{"id":6335,"date":"2023-09-05T06:18:04","date_gmt":"2023-09-05T05:18:04","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6335"},"modified":"2023-09-05T06:18:04","modified_gmt":"2023-09-05T05:18:04","slug":"planeta-recem-descoberto-tem-a-orbita-mais-longa-ja-detetada-pela-missao-tess","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/09\/05\/planeta-recem-descoberto-tem-a-orbita-mais-longa-ja-detetada-pela-missao-tess\/","title":{"rendered":"Planeta rec\u00e9m-descoberto tem a \u00f3rbita mais longa j\u00e1 detetada pela miss\u00e3o TESS"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/sites\/default\/files\/download\/202308\/MIT_Farthest-Planet-01-press.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Bo9rwd08_o-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6336\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Bo9rwd08_o-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Bo9rwd08_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Bo9rwd08_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Bo9rwd08_o-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Bo9rwd08_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista dos dois planetas no sistema TOI-4600.<br>Cr\u00e9dito: Tedi Vick<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dos mais de 5000 planetas que se sabe existirem para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, a maioria orbita as suas estrelas a uma dist\u00e2ncia surpreendentemente pequena. Mais de 80 por cento dos exoplanetas confirmados t\u00eam \u00f3rbitas inferiores a 50 dias, o que coloca estes mundos t\u00f3rridos pelo menos duas vezes mais perto da sua estrela do que Merc\u00fario est\u00e1 do nosso Sol &#8211; e alguns, ainda mais perto do que isso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos est\u00e3o a come\u00e7ar a ter uma ideia geral da forma\u00e7\u00e3o, evolu\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o destes planetas. Mas o quadro \u00e9 muito mais confuso para os planetas com per\u00edodos orbitais mais longos. Os mundos long\u00ednquos, com \u00f3rbitas que duram meses ou anos, s\u00e3o mais dif\u00edceis de detetar e, por isso, as suas propriedades t\u00eam sido mais dif\u00edceis de discernir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, a lista de planetas de longo per\u00edodo ganhou duas entradas. Astr\u00f3nomos do MIT (Massachusetts Institute of Technology), da Universidade do Novo M\u00e9xico (UNM) e de outros locais descobriram um sistema raro que cont\u00e9m dois planetas de longo per\u00edodo em \u00f3rbita de TOI-4600, uma estrela pr\u00f3xima que fica a 815 anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa descobriu que a estrela alberga um planeta interior com uma \u00f3rbita de 82 dias, semelhante \u00e0 de Merc\u00fario, enquanto um segundo planeta exterior completa uma orbita a cada 482 dias, o que o coloca algures entre as \u00f3rbitas da Terra e de Marte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta foi feita com base em dados do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA &#8211; uma miss\u00e3o liderada pelo MIT que monitoriza as estrelas mais pr\u00f3ximas em busca de sinais de exoplanetas. O novo planeta, mais distante, tem o per\u00edodo mais longo que o TESS detetou at\u00e9 \u00e0 data. \u00c9 tamb\u00e9m um dos mais frios, com cerca de -83\u00ba C, enquanto o planeta interior \u00e9 mais temperado, com 77\u00ba C.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ambos os planetas s\u00e3o provavelmente gigantes gasosos, semelhantes a J\u00fapiter e Saturno, embora a composi\u00e7\u00e3o do planeta exterior possa ser mais uma mistura de g\u00e1s e gelo. Os dois planetas fazem a ponte entre os &#8220;J\u00fapiteres quentes&#8221; &#8211; os planetas t\u00f3rridos e de \u00f3rbita curta que constituem a maioria das descobertas exoplanet\u00e1rias &#8211; e os gigantes gasosos muito mais frios e de per\u00edodo mais longo do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes sistemas de per\u00edodo mais longo s\u00e3o uma gama comparativamente inexplorada&#8221;, diz Katharine Hesse, membro da equipa t\u00e9cnica do Instituto Kavli de Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT. &#8220;Como estamos a tentar ver onde o nosso Sistema Solar se enquadra em compara\u00e7\u00e3o com os outros sistemas que encontr\u00e1mos l\u00e1 fora, precisamos realmente destes exemplos mais extremos para melhor compreender essa compara\u00e7\u00e3o. Porque muitos dos sistemas que encontr\u00e1mos n\u00e3o se parecem nada com o nosso Sistema Solar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hesse e os seus colegas, incluindo o autor principal Ismael Mireles, um estudante da Universidade do Novo M\u00e9xico, publicaram os seus resultados na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Trabalho por sectores<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS monitoriza as estrelas mais pr\u00f3ximas em busca de sinais de exoplanetas, apontando para um sector do c\u00e9u e medindo continuamente o brilho das estrelas nesse sector durante 30 dias, antes de passar para o sector seguinte. Os cientistas utilizam &#8220;pipelines&#8221;, ou seja, pesquisas algor\u00edtmicas, para passar a pente fino as medi\u00e7\u00f5es em busca de quedas de brilho que possam ter sido causadas pela passagem de um planeta em frente da sua estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2020, um pipeline detetou um poss\u00edvel tr\u00e2nsito numa estrela do hemisf\u00e9rio norte, perto da constela\u00e7\u00e3o de Drag\u00e3o. A estrela foi categorizada como TOI-4600 (TOI significa &#8220;TESS Object of Interest&#8221;). O tr\u00e2nsito inicial foi estudado em pormenor pelo TSTPC