{"id":6541,"date":"2023-11-24T07:28:08","date_gmt":"2023-11-24T06:28:08","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6541"},"modified":"2023-11-24T07:28:08","modified_gmt":"2023-11-24T06:28:08","slug":"webb-identifica-metano-na-atmosfera-de-um-exoplaneta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/11\/24\/webb-identifica-metano-na-atmosfera-de-um-exoplaneta\/","title":{"rendered":"Webb identifica metano na atmosfera de um exoplaneta"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.asu.edu\/sites\/default\/files\/wasp-80b_v01_disclaimer_02.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/KS20BsYa_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6542\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/KS20BsYa_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/KS20BsYa_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/KS20BsYa_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/KS20BsYa_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica do exoplaneta ameno WASP-80 b, cuja cor pode parecer azulada aos olhos humanos devido \u00e0 aus\u00eancia de nuvens de grande altitude e \u00e0 presen\u00e7a de metano atmosf\u00e9rico identificado pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, semelhante aos planetas \u00darano e Neptuno no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar.<br>Cr\u00e9dito: NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA observou o exoplaneta WASP-80 b \u00e0 medida que este passava em frente e por detr\u00e1s da sua estrela hospedeira, revelando espetros indicativos de uma atmosfera contendo o g\u00e1s metano e vapor de \u00e1gua. Embora o vapor de \u00e1gua tenha sido detetado em mais de uma d\u00fazia de planetas at\u00e9 \u00e0 data, at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo o metano &#8211; uma mol\u00e9cula encontrada em abund\u00e2ncia nas atmosferas de J\u00fapiter, Saturno, \u00darano e Neptuno no nosso Sistema Solar &#8211; permaneceu esquivo nas atmosferas de exoplanetas em tr\u00e2nsito quando estudado com espetroscopia espacial.<\/p>\n\n\n\n<p>Taylor Bell, do BAERI (Bay Area Environmental Research Institute), que trabalha no Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Ames da NASA, em Silicon Valley, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia, e Luis Welbanks, da Universidade do Estado do Arizona, explicam a import\u00e2ncia da descoberta do metano nas atmosferas de exoplanetas e discutem como as observa\u00e7\u00f5es do Webb facilitaram a identifica\u00e7\u00e3o desta mol\u00e9cula h\u00e1 muito procurada. Estas descobertas foram recentemente publicadas na revista cient\u00edfica Nature.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Com uma temperatura de cerca de 825 K (aproximadamente 552\u00ba C), WASP-80 b \u00e9 o que os cientistas chamam um &#8216;J\u00fapiter ameno&#8217;, que s\u00e3o planetas semelhantes em tamanho e massa ao planeta J\u00fapiter no nosso Sistema Solar, mas que t\u00eam uma temperatura que se situa entre a dos J\u00fapiteres quentes, como HD 209458 b (o primeiro exoplaneta em tr\u00e2nsito descoberto), com 1450 K (1177\u00ba C), e a dos J\u00fapiteres frios, como o nosso, que tem cerca de 125 K (-148\u00ba C) &#8220;.<\/p>\n\n\n\n<p>WASP-80 b d\u00e1 uma volta \u00e0 sua estrela an\u00e3 vermelha de tr\u00eas em tr\u00eas dias e est\u00e1 situado a 163 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de \u00c1guia. Como o planeta est\u00e1 t\u00e3o perto da sua estrela e ambos est\u00e3o t\u00e3o longe de n\u00f3s, n\u00e3o podemos ver o planeta diretamente, nem mesmo com os telesc\u00f3pios mais avan\u00e7ados como o Webb. Em vez disso, os investigadores estudam a luz combinada da estrela e do planeta usando o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito (que tem sido usado para descobrir a maioria dos exoplanetas conhecidos) e o m\u00e9todo do eclipse.