{"id":6569,"date":"2023-12-05T07:33:31","date_gmt":"2023-12-05T06:33:31","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6569"},"modified":"2023-12-05T07:33:31","modified_gmt":"2023-12-05T06:33:31","slug":"estudo-do-webb-revela-que-os-planetas-rochosos-podem-formar-se-em-ambientes-extremos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/12\/05\/estudo-do-webb-revela-que-os-planetas-rochosos-podem-formar-se-em-ambientes-extremos\/","title":{"rendered":"Estudo do Webb revela que os planetas rochosos podem formar-se em ambientes extremos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2023\/11\/artist_s_impression_of_protoplanetary_disc\/25343285-1-eng-GB\/Artist_s_impression_of_protoplanetary_disc.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/JCVB7Pri_o-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6570\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/JCVB7Pri_o-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/JCVB7Pri_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/JCVB7Pri_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/JCVB7Pri_o-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/JCVB7Pri_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista de uma estrela jovem rodeada por um disco protoplanet\u00e1rio no qual se est\u00e3o a formar planetas.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para obter a primeira observa\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e outras mol\u00e9culas nas regi\u00f5es interiores de forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos de um disco num dos ambientes mais extremos da nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados sugerem que as condi\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos, tipicamente encontradas em discos de regi\u00f5es onde se formam estrelas de baixa massa, podem tamb\u00e9m ocorrer em regi\u00f5es onde se formam estrelas massivas e possivelmente numa gama mais alargada de ambientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes s\u00e3o os primeiros resultados do programa XUE (eXtreme UV Environments) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, que se centra na caracteriza\u00e7\u00e3o de discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em regi\u00f5es onde se formam estrelas massivas. Estas regi\u00f5es s\u00e3o provavelmente representativas do ambiente em que se formou a maioria dos sistemas planet\u00e1rios. Compreender o impacto do ambiente na forma\u00e7\u00e3o dos planetas \u00e9 importante para que os cientistas possam compreender a diversidade das popula\u00e7\u00f5es observadas de exoplanetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O programa XUE tem como alvo um total de 15 discos em tr\u00eas \u00e1reas da Nebulosa da Lagosta (tamb\u00e9m conhecida como NGC 6357), uma grande nebulosa de emiss\u00e3o a cerca de 5500 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Escorpi\u00e3o. A Nebulosa da Lagosta \u00e9 uma das regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar mais jovens e mais pr\u00f3ximas, albergando algumas das estrelas mais massivas da nossa Gal\u00e1xia. As estrelas massivas s\u00e3o mais quentes e, por isso, emitem mais radia\u00e7\u00e3o ultravioleta (UV). Este facto pode dispersar o g\u00e1s no disco, fazendo com que o seu tempo de vida esperado seja de apenas um milh\u00e3o de anos. Gra\u00e7as ao Webb, os astr\u00f3nomos podem agora estudar o efeito da radia\u00e7\u00e3o UV nas regi\u00f5es interiores de forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos dos discos protoplanet\u00e1rios em torno de estrelas como o nosso Sol.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2023\/11\/protoplanetary_disc_xue_1_miri_emission_spectrum_13.3_15.5_microns\/25343330-1-eng-GB\/Protoplanetary_disc_XUE_1_MIRI_emission_spectrum_13.3_15.5_microns.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ca\/83\/BQbKt8zx_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este gr\u00e1fico apresenta alguns dos primeiros resultados do programa XUE (eXtreme UV Environments) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. Estes resultados sugerem que as condi\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos, tipicamente encontradas em discos de regi\u00f5es onde se formam estrelas de baixa massa, podem tamb\u00e9m ocorrer em regi\u00f5es onde se formam estrelas massivas e possivelmente numa gama mais vasta de ambientes.<br>Este primeiro resultado centra-se no disco protoplanet\u00e1rio denominado XUE 1, que est\u00e1 localizado no enxame estelar Pismis 24.<br>O disco interior em torno de XUE 1 revelou assinaturas de \u00e1gua (aqui destacada a azul e centrada em cerca de 14,2 micr\u00f3metros), bem como acetileno (C2H2, destacado a verde; centrado em cerca de 13,7 micr\u00f3metros), cianeto de hidrog\u00e9nio (HCN, destacado a castanho; centrado em cerca de 14,0 micr\u00f3metros) e di\u00f3xido de carbono (CO2, destacado a vermelho; centrado em cerca de 14,95 micr\u00f3metros). Como indicado, algumas das emiss\u00f5es detetadas eram mais fracas do que alguns dos modelos previstos, o que pode implicar um pequeno raio do disco exterior.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, J. Olmsted (STScI), M. C Ram\u00edrez-Tannus (Instituto Max Planck de Astronomia)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Webb \u00e9 o \u00fanico telesc\u00f3pio com a resolu\u00e7\u00e3o espacial e a sensibilidade necess\u00e1rias para estudar discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em regi\u00f5es onde se formam estrelas massivas&#8221;, disse a chefe da equipa, Mar\u00eda Claudia Ram\u00edrez-Tannus, do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos pretendem caracterizar as propriedades f\u00edsicas e a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica das regi\u00f5es formadoras de planetas rochosos nos discos protoplanet\u00e1rios da Nebulosa da Lagosta, utilizando o MRS (Medium Resolution Spectrometer) do MIRI (Mid-InfraRed Instrument) do Webb. Este primeiro resultado centra-se no disco protoplanet\u00e1rio denominado XUE 1, que se situa no enxame estelar Pismis 24.