{"id":6294,"date":"2023-08-18T06:19:40","date_gmt":"2023-08-18T05:19:40","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6294"},"modified":"2023-08-18T06:19:41","modified_gmt":"2023-08-18T05:19:41","slug":"astronomos-confirmam-que-a-galaxia-de-maisie-e-uma-das-mais-antigas-alguma-vez-observadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/08\/18\/astronomos-confirmam-que-a-galaxia-de-maisie-e-uma-das-mais-antigas-alguma-vez-observadas\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos confirmam que a gal\u00e1xia de Maisie \u00e9 uma das mais antigas alguma vez observadas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/S654xX6O_o.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/S654xX6O_o-1024x683.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6295\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/S654xX6O_o-1024x683.png 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/S654xX6O_o-300x200.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/S654xX6O_o-768x512.png 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/S654xX6O_o.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas revelam que a gal\u00e1xia de Maisie, cujo nome honra a filha de Steven Finkelstein, foi detetada 390 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Este facto faz dela uma das quatro primeiras gal\u00e1xias confirmadas alguma vez observadas.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/STScI\/CEERS\/TACC\/Universidade do Texas em Austin\/S. Finkelstein\/M. Bagley<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Gra\u00e7as ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, os astr\u00f3nomos que procuram encontrar algumas das gal\u00e1xias mais antigas jamais vistas confirmaram agora que uma gal\u00e1xia detetada pela primeira vez no ver\u00e3o passado \u00e9, de facto, uma das mais antigas alguma vez encontradas. Os resultados foram publicados na revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es posteriores \u00e0 primeira dete\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia de Maisie revelaram que remonta a 390 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Apesar de n\u00e3o ser t\u00e3o antiga como a equipa liderada pelo astr\u00f3nomo Steven Finkelstein, da Universidade do Texas em Austin, estimou no ver\u00e3o passado, \u00e9, no entanto, uma das quatro gal\u00e1xias mais antigas j\u00e1 observadas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O que \u00e9 excitante acerca da gal\u00e1xia de Maisie \u00e9 que foi uma das primeiras gal\u00e1xias distantes identificadas pelo JWST e, desse conjunto, \u00e9 a primeira a ser confirmada espetroscopicamente&#8221;, disse Finkelstein, professor de astronomia na Universidade do Texas em Austin, autor do artigo da Nature e investigador principal do CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science Survey). Deu \u00e0 gal\u00e1xia o nome da sua filha, pois foi descoberta no dia do seu anivers\u00e1rio.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/utexas.app.box.com\/s\/vzeuix2iaif1npdonvnktjjsashwbqpt\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/7f\/0c\/pAmxpUi0_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Amplia\u00e7\u00e3o, desde a imagem original obtida pelo JWST, at\u00e9 \u00e0 imagem individual da gal\u00e1xia de Maisie.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/STScI\/CEERS\/TACC\/S. Finkelstein\/M. Bagley\/Z. Levay<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Esta an\u00e1lise mais recente foi liderada pelo primeiro autor Pablo Arrabal Haro, investigador associado no NOIRLab (National Optical-Infrared Astronomy Research Laboratory) da NSF (National Science Foundation). Para al\u00e9m de Finkelstein, os coautores da UT Austin s\u00e3o Caitlin Casey, Micaela Bagley, Katherine Chworowsky e Seiji Fujimoto.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa do CEERS est\u00e1 atualmente a avaliar cerca de 10 outras gal\u00e1xias que podem ser de uma era ainda mais antiga do que a gal\u00e1xia de Maisie.<\/p>\n\n\n\n<p>Os objetos no espa\u00e7o n\u00e3o v\u00eam impressos com uma data de fabrico. Para saber quando \u00e9 que a luz que observamos deixou um objeto, os astr\u00f3nomos medem o seu desvio para o vermelho, ou seja, a quantidade de cor que foi deslocada devido ao seu movimento para longe de n\u00f3s. Como vivemos num Universo em expans\u00e3o, quanto mais recuamos no tempo, maior \u00e9 o desvio para o vermelho de um objeto.