{"id":6379,"date":"2023-09-22T06:22:03","date_gmt":"2023-09-22T05:22:03","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6379"},"modified":"2023-09-22T06:22:04","modified_gmt":"2023-09-22T05:22:04","slug":"juice-porque-esta-a-demorar-taaanto-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/09\/22\/juice-porque-esta-a-demorar-taaanto-tempo\/","title":{"rendered":"JUICE: porque est\u00e1 a demorar taaanto tempo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/09\/hubble_captures_crisp_new_image_of_jupiter_and_europa\/22212206-1-eng-GB\/Hubble_Captures_Crisp_New_Image_of_Jupiter_and_Europa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"846\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/zfCPMLZS_o-1024x846.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6380\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/zfCPMLZS_o-1024x846.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/zfCPMLZS_o-300x248.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/zfCPMLZS_o-768x635.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/zfCPMLZS_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma imagem de J\u00fapiter, obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA no dia 25 de agosto de 2020, captada quando o planeta se encontrava a 653 milh\u00f5es de quil\u00f3metros da Terra. A imagem tamb\u00e9m inclui a lua gelada de J\u00fapiter, Europa.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Simon (Centro de Voo Espacial Goddard) e M. H. Wong (Universidade da Calif\u00f3rnia, Berkeley) e equipa OPAL<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No ponto mais pr\u00f3ximo das suas \u00f3rbitas, a Terra e J\u00fapiter est\u00e3o separados por quase 600 milh\u00f5es de quil\u00f3metros. Mais de cinco meses ap\u00f3s o lan\u00e7amento, a JUICE j\u00e1 percorreu mais de 380 milh\u00f5es de quil\u00f3metros, mas em termos de tempo s\u00f3 est\u00e1 a 5% do caminho. Porque \u00e9 que est\u00e1 a demorar tanto tempo?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A resposta depende de uma s\u00e9rie de fatores que os especialistas em din\u00e2mica de voo do Controlo da Miss\u00e3o da ESA conhecem bem, desde a quantidade de combust\u00edvel utilizada \u00e0 pot\u00eancia do foguet\u00e3o, \u00e0 massa da nave espacial e \u00e0 geometria dos planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nisto, os peritos em din\u00e2mica de voo da ESA concebem uma rota. O mundo da mec\u00e2nica orbital \u00e9 um lugar contraintuitivo, mas com um pouco de paci\u00eancia e muito planeamento permite-nos fazer muita ci\u00eancia com pouco combust\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Linhas retas no espa\u00e7o? Um enorme desperd\u00edcio de energia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Acompanhe o movimento de planetas, luas, estrelas e gal\u00e1xias, e ver\u00e1 que est\u00e3o sempre em movimento em torno de outro objeto. Quando uma miss\u00e3o \u00e9 lan\u00e7ada, n\u00e3o salta de uma Terra im\u00f3vel, mas de um planeta que se move a cerca de 30 km\/s em torno do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como tal, uma nave espacial lan\u00e7ada da Terra j\u00e1 tem uma grande quantidade de &#8220;energia orbital&#8221; &#8211; a \u00fanica unidade que importa para determinar o tamanho de uma \u00f3rbita em torno de um corpo central. Logo ap\u00f3s o lan\u00e7amento, uma nave espacial est\u00e1 mais ou menos na mesma \u00f3rbita que o nosso planeta est\u00e1 em torno do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para se libertar desta \u00f3rbita e voar em linha reta, o mais curto poss\u00edvel, da Terra a J\u00fapiter, seria necess\u00e1rio um grande foguet\u00e3o e muito combust\u00edvel. Mas pode ser feito. O problema seguinte \u00e9 que precisar\u00edamos de ainda mais combust\u00edvel para travar e entrar em \u00f3rbita \u00e0 volta de J\u00fapiter, para n\u00e3o passar apenas por ele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Visando espa\u00e7o vazio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00fapiter e a Terra est\u00e3o sempre a mover-se um em rela\u00e7\u00e3o ao outro. No seu ponto mais distante, em lados opostos do Sol, est\u00e3o separados por 968 milh\u00f5es de quil\u00f3metros. A dist\u00e2ncia mais curta entre os dois planetas \u00e9 quando a Terra e J\u00fapiter est\u00e3o do mesmo lado do Sol, com pouco menos de 600 milh\u00f5es de quil\u00f3metros entre eles. Mas est\u00e3o nesta posi\u00e7\u00e3o apenas por um momento antes da dist\u00e2ncia aumentar novamente, nunca permanecendo a uma dist\u00e2ncia constante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas est\u00e3o todos a mover-se a ritmos diferentes nas suas \u00f3rbitas \u00e0 volta do Sol. Imagine atirar uma bola a um alvo em movimento a partir de um ve\u00edculo em movimento. Os engenheiros t\u00eam de calcular o momento ideal para dar o salto numa trajet\u00f3ria circular desde a \u00f3rbita da Terra at\u00e9 onde J\u00fapiter estar\u00e1 quando a nave espacial chegar, e n\u00e3o onde est\u00e1 quando a nave espacial deixar a Terra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Juice\u2019s journey and Jupiter system tour\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Fw17N3rdN7s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ent\u00e3o, partindo do princ\u00edpio que temos o foguet\u00e3o mais potente dispon\u00edvel e que lan\u00e7amos na trajet\u00f3ria mais curta no momento certo, quando os planetas est\u00e3o alinhados corretamente, quanto tempo demoraria?