{"id":6263,"date":"2023-08-08T06:23:11","date_gmt":"2023-08-08T05:23:11","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6263"},"modified":"2023-08-08T06:23:28","modified_gmt":"2023-08-08T05:23:28","slug":"telescopio-espacial-webb-captura-novas-e-impressionantes-imagens-da-nebulosa-do-anel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/08\/08\/telescopio-espacial-webb-captura-novas-e-impressionantes-imagens-da-nebulosa-do-anel\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Espacial Webb captura novas e impressionantes imagens da Nebulosa do Anel"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.westernu.ca\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/08\/RingNebula_NIRCam-e1691025726491.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"540\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/IDwrtTrY_o-1024x540.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6264\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/IDwrtTrY_o-1024x540.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/IDwrtTrY_o-300x158.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/IDwrtTrY_o-768x405.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/IDwrtTrY_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Composi\u00e7\u00e3o da Nebulosa do Anel pelo instrumento NIRCam do JWST. A imagem mostra claramente o anel principal, rodeado por um t\u00e9nue haloe com muitas estruturas delicadas. O interior do anel est\u00e1 cheio de g\u00e1s quente. A estrela que ejetou todo este material \u00e9 vis\u00edvel bem no centro. A nebulosa foi ejetada apenas h\u00e1 cerca de 4000 anos.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Projeto de Imagem da Nebulosa do Anel do JWST; processamento &#8211; Roger Wesson<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST, sigla inglesa para James Webb Space Telescope) registou novas e espantosas imagens da ic\u00f3nica Nebulosa do Anel (Messier 57 ou M57). As imagens, divulgadas por uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, incluindo Jan Cami, Els Peeters e Nicholas Clark do Instituto para a Explora\u00e7\u00e3o da Terra e do Espa\u00e7o da Universidade de Ont\u00e1rio Ocidental, mostram a beleza intrincada e et\u00e9rea da nebulosa com um detalhe sem precedentes, proporcionando aos cientistas e ao p\u00fablico uma vis\u00e3o hipnotizante desta maravilha celeste.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para muitos entusiastas do c\u00e9u, a Nebulosa do Anel (localizada na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Lira) \u00e9 um objeto bem conhecido e vis\u00edvel durante todo o ver\u00e3o. Mesmo um pequeno telesc\u00f3pio amador revela a carater\u00edstica estrutura de g\u00e1s incandescente em forma de anel que deu o nome a M57.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A primeira vez que vi a Nebulosa do Anel foi em crian\u00e7a, atrav\u00e9s de um pequeno telesc\u00f3pio&#8221;, disse o astrof\u00edsico Jan Cami, um dos principais membros do Projeto de Imagem da Nebulosa do Anel do JWST. &#8220;Nunca pensei que um dia faria parte da equipa que utilizaria o telesc\u00f3pio espacial mais potente alguma vez constru\u00eddo para observar este objeto&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Nebulosa do Anel \u00e9 muito popular entre os astr\u00f3nomos, jovens e velhos, e Cami aponta frequentemente para este favorito dos f\u00e3s com o telesc\u00f3pio refrator da sua universidade para os visitantes do Observat\u00f3rio Memorial Hume Cronyn durante os eventos p\u00fablicos nos meses de ver\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Cientificamente, estou muito interessado em saber como \u00e9 que uma estrela transforma o seu inv\u00f3lucro gasoso nesta mistura de mol\u00e9culas simples e complexas e gr\u00e3os de poeira, e estas novas observa\u00e7\u00f5es v\u00e3o ajudar-nos a descobrir isso&#8221;, disse Cami.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Messier 57 \u00e9 uma nebulosa planet\u00e1ria, nebulosas estas que s\u00e3o remanescentes de estrelas moribundas que libertam grande parte da sua massa no fim das suas vidas. A sua estrutura distinta e cores vibrantes h\u00e1 muito que cativam a imagina\u00e7\u00e3o humana. As imagens deslumbrantes captadas pelo JWST fornecem uma oportunidade sem paralelo para estudar e compreender os processos complexos que deram forma a esta obra-prima c\u00f3smica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb proporcionou-nos uma vis\u00e3o extraordin\u00e1ria da Nebulosa do Anel que nunca t\u00ednhamos visto antes. As imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 mostram os detalhes intrincados da concha em expans\u00e3o da nebulosa, mas tamb\u00e9m revelam a regi\u00e3o interior em torno da an\u00e3 branca central com uma nitidez requintada,&#8221; disse Mike Barlow, professor em\u00e9rito de f\u00edsica e astronomia do Col\u00e9gio Universit\u00e1rio de Londres e cientista col\u00edder do Projeto de Imagem da Nebulosa do Anel do JWST.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a testemunhar os cap\u00edtulos finais da vida de uma estrela, uma antevis\u00e3o do futuro distante do Sol, por assim dizer, e as observa\u00e7\u00f5es do JWST abriram uma nova janela para a compreens\u00e3o destes eventos c\u00f3smicos inspiradores. Podemos usar a Nebulosa do Anel como laborat\u00f3rio para estudar como as nebulosas planet\u00e1rias se formam e evoluem&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e8\/25\/Jzkewg3q_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e8\/25\/Jzkewg3q_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O campo de vis\u00e3o completo fotografado com o instrumento NIRCam do Webb, com caixas a indicar a localiza\u00e7\u00e3o dos campos. A regi\u00e3o A mostra a estrela central; a regi\u00e3o B real\u00e7a os milhares de aglomerados densos no anel principal; a regi\u00e3o C mostra as &#8220;listras&#8221; radiais que aparecem no halo exterior; e a regi\u00e3o D mostra nuvens de g\u00e1s ainda mais afastadas.