WG (TESS Single Transit Planet Candidate Working Group), uma equipa de cientistas do MIT, da UNM e de outros locais que procuram sinais de planetas de per\u00edodo mais longo em eventos de tr\u00e2nsito \u00fanico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para miss\u00f5es como a TESS, em que s\u00f3 se olha para cada regi\u00e3o do c\u00e9u durante 30 dias, \u00e9 preciso acumular o n\u00famero de observa\u00e7\u00f5es para se conseguir obter dados suficientes para encontrar planetas com \u00f3rbitas superiores a um m\u00eas&#8221;, observa Hesse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grupo procurou a estrela noutros sectores dos dados do TESS e eventualmente identificou mais tr\u00eas tr\u00e2nsitos, semelhantes ao primeiro. A partir destes quatro eventos, os cientistas foram capazes de determinar que a fonte era um planeta &#8211; TOI-4600 b &#8211; com uma \u00f3rbita relativamente longa de 82 dias. A equipa tamb\u00e9m detetou um quinto tr\u00e2nsito, embora este n\u00e3o estivesse sincronizado com os outros sinais. Perguntaram-se: poder\u00e1 o tr\u00e2nsito ser de outra estrela que est\u00e1 a eclipsar temporariamente a primeira? Ou poder\u00e1 ser um segundo planeta em \u00f3rbita?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gigantes no c\u00e9u<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2021, quando Mireles se juntou ao grupo, retomou onde a equipa tinha ficado, procurando mais observa\u00e7\u00f5es do TESS que explicassem o \u00faltimo e intrigante tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A cada sector de dados que chegava, eu procurava ver se havia um segundo tr\u00e2nsito e, nos primeiros cinco sectores, n\u00e3o havia&#8221;, recorda Mireles. &#8220;Depois, em julho do ano passado, vimos qualquer coisa.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na verdade, viram duas coisas: um tr\u00e2nsito que apareceu no mesmo ciclo de 82 dias, o que confirmou ainda mais a exist\u00eancia de um planeta com \u00f3rbita longa; e um segundo tr\u00e2nsito, que foi detetado 964 dias depois do tr\u00e2nsito anterior, fora de sincronia. Estes dois \u00faltimos tr\u00e2nsitos eram semelhantes em profundidade, ou seja, a quantidade de luz que foi atenuada, sugerindo que ambos foram produzidos por um \u00fanico objeto que estava a orbitar a estrela, quer a cada 964 dias, quer a cada 482 dias. Afinal de contas, raciocinou a equipa, o TESS podia simplesmente n\u00e3o estar a olhar na dire\u00e7\u00e3o da estrela para apanhar a passagem do planeta na marca dos 482 dias. A equipa usou um modelo para simular o aspeto de um planeta com ambos os per\u00edodos orbitais e concluiu que a \u00f3rbita de 482 dias era mais prov\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para confirmar que tinham identificado dois planetas de longo per\u00edodo, os investigadores focaram-se na estrela usando v\u00e1rios telesc\u00f3pios terrestres. Estas observa\u00e7\u00f5es ajudaram a equipa a excluir cen\u00e1rios de falsos positivos, tais como uma segunda estrela a eclipsar a estrela principal. No final, conclu\u00edram que a estrela alberga de facto dois planetas de longo per\u00edodo: TOI-4600 b, um gigante ameno, semelhante a J\u00fapiter; e TOI-4600 c, um gigante gelado e o planeta de per\u00edodo mais longo detetado pelo TESS at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 relativamente raro vermos dois planetas gigantes num sistema&#8221;, diz Hesse. &#8220;Estamos habituados a ver J\u00fapiteres quentes que est\u00e3o perto das suas estrelas e normalmente n\u00e3o lhes encontramos companheiros, muito menos companheiros gigantes. Este sistema tem uma configura\u00e7\u00e3o mais \u00fanica&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dist\u00e2ncia entre os dois planetas, que \u00e9 aproximadamente a mesma que a dist\u00e2ncia entre Merc\u00fario e Marte, implica que podem existir outros planetas no sistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Queremos ver se h\u00e1 evid\u00eancias da exist\u00eancia de mais planetas&#8221;, diz Mireles. &#8220;H\u00e1 definitivamente muito espa\u00e7o para potenciais planetas, quer mais perto, quer mais longe. E mostr\u00e1mos que o TESS \u00e9 capaz de encontrar J\u00fapiteres amenos e frios&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2023\/newly-discovered-planet-has-longest-orbit-yet-detected-tess-mission-0830\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.unm.edu\/news\/scientists-detect-and-validate-the-longest-period-exoplanet-found-with-tess\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Novo M\u00e9xico (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/aceb69\/meta\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2308.15572\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1000026\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/nasa-tess-exoplanet-warm-jupiter-long-day\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-08-scientists-validate-longest-period-exoplanets-tess.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-4600:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/toi-4600\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-4600_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-4600 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-4600_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-4600 c (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista dos dois planetas no sistema TOI-4600.Cr\u00e9dito: Tedi Vick Dos mais de 5000 planetas que se sabe existirem para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, a maioria orbita as suas estrelas a uma dist\u00e2ncia surpreendentemente pequena. 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