1veis e g\u00e9isers"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EvOygTU.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1016\" height=\"592\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EvOygTU.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6611\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EvOygTU.jpg 1016w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EvOygTU-300x175.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EvOygTU-768x447.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1016px) 100vw, 1016px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A sonda Cassini da NASA capturou esta imagem de Enc\u00e9lado no dia 30 de novembro de 2010. S\u00e3o claramente vis\u00edveis os jatos emanados da superf\u00edcie.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/SSI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um estudo da NASA alargou a procura por vida para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, indicando que 17 exoplanetas poder\u00e3o ter oceanos de \u00e1gua l\u00edquida, um ingrediente essencial para a vida, por baixo das suas conchas geladas. A \u00e1gua destes oceanos pode, ocasionalmente, entrar em erup\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da crosta de gelo sob a forma de g\u00e9iseres. A equipa cient\u00edfica calculou a atividade dos poss\u00edveis g\u00e9iseres nestes exoplanetas, a primeira vez que tais estimativas foram feitas. Foram identificados dois exoplanetas suficientemente pr\u00f3ximos para que os sinais destas erup\u00e7\u00f5es possam ser observados com telesc\u00f3pios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A procura por vida noutros locais do Universo centra-se normalmente nos exoplanetas que se encontram na &#8220;zona habit\u00e1vel&#8221; de uma estrela, uma dist\u00e2ncia em que as temperaturas permitem a persist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida nas suas superf\u00edcies. No entanto, \u00e9 poss\u00edvel que um exoplaneta demasiado distante e frio ainda tenha um oceano por baixo de uma crosta de gelo, caso tenha suficiente aquecimento interno. \u00c9 o caso de Europa, uma lua de J\u00fapiter, e Enc\u00e9lado, uma lua de Saturno, pois t\u00eam oceanos subsuperficiais que s\u00e3o aquecidos pelas mar\u00e9s resultantes da atra\u00e7\u00e3o gravitacional do respetivo planeta e das luas vizinhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes oceanos subsuperficiais podem conseguir albergar vida se tiverem outros requisitos, como o fornecimento de energia, bem como elementos e compostos utilizados em mol\u00e9culas biol\u00f3gicas. Na Terra, ecossistemas inteiros desenvolvem-se na escurid\u00e3o total do fundo dos oceanos, perto de fontes hidrotermais que fornecem energia e nutrientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As nossas an\u00e1lises preveem que estes 17 mundos podem ter superf\u00edcies cobertas de gelo, mas recebem aquecimento interno suficiente, do decaimento de elementos radioativos e das for\u00e7as de mar\u00e9 das suas estrelas hospedeiras, para manter oceanos internos&#8221;, disse a Dra. Lynnae Quick do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland. &#8220;Gra\u00e7as \u00e0 quantidade de aquecimento interno que sofrem, todos os planetas do nosso estudo podem tamb\u00e9m apresentar erup\u00e7\u00f5es criovulc\u00e2nicas sob a forma de plumas semelhantes a g\u00e9iseres.&#8221; Quick \u00e9 a autora principal de um artigo cient\u00edfico sobre esta investiga\u00e7\u00e3o, publicado no dia 4 de outubro na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa analisou as condi\u00e7\u00f5es de 17 exoplanetas confirmados que t\u00eam aproximadamente a dimens\u00e3o da Terra, mas s\u00e3o menos densos, o que sugere que podem ter quantidades substanciais de gelo e \u00e1gua em vez de rocha mais densa. Embora as composi\u00e7\u00f5es exatas dos planetas permane\u00e7am desconhecidas, as estimativas iniciais das suas temperaturas \u00e0 superf\u00edcie, obtidas por estudos anteriores, indicam que s\u00e3o muito mais frios do que a Terra, o que sugere que as suas superf\u00edcies poder\u00e3o estar cobertas de gelo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo melhorou as estimativas da temperatura superficial de cada exoplaneta, recalculando-as usando como modelos o brilho conhecido da superf\u00edcie e outras propriedades de Europa e Enc\u00e9lado. A equipa tamb\u00e9m estimou o aquecimento interno total nestes exoplanetas, utilizando a forma da \u00f3rbita de cada exoplaneta para obter o calor gerado pelas mar\u00e9s e somando-o ao calor esperado da radioatividade. As estimativas da temperatura da superf\u00edcie e do aquecimento total forneceram a espessura da camada de gelo para cada exoplaneta, uma vez que os oceanos arrefecem e congelam \u00e0 superf\u00edcie enquanto s\u00e3o aquecidos a partir do interior. Por fim, compararam estes valores com os de Europa e utilizaram os n\u00edveis estimados de atividade dos g\u00e9iseres em Europa como uma base