{"id":6400,"date":"2023-09-29T06:26:21","date_gmt":"2023-09-29T05:26:21","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6400"},"modified":"2023-09-29T06:26:21","modified_gmt":"2023-09-29T05:26:21","slug":"estudo-de-trappist-1-b-revela-novas-informacoes-sobre-a-sua-atmosfera-e-estrela-mae","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/09\/29\/estudo-de-trappist-1-b-revela-novas-informacoes-sobre-a-sua-atmosfera-e-estrela-mae\/","title":{"rendered":"Estudo de TRAPPIST-1 b revela novas informa\u00e7\u00f5es sobre a sua atmosfera e estrela-m\u00e3e"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/mc-image-cache\/2023\/09\/jwsts-first-spectrum-of-a-trappist-1-planet-TRAPPIST-1_4K-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/4xzBLXr1_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6401\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/4xzBLXr1_o.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/4xzBLXr1_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/4xzBLXr1_o-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica da estrela an\u00e3 vermelha TRAPPIST-1 mostra a sua natureza muito ativa. A estrela parece ter muitas manchas estelares (regi\u00f5es mais frias da sua superf\u00edcie, semelhantes \u00e0s manchas solares) e erup\u00e7\u00f5es. O exoplaneta TRAPPIST-1 b, o planeta mais pr\u00f3ximo da estrela central do sistema, pode ser visto em primeiro plano, sem atmosfera aparente. O exoplaneta TRAPPIST-1 g, um dos planetas na zona habit\u00e1vel do sistema, pode ser visto em segundo plano, \u00e0 direita da estrela. O sistema TRAPPIST-1 cont\u00e9m sete exoplanetas do tamanho da Terra.<br>Cr\u00e9dito: Beno\u00eet Gougeon, Universidade de Montreal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Uma equipa de astr\u00f3nomos deu um importante passo em frente na nossa compreens\u00e3o do intrigante sistema exoplanet\u00e1rio TRAPPIST-1. A sua investiga\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 lan\u00e7ou luz sobre a natureza de TRAPPIST-1 b, o exoplaneta que orbita mais pr\u00f3ximo da estrela do sistema, como tamb\u00e9m mostrou a import\u00e2ncia das estrelas-m\u00e3e no estudo dos exoplanetas. As descobertas, publicadas na revista The Astrophysical Journal Letters, lan\u00e7am luz sobre a complexa intera\u00e7\u00e3o entre a atividade estelar e as caracter\u00edsticas dos exoplanetas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um sistema exoplanet\u00e1rio promissor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>TRAPPIST-1, uma estrela muito mais pequena e mais fria do que o nosso Sol, localizada a cerca de 40 anos-luz da Terra, tem captado a aten\u00e7\u00e3o de cientistas e entusiastas do espa\u00e7o desde a descoberta dos seus sete exoplanetas do tamanho da Terra em 2016. Estes mundos, que orbitam intimamente em torno da sua estrela, com tr\u00eas deles dentro da sua zona habit\u00e1vel, t\u00eam alimentado a esperan\u00e7a de encontrar ambientes potencialmente habit\u00e1veis para al\u00e9m do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma equipa de investiga\u00e7\u00e3o, liderada por Olivia Lim, do Instituto Trottier para a Investiga\u00e7\u00e3o sobre Exoplanetas (iREx) da Universidade de Montreal, utilizou o poderoso Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST) para observar o exoplaneta TRAPPIST-1 b. Estas observa\u00e7\u00f5es foram recolhidas no \u00e2mbito do maior programa de Observadores Gerais do Canad\u00e1 durante o primeiro ano de funcionamento do JWST. Este programa incluiu tamb\u00e9m observa\u00e7\u00f5es de tr\u00eas outros planetas do sistema, TRAPPIST-1 c, g e h. TRAPPIST-1 b foi observado durante dois tr\u00e2nsitos &#8211; o momento em que o planeta passa em frente da sua estrela &#8211; usando o instrumento NIRISS do JWST, de fabrico canadiano.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estas s\u00e3o as primeiras observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas de qualquer planeta TRAPPIST-1 obtidas pelo JWST, e h\u00e1 anos que esper\u00e1vamos por elas!&#8221; exclama Olivia Lim, investigadora principal deste importante programa.