{"id":6303,"date":"2023-08-25T06:15:37","date_gmt":"2023-08-25T05:15:37","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6303"},"modified":"2023-08-25T06:15:37","modified_gmt":"2023-08-25T05:15:37","slug":"levantamento-do-jwst-revela-menos-buracos-negros-supermassivos-ativos-do-que-se-pensava","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/08\/25\/levantamento-do-jwst-revela-menos-buracos-negros-supermassivos-ativos-do-que-se-pensava\/","title":{"rendered":"Levantamento do JWST revela menos buracos negros supermassivos ativos do que se pensava"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/heic0409a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/eEPkySkT_o-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6304\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/eEPkySkT_o-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/eEPkySkT_o-300x225.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/eEPkySkT_o-768x576.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/eEPkySkT_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o de um NGA (n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo).<br>Cr\u00e9dito: ESA\/NASA, project AVO e Paolo Padovani<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um levantamento, pela Universidade do Kansas, de uma faixa do cosmos utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, revelou que os NGAs (n\u00facleos gal\u00e1cticos ativos) &#8211; buracos negros supermassivos que est\u00e3o a aumentar rapidamente de tamanho &#8211; s\u00e3o mais raros do que muitos astr\u00f3nomos supunham anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas, efetuadas com o instrumento MIRI (Mid-Infrared Instrument) do JWST, sugerem que o nosso Universo pode ser um pouco mais est\u00e1vel do que se pensava. O trabalho tamb\u00e9m fornece informa\u00e7\u00f5es sobre observa\u00e7\u00f5es de gal\u00e1xias t\u00e9nues, as suas propriedades e os desafios na identifica\u00e7\u00e3o de NGAs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um novo artigo detalhando a investiga\u00e7\u00e3o do JWST, realizada sob os ausp\u00edcios do programa CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science), foi disponibilizado no site arXiv, antes da publica\u00e7\u00e3o formal revista por pares na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O trabalho, liderado por Allison Kirkpatrick, professora assistente de f\u00edsica e astronomia na Universidade do Kansas, centrou-se numa zona do cosmos h\u00e1 muito estudada, designada por Faixa de Groth Estendida, situada entre as constela\u00e7\u00f5es de Ursa Maior e Boieiro. Mas os exames anteriores da \u00e1rea tiveram por base uma gera\u00e7\u00e3o menos poderosa de telesc\u00f3pios espaciais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As nossas observa\u00e7\u00f5es foram feitas nos passados meses de junho e dezembro e o nosso objetivo era caracterizar o aspeto das gal\u00e1xias durante o apogeu da forma\u00e7\u00e3o estelar no Universo&#8221;, disse Kirkpatrick. &#8220;Trata-se de uma retrospetiva de 7 a 10 mil milh\u00f5es de anos no passado. Utiliz\u00e1mos o MIRI do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb para observar a poeira em gal\u00e1xias que existiam h\u00e1 10 mil milh\u00f5es de anos e essa poeira pode esconder a forma\u00e7\u00e3o estelar em curso e pode esconder buracos negros supermassivos em crescimento. Por isso, realizei o primeiro levantamento para procurar estes buracos negros supermassivos escondidos nos centros destas gal\u00e1xias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora todas as grandes gal\u00e1xias tenham um buraco negro supermassivo no seu centro, os NGAs s\u00e3o agita\u00e7\u00f5es mais espetaculares que atraem ativamente gases e apresentam uma luminosidade que n\u00e3o existe nos buracos negros t\u00edpicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Kirkpatrick e muitos outros astrof\u00edsicos previram que o estudo de alta resolu\u00e7\u00e3o do JWST iria localizar muitos mais NGAs do que um levantamento anterior, realizado com o Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer. No entanto, mesmo com o aumento de pot\u00eancia e sensibilidade do MIRI, foram encontrados poucos NGAs adicionais no novo estudo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/f5\/3e\/MQ35zZE9_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/f5\/3e\/MQ35zZE9_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Observa\u00e7\u00e3o do MIRI (painel da direita) do JWST juntamente com observa\u00e7\u00f5es IRAC (Infrared Array Camera, meio) e MIPS (Multiband Imaging Photometer for Spitzer, esquerda) da mesma regi\u00e3o, mas pelo Spitzer.<br>Cr\u00e9dito: Kirkpatrick, et. al.