{"id":6640,"date":"2024-01-02T07:23:51","date_gmt":"2024-01-02T06:23:51","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6640"},"modified":"2024-01-02T07:23:52","modified_gmt":"2024-01-02T06:23:52","slug":"uma-atmosfera-com-pouco-carbono-pode-ser-um-sinal-de-agua-e-vida-noutros-planetas-terrestres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/01\/02\/uma-atmosfera-com-pouco-carbono-pode-ser-um-sinal-de-agua-e-vida-noutros-planetas-terrestres\/","title":{"rendered":"Uma atmosfera com pouco carbono pode ser um sinal de \u00e1gua e vida noutros planetas terrestres"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/rvc9Ypam_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"600\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/rvc9Ypam_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6641\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/rvc9Ypam_o.jpg 900w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/rvc9Ypam_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/rvc9Ypam_o-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Na procura por vida extraterrestre, cientistas do MIT dizem que uma pequena quantidade de carbono na atmosfera de um planeta, em rela\u00e7\u00e3o aos seus vizinhos planet\u00e1rios, pode ser um sinal seguro e detet\u00e1vel de habitabilidade.<br>Cr\u00e9dito: Christine Daniloff, MIT; iStock<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology), da Universidade de Birmingham e de v\u00e1rias outras institui\u00e7\u00f5es afirmam que a melhor hip\u00f3tese de os astr\u00f3nomos encontrarem \u00e1gua l\u00edquida, e mesmo vida noutros planetas, \u00e9 procurar a aus\u00eancia, e n\u00e3o a presen\u00e7a, de uma caracter\u00edstica qu\u00edmica nas suas atmosferas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores prop\u00f5em que, se um planeta terrestre tiver substancialmente menos di\u00f3xido de carbono na sua atmosfera, em compara\u00e7\u00e3o com outros planetas do mesmo sistema, isso pode ser um sinal de \u00e1gua l\u00edquida &#8211; e possivelmente vida &#8211; na superf\u00edcie desse planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, esta nova assinatura est\u00e1 ao alcance do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. Embora os cientistas tenham proposto outros sinais de habitabilidade, essas caracter\u00edsticas s\u00e3o dif\u00edceis, se n\u00e3o imposs\u00edveis, de medir com as tecnologias atuais. A equipa afirma que esta nova assinatura, de uma pequena quantidade de di\u00f3xido de carbono, \u00e9 o \u00fanico sinal de habitabilidade que pode ser detetado atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O &#8216;Santo Graal&#8217; da ci\u00eancia exoplanet\u00e1ria \u00e9 a procura por mundos habit\u00e1veis e a presen\u00e7a de vida, mas todas as caracter\u00edsticas de que se tem falado at\u00e9 agora est\u00e3o fora do alcance dos observat\u00f3rios mais recentes&#8221;, diz Julien de Wit, professor assistente de ci\u00eancias planet\u00e1rias no MIT. &#8220;Agora temos uma forma de descobrir se existe \u00e1gua l\u00edquida noutro planeta. E \u00e9 algo a que podemos chegar nos pr\u00f3ximos anos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Para al\u00e9m de um mero vislumbre<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 agora, os astr\u00f3nomos detetaram mais de 5200 mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar. Com os telesc\u00f3pios atuais, os astr\u00f3nomos podem medir diretamente a dist\u00e2ncia de um planeta \u00e0 sua estrela e o tempo que demora a completar uma \u00f3rbita. Essas medi\u00e7\u00f5es podem ajudar os cientistas a inferir se um planeta est\u00e1 dentro de uma zona habit\u00e1vel. Mas ainda n\u00e3o h\u00e1 forma de confirmar diretamente se um planeta \u00e9 de facto habit\u00e1vel, o que significa que existe \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 sua superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, os cientistas podem detetar a presen\u00e7a de oceanos l\u00edquidos observando &#8220;brilhos&#8221; &#8211; flashes de luz solar refletida por superf\u00edcies l\u00edquidas. Estes brilhos, ou reflex\u00f5es especulares, foram observados, por exemplo, na maior lua de Saturno, Tit\u00e3, o que ajudou a confirmar a exist\u00eancia de grandes lagos na lua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, a dete\u00e7\u00e3o de um brilho semelhante em planetas long\u00ednquos est\u00e1 fora do alcance das tecnologias atuais. Mas de Wit e os seus colegas aperceberam-se de que h\u00e1 outra caracter\u00edstica habit\u00e1vel perto de casa que pode ser detet\u00e1vel em mundos distantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Surgiu-nos uma ideia, ao observarmos o que se passa com os planetas terrestres do nosso pr\u00f3prio sistema&#8221;, diz Triaud.