{"id":6604,"date":"2023-12-19T07:13:58","date_gmt":"2023-12-19T06:13:58","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6604"},"modified":"2023-12-19T07:13:59","modified_gmt":"2023-12-19T06:13:59","slug":"os-cientistas-medem-a-distancia-das-estrelas-atraves-da-sua-musica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/12\/19\/os-cientistas-medem-a-distancia-das-estrelas-atraves-da-sua-musica\/","title":{"rendered":"Os cientistas medem a dist\u00e2ncia das estrelas atrav\u00e9s da sua &#8220;m\u00fasica&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"679\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu-1024x679.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6605\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu-1024x679.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu-300x199.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu-768x509.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu-1536x1018.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/QyV38zu.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do Gaia a mapear as estrelas da Via L\u00e1ctea.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/ATG medialab; fundo &#8211; ESO\/S. Brunier<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de astr\u00f3nomos utilizou a asterossismologia, ou seja, o estudo das oscila\u00e7\u00f5es estelares, para medir com precis\u00e3o a dist\u00e2ncia de estrelas \u00e0 Terra. A sua investiga\u00e7\u00e3o examinou milhares de estrelas e verificou as medi\u00e7\u00f5es efetuadas durante a miss\u00e3o Gaia para estudar o Universo pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a maioria de n\u00f3s, os in\u00fameros pontos brilhantes no c\u00e9u noturno parecem ser todos estrelas. Mas, na verdade, alguns desses pontos s\u00e3o planetas, s\u00f3is distantes ou mesmo gal\u00e1xias inteiras situadas a milhares de milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia. Aquilo para que est\u00e1 a olhar depende da dist\u00e2ncia a que se encontra da Terra. \u00c9 por isso que medir a dist\u00e2ncia exata dos objetos celestes \u00e9 um objetivo t\u00e3o importante para os astr\u00f3nomos &#8211; e um dos maiores desafios que enfrentam atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi com este objetivo em mente que a ESA lan\u00e7ou a miss\u00e3o Gaia h\u00e1 dez anos. Os dados recolhidos pelo sat\u00e9lite Gaia est\u00e3o a abrir uma janela para o Universo pr\u00f3ximo, fornecendo medi\u00e7\u00f5es astron\u00f3micas &#8211; como a posi\u00e7\u00e3o, a dist\u00e2ncia \u00e0 Terra e o movimento &#8211; de quase dois mil milh\u00f5es de estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na EPFL (\u00c9cole Polytechnique F\u00e9d\u00e9rale de Lausanne, Su\u00ed\u00e7a), o grupo de investiga\u00e7\u00e3o &#8220;Standard Candles and Distances&#8221;, liderado pelo Prof. Richard Anderson, tem como objetivo medir a atual expans\u00e3o do Universo e considera o Gaia uma ferramenta valiosa. &#8220;O Gaia aumentou por um fator de 10.000 o n\u00famero de estrelas cujas paralaxes est\u00e3o medidas, gra\u00e7as a um enorme ganho de precis\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao seu antecessor, a miss\u00e3o Hipparcos da ESA&#8221;, afirma. Atualmente, os cientistas utilizam as paralaxes para calcular a dist\u00e2ncia das estrelas. Este m\u00e9todo consiste em medir os \u00e2ngulos de paralaxe, com a ajuda do sat\u00e9lite, atrav\u00e9s de uma forma de triangula\u00e7\u00e3o entre a localiza\u00e7\u00e3o do Gaia no espa\u00e7o, o Sol e a estrela em quest\u00e3o. Quanto mais distante for uma estrela, mais dif\u00edcil \u00e9 a medi\u00e7\u00e3o, porque a paralaxe \u00e9 tanto menor quanto maior for a dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar do sucesso retumbante do Gaia, a medi\u00e7\u00e3o da paralaxe \u00e9 complexa e existem pequenos efeitos sistem\u00e1ticos que devem ser verificados e corrigidos para que as paralaxes do Gaia atinjam todo o seu potencial. \u00c9 nisto que os cientistas da EPFL e da Universidade de Bolonha, na It\u00e1lia, t\u00eam estado a trabalhar, atrav\u00e9s de c\u00e1lculos efetuados em mais de 12.000 estrelas gigantes vermelhas oscilantes &#8211; a maior amostra e as medi\u00e7\u00f5es mais precisas at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Medimos os desvios do Gaia comparando as paralaxes reportadas pelo sat\u00e9lite com as paralaxes das mesmas estrelas que determin\u00e1mos usando asterossismologia&#8221;, diz Saniya Khan, cientista do grupo de investiga\u00e7\u00e3o de Anderson e principal autora de um estudo publicado na Astronomy &amp; Astrophysics.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2013\/06\/measuring_stellar_distances_by_parallax\/12886273-3-eng-GB\/Measuring_stellar_distances_by_parallax.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/vo5yTLh.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os cientistas usam a paralaxe para calcular a dist\u00e2ncia \u00e0s estrelas.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/ATG medialab<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sismos estelares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da mesma forma que os ge\u00f3logos estudam a estrutura da Terra atrav\u00e9s dos sismos, os astr\u00f3nomos utilizam a asterossismologia, e especificamente as vibra\u00e7\u00f5es e oscila\u00e7\u00f5es das estrelas, para obter informa\u00e7\u00f5es sobre as suas propriedades f\u00edsicas. As oscila\u00e7\u00f5es estelares s\u00e3o medidas como pequenas varia\u00e7\u00f5es na intensidade da luz e traduzidas em ondas sonoras, dando origem a um espetro de frequ\u00eancia dessas oscila\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O espetro de frequ\u00eancia permite-nos determinar a dist\u00e2ncia a que se encontra uma estrela, o que nos permite obter paralaxes asteross\u00edsmicas&#8221;, diz Khan. &#8220;No nosso estudo, ouvimos a &#8216;m\u00fasica&#8217; de um grande n\u00famero de estrelas &#8211; algumas delas a 15.000 anos-luz de dist\u00e2ncia!