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;S\u00f3 a gama de comprimentos de onda e a resolu\u00e7\u00e3o espetral do MIRI nos permitem sondar o invent\u00e1rio molecular e as condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas do g\u00e1s quente e da poeira onde se formam os planetas rochosos&#8221;, disse o membro da equipa Arjan Bik, da Universidade de Estocolmo, na Su\u00e9cia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Devido \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o perto de v\u00e1rias estrelas massivas em NGC 6357, os cientistas esperam que XUE 1 tenha estado constantemente exposta a um campo de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta elevada durante toda a sua vida. No entanto, neste ambiente extremo, a equipa ainda detetou uma s\u00e9rie de mol\u00e9culas que s\u00e3o os blocos de constru\u00e7\u00e3o de planetas rochosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Descobrimos que o disco interior em torno de XUE 1 \u00e9 notavelmente semelhante ao das regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar pr\u00f3ximas&#8221;, disse Rens Waters, membro da equipa, da Universidade de Radboud, nos Pa\u00edses Baixos. &#8220;Detet\u00e1mos \u00e1gua e outras mol\u00e9culas como mon\u00f3xido de carbono, di\u00f3xido de carbono, cianeto de hidrog\u00e9nio e acetileno. No entanto, a emiss\u00e3o encontrada foi mais fraca do que alguns modelos previam. Isto pode implicar um pequeno raio exterior do disco&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2023\/11\/protoplanetary_disc_xue_1_miri_emission_spectrum_4.95_5.15_microns\/25343375-1-eng-GB\/Protoplanetary_disc_XUE_1_MIRI_emission_spectrum_4.95_5.15_microns.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/f7\/a5\/8ttvAqFx_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este gr\u00e1fico apresenta alguns dos primeiros resultados do programa XUE (eXtreme UV Environments) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. Estes resultados sugerem que as condi\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos, tipicamente encontradas em discos em regi\u00f5es onde se formam estrelas de baixa massa, podem tamb\u00e9m ocorrer em regi\u00f5es onde se formam estrelas massivas e possivelmente numa gama mais vasta de ambientes.<br>Os astr\u00f3nomos concentraram-se em regi\u00f5es de discos com forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos na Nebulosa da Lagosta, utilizando o MRS (Medium Resolution Spectrometer) do MIRI (Mid-InfraRed Instrument) do Webb. Este primeiro resultado centra-se no disco protoplanet\u00e1rio denominado XUE 1, que est\u00e1 localizado no enxame estelar Pismis 24.<br>Este gr\u00e1fico apresenta as assinaturas observadas de mon\u00f3xido de carbono entre 4,95 e 5,15 micr\u00f3metros.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, J. Olmsted (STScI), M. C Ram\u00edrez-Tannus (Instituto Max Planck de Astronomia)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Fic\u00e1mos surpreendidos e entusiasmados porque esta \u00e9 a primeira vez que estas mol\u00e9culas foram detetadas em condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o extremas&#8221;, acrescentou Lars Cuijpers da Universidade de Radboud. A equipa tamb\u00e9m encontrou evid\u00eancias de pequenos gr\u00e3os de poeira de silicato, parcialmente cristalinos, na superf\u00edcie do disco. Estes s\u00e3o considerados os blocos de constru\u00e7\u00e3o dos planetas rochosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados s\u00e3o uma boa not\u00edcia para a forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos, uma vez que a equipa cient\u00edfica descobriu que as condi\u00e7\u00f5es no disco interior se assemelham \u00e0s encontradas nos discos bem estudados localizados em regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar pr\u00f3ximas, onde apenas se formam estrelas de baixa massa. Isto sugere que os planetas rochosos podem formar-se numa gama muito mais ampla de ambientes do que se pensava anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa nota que as restantes observa\u00e7\u00f5es do programa XUE s\u00e3o cruciais para estabelecer a semelhan\u00e7a destas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;XUE1 mostra-nos que as condi\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos existem, por isso o pr\u00f3ximo passo \u00e9 verificar at\u00e9 que ponto s\u00e3o comuns&#8221;, diz Ram\u00edrez-Tannus. &#8220;Vamos observar outros discos na mesma regi\u00e3o para determinar a frequ\u00eancia com que estas condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o observadas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_study_reveals_rocky_planets_can_form_in_extreme_environments\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2329\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/missions\/webb\/webb-study-reveals-rocky-planets-can-form-in-extreme-environments\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-152\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.mpia.de\/news\/science\/2023-16-xue-terrestrial-planets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Max Planck de Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.su.se\/department-of-astronomy\/news\/observations-of-planetary-cradles-reveal-rocky-planets-can-form-in-extreme-environments-1.694851\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Estocolmo (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ru.nl\/en\/research\/research-news\/observations-of-planetary-cradles-find-water-and-conditions-for-forming-earth-like-planets-even-in-harsh-environments\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Radboud (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.psu.edu\/news\/Getman11-2023\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Estatal da Pensilv\u00e2nia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ad03f8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.11074\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/webb-finds-water-carbon-in-harshest-region\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/11\/231130145408.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-11-webb-reveals-rocky-planets-extreme.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/formacao-de-exoplanetas-tambem-acontece-em-ambientes-hostis-e-alguns-ate-podem-ter-vida\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nebular_hypothesis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nebulosa da Lagosta (NGC 6357):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_6357\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_6357#Pismis_24\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pismis 24 (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de uma estrela jovem rodeada por um disco protoplanet\u00e1rio no qual se est\u00e3o a formar planetas.Cr\u00e9dito: ESO\/L. 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