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As primeiras miss\u00f5es espaciais, como as sondas Voyager e Pioneer, fizeram a viagem em menos de dois anos, e a mais r\u00e1pida viagem de um objeto at\u00e9 J\u00fapiter foi a da miss\u00e3o New Horizons. Lan\u00e7ada no dia 19 de janeiro de 2006, a New Horizons fez a sua maior aproxima\u00e7\u00e3o a J\u00fapiter no dia 28 de fevereiro de 2007, demorando pouco mais de um ano a chegar ao planeta. Todas estas miss\u00f5es continuaram o seu caminho, sendo excelentes exemplos para determinar o tempo necess\u00e1rio para um &#8220;flyby&#8221; por J\u00fapiter a caminho de outro lugar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quanto mais longa a estadia, mais lenta a aproxima\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para entrar em \u00f3rbita do enorme planeta, para o estudar de todos os lados e, com o tempo, talvez at\u00e9 entrar em \u00f3rbita \u00e0 volta de uma das suas luas &#8211; uma &#8220;estreia&#8221; da JUICE &#8211; \u00e9 preciso perder alguma energia. Esta &#8220;desacelera\u00e7\u00e3o&#8221; exigir\u00e1 muito combust\u00edvel para uma grande manobra de inser\u00e7\u00e3o em \u00f3rbita. Se n\u00e3o quisermos lan\u00e7ar com grandes quantidades de combust\u00edvel, optamos pela rota panor\u00e2mica, com uma dura\u00e7\u00e3o de transfer\u00eancia de 2,5 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 aqui que vemos a massa da nave espacial como um fator crucial para determinar o tempo necess\u00e1rio para chegar a qualquer lugar. Os engenheiros precisam de controlar a massa da nave espacial, equilibrando a quantidade de combust\u00edvel com os instrumentos que precisa de transportar para completar a sua miss\u00e3o. Quanto mais massa tiver a nave espacial, mais combust\u00edvel ter\u00e1 de transportar, o que aumenta o seu peso e dificulta o seu lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E \u00e9 aqui que entra o desempenho do foguet\u00e3o de lan\u00e7amento. A nave espacial precisa de ser lan\u00e7ada com velocidade suficiente para escapar \u00e0 gravidade da Terra e para ser atirada para o Sistema Solar exterior. Quanto melhor for o empurr\u00e3o, mais f\u00e1cil ser\u00e1 a viagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A JUICE \u00e9 uma das sondas interplanet\u00e1rias mais pesadas alguma vez lan\u00e7adas, com pouco mais de 6000 kg, e possui o maior conjunto de instrumentos cient\u00edficos alguma vez levado a J\u00fapiter. Mesmo o enorme impulso do foguet\u00e3o de carga pesada Ariane 5 n\u00e3o foi suficiente para enviar a JUICE diretamente para l\u00e1 em poucos anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, miss\u00f5es como a JUICE e a Europa Clipper, ou como a Galileo e a Juno no passado, t\u00eam de recorrer a manobras de &#8220;assist\u00eancia gravitacional&#8221; ou de &#8220;flyby&#8221; para ganhar velocidade extra. Quanto mais potente for o foguet\u00e3o, mais curta ser\u00e1 a transfer\u00eancia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2022\/12\/juice_s_journey_to_jupiter\/24641025-9-eng-GB\/Juice_s_journey_to_Jupiter.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3c\/48\/iAyXgeZh_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A linha temporal da viagem da JUICE at\u00e9 J\u00fapiter e dentro do sistema joviano.<br>Cr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Troca de energia com o Sistema Solar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Plut\u00e3o, no limite do Sistema Solar, viaja numa \u00f3rbita muito maior do que Merc\u00fario, o planeta mais interior. Embora Plut\u00e3o se mova mais lentamente em rela\u00e7\u00e3o ao Sol, a sua energia orbital \u00e9 muito, muito maior do que a de Merc\u00fario.