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para transformar sons em medidas de dist\u00e2ncia, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o partiu de um facto simples. A velocidade com que as ondas sonoras se propagam no espa\u00e7o depende da temperatura e da densidade do interior da estrela. &#8220;Ao analisar o espetro de frequ\u00eancia das oscila\u00e7\u00f5es estelares, podemos estimar o tamanho de uma estrela, tal como se pode identificar o tamanho de um instrumento musical pelo tipo de som que produz &#8211; pense na diferen\u00e7a de tom entre um viol\u00e3o e um violoncelo&#8221;, diz Andrea Miglio, professor catedr\u00e1tico do Departamento de F\u00edsica e Astronomia da Universidade de Bolonha e terceiro autor do estudo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2023\/06\/asteroseismology\/24918906-1-eng-GB\/Asteroseismology.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/sKRMvO1.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica que mostra a forma como as ondas sonoras individuais se propagam no interior de estrelas como o Sol. Algumas propagam-se ao longo das camadas superficiais, enquanto outras atravessam o centro da estrela.<br>Cr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e1lises sofisticadas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de terem calculado o tamanho de uma estrela, os astr\u00f3nomos determinaram a sua luminosidade e compararam-na com a luminosidade observada na Terra. Associaram esta informa\u00e7\u00e3o \u00e0s leituras de temperatura e de composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica obtidas por espetroscopia e submeteram estes dados a an\u00e1lises sofisticadas para calcular a dist\u00e2ncia \u00e0 estrela. Por fim, os astr\u00f3nomos compararam as paralaxes obtidas atrav\u00e9s deste processo com as reportadas pelo Gaia, para verificar a exatid\u00e3o das medi\u00e7\u00f5es do sat\u00e9lite.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A asterossismologia \u00e9 a \u00fanica forma de verificarmos a exatid\u00e3o da paralaxe do Gaia em todo o c\u00e9u, ou seja, tanto para estrelas de baixa como de alta intensidade&#8221;, afirma Anderson. E o futuro deste dom\u00ednio \u00e9 brilhante, como sublinha Khan:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Miss\u00f5es espaciais, como a TESS e a PLATO, destinadas a detetar e estudar exoplanetas, utilizar\u00e3o a asterossismologia e fornecer\u00e3o os conjuntos de dados necess\u00e1rios em regi\u00f5es cada vez mais vastas do c\u00e9u. M\u00e9todos semelhantes aos nossos desempenhar\u00e3o, por conseguinte, um papel crucial na melhoria das medi\u00e7\u00f5es de paralaxe do Gaia, o que nos ajudar\u00e1 a identificar o nosso lugar no Universo e beneficiar\u00e1 uma s\u00e9rie de subcampos da astronomia e da astrof\u00edsica&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/actu.epfl.ch\/news\/scientists-measure-the-distance-to-stars-by-their-\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ EPFL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/202347919\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.03654\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Asterossismologia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroseismology\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.asteroseismology.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">asteroseismology.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Paralaxe:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Parallax\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_parallax\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Paralaxe estelar (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo DR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sat\u00e9lite Hipparcos:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.rssd.esa.int\/index.php?project=HIPPARCOS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hipparcos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PLATO (PLAnetary Transits and Oscillations of stars):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Plato_factsheet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/PLATO_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista do Gaia a mapear as estrelas da Via L\u00e1ctea.Cr\u00e9dito: ESA\/ATG medialab; fundo &#8211; ESO\/S. Brunier Uma equipa de astr\u00f3nomos utilizou a asterossismologia, ou seja, o estudo das oscila\u00e7\u00f5es estelares, para medir com precis\u00e3o a dist\u00e2ncia de estrelas \u00e0 Terra. A sua investiga\u00e7\u00e3o examinou milhares de estrelas e verificou as medi\u00e7\u00f5es efetuadas durante &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6605,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1],"tags":[400,311,685,448,309],"class_list":["post-6604","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-asterossismologia","tag-gaia","tag-paralaxe","tag-plato","tag-tess"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6604","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6604"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6604\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6606,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6604\/revisions\/6606"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6605"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6604"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6604"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6604"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}