<\/p>\n\n\n\n<p>Usando o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito, observaram o sistema quando o exoplaneta se moveu em frente da sua estrela, a partir da nossa perspetiva, fazendo com que a luz da estrela que vemos diminu\u00edsse um pouco. \u00c9 como quando algu\u00e9m passa \u00e0 frente de um candeeiro e a luz diminui. Durante este tempo, um fino anel da atmosfera do planeta \u00e0 volta da fronteira dia\/noite \u00e9 iluminado pela estrela e, em certas cores de luz em que as mol\u00e9culas da atmosfera do planeta absorvem a luz, a atmosfera parece mais espessa e bloqueia mais a luz estelar, causando um escurecimento mais profundo do que noutros comprimentos de onda em que a atmosfera parece transparente. Este m\u00e9todo ajuda os cientistas a compreender de que \u00e9 feita a atmosfera do planeta, vendo que cores de luz est\u00e3o a ser bloqueadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, utilizando o m\u00e9todo do eclipse, observaram o sistema quando o planeta passou por detr\u00e1s da sua estrela, a partir da nossa perspetiva, causando outro pequeno decr\u00e9scimo na luz total que recebemos. Todos os objetos emitem alguma luz, chamada radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, com a intensidade e a cor da luz emitida a depender do grau de aquecimento do objeto. Pouco antes e pouco depois do eclipse, o lado quente do planeta est\u00e1 virado para n\u00f3s e, medindo a queda de luz durante o eclipse, conseguimos medir a luz infravermelha emitida pelo planeta. Nos espetros de eclipses, a absor\u00e7\u00e3o por mol\u00e9culas na atmosfera do planeta aparece tipicamente como uma redu\u00e7\u00e3o na luz emitida pelo planeta em comprimentos de onda espec\u00edficos. Al\u00e9m disso, dado que o planeta \u00e9 muito mais pequeno e frio do que a sua estrela hospedeira, a profundidade de um eclipse \u00e9 muito menor do que a profundidade de um tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/80\/08\/636QuQgr_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/80\/08\/636QuQgr_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O espetro de tr\u00e2nsito (em cima) e o espetro do eclipse (em baixo) de WASP-80 b medidos pelo modo de espetroscopia do NIRCam do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. Em ambos os espetros, h\u00e1 evid\u00eancias claras de absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e metano, cujas contribui\u00e7\u00f5es s\u00e3o indicadas com contornos coloridos. Durante um tr\u00e2nsito, o planeta passa em frente da estrela, e num espetro de tr\u00e2nsito, a presen\u00e7a de mol\u00e9culas faz com que a atmosfera do planeta bloqueie mais luz em certas cores, causando um escurecimento mais profundo nesses comprimentos de onda. Durante um eclipse, o planeta passa por detr\u00e1s da estrela e, neste espetro do eclipse, as mol\u00e9culas absorvem alguma da luz emitida pelo planeta em cores espec\u00edficas, o que leva a uma menor diminui\u00e7\u00e3o do brilho durante o eclipse em compara\u00e7\u00e3o com um tr\u00e2nsito.<br>Cr\u00e9dito: BAERI\/NASA\/Taylor Bell<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es iniciais precisaram de ser transformadas em algo a que chamamos espetro; trata-se essencialmente de uma medida que mostra a quantidade de luz que \u00e9 bloqueada ou emitida pela atmosfera do planeta em diferentes cores (ou comprimentos de onda) de luz. Existem muitas ferramentas diferentes para transformar observa\u00e7\u00f5es &#8220;brutas&#8221; em espetros \u00fateis, pelo que utilizaram duas abordagens diferentes para garantir que as conclus\u00f5es eram robustas face a diferentes pressupostos. De seguida, os cientistas interpretaram este espetro utilizando dois tipos de modelos para simular o aspeto da atmosfera de um planeta em condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o extremas.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro tipo de modelo \u00e9 totalmente flex\u00edvel, tentando milh\u00f5es de combina\u00e7\u00f5es de abund\u00e2ncias e temperaturas de metano e \u00e1gua para encontrar a combina\u00e7\u00e3o que melhor corresponde aos dados. O segundo tipo, designado por &#8220;modelos autoconsistentes&#8221;, tamb\u00e9m explora milh\u00f5es de combina\u00e7\u00f5es, mas utiliza os nossos conhecimentos atuais de f\u00edsica e qu\u00edmica para determinar os n\u00edveis de metano e de \u00e1gua que podem ser esperados. Ambos os tipos de modelos chegaram \u00e0 mesma conclus\u00e3o: uma dete\u00e7\u00e3o definitiva de metano.