<\/p>\n\n\n\n<p>As estimativas originais dos desvios para o vermelho (e, portanto, do tempo ap\u00f3s o Big Bang) baseavam-se na fotometria, o brilho da luz em imagens utilizando um pequeno n\u00famero de filtros de frequ\u00eancia alargada. Essas estimativas foram feitas usando dados recolhidos pelo CEERS durante o tempo originalmente atribu\u00eddo para a primeira temporada de observa\u00e7\u00e3o do telesc\u00f3pio. Para obter uma estimativa mais precisa, a equipa do CEERS solicitou medi\u00e7\u00f5es de acompanhamento com o instrumento NIRSpec (Near InfraRed Spectrograph) do JWST, que divide a luz de um objeto em muitas frequ\u00eancias estreitas diferentes para identificar com maior precis\u00e3o a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, produ\u00e7\u00e3o de calor, brilho intr\u00ednseco e movimento relativo. De acordo com esta \u00faltima an\u00e1lise espectrosc\u00f3pica, a gal\u00e1xia de Maisie encontra-se num desvio para o vermelho de z=11,4.<\/p>\n\n\n\n<p>Este estudo tamb\u00e9m analisou CEERS-93316, uma gal\u00e1xia originalmente encontrada nos dados CEERS dispon\u00edveis ao p\u00fablico por uma equipa liderada pela Universidade de Edimburgo e que, inicialmente, se estimava ter sido observada 250 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Numa an\u00e1lise mais aprofundada, a equipa descobriu que CEERS-93316 tem um desvio para o vermelho mais modesto de z=4,9, o que corresponde a cerca de mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p>Acontece que o g\u00e1s quente em CEERS-93316 estava a emitir tanta luz em algumas bandas de frequ\u00eancia estreitas associadas ao oxig\u00e9nio e ao hidrog\u00e9nio que fazia com que a gal\u00e1xia parecesse muito mais azul do que realmente era. Esse tom azulado imitava a assinatura que Finkelstein e outros esperavam ver em gal\u00e1xias muito antigas. Isto deve-se a uma peculiaridade do m\u00e9todo fotom\u00e9trico que acontece apenas para objetos com desvios para o vermelho de cerca de 4,9. Finkelstein diz que isto foi um caso de azar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este foi um caso estranho&#8221;, disse Finkelstein. &#8220;Das muitas dezenas de candidatos com desvios para o vermelho elevados que foram observados espectroscopicamente, este \u00e9 o \u00fanico caso em que o verdadeiro desvio para o vermelho \u00e9 muito inferior ao nosso palpite inicial.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o s\u00f3 esta gal\u00e1xia parece anormalmente azul, como tamb\u00e9m \u00e9 muito mais brilhante do que os modelos atuais preveem para gal\u00e1xias que se formaram t\u00e3o cedo no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Teria sido um grande desafio explicar como \u00e9 que o Universo poderia criar uma gal\u00e1xia t\u00e3o massiva t\u00e3o cedo&#8221;, disse Finkelstein. &#8220;Por isso, penso que este foi sempre o resultado mais prov\u00e1vel, porque era t\u00e3o extremo, t\u00e3o brilhante, num desvio para o vermelho aparentemente t\u00e3o elevado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"CEERS: Flight to Maisie&#039;s Galaxy\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/M1n82zTBwQY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.utexas.edu\/2023\/08\/15\/astronomers-confirm-maisies-galaxy-is-among-earliest-ever-observed\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Texas em Austin (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-06521-7\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2303.15431\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/jwst-maisie-galaxy-earliest-observed\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/162794\/youre-looking-at-the-farthest-confirmed-galaxies-found-by-jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/its-official-this-red-blob-is-one-of-the-earliest-galaxies-ever-seen\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science Alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-08-astronomers-maisie-galaxy-earliest.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/astronomers-confirm-maisies-galaxy-is-one-of-the-oldest-observed-205246905.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/galaxy-spotted-by-webb-space-telescope-is-one-of-the-ea-1850739476\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desvio para o vermelho:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Redshift\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ceers.github.io\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas revelam que a gal\u00e1xia de Maisie, cujo nome honra a filha de Steven Finkelstein, foi detetada 390 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. 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