{"id":6254,"date":"2023-08-04T06:15:42","date_gmt":"2023-08-04T05:15:42","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6254"},"modified":"2023-08-04T06:15:43","modified_gmt":"2023-08-04T05:15:43","slug":"novo-algoritmo-deteta-o-seu-primeiro-asteroide-potencialmente-perigoso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/08\/04\/novo-algoritmo-deteta-o-seu-primeiro-asteroide-potencialmente-perigoso\/","title":{"rendered":"Novo algoritmo deteta o seu primeiro asteroide &#8220;potencialmente perigoso&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/HpBiz17k_o.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"355\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/HpBiz17k_o-1024x355.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6255\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/HpBiz17k_o-1024x355.png 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/HpBiz17k_o-300x104.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/HpBiz17k_o-768x266.png 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/HpBiz17k_o.png 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagens da descoberta pelo levantamento ATLAS, com 2022 SF289 vis\u00edvel nas caixas vermelhas.<br>Cr\u00e9dito: ATLAS\/Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii\/NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Um algoritmo de descoberta de asteroides &#8211; concebido para descobrir asteroides pr\u00f3ximos da Terra para o futuro levantamento de 10 anos do c\u00e9u noturno do Observat\u00f3rio Vera C. Rubin &#8211; identificou o seu primeiro asteroide &#8220;potencialmente perigoso&#8221;, um termo para as rochas espaciais na vizinhan\u00e7a da Terra que os cientistas gostam de manter debaixo de olho. O asteroide com cerca de 180 metros de comprimento, designado 2022 SF289, foi descoberto durante um teste do algoritmo com o levantamento ATLAS no Hawaii. A descoberta de 2022 SF289, que n\u00e3o representa qualquer risco para a Terra num futuro previs\u00edvel, confirma que o algoritmo de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o, conhecido como HelioLinc3D, pode identificar asteroides pr\u00f3ximos da Terra com menos observa\u00e7\u00f5es e mais dispersas do que as exigidas pelos m\u00e9todos atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ao demonstrar a efic\u00e1cia real do software que o Rubin vai usar para procurar milhares de asteroides potencialmente perigosos ainda desconhecidos, a descoberta de 2022 SF289 torna-nos a todos mais seguros&#8221;, disse Ari Heinze, cientista do Rubin, o principal criador do HelioLinc3D e investigador da Universidade de Washington.<\/p>\n\n\n\n<p>O Sistema Solar \u00e9 o lar de dezenas de milh\u00f5es de corpos rochosos que v\u00e3o desde pequenos asteroides que n\u00e3o ultrapassam alguns metros, at\u00e9 planetas an\u00f5es do tamanho da nossa Lua. Estes objetos s\u00e3o remanescentes de uma era com mais de quatro mil milh\u00f5es de anos, quando os planetas do nosso sistema se formaram e assumiram as suas posi\u00e7\u00f5es atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>A maior parte destes corpos s\u00e3o distantes, mas alguns orbitam perto da Terra e s\u00e3o conhecidos como objetos pr\u00f3ximos da Terra, ou NEOs (sigla inglesa para &#8220;near-Earth objects&#8221;). Os mais pr\u00f3ximos &#8211; os que t\u00eam uma trajet\u00f3ria que os leva a cerca de 8 milh\u00f5es de quil\u00f3metros da \u00f3rbita da Terra, ou cerca de 20 vezes a dist\u00e2ncia da Terra \u00e0 Lua &#8211; merecem uma aten\u00e7\u00e3o especial. Estes &#8220;asteroides potencialmente perigosos&#8221;, ou PHAs (sigla inglesa para &#8220;potentially hazardous asteroids&#8221;), s\u00e3o sistematicamente procurados e monitorizados para garantir que n\u00e3o v\u00e3o colidir com a Terra, um acontecimento potencialmente devastador.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas procuram PHAs utilizando sistemas de telesc\u00f3pios especializados como o ATLAS, financiado pela NASA, dirigido por uma equipa do Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii. Fazem-no tirando imagens de partes do c\u00e9u pelo menos quatro vezes por noite. Uma descoberta \u00e9 feita quando se nota que um ponto de luz se move inequivocamente em linha reta ao longo da s\u00e9rie de imagens. Os cientistas descobriram cerca de 2350 PHAs usando este m\u00e9todo, mas estimam que pelo menos outros tantos aguardam descoberta.