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo utilizou a t\u00e9cnica de espetroscopia de transmiss\u00e3o para obter informa\u00e7\u00f5es importantes sobre as propriedades do mundo distante. Ao analisar a luz da estrela central depois desta ter atravessado a atmosfera do exoplaneta durante um tr\u00e2nsito, os astr\u00f3nomos podem ver a impress\u00e3o digital \u00fanica deixada pelas mol\u00e9culas e \u00e1tomos que se encontram nessa atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este \u00e9 apenas um pequeno subconjunto de muitas outras observa\u00e7\u00f5es deste sistema planet\u00e1rio \u00fanico que ainda est\u00e3o por vir e por analisar&#8221;, acrescenta Ren\u00e9 Doyon, investigador principal do instrumento NIRISS e coautor do estudo. &#8220;Estas primeiras observa\u00e7\u00f5es real\u00e7am o poder do NIRISS e do JWST em geral para sondar as atmosferas finas em torno de planetas rochosos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conhece a estrela, conhece o planeta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A principal descoberta do estudo foi o impacto significativo da atividade estelar e da contamina\u00e7\u00e3o ao tentar determinar a natureza de um exoplaneta. A contamina\u00e7\u00e3o estelar refere-se \u00e0 influ\u00eancia das caracter\u00edsticas da pr\u00f3pria estrela, tais como manchas escuras e f\u00e1culas brilhantes, nas medi\u00e7\u00f5es da atmosfera do exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa encontrou evid\u00eancias convincentes de que a contamina\u00e7\u00e3o estelar desempenha um papel crucial na forma\u00e7\u00e3o dos espetros de transmiss\u00e3o de TRAPPIST-1 b e, provavelmente, dos outros planetas do sistema. A atividade da estrela central pode criar &#8220;sinais fantasma&#8221; que podem levar o observador a pensar que detetou uma mol\u00e9cula espec\u00edfica na atmosfera do exoplaneta. Este resultado sublinha a import\u00e2ncia de considerar a contamina\u00e7\u00e3o estelar no planeamento de futuras observa\u00e7\u00f5es de todos os sistemas exoplanet\u00e1rios. Isto \u00e9 especialmente verdade para sistemas como TRAPPIST-1, uma vez que alberga uma estrela an\u00e3 vermelha que pode ser particularmente ativa, com manchas estelares e surtos frequentes.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para al\u00e9m da contamina\u00e7\u00e3o por manchas estelares e f\u00e1culas, assistimos a uma erup\u00e7\u00e3o estelar, um evento imprevis\u00edvel durante o qual a estrela parece mais brilhante durante v\u00e1rios minutos ou horas&#8221;, refere Olivia Lim. &#8220;Este surto afetou a nossa medi\u00e7\u00e3o da quantidade de luz bloqueada pelo planeta. Estas assinaturas de atividade estelar s\u00e3o dif\u00edceis de modelar, mas temos de as ter em conta para garantir que interpretamos os dados corretamente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o h\u00e1 atmosfera significativa no exoplaneta TRAPPIST-1 b<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora todos os sete planetas TRAPPIST-1 tenham sido candidatos tentadores na procura de uma Terra 2.0 &#8211; um exoplaneta como a nossa Terra -, a proximidade de TRAPPIST-1 b \u00e0 sua estrela significa que se encontra em condi\u00e7\u00f5es mais adversas do que os seus irm\u00e3os. Recebe quatro vezes mais radia\u00e7\u00e3o do que a Terra recebe do Sol e tem uma temperatura \u00e0 superf\u00edcie entre 120 e 220 graus Celsius. No entanto, se TRAPPIST-1 b tivesse uma atmosfera, seria mais f\u00e1cil de detetar e de descrever do que todos os outros alvos do sistema. Como TRAPPIST-1 b \u00e9 o planeta mais pr\u00f3ximo da sua estrela e, portanto, o planeta mais quente do sistema, o seu tr\u00e2nsito cria um sinal mais forte. Todos estes factores fazem de TRAPPIST-1 b um alvo de observa\u00e7\u00e3o crucial, mas desafiante.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ter em conta o impacto da contamina\u00e7\u00e3o estelar, a equipa realizou duas recupera\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas independentes &#8211; t\u00e9cnicas para determinar o tipo de atmosfera presente em TRAPPIST-1 b com base em observa\u00e7\u00f5es. Na primeira abordagem, a contamina\u00e7\u00e3o estelar foi removida dos dados antes destes serem analisados. Na segunda abordagem, a contamina\u00e7\u00e3o estelar e a atmosfera planet\u00e1ria foram modeladas e ajustadas simultaneamente. Em ambos os casos, os resultados indicaram que os espetros de TRAPPIST-1 b poderiam ser bem combinados apenas com a contamina\u00e7\u00e3o estelar modelada. Este facto n\u00e3o sugere qualquer evid\u00eancia de uma atmosfera significativa no planeta. Este resultado \u00e9 muito importante, pois indica aos astr\u00f3nomos que tipos de atmosferas s\u00e3o incompat\u00edveis com os dados observados.