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">V\u00e9nus, a Terra e Marte partilham semelhan\u00e7as, na medida em que os tr\u00eas planetas s\u00e3o rochosos e habitam uma regi\u00e3o relativamente temperada em torno do Sol. A Terra \u00e9 o \u00fanico planeta do trio que alberga atualmente \u00e1gua l\u00edquida. E a equipa notou outra distin\u00e7\u00e3o \u00f3bvia: a Terra tem muito menos di\u00f3xido de carbono na sua atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Assumimos que estes planetas foram criados de forma semelhante e, se agora vemos um planeta com muito menos carbono, este deve ter ido para algum lado&#8221;, diz Triaud. &#8220;O \u00fanico processo que poderia remover tanto carbono de uma atmosfera \u00e9 um forte ciclo hidrol\u00f3gico envolvendo oceanos de \u00e1gua l\u00edquida&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De facto, os oceanos da Terra t\u00eam desempenhado um papel importante e sustentado na absor\u00e7\u00e3o do di\u00f3xido de carbono. Ao longo de centenas de milh\u00f5es de anos, os oceanos absorveram uma enorme quantidade de di\u00f3xido de carbono, quase igual \u00e0 quantidade que persiste atualmente na atmosfera de V\u00e9nus. Este efeito \u00e0 escala planet\u00e1ria deixou a atmosfera da Terra significativamente mais pobre em di\u00f3xido de carbono do que a dos seus vizinhos planet\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Na Terra, grande parte do di\u00f3xido de carbono atmosf\u00e9rico foi capturado pela \u00e1gua do mar e em rochas s\u00f3lidas ao longo de escalas de tempo geol\u00f3gicas, o que ajudou a regular o clima e a habitabilidade durante milhares de milh\u00f5es de anos&#8221;, afirma Frieder Klein, coautor do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa pensou que se fosse detetada uma redu\u00e7\u00e3o semelhante de di\u00f3xido de carbono num planeta distante, em rela\u00e7\u00e3o aos seus vizinhos, este seria um sinal fi\u00e1vel de oceanos l\u00edquidos e de vida \u00e0 sua superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Depois de rever extensivamente a literatura de muitos campos, desde a biologia \u00e0 qu\u00edmica, e at\u00e9 mesmo o sequestro de carbono no contexto das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, pensamos que, de facto, se detetarmos uma redu\u00e7\u00e3o de carbono, h\u00e1 uma boa hip\u00f3tese de ser um forte sinal de \u00e1gua l\u00edquida e\/ou vida&#8221;, diz de Wit.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um roteiro para a vida<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No seu estudo, a equipa apresenta uma estrat\u00e9gia para detetar planetas habit\u00e1veis, procurando uma assinatura empobrecida de di\u00f3xido de carbono. Esta busca funcionaria melhor em sistemas do tipo &#8220;ervilhas numa vagem&#8221;, em que v\u00e1rios planetas terrestres, todos com aproximadamente o mesmo tamanho, orbitam relativamente perto uns dos outros, \u00e0 semelhan\u00e7a do nosso pr\u00f3prio Sistema Solar. O primeiro passo que a equipa prop\u00f5e \u00e9 confirmar que os planetas t\u00eam atmosferas, procurando simplesmente a presen\u00e7a de di\u00f3xido de carbono, que se espera que domine a maioria das atmosferas planet\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O di\u00f3xido de carbono \u00e9 um absorvente muito forte no infravermelho e pode ser facilmente detetado nas atmosferas dos exoplanetas&#8221;, explica de Wit. &#8220;Um sinal de di\u00f3xido de carbono pode ent\u00e3o revelar a presen\u00e7a de atmosferas de exoplanetas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando os astr\u00f3nomos determinam que v\u00e1rios planetas de um sistema t\u00eam atmosferas, podem passar a medir o seu teor de di\u00f3xido de carbono, para ver se um planeta tem significativamente menos do que os outros. Se assim for, o planeta \u00e9 provavelmente habit\u00e1vel, o que significa que alberga corpos significativos de \u00e1gua l\u00edquida na sua superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas as condi\u00e7\u00f5es de habitabilidade n\u00e3o significam necessariamente que um planeta seja habitado. Para verificar se existe vida, a equipa prop\u00f5e que os astr\u00f3nomos procurem outra caracter\u00edstica na atmosfera de um planeta: o ozono.