{"id":6456,"date":"2023-10-20T06:22:10","date_gmt":"2023-10-20T05:22:10","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6456"},"modified":"2023-10-20T06:22:10","modified_gmt":"2023-10-20T05:22:10","slug":"webb-deteta-minusculos-cristais-de-quartzo-nas-nuvens-de-um-jupiter-quente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/10\/20\/webb-deteta-minusculos-cristais-de-quartzo-nas-nuvens-de-um-jupiter-quente\/","title":{"rendered":"Webb deteta min\u00fasculos cristais de quartzo nas nuvens de um J\u00fapiter quente"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01HC3AY82PXH352B641ZRYNNNS.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/yopq5wuu_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6457\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/yopq5wuu_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/yopq5wuu_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/yopq5wuu_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/yopq5wuu_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o poss\u00edvel aspeto do exoplaneta WASP-17 b, com base em observa\u00e7\u00f5es de telesc\u00f3pios terrestres e espaciais, incluindo os telesc\u00f3pios espaciais Webb, Hubble e Spitzer da NASA. A atmosfera de WASP-17 b \u00e9 composta principalmente por hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, juntamente com pequenas quantidades de vapor de \u00e1gua e vest\u00edgios de di\u00f3xido de carbono e outras mol\u00e9culas. Observa\u00e7\u00f5es infravermelhas de 5 a 12 micr\u00f3metros pelo MIRI do Webb mostram que a atmosfera de WASP-17 b tamb\u00e9m cont\u00e9m nuvens feitas de nanocristais de quartzo (SiO2).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA e R. Crawford (STSCI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Investigadores, recorrendo ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST) da NASA, detetaram ind\u00edcios de nanocristais de quartzo nas nuvens de alta altitude de WASP-17 b, um J\u00fapiter quente a 1300 anos-luz da Terra. A dete\u00e7\u00e3o, que s\u00f3 foi poss\u00edvel com o MIRI (Mid-Infrared Instrument), marca a primeira vez que part\u00edculas de s\u00edlica (SiO2) foram detetadas na atmosfera de um exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Fic\u00e1mos encantados!&#8221; disse David Grant, investigador da Universidade de Bristol, no Reino Unido, primeiro autor de um artigo cient\u00edfico publicado na revista The Astrophysical Journal Letters. &#8220;Sab\u00edamos, pelas observa\u00e7\u00f5es do Hubble, que deviam haver aeross\u00f3is &#8211; part\u00edculas min\u00fasculas que formam nuvens ou neblinas &#8211; na atmosfera de WASP-17 b, mas n\u00e3o esper\u00e1vamos que fossem feitos de quartzo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Os silicatos (minerais ricos em sil\u00edcio e oxig\u00e9nio) constituem a maior parte da Terra e da Lua, bem como de outros objetos rochosos do nosso Sistema Solar, e s\u00e3o extremamente comuns em toda a Gal\u00e1xia. Mas os gr\u00e3os de silicatos anteriormente detetados nas atmosferas de exoplanetas e das an\u00e3s castanhas parecem ser constitu\u00eddos por silicatos ricos em magn\u00e9sio, como a olivina e a piroxena, e n\u00e3o apenas por quartzo &#8211; que \u00e9 SiO2 puro.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado desta equipa, que tamb\u00e9m inclui investigadores do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Ames e do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA, d\u00e1 uma nova orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa compreens\u00e3o de como as nuvens dos exoplanetas se formam e evoluem. &#8220;Esper\u00e1vamos ver silicatos de magn\u00e9sio&#8221;, disse a coautora Hannah Wakeford, tamb\u00e9m da Universidade de Bristol. &#8220;Mas o que estamos a ver em vez disso s\u00e3o provavelmente os blocos de constru\u00e7\u00e3o desses silicatos, as min\u00fasculas part\u00edculas &#8216;sementes&#8217; necess\u00e1rias para formar os gr\u00e3os de silicato maiores que detetamos em exoplanetas mais frios e nas an\u00e3s castanhas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Detetando varia\u00e7\u00f5es subtis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com um volume mais de sete vezes superior ao de J\u00fapiter e uma massa inferior a metade da de J\u00fapiter, WASP-17 b \u00e9 um dos maiores e mais inchados exoplanetas conhecidos. Este facto, juntamente com o seu