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Projeto de Imagem da Nebulosa do Anel do JWST; processamento &#8211; Roger Wesson<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As caracter\u00edsticas impressionantes de M57 s\u00e3o um testemunho do seu ciclo de vida estelar. A cerca de 2600 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra, nasceu de uma estrela moribunda que expeliu as suas camadas exteriores para o espa\u00e7o. O que torna estas nebulosas verdadeiramente deslumbrantes \u00e9 a sua variedade de formas e padr\u00f5es, que muitas vezes incluem an\u00e9is delicados e brilhantes, bolhas em expans\u00e3o ou nuvens intrincadas e finas. Estes padr\u00f5es s\u00e3o a consequ\u00eancia da complexa intera\u00e7\u00e3o de processos f\u00edsicos ainda n\u00e3o bem compreendidos. A radia\u00e7\u00e3o da estrela central quente ilumina agora estas camadas. Tal como no fogo de artif\u00edcio, os diferentes elementos qu\u00edmicos da nebulosa emitem luz de cores espec\u00edficas. Isto resulta em objetos requintados e coloridos, o que permite aos astr\u00f3nomos estudar em pormenor a evolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica destes objetos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas imagens s\u00e3o mais do que apenas atrativos est\u00e9ticos; fornecem uma grande quantidade de conhecimentos cient\u00edficos sobre os processos de evolu\u00e7\u00e3o estelar. Ao estudar a Nebulosa do Anel com o JWST, esperamos obter uma compreens\u00e3o mais profunda dos ciclos de vida das estrelas e dos elementos que libertam para o cosmos&#8221;, disse Nick Cox, membro do ACRI-ST (Fran\u00e7a) e cientista col\u00edder do Projeto de Imagem da Nebulosa do Anel do JWST.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa internacional de investiga\u00e7\u00e3o que analisa estas imagens inclui investigadores do Reino Unido, Fran\u00e7a, Canad\u00e1, EUA, Su\u00e9cia, Espanha, Brasil, Irlanda e B\u00e9lgica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Peeters, juntamente com Cami e Clark, desempenhou um papel fundamental na investiga\u00e7\u00e3o espetrosc\u00f3pica do projeto. A espetroscopia \u00e9 o estudo da absor\u00e7\u00e3o e emiss\u00e3o de luz e de outras radia\u00e7\u00f5es pela mat\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A estrutura deste objeto \u00e9 incr\u00edvel, e pensar que tudo isto foi criado por uma \u00fanica estrela moribunda&#8221;, disse Peeters, astrof\u00edsica Universidade de Ont\u00e1rio Ocidental e membro do Projeto de Imagem da Nebulosa do Anel do JWST.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para al\u00e9m do tesouro morfol\u00f3gico, h\u00e1 tamb\u00e9m muita informa\u00e7\u00e3o sobre a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do g\u00e1s e da poeira nestas observa\u00e7\u00f5es. At\u00e9 encontr\u00e1mos grandes mol\u00e9culas carbon\u00e1ceas neste objeto e ainda n\u00e3o temos uma ideia clara de como foram l\u00e1 parar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, uma colabora\u00e7\u00e3o conjunta entre a NASA, a ESA e a Ag\u00eancia Espacial Canadiana (CSA), provou ser um fator de mudan\u00e7a na astronomia. As suas capacidades v\u00e3o al\u00e9m do que era poss\u00edvel com os telesc\u00f3pios espaciais anteriores, permitindo aos cientistas penetrar mais profundamente no cosmos e explorar novas fronteiras do Universo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Ring Nebula animation (credit: Roger Wesson, Cardiff University).\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/78sjkGypk20?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.westernu.ca\/2023\/08\/jwst-ring-nebula\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Ont\u00e1rio Ocidental (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.manchester.ac.uk\/discover\/news\/manchester-astronomer-captures-stunning-images-of-the-ring-nebula-on-james-webb-space-telescope\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Manchester (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ucl.ac.uk\/news\/2023\/aug\/james-webb-space-telescope-captures-stunning-images-ring-nebula\" target=\"_blank\">\/\/ Col\u00e9gio Universit\u00e1rio de Londres (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-ring-nebula-dead-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/162662\/yes-a-jwst-image-of-the-ring-nebula\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-08-james-webb-space-telescope-captures.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2386213-the-ring-nebula-glows-green-in-a-stunning-new-jwst-image\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/science\/ring-nebula-jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/08\/04\/world\/webb-telescope-ring-nebula-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/science-environment-66397231\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC News<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nebulosa do Anel (Messier 57 ou M57):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2017\/messier-57-the-ring-nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ring_Nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/m\/m057.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nebulosa planet\u00e1ria:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Planetary_nebula\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-2-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 2 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Composi\u00e7\u00e3o da Nebulosa do Anel pelo instrumento NIRCam do JWST. 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