{"id":6391,"date":"2023-09-26T06:25:11","date_gmt":"2023-09-26T05:25:11","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6391"},"modified":"2023-09-26T06:25:11","modified_gmt":"2023-09-26T05:25:11","slug":"webb-encontra-fonte-de-carbono-a-superficie-da-lua-de-jupiter-europa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/09\/26\/webb-encontra-fonte-de-carbono-a-superficie-da-lua-de-jupiter-europa\/","title":{"rendered":"Webb encontra fonte de carbono \u00e0 superf\u00edcie da lua de J\u00fapiter, Europa"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A lua Europa, de J\u00fapiter, \u00e9 um dos poucos mundos do nosso Sistema Solar que pode potencialmente albergar condi\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0 vida. Investiga\u00e7\u00f5es anteriores mostraram que por baixo da sua crosta de \u00e1gua gelada existe um oceano salgado de \u00e1gua l\u00edquida com um fundo marinho rochoso. No entanto, os cientistas planet\u00e1rios ainda n\u00e3o tinham confirmado se esse oceano continha os materiais qu\u00edmicos necess\u00e1rios \u00e0 vida, nomeadamente o carbono.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos, utilizando dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, identificaram di\u00f3xido de carbono numa regi\u00e3o espec\u00edfica da superf\u00edcie gelada de Europa. A an\u00e1lise indica que este carbono teve provavelmente origem no oceano subsuperficial e n\u00e3o foi fornecido por meteoritos ou outras fontes externas. Al\u00e9m disso, foi depositado numa escala de tempo geologicamente recente. Esta descoberta tem implica\u00e7\u00f5es importantes para a potencial habitabilidade do oceano de Europa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2323b.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/RO7dCnO6_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6392\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/RO7dCnO6_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/RO7dCnO6_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/RO7dCnO6_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/RO7dCnO6_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/RO7dCnO6_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O instrumento NIRCam (Near Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA captou esta imagem da superf\u00edcie da lua Europa de J\u00fapiter. O Webb identificou di\u00f3xido de carbono na superf\u00edcie gelada de Europa, que provavelmente teve origem no oceano subsuperficial da lua.<br>Cr\u00e9dito: ci\u00eancia &#8211; Geronimo Villanueva (NASA\/GSFC), Samantha Trumbo (Universidade de Cornell), NASA, ESA, CSA; processamento de imagem &#8211; Geronimo Villanueva (NASA\/GSFC), Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Na Terra, a vida gosta de diversidade qu\u00edmica &#8211; quanto mais diversidade, melhor. Somos uma vida baseada no carbono. Compreender a qu\u00edmica do oceano de Europa ajudar-nos-\u00e1 a determinar se \u00e9 hostil \u00e0 vida tal como a conhecemos ou se poder\u00e1 ser um bom lugar para a vida&#8221;, disse Geronimo Villanueva do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, autor principal de um dos dois artigos independentes que descrevem as descobertas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensamos agora que temos evid\u00eancias observacionais de que o carbono que vemos na superf\u00edcie de Europa veio do oceano. Isto n\u00e3o \u00e9 uma coisa trivial. O carbono \u00e9 um elemento biologicamente essencial&#8221;, acrescentou Samantha Trumbo, da Universidade de Cornell, em Ithaca, Nova Iorque, autora principal do segundo artigo que analisa estes dados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A NASA planeia lan\u00e7ar em outubro de 2024 a sua nave espacial Europa Clipper, que efetuar\u00e1 dezenas de &#8220;flybys&#8221; por Europa para investigar se esta poder\u00e1 ter condi\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0 vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma liga\u00e7\u00e3o superf\u00edcie-oceano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb descobriu que, na superf\u00edcie de Europa, o di\u00f3xido de carbono \u00e9 mais abundante numa regi\u00e3o chamada Tara Regio &#8211; uma \u00e1rea geologicamente jovem de terreno geralmente ressurgido, conhecida como &#8220;terreno do caos&#8221;. O gelo \u00e0 superf\u00edcie foi quebrado e \u00e9 prov\u00e1vel que tenha havido uma troca de material entre o oceano subsuperficial e a superf\u00edcie gelada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Observa\u00e7\u00f5es anteriores do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble mostram evid\u00eancias de sal derivado do oceano em Tara Regio&#8221;, explicou Trumbo. &#8220;Agora estamos a ver que o di\u00f3xido de carbono tamb\u00e9m est\u00e1 fortemente concentrado l\u00e1. Pensamos que isto implica que o carbono tem provavelmente a sua origem no oceano interno.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os cientistas est\u00e3o a debater em que medida o oceano de Europa est\u00e1 ligado \u00e0 sua superf\u00edcie. Penso que essa quest\u00e3o tem sido o grande motor da explora\u00e7\u00e3o de Europa&#8221;, disse Villanueva. &#8220;Isto sugere que podemos ser capazes de aprender algumas coisas b\u00e1sicas sobre a composi\u00e7\u00e3o do oceano mesmo antes de perfurarmos o gelo para obtermos uma imagem completa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ambas as equipas identificaram o di\u00f3xido de carbono usando dados do instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do JWST. Este instrumento fornece espectros com uma resolu\u00e7\u00e3o de 320 x 320 quil\u00f3metros \u00e0 superf\u00edcie de Europa, que tem um di\u00e2metro de mais de 3100 quil\u00f3metros, permitindo aos astr\u00f3nomos determinar onde est\u00e3o localizadas subst\u00e2ncias qu\u00edmicas espec\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O di\u00f3xido de carbono n\u00e3o \u00e9 est\u00e1vel na superf\u00edcie de Europa. Por isso, os cientistas dizem que \u00e9 prov\u00e1vel que tenha sido fornecido numa escala de tempo geologicamente recente &#8211; uma conclus\u00e3o refor\u00e7ada pela sua concentra\u00e7\u00e3o numa regi\u00e3o de terreno jovem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas observa\u00e7\u00f5es apenas ocuparam alguns minutos do tempo do observat\u00f3rio&#8221;, disse Heidi Hammel, da Associa\u00e7\u00e3o de Universidades