curto per\u00edodo orbital de apenas 3,7 dias terrestres, torna o planeta ideal para a espetroscopia de transmiss\u00e3o: uma t\u00e9cnica que envolve a medi\u00e7\u00e3o dos efeitos de filtragem e dispers\u00e3o da luz da estrela pela atmosfera de um planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>O Webb observou o sistema WASP-17 durante quase 10 horas, recolhendo mais de 1275 medi\u00e7\u00f5es do brilho da luz infravermelha m\u00e9dia entre 5 e 12 micr\u00f3metros quando o planeta passou em frente da sua estrela. Ao subtrair o brilho de cada um dos comprimentos de onda da luz que chegou ao telesc\u00f3pio quando o planeta estava em tr\u00e2nsito, do brilho da estrela por si s\u00f3, a equipa conseguiu calcular a quantidade de cada comprimento de onda bloqueado pela atmosfera do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>O que surgiu foi uma &#8220;protuber\u00e2ncia&#8221; inesperada a 8,6 micr\u00f3metros, uma carater\u00edstica que n\u00e3o seria esperada se as nuvens fossem feitas de silicatos de magn\u00e9sio ou outros poss\u00edveis aeross\u00f3is de alta temperatura, como o \u00f3xido de alum\u00ednio, mas que faz todo o sentido se forem feitas de quartzo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01HCJC3JFVR4JJQ96JP0WGAMG1.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/8e\/32\/FdY0VuoG_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um espetro de transmiss\u00e3o do exoplaneta WASP-17 b, um gigante de g\u00e1s, captado pelo MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, nos dias 12-13 de mar\u00e7o de 2023, revela a primeira evid\u00eancia de quartzo (s\u00edlica cristalina, SiO2) nas nuvens de um exoplaneta. Esta \u00e9 a primeira vez que o SiO2 \u00e9 identificado num exoplaneta e a primeira vez que uma esp\u00e9cie espec\u00edfica de nuvem \u00e9 identificada num exoplaneta em tr\u00e2nsito.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA e R. Crawford (STSI); ci\u00eancia &#8211; Nikole Lewis (Universidade de Cornell), David Grant (Universidade de Bristol), Hannah Wakeford (Universidade de Bristol)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Cristais, nuvens e ventos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora estes cristais sejam provavelmente semelhantes em forma aos prismas hexagonais pontiagudos encontrados em geodos e lojas de pedras preciosas na Terra, cada um tem apenas cerca de 10 nan\u00f3metros de di\u00e2metro &#8211; um milion\u00e9simo de um cent\u00edmetro.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os dados do Hubble desempenharam um papel fundamental na determina\u00e7\u00e3o do tamanho destas part\u00edculas&#8221;, explicou a coautora Nikole Lewis, da Universidade de Cornell, que lidera o programa GTO (Guaranteed Time Observation) do Webb, concebido para ajudar a construir uma vis\u00e3o tridimensional da atmosfera de um J\u00fapiter quente. &#8220;Sabemos que h\u00e1 s\u00edlica apenas com os dados MIRI do Webb, mas precis\u00e1vamos das observa\u00e7\u00f5es do Hubble no vis\u00edvel e no infravermelho pr\u00f3ximo para contexto, para descobrir o tamanho dos cristais.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio das part\u00edculas minerais encontradas nas nuvens da Terra, os cristais de quartzo detetados nas nuvens de WASP-17 b n\u00e3o s\u00e3o varridos de uma superf\u00edcie rochosa. Em vez disso, t\u00eam origem na pr\u00f3pria atmosfera. &#8220;WASP-17 b \u00e9 extremamente quente &#8211; cerca de 1500 graus Celsius &#8211; e a press\u00e3o onde se formam no alto da atmosfera \u00e9 apenas cerca de um mil\u00e9simo da que temos na superf\u00edcie da Terra&#8221;, explicou Grant. &#8220;Nestas condi\u00e7\u00f5es, os cristais s\u00f3lidos podem formar-se diretamente a partir do g\u00e1s, sem passar primeiro por uma fase l\u00edquida&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Compreender de que s\u00e3o feitas as nuvens \u00e9 crucial para compreender o planeta como um todo. J\u00fapiteres quentes como WASP-17 b s\u00e3o feitos principalmente de hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, com pequenas quantidades de outros gases como o vapor de \u00e1gua e di\u00f3xido de carbono. &#8220;Se considerarmos apenas o oxig\u00e9nio contido nestes gases e n\u00e3o incluirmos todo o oxig\u00e9nio contido em minerais como o quartzo (SiO2), iremos subestimar significativamente a abund\u00e2ncia total&#8221;, explicou Wakeford. &#8220;Estes