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os resultados eram completamente diferentes dos que eu tinha previsto, o que me levou \u00e0 primeira grande surpresa&#8221;, disse Kirkpatrick. &#8220;Uma revela\u00e7\u00e3o importante foi a escassez de buracos negros supermassivos em r\u00e1pido crescimento. Esta descoberta suscitou quest\u00f5es sobre o paradeiro destes objetos. Acontece que estes buracos negros est\u00e3o provavelmente a crescer a um ritmo mais lento do que se pensava anteriormente, o que \u00e9 intrigante, considerando que as gal\u00e1xias que examinei se assemelham \u00e0 nossa Via L\u00e1ctea do passado. As observa\u00e7\u00f5es anteriores com o Spitzer apenas nos permitiram estudar as gal\u00e1xias mais brilhantes e massivas com buracos negros supermassivos de r\u00e1pido crescimento, tornando-os f\u00e1ceis de detetar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Kirkpatrick disse que um mist\u00e9rio importante na astronomia reside na compreens\u00e3o de como os buracos negros supermassivos t\u00edpicos, como os que se encontram em gal\u00e1xias como a Via L\u00e1ctea, crescem e influenciam a sua gal\u00e1xia hospedeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As descobertas do estudo sugerem que estes buracos negros n\u00e3o est\u00e3o a crescer rapidamente, absorvendo material limitado e talvez n\u00e3o tenham um impacto significativo nas gal\u00e1xias que os acolhem&#8221;, afirmou. &#8220;Esta descoberta abre uma perspetiva totalmente nova sobre o crescimento dos buracos negros, uma vez que a nossa compreens\u00e3o atual se baseia em grande parte nos buracos negros mais massivos das maiores gal\u00e1xias, que t\u00eam efeitos significativos nas suas hospedeiras, mas os buracos negros mais pequenos destas gal\u00e1xias provavelmente n\u00e3o t\u00eam.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro resultado surpreendente foi a aus\u00eancia de poeira nestas gal\u00e1xias, disse a astr\u00f3noma da Universidade do Kansas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Usando o JWST, podemos identificar gal\u00e1xias muito mais pequenas do que nunca, incluindo gal\u00e1xias do tamanho da Via L\u00e1ctea ou mesmo mais pequenas, o que era anteriormente imposs\u00edvel a estas dist\u00e2ncias c\u00f3smicas&#8221;, disse Kirkpatrick. &#8220;Normalmente, as gal\u00e1xias mais massivas t\u00eam poeira abundante devido \u00e0s suas r\u00e1pidas taxas de forma\u00e7\u00e3o estelar. Eu tinha assumido que as gal\u00e1xias de menor massa tamb\u00e9m conteriam quantidades substanciais de poeira, mas afinal n\u00e3o, desafiando as minhas expetativas e fornecendo outra descoberta intrigante.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Kirkpatrick, o trabalho muda a compreens\u00e3o de como as gal\u00e1xias crescem, particularmente no que diz respeito \u00e0 Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso buraco negro parece n\u00e3o ter qualquer atividade&#8221;, disse. &#8220;Uma quest\u00e3o importante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Via L\u00e1ctea \u00e9 saber se alguma vez esteve ativa ou se passou por uma fase NGA. Se a maioria das gal\u00e1xias, como a nossa, n\u00e3o t\u00eam NGAs detet\u00e1veis, isso pode implicar que o nosso buraco negro nunca esteve mais ativo no passado. Em \u00faltima an\u00e1lise, este conhecimento ajudar\u00e1 a limitar e a medir as massas dos buracos negros, lan\u00e7ando luz sobre as origens do crescimento dos buracos negros, que continuam a ser uma quest\u00e3o sem resposta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Kirkpatrick obteve recentemente novo tempo de observa\u00e7\u00e3o com o JWST para efetuar um estudo mais alargado do campo da Faixa de Groth Estendida com o MIRI. O seu trabalho atual inclu\u00eda cerca de 400 gal\u00e1xias. O seu pr\u00f3ximo levantamento (MEGA: MIRI EGS Galaxy and AGN survey) incluir\u00e1 cerca de 5000 gal\u00e1xias. O trabalho est\u00e1 planeado para janeiro de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/today.ku.edu\/2023\/08\/22\/james-webb-space-telescope-survey-reveals-fewer-supermassive-black-holes-presumed\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Kansas (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2308.09750\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGAs (N\u00facleos Gal\u00e1cticos Ativos):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Active_galactic_nucleus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ceers.github.io\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Cient\u00edfico Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ilustra\u00e7\u00e3o de um NGA (n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo).Cr\u00e9dito: ESA\/NASA, project AVO e Paolo Padovani Um levantamento, pela Universidade do Kansas, de uma faixa do cosmos utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, revelou que os NGAs (n\u00facleos gal\u00e1cticos ativos) &#8211; 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