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para colocar uma nave espacial em \u00f3rbita de outro planeta, temos de igualar a sua energia orbital. Quando a BepiColombo foi lan\u00e7ada, a sua energia orbital era a mesma que a da Terra. Teve de perder energia para se aproximar do centro do Sistema Solar e f\u00ea-lo perdendo o excesso de energia orbital ao aproximar-se dos planetas vizinhos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O mesmo funciona em sentido inverso para viajar para o Sistema Solar exterior. Para entrar numa \u00f3rbita maior, mais afastada do Sol, a JUICE segue uma trajet\u00f3ria que lhe permite roubar energia orbital \u00e0 Terra, a V\u00e9nus e a Marte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dependendo da dire\u00e7\u00e3o relativa do movimento do planeta e da nave espacial, uma assist\u00eancia gravitacional pode acelerar, abrandar ou mudar a dire\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o (a nave espacial tamb\u00e9m desvia o planeta, mas por uma quantidade t\u00e3o min\u00fascula que \u00e9 insignificante. No entanto, a terceira lei do movimento de Newton foi preservada: &#8220;A toda a a\u00e7\u00e3o h\u00e1 sempre uma rea\u00e7\u00e3o oposta e de igual intensidade&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A JUICE utilizar\u00e1 uma s\u00e9rie de passagens pela Terra, pelo sistema Terra-Lua e por V\u00e9nus para definir a rota para o seu encontro em julho de 2031 com o sistema joviano.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Juice enters orbit around Jupiter\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ik9uO6s_888?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00d3rbita no fio da navalha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A parte mais desafiante para a equipa de controlo de voo da ESA acontece quando a JUICE chegar finalmente a J\u00fapiter, em 2031, e durante a sua viagem pelo sistema de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A desafiante trajet\u00f3ria da JUICE envolve m\u00faltiplas assist\u00eancias gravitacionais a caminho de J\u00fapiter &#8211; incluindo o primeiro &#8220;flyby&#8221; Lua-Terra de sempre &#8211; e, uma vez l\u00e1, um impressionante n\u00famero de 35 &#8220;flybys&#8221; pelas suas luas galileanas Europa, Ganimedes e Calisto. O foco final ser\u00e1 Ganimedes, tornando a JUICE a primeira nave espacial a orbitar uma lua que n\u00e3o a nossa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A manobra mais importante que as equipas de controlo da miss\u00e3o da ESA na Alemanha ir\u00e3o supervisionar ser\u00e1 a desacelera\u00e7\u00e3o da JUICE em cerca de 1 km\/s, apenas 13 horas ap\u00f3s uma assist\u00eancia gravitacional por Ganimedes, e a &#8220;sa\u00edda&#8221; para entrar no sistema de J\u00fapiter, colocando a nave espacial em \u00f3rbita \u00e0 volta do gigante gasoso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entrar em \u00f3rbita de outro corpo celeste \u00e9 dif\u00edcil. Uma nave espacial tem de se aproximar com a velocidade perfeita, a partir de um \u00e2ngulo preciso, e depois executar uma grande e vital manobra no momento certo, numa dire\u00e7\u00e3o espec\u00edfica e com a dimens\u00e3o correta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se nos aproximarmos demasiado depressa ou devagar, demasiado raso ou \u00edngreme, ou se manobrarmos no momento errado, com a quantidade ou a dire\u00e7\u00e3o erradas, perdemo-nos no espa\u00e7o. Ou ficamos suficientemente longe da trajet\u00f3ria para que seja necess\u00e1rio muito &#8211; talvez demasiado &#8211; combust\u00edvel para corrigir o seu caminho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A JUICE vai aproximar-se das luas de J\u00fapiter, trocando com elas a energia que conservaram durante milhares de milh\u00f5es de anos, para obter uma vis\u00e3o destes ambientes como nunca antes. Poder\u00e1 haver vida sob os oceanos gelados de Ganimedes, Calisto ou Europa? O que podemos aprender sobre a forma\u00e7\u00e3o de planetas e luas em todo o Universo? Atrav\u00e9s da maravilha da din\u00e2mica de voo, trocando energia com o Universo, descobriremos em breve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/Enabling_Support\/Operations\/Juice_why_s_it_taking_sooo_long\" target=\"_blank\"><\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/Enabling_Support\/Operations\/Juice_why_s_it_taking_sooo_long\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Juice\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter_Icy_Moon_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>J\u00fapiter:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/jupiter\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/jupiter.html\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/europa\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_(moon)\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ganimedes:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/ganymede\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ganymede_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Calisto:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/callisto\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Callisto_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma imagem de J\u00fapiter, obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA no dia 25 de agosto de 2020, captada quando o planeta se encontrava a 653 milh\u00f5es de quil\u00f3metros da Terra. A imagem tamb\u00e9m inclui a lua gelada de J\u00fapiter, Europa.Cr\u00e9dito: NASA, ESA, A. Simon (Centro de Voo Espacial Goddard) e M. H. 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