belos cristais de s\u00edlica dizem-nos mais sobre o invent\u00e1rio de diferentes materiais e de como todos eles se juntam para moldar o ambiente deste planeta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 dif\u00edcil determinar com exatid\u00e3o a quantidade de quartzo existente e qu\u00e3o pervasivas s\u00e3o as nuvens. &#8220;As nuvens est\u00e3o provavelmente presentes ao longo da transi\u00e7\u00e3o dia\/noite (o terminador), que \u00e9 a regi\u00e3o que as nossas observa\u00e7\u00f5es sondam&#8221;, disse Grant. Dado que o planeta tem acoplamento de mar\u00e9s, com um lado diurno muito quente e um lado noturno mais frio, \u00e9 prov\u00e1vel que as nuvens circulem \u00e0 volta do planeta, mas vaporizem quando atingem o lado diurno mais quente. &#8220;Os ventos podem estar a mover estas pequenas part\u00edculas v\u00edtreas a milhares de quil\u00f3metros por hora&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>WASP-17 b \u00e9 um dos tr\u00eas planetas visados pelas investiga\u00e7\u00f5es da equipa DREAMS (Deep Reconnaissance of Exoplanet Atmospheres using Multi-instrument Spectroscopy) do JWST, que foram concebidas para reunir um conjunto abrangente de observa\u00e7\u00f5es de um representante de cada classe chave de exoplanetas: um J\u00fapiter quente, um Neptuno quente e um planeta rochoso temperado. As observa\u00e7\u00f5es MIRI do J\u00fapiter quente WASP-17 b foram efetuadas como parte do programa 1353 do GTO.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/missions\/webb\/webb-detects-tiny-quartz-crystals-in-the-clouds-of-a-hot-gas-giant\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-140\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.bristol.ac.uk\/news\/2023\/october\/quartz-crystals-on-exoplanet-discovery.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Bristol (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2023\/10\/webb-detects-quartz-crystals-clouds-hot-gas-giant\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/acfc3b\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2310.08637\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-quartz-crystals-exoplanet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/163749\/an-exoplanet-so-hot-it-has-clouds-made-of-quartz\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/astronomy\/gems-in-the-sky-james-webb-telescope-discovers-quartz-in-an-exoplanets-atmosphere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Webb_detects_tiny_quartz_crystals_in_clouds_of_hot_gas_giant_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/10\/17\/world\/webb-quartz-crystals-exoplanet-wasp-17b-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>WASP-17 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5371\/wasp-17-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/WASP-17%20b#planet_WASP-17-b_collapsible\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp_17_b--566\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WASP-17b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quartzo (SiO2):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quartz\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o poss\u00edvel aspeto do exoplaneta WASP-17 b, com base em observa\u00e7\u00f5es de telesc\u00f3pios terrestres e espaciais, incluindo os telesc\u00f3pios espaciais Webb, Hubble e Spitzer da NASA. A atmosfera de WASP-17 b \u00e9 composta principalmente por hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, juntamente com pequenas quantidades de vapor de \u00e1gua e vest\u00edgios de di\u00f3xido de carbono &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6457,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[147,150,387,1625],"class_list":["post-6456","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-exoplaneta","tag-hubble","tag-jwst","tag-wasp-17-b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6456","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6456"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6456\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6458,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6456\/revisions\/6458"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6457"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6456"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6456"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6456"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}