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nas observa\u00e7\u00f5es recolhidas pelo JWST, Lim e a sua equipa exploraram uma s\u00e9rie de modelos atmosf\u00e9ricos para TRAPPIST-1 b, examinando v\u00e1rias composi\u00e7\u00f5es e cen\u00e1rios poss\u00edveis. Descobriram que atmosferas sem nuvens e ricas em hidrog\u00e9nio foram exclu\u00eddas com elevada confian\u00e7a. Isto significa que parece n\u00e3o existir uma atmosfera clara e alargada em torno de TRAPPIST-1 b. No entanto, os dados n\u00e3o permitiram excluir com confian\u00e7a atmosferas mais finas, como aquelas compostas por \u00e1gua pura, di\u00f3xido de carbono ou metano, nem uma atmosfera semelhante \u00e0 de Tit\u00e3, uma lua de Saturno e a \u00fanica lua do Sistema Solar com atmosfera pr\u00f3pria. Estes resultados s\u00e3o geralmente consistentes com observa\u00e7\u00f5es anteriores (fotom\u00e9tricas, n\u00e3o espetrosc\u00f3picas) de TRAPPIST-1 b pelo JWST com o seu instrumento MIRI. Al\u00e9m disso, o estudo provou que o instrumento canadiano NIRISS \u00e9 uma ferramenta sens\u00edvel e de alto desempenho capaz de sondar atmosferas em exoplanetas do tamanho da Terra at\u00e9 n\u00edveis impressionantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Os novos conhecimentos adquiridos com este estudo aprofundaram a compreens\u00e3o dos cientistas sobre o sistema TRAPPIST-1 e sublinharam a necessidade de mais observa\u00e7\u00f5es e investiga\u00e7\u00f5es abrangentes que considerem tanto a contamina\u00e7\u00e3o estelar como as atmosferas planet\u00e1rias. \u00c0 medida que os astr\u00f3nomos continuam a explorar a vasta extens\u00e3o do espa\u00e7o, estas descobertas ir\u00e3o informar futuros programas de observa\u00e7\u00e3o com o JWST e com outras miss\u00f5es, e contribuir para a nossa compreens\u00e3o mais ampla das atmosferas exoplanet\u00e1rias e da sua potencial habitabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/exoplanetes.umontreal.ca\/en\/udem-led-study-of-exoplanet-trappist-1-b-reveals-new-insights-into-its-atmosphere-and-star\/\" target=\"_blank\">\/\/ iREx (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nouvelles.umontreal.ca\/en\/article\/2023\/09\/25\/new-insights-into-the-atmosphere-and-star-of-an-exoplanet\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Montreal (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.umich.edu\/jwsts-first-spectrum-of-a-trappist-1-planet\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Michigan (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mcgill.ca\/newsroom\/channels\/news\/study-exoplanet-trappist-1-b-reveals-new-insights-its-atmosphere-and-star-351305\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade McGill (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.physics.ox.ac.uk\/news\/jwst-atmosphere-reconnaissance-trappist-1-b\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Oxford (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/acf7c4\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2309.07047\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-discovers-trappist-1-might-not-be-habitable\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-09-james-webb-space-telescope-spectrum.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/09\/230925190522.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/science\/jwst-trappist-atmosphere-spectroscopy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sistema TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/trappist-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/Caltech\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5500\/trappist-1-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5501\/trappist-1-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5502\/trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3453\/trappist-1-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3454\/trappist-1-f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3458\/trappist-1-g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1 g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3459\/trappist-1-h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica da estrela an\u00e3 vermelha TRAPPIST-1 mostra a sua natureza muito ativa. 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