<\/p>\n\n\n\n<p>Para validar os resultados, utilizaram m\u00e9todos estat\u00edsticos robustos para avaliar a probabilidade de a dete\u00e7\u00e3o ser um ru\u00eddo aleat\u00f3rio. &#8220;No nosso campo, consideramos que o &#8216;padr\u00e3o de ouro&#8217; \u00e9 algo chamado de &#8216;dete\u00e7\u00e3o de 5-sigma&#8217;, o que significa que as probabilidades de uma dete\u00e7\u00e3o ser causada por ru\u00eddo aleat\u00f3rio s\u00e3o de 1 em 1,7 milh\u00f5es. Entretanto, detet\u00e1mos metano com 6,1-sigma em ambos os espetros do tr\u00e2nsito e do eclipse, o que coloca as probabilidades de uma falsa dete\u00e7\u00e3o em cada observa\u00e7\u00e3o em 1 em 942 milh\u00f5es, ultrapassando o &#8216;padr\u00e3o de ouro&#8217; de 5-sigma e refor\u00e7ando a nossa confian\u00e7a em ambas as dete\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma dete\u00e7\u00e3o t\u00e3o segura, n\u00e3o s\u00f3 encontraram uma mol\u00e9cula muito esquiva, como podem agora come\u00e7ar a explorar o que esta composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica nos diz sobre o nascimento, crescimento e evolu\u00e7\u00e3o do planeta. Por exemplo, ao medir a quantidade de metano e de \u00e1gua no planeta, podem inferir a rela\u00e7\u00e3o entre \u00e1tomos de carbono e \u00e1tomos de oxig\u00e9nio. Espera-se que este r\u00e1cio mude dependendo de onde e quando os planetas se formam no seu sistema. Assim, a an\u00e1lise deste r\u00e1cio carbono\/oxig\u00e9nio pode fornecer pistas sobre se o planeta se formou perto da sua estrela ou mais longe, antes de se mover gradualmente para o interior.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra coisa que os entusiasma com esta descoberta \u00e9 a oportunidade de, finalmente, comparar planetas fora do nosso Sistema Solar com os que se encontram nele. A NASA tem um historial de enviar naves espaciais aos gigantes gasosos do nosso Sistema Solar para medir a quantidade de metano e outras mol\u00e9culas nas suas atmosferas. Agora, ao disporem de uma medi\u00e7\u00e3o do mesmo g\u00e1s num exoplaneta, podem come\u00e7ar a fazer uma compara\u00e7\u00e3o &#8220;de ma\u00e7\u00e3s para ma\u00e7\u00e3s&#8221; e ver se as expetativas do Sistema Solar correspondem ao que vemos fora dele.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Finalmente, ao olharmos para as futuras descobertas com o Webb, este resultado mostra-nos que estamos \u00e0 beira de mais descobertas excitantes. Observa\u00e7\u00f5es adicionais de WASP-80 b com o MIRI e com o NIRCam do Webb permitir-nos-\u00e3o sondar as propriedades da atmosfera em diferentes comprimentos de onda da luz. As nossas descobertas levam-nos a pensar que seremos capazes de observar outras mol\u00e9culas ricas em carbono, como o mon\u00f3xido de carbono e o di\u00f3xido de carbono, permitindo-nos tra\u00e7ar um quadro mais completo das condi\u00e7\u00f5es da atmosfera deste planeta. Al\u00e9m disso, \u00e0 medida que formos encontrando metano e outros gases em exoplanetas, continuaremos a expandir o nosso conhecimento sobre como a qu\u00edmica e a f\u00edsica funcionam em condi\u00e7\u00f5es diferentes das que temos na Terra e, talvez em breve, noutros planetas que nos fazem lembrar o que temos aqui em casa. Uma coisa \u00e9 certa &#8211; a viagem de descoberta com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb est\u00e1 repleta de potenciais surpresas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/2023\/11\/22\/nasas-webb-identifies-methane-in-an-exoplanets-atmosphere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (blog)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.asu.edu\/20231121-jwst-observes-methane-exoplanet-wasp80-b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Estado do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.ucsc.edu\/2023\/11\/methane-in-exoplanet-atmosphere.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia, Santa Cruz (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-06687-0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2309.04042\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>WASP-80 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5148\/wasp-80-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/wasp-80%20b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp_80_b--1250\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WASP-80\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica do exoplaneta ameno WASP-80 b, cuja cor pode parecer azulada aos olhos humanos devido \u00e0 aus\u00eancia de nuvens de grande altitude e \u00e0 presen\u00e7a de metano atmosf\u00e9rico identificado pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, semelhante aos planetas \u00darano e Neptuno no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar.Cr\u00e9dito: NASA O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da 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