conservadora para estimar a atividade dos poss\u00edveis g\u00e9iseres nos exoplanetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Preveem que as temperaturas \u00e0 superf\u00edcie sejam mais frias (menos cerca de 33 graus Celsius do que as estimativas anteriores). A espessura estimada da camada de gelo variou entre cerca de 58 metros para Proxima Centauri b, 1,6 quil\u00f3metros para LHS 1140 b e at\u00e9 38,6 quil\u00f3metros para MOA 2007 BLG 192Lb, em compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e9dia estimada de quase 29 quil\u00f3metros para Europa. A atividade estimada dos g\u00e9iseres vai de apenas cerca de 8 kg\/s em Kepler 441b, passando para 290.000 kg\/s em LHS 1140 b e 6.000.000 kg\/s para Proxima Centauri b, em compara\u00e7\u00e3o com Europa com 2000 kg\/s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Uma vez que os nossos modelos preveem que os oceanos podem ser encontrados relativamente perto das superf\u00edcies de Proxima Centauri b e LHS 1140 b, e que a sua taxa de atividade dos g\u00e9iseres pode exceder a de Europa em centenas a milhares de vezes, os telesc\u00f3pios t\u00eam maior probabilidade de detetar atividade geol\u00f3gica nestes planetas&#8221;, disse Quick, que apresentou esta investiga\u00e7\u00e3o no passado dia 12 de dezembro na reuni\u00e3o da Uni\u00e3o Geof\u00edsica Americana em S\u00e3o Francisco, Calif\u00f3rnia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta atividade pode ser observada quando o exoplaneta passa em frente da sua estrela. Certas cores da luz estelar podem ser escurecidas ou bloqueadas pelo vapor de \u00e1gua dos g\u00e9iseres. &#8220;Dete\u00e7\u00f5es espor\u00e1dicas de vapor de \u00e1gua, em que a quantidade de vapor de \u00e1gua detetada varia com o tempo, sugerem a presen\u00e7a de erup\u00e7\u00f5es criovulc\u00e2nicas&#8221;, disse Quick. A \u00e1gua pode conter outros elementos e compostos que podem revelar se \u00e9 capaz de suportar vida. Uma vez que os elementos e compostos absorvem a luz em cores espec\u00edficas, a an\u00e1lise da luz das estrelas permitiria aos cientistas determinar a composi\u00e7\u00e3o do g\u00e9iser e avaliar o potencial de habitabilidade do exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para planetas como Proxima Centauri b, que n\u00e3o transitam as suas estrelas do nosso ponto de vista, a atividade dos g\u00e9iseres pode ser detetada por telesc\u00f3pios potentes, capazes de medir a luz que o exoplaneta reflete enquanto orbita a sua estrela. Os g\u00e9isers expeliriam part\u00edculas geladas para a superf\u00edcie, o que faria com que o exoplaneta parecesse muito brilhante e refletivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/science-research\/planetary-science\/astrobiology\/nasa-some-icy-exoplanets-may-have-habitable-oceans-and-geysers\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ace9b6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Proxima Centauri b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7167\/proxima-centauri-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/proxima_centauri_b--4042\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Proxima_Centauri_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LHS 1140 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7215\/lhs-1140-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/lhs_1140_b--6561\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/LHS_1140_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MOA 2007 BLG 192Lb:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/6079\/moa-2007-blg-192l-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/moa_2007_blg_192l_b--456\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MOA-2007-BLG-192Lb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Zona habit\u00e1vel:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Circumstellar_habitable_zone\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/astro.unl.edu\/naap\/habitablezones\/animations\/stellarHabitableZone.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simulador de zonas habit\u00e1veis (Universidade do Nebraska-Lincoln)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Habitabilidade planet\u00e1ria:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Planetary_habitability\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Criovulcanismo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cryovolcano\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/europa\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_(moon)\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enc\u00e9lado:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.solarviews.com\/eng\/enceladus.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Solarviews<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Enceladus_(moon)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A sonda Cassini da NASA capturou esta imagem de Enc\u00e9lado no dia 30 de novembro de 2010. 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