{"id":6276,"date":"2023-08-11T06:19:51","date_gmt":"2023-08-11T05:19:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6276"},"modified":"2023-08-11T06:19:52","modified_gmt":"2023-08-11T05:19:52","slug":"webb-revela-as-cores-de-earendel-a-estrela-mais-distante-alguma-vez-detetada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/08\/11\/webb-revela-as-cores-de-earendel-a-estrela-mais-distante-alguma-vez-detetada\/","title":{"rendered":"Webb revela as cores de Earendel, a estrela mais distante alguma vez detetada"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01H6BZHFDPK54QS6GP2BQ5NV74.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"1001\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/AYUhsSRz_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6277\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/AYUhsSRz_o.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/AYUhsSRz_o-295x300.jpg 295w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/AYUhsSRz_o-768x780.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem, pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, de um enorme enxame de gal\u00e1xias chamado WHL0137-08, cont\u00e9m a gal\u00e1xia mais fortemente ampliada conhecida nos primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo: &#8220;Sunrise Arc&#8221; e, dentro dessa gal\u00e1xia, a estrela mais distante alguma vez detetada. Nesta imagem, a gal\u00e1xia Sunrise Arc aparece como uma risca vermelha logo abaixo do pico de difra\u00e7\u00e3o na posi\u00e7\u00e3o das 5 horas.<br>Cr\u00e9dito: imagem &#8211; NASA, ESA, CSA, D. Coe (STScI\/AURA para a ESA; Universidade Johns Hopkins), B. Welch (Centro de Voo Espacial Goddard da NASA; Universidade de Maryland, College Park); processamento &#8211; Z. Levay<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA deu seguimento \u00e0s observa\u00e7\u00f5es, pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, da estrela mais distante alguma vez detetada no Universo muito distante, nos primeiros mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. O instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb revela que a estrela \u00e9 uma estrela massiva do tipo B, duas vezes mais quente do que o nosso Sol e cerca de um milh\u00e3o de vezes mais luminosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela, que a equipa de investiga\u00e7\u00e3o apelidou de Earendel, est\u00e1 localizada na gal\u00e1xia a que deram a alcunha de &#8220;Sunrise Arc&#8221; e s\u00f3 \u00e9 detet\u00e1vel devido ao poder combinado da tecnologia humana e da natureza, atrav\u00e9s de um efeito chamado lente gravitacional. Tanto o Hubble como o Webb foram capazes de detetar Earendel devido ao seu alinhamento fortuito por tr\u00e1s de uma ruga no espa\u00e7o-tempo criada pelo enorme enxame de gal\u00e1xias WHL0137-08. O enxame de gal\u00e1xias, localizado entre n\u00f3s e Earendel, \u00e9 t\u00e3o massivo que deforma o tecido do pr\u00f3prio espa\u00e7o, o que produz um efeito de amplia\u00e7\u00e3o, permitindo aos astr\u00f3nomos olhar atrav\u00e9s do enxame como uma lupa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto outras caracter\u00edsticas da gal\u00e1xia aparecem v\u00e1rias vezes devido \u00e0 lente gravitacional, Earendel aparece apenas como um \u00fanico ponto de luz, mesmo nas imagens infravermelhas de alta resolu\u00e7\u00e3o do Webb. Com base nisto, os astr\u00f3nomos determinam que o objeto est\u00e1 ampliado por um factor de pelo menos 4000 e, portanto, \u00e9 extremamente pequeno &#8211; a estrela mais distante alguma vez detetada, observada mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. O anterior detentor do recorde de estrela mais distante foi detetado pelo Hubble e observado cerca de 4 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Outra equipa de investiga\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m utilizou o Webb identificou recentemente uma estrela sob o efeito de lente gravitacional a que chamaram Quyllur, uma estrela gigante vermelha observada 3 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estrelas t\u00e3o massivas como Earendel t\u00eam frequentemente companheiras. Os astr\u00f3nomos n\u00e3o esperavam que o Webb revelasse quaisquer companheiras de Earendel, uma vez que estariam t\u00e3o pr\u00f3ximas e indistingu\u00edveis no c\u00e9u. No entanto, com base apenas nas cores de Earendel, os astr\u00f3nomos pensam ver ind\u00edcios de uma estrela companheira mais fria e mais vermelha. Esta luz foi esticada pela expans\u00e3o do Universo para comprimentos de onda maiores do que os instrumentos do Hubble conseguem detetar, e por isso s\u00f3 foi detet\u00e1vel com o Webb.