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/6b\/39\/LlDsNO0l_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/6b\/39\/LlDsNO0l_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem que mostra a \u00f3rbita de 2022 SF289 (verde) na sua maior aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra (\u00f3rbita a azul). As \u00f3rbitas de V\u00e9nus e Marte podem ser vistas a laranja e vermelho, respetivamente.<br>Cr\u00e9dito: Joachim Moeyens\/Universidade de Washington\/OpenSpace<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A partir do seu pico nos Andes chilenos, o Observat\u00f3rio Vera C. Rubin vai juntar-se \u00e0 ca\u00e7a destes objetos no in\u00edcio de 2025. Financiado principalmente pela NSF (National Science Foundation) dos EUA e pelo Departamento de Energia dos EUA, as observa\u00e7\u00f5es do Rubin aumentar\u00e3o drasticamente o ritmo de descoberta de PHAs. O Rubin ir\u00e1 varrer o c\u00e9u com uma rapidez sem precedentes, com o seu espelho de 8,4 metros e a sua grande c\u00e2mara de 3200 megapix\u00e9is, visitando zonas no c\u00e9u duas vezes por noite, em vez das quatro vezes necess\u00e1rias para os telesc\u00f3pios atuais. Mas com esta nova &#8220;cad\u00eancia&#8221; de observa\u00e7\u00e3o, os investigadores precisam de um novo tipo de algoritmo de descoberta para detetar com fiabilidade as rochas espaciais.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa de software do Sistema Solar do Rubin, no Instituto DiRAC da Universidade de Washington, tem trabalhado para desenvolver esse c\u00f3digo. Trabalhando com o astrof\u00edsico do Smithsonian e professor da Universidade de Harvard, Matthew Holman, que em 2018 foi pioneiro numa nova classe de algoritmos de busca de asteroides helioc\u00eantricos, Heinze e Siegfried Eggl, ex-investigador da Universidade de Washington que agora \u00e9 professor assistente na Universidade do Illinois em Urbana-Champaign, desenvolveram o HelioLinc3D: um c\u00f3digo que poderia encontrar asteroides no conjunto de dados do Rubin. Com o Rubin ainda em constru\u00e7\u00e3o, Heinze e Eggl quiseram testar o HelioLinc3D para ver se conseguia descobrir um novo asteroide nos dados existentes, um asteroide com demasiado poucas observa\u00e7\u00f5es para ser descoberto pelos algoritmos convencionais atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>John Tonry e Larry Denneau, astr\u00f3nomos principais do ATLAS, forneceram os seus dados para um teste. A equipa do Rubin p\u00f4s o HelioLinc3D a pesquisar estes dados e, no dia 18 de julho de 2023, detetou o seu primeiro PHA: 2022 SF289, inicialmente observado pelo ATLAS no dia 19 de setembro de 2022, a uma dist\u00e2ncia de 21 milh\u00f5es de quil\u00f3metros da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Em retrospetiva, o ATLAS tinha observado 2022 SF289 tr\u00eas vezes em quatro noites distintas, mas nunca as quatro vezes necess\u00e1rias numa s\u00f3 noite para ser identificado como um novo NEO. Mas \u00e9 precisamente nestas ocasi\u00f5es que o HelioLinc3D se destaca: combinou com sucesso fragmentos de dados das quatro noites e fez a descoberta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Qualquer levantamento ter\u00e1 dificuldade em descobrir objetos como 2022 SF289 que est\u00e3o perto do seu limite de sensibilidade, mas o HelioLinc3D mostra que \u00e9 poss\u00edvel recuperar estes objetos t\u00e9nues desde que sejam vis\u00edveis durante v\u00e1rias noites&#8221;, disse Denneau. &#8220;Isto, de facto, d\u00e1-nos um telesc\u00f3pio &#8216;maior e melhor'&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0d\/7a\/mpXZ79ki_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0d\/7a\/mpXZ79ki_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Observa\u00e7\u00f5es adicionais de 2022 SF289 obtidas pelo levantamento ZTF (Zwicky Transient Facility).<br>Cr\u00e9dito: Joachim Moeyens\/Universidade de Washington\/Instituto de Asteroides B612<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Outros levantamentos tamb\u00e9m n\u00e3o detetaram 2022 SF289, porque estava a passar em frente dos ricos campos estelares da Via L\u00e1ctea. Mas, sabendo agora onde procurar, observa\u00e7\u00f5es adicionais pelo Pan-STARRS (Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System) e pelo CSS (Catalina Sky Survey) confirmaram rapidamente a descoberta. A equipa usou a plataforma ADAM do Instituto de Asteroides B612 para recuperar outras observa\u00e7\u00f5es n\u00e3o reconhecidas pelo ZTF (Zwicky Transient Facility), apoiado pela NSF.