para a Investiga\u00e7\u00e3o em Astronomia, uma cientista interdisciplinar que lidera o Ciclo 1 de Observa\u00e7\u00f5es de Tempo Garantido do Sistema Solar do Webb. &#8220;Mesmo com este curto per\u00edodo de tempo, conseguimos fazer ci\u00eancia realmente importante. Este trabalho d\u00e1 uma primeira ideia de toda a fant\u00e1stica ci\u00eancia do Sistema Solar que poderemos fazer com o Webb&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2323c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/43\/72\/rDoy0Bl7_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este gr\u00e1fico mostra um mapa da superf\u00edcie de Europa obtido com o instrumento NIRCam (Near Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA no primeiro painel e mapas de composi\u00e7\u00e3o derivados dos dados NIRSpec\/IFU (Near Infrared Spectrograph\u2019s Integral Field Unit) do Webb nos tr\u00eas pain\u00e9is seguintes. Nos mapas de composi\u00e7\u00e3o, os p\u00edxeis brancos correspondem a di\u00f3xido de carbono na regi\u00e3o de grande escala de terreno ca\u00f3tico disruptivo conhecido como Tara Regio (centro e direita), com concentra\u00e7\u00f5es adicionais em por\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o ca\u00f3tica Powys Regio (esquerda). O segundo e o terceiro pain\u00e9is mostram evid\u00eancias de di\u00f3xido de carbono cristalino, enquanto o quarto painel indica uma forma complexa e amorfa de di\u00f3xido de carbono.<br>Cr\u00e9dito: ci\u00eancia &#8211; Geronimo Villanueva (NASA\/GSFC), Samantha Trumbo (Universidade de Cornell), NASA, ESA, CSA; processamento de imagem &#8211; Geronimo Villanueva (NASA\/GSFC), Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00c0 procura de uma pluma<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de Villanueva tamb\u00e9m procurou evid\u00eancias da exist\u00eancia de uma pluma de vapor de \u00e1gua que irrompe da superf\u00edcie de Europa. Os investigadores que utilizaram o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA relataram dete\u00e7\u00f5es tentadoras de plumas em 2013, 2016 e 2017. No entanto, tem sido dif\u00edcil encontrar provas definitivas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os novos dados do Webb n\u00e3o mostram qualquer evid\u00eancia de atividade das plumas, o que permitiu \u00e0 equipa de Villanueva estabelecer um limite superior rigoroso para a quantidade de material potencialmente ejetado. A equipa sublinhou, no entanto, que a sua n\u00e3o-dete\u00e7\u00e3o n\u00e3o exclui a exist\u00eancia de uma pluma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 sempre a possibilidade de estas plumas serem vari\u00e1veis e de s\u00f3 as podermos ver em determinadas alturas. Tudo o que podemos dizer com 100% de confian\u00e7a \u00e9 que n\u00e3o detet\u00e1mos uma pluma em Europa quando fizemos estas observa\u00e7\u00f5es com o Webb&#8221;, disse Hammel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas descobertas podem ajudar a informar a miss\u00e3o Europa Clipper da NASA, bem como a futura JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer) da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dois artigos foram publicados na revista Science no dia 21 de setembro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/nasa-s-webb-finds-carbon-source-on-surface-of-jupiter-s-moon-europa\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_finds_carbon_source_on_surface_of_Jupiter_s_moon_Europa\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-113\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2323\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2023\/09\/webb-telescope-finds-carbon-source-jupiters-europa\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.adg4270\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Villanueva et al. (Science)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/psg.gsfc.nasa.gov\/apps\/Europa.pdf\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Villanueva et al. (PDF)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.adg4155\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Trumbo et al. (Science)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2309.11684\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; Trumbo et al. (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1002465\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/europa-jupiter-moon-james-webb-space-telescope-carbon\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/163331\/the-jwst-just-found-carbon-on-europa-boosting-the-moons-potential-habitability\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/09\/230922110733.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/exploration\/jwst-finds-carbon-on-europa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-09-hidden-ocean-source-carbon-dioxide.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/jupiters-moon-europa-may-hide-tantalizing-carbon-in-mysterious-ocean\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific American<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/space\/james-webb-finds-carbon-europa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/nasas-james-webb-telescope-may-have-found-the-source-of-europas-carbon-104717890.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2023\/09\/22\/ciencia\/noticia\/dioxido-carbono-lua-europa-vem-oceano-escondido-2064229\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00fablico<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/elemento-fundamental-vida-lua-jupiter-558832\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/europa\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_(moon)\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>J\u00fapiter:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/jupiter\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/jupiter.html\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Juice\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter_Icy_Moon_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa Clipper:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/missions\/europa-clipper\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_Clipper\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A lua Europa, de J\u00fapiter, \u00e9 um dos poucos mundos do nosso Sistema Solar que pode potencialmente albergar condi\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0 vida. 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