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/93\/89\/pBe0Zg0q_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/93\/89\/pBe0Zg0q_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb revela que a estrela, apelidada de Earendel, \u00e9 uma estrela massiva do tipo B, duas vezes mais quente do que o nosso Sol e cerca de um milh\u00e3o de vezes mais luminosa.<br>Cr\u00e9dito: imagem &#8211; NASA, ESA, CSA, D. Coe (STScI\/AURA para a ESA; Universidade Johns Hopkins), B. Welch (Centro de Voo Espacial Goddard da NASA; Universidade de Maryland, College Park); processamento &#8211; Z. Levay<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O instrumento NIRCam do Webb tamb\u00e9m mostra outros detalhes not\u00e1veis na gal\u00e1xia &#8220;Sunrise Arc&#8221;, que \u00e9 a gal\u00e1xia mais ampliada j\u00e1 detetada nos primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo. As caracter\u00edsticas incluem tanto regi\u00f5es jovens de forma\u00e7\u00e3o estelar como enxames estelares mais antigos, com um di\u00e2metro de apenas 10 anos-luz. Em ambos os lados da ruga de amplia\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, que atravessa Earendel, estas caracter\u00edsticas s\u00e3o refletidas pela distor\u00e7\u00e3o da lente gravitacional. A regi\u00e3o que est\u00e1 a formar estrelas parece alongada e estima-se que tenha menos de 5 milh\u00f5es de anos. Os pontos mais pequenos de cada lado de Earendel s\u00e3o duas imagens de um enxame estelar mais antigo e estabelecido, com uma idade estimada em pelo menos 10 milh\u00f5es de anos. Os astr\u00f3nomos determinaram que este enxame de estrelas est\u00e1 gravitacionalmente ligado e que provavelmente persistir\u00e1 at\u00e9 aos dias de hoje. Isto mostra-nos o aspeto que os enxames globulares da nossa Via L\u00e1ctea poderiam ter quando se formaram h\u00e1 13 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos est\u00e3o atualmente a analisar os dados das observa\u00e7\u00f5es do instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb da gal\u00e1xia &#8220;Sunrise Arc&#8221; e da estrela Earendel, que fornecer\u00e3o medi\u00e7\u00f5es precisas da composi\u00e7\u00e3o e da dist\u00e2ncia da gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde a descoberta de Earendel pelo Hubble, o Webb detetou outras estrelas muito distantes usando esta t\u00e9cnica, embora nenhuma t\u00e3o longe como Earendel. As descobertas abriram um novo dom\u00ednio do Universo para a f\u00edsica estelar e um novo tema para os cientistas que estudam o Universo primitivo, onde outrora as gal\u00e1xias eram os objetos c\u00f3smicos mais pequenos detet\u00e1veis. A equipa de investiga\u00e7\u00e3o tem esperan\u00e7as cautelosas de que este possa ser um passo para a eventual dete\u00e7\u00e3o de uma das primeiras gera\u00e7\u00f5es de estrelas, compostas apenas pelos ingredientes brutos do Universo criado no Big Bang &#8211; hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/webb-reveals-colors-of-earendel-most-distant-star-ever-detected\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/ESA_Multimedia\/Images\/2023\/08\/Earendel_and_the_Sunrise_Arc_in_the_galaxy_cluster_WHL0137-08\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-132\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-earendel-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-08-webb-telescope-reveals-earendel-distant.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Earendel:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WHL0137-LS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lens\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem, pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, de um enorme enxame de gal\u00e1xias chamado WHL0137-08, cont\u00e9m a gal\u00e1xia mais fortemente ampliada conhecida nos primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo: &#8220;Sunrise Arc&#8221; e, dentro dessa gal\u00e1xia, a estrela mais distante alguma vez detetada. 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