<\/p>\n\n\n\n<p>2022 SF289 est\u00e1 classificado como um NEO do tipo Apollo. A sua maior aproxima\u00e7\u00e3o coloca-o a 225.000 quil\u00f3metros da \u00f3rbita da Terra, mais perto do que a Lua. O seu di\u00e2metro de 180 metros \u00e9 suficiente para ficar classificado como &#8220;potencialmente perigoso&#8221;. Mas, apesar da sua proximidade, as proje\u00e7\u00f5es indicam que n\u00e3o h\u00e1 perigo de atingir a Terra num futuro pr\u00f3ximo. A sua descoberta foi anunciada na Circular Eletr\u00f3nica MPEC 2023-O26 de Planetas Menores da Uni\u00e3o Astron\u00f3mica Internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, os cientistas conhecem 2350 PHAs, mas esperam que existam mais de 3000 ainda por descobrir.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isto \u00e9 apenas uma pequena amostra do que esperar do Observat\u00f3rio Rubin daqui a menos de dois anos, quando o HelioLinc3D estar\u00e1 a descobrir um objeto como este todas as noites&#8221;, disse Mario Juri\u0107, cientista do Rubin, diretor do Instituto DiRAC, professor de astronomia na Universidade de Washington e l\u00edder da equipa por detr\u00e1s do HelioLinc3D. &#8220;Mas, mais amplamente, \u00e9 uma previs\u00e3o da pr\u00f3xima era da astronomia com uso intensivo de dados. Do HelioLinc3D aos c\u00f3digos assistidos por IA (intelig\u00eancia artificial), a pr\u00f3xima d\u00e9cada de descobertas ser\u00e1 uma hist\u00f3ria de avan\u00e7os t\u00e3o grandes nos algoritmos como nos novos e poderosos telesc\u00f3pios.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"2022 SF289: Novel Code Ensnares its First Potentially Hazardous Asteroid\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bsuUWt4udKg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.washington.edu\/news\/2023\/07\/31\/heliolinc3d\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Washington (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.hawaii.edu\/news\/2023\/07\/31\/identify-potentially-hazardous-asteroid\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/rubinobservatory.org\/news\/new-algorithm-asteroid\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio Vera C. Rubin (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.minorplanetcenter.net\/mpec\/K23\/K23O26.html\" target=\"_blank\">\/\/ Circular Eletr\u00f3nica MPEC 2023-O26 de Planetas Menores da UAI<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/162611\/computer-algorithm-finds-a-potentially-hazardous-asteroid\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/potentially-hazardous-asteroid-spotted-by-algorithm-wont-hit-earth\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science Alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-07-algorithm-ensnares-potentially-hazardous-asteroid.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>2022 SF289:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ssd.jpl.nasa.gov\/tools\/sbdb_lookup.html#\/?sstr=2022%20SF289&amp;view=VOP\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">JPL\/NASA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NEO (&#8220;Near-Earth Object&#8221;):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Near-Earth_object\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PHA (&#8220;Potentially Hazardous Asteroid&#8221;):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Potentially_hazardous_object\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Asteroides:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nineplanets.org\/asteroids.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio Vera C. Rubin:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/rubinobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Vera_C._Rubin_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sistema de alertas ATLAS:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.fallingstar.com\/home.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid_Terrestrial-impact_Last_Alert_System\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pan-STARRS:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/panstarrs.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pan-STARRS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ZTF (Zwicky Transient Facility):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ipac.caltech.edu\/project\/ztf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zwicky_Transient_Facility\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagens da descoberta pelo levantamento ATLAS, com 2022 SF289 vis\u00edvel nas caixas vermelhas.Cr\u00e9dito: ATLAS\/Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii\/NASA Um algoritmo de descoberta de asteroides &#8211; concebido para descobrir asteroides pr\u00f3ximos da Terra para o futuro levantamento de 10 anos do c\u00e9u noturno do Observat\u00f3rio Vera C. 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