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na Terra, os investigadores observam que as plantas e alguns micr\u00f3bios contribuem para a absor\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de carbono, embora n\u00e3o tanto como os oceanos. No entanto, como parte deste processo, as formas de vida emitem oxig\u00e9nio, que reage com os fot\u00f5es do Sol para se transformar em ozono &#8211; uma mol\u00e9cula que \u00e9 muito mais f\u00e1cil de detetar do que o pr\u00f3prio oxig\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores dizem que se a atmosfera de um planeta mostrar sinais de ozono e de di\u00f3xido de carbono empobrecido, \u00e9 prov\u00e1vel que seja um mundo habit\u00e1vel e habitado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se virmos ozono, \u00e9 muito prov\u00e1vel que esteja ligado ao di\u00f3xido de carbono que est\u00e1 a ser consumido pela vida&#8221;, diz Triaud. &#8220;E se for vida, \u00e9 uma vida gloriosa. N\u00e3o se trata apenas de algumas bact\u00e9rias. Seria uma biomassa \u00e0 escala planet\u00e1ria capaz de processar uma enorme quantidade de carbono e de interagir com ele&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa estima que o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA seja capaz de medir o di\u00f3xido de carbono, e possivelmente o ozono, em sistemas multiplanet\u00e1rios pr\u00f3ximos, como TRAPPIST-1 &#8211; um sistema de sete planetas que orbita uma estrela brilhante a apenas 40 anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;TRAPPIST-1 \u00e9 um dos poucos sistemas onde podemos efetuar estudos atmosf\u00e9ricos terrestres com o JWST&#8221;, diz de Wit. &#8220;Agora temos um roteiro para encontrar planetas habit\u00e1veis. Se trabalharmos todos em conjunto, poder\u00e3o ser feitas descobertas que mudar\u00e3o o paradigma nos pr\u00f3ximos anos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2023\/carbon-lite-atmosphere-life-terrestrial-planets-mit-study-1228\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.birmingham.ac.uk\/news\/2023\/scientists-discover-new-way-to-identify-liquid-water-on-exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Birmingham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-023-02157-9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.14987\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Habitabilidade planet\u00e1ria:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Planetary_habitability\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Reflex\u00e3o especular:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Specular_reflection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/trappist-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/Caltech\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5500\/trappist-1-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_b--2630\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5501\/trappist-1-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_c--2631\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5502\/trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_d--2632\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3453\/trappist-1-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_e--6526\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3454\/trappist-1-f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_f--6527\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3458\/trappist-1-g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1 g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_g--6528\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3459\/trappist-1-h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_h--6529\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na procura por vida extraterrestre, cientistas do MIT dizem que uma pequena quantidade de carbono na atmosfera de um planeta, em rela\u00e7\u00e3o aos seus vizinhos planet\u00e1rios, pode ser um sinal seguro e detet\u00e1vel de habitabilidade.Cr\u00e9dito: Christine Daniloff, MIT; iStock Cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology), da Universidade de Birmingham e de v\u00e1rias outras institui\u00e7\u00f5es &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6641,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[147,387,635],"class_list":["post-6640","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-exoplaneta","tag-jwst","tag-trappist-1"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6640","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6640"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6640\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6642,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6640\/revisions\/6642"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6640"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6640"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6640"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}