{"id":6248,"date":"2023-08-01T06:21:47","date_gmt":"2023-08-01T05:21:47","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6248"},"modified":"2023-08-01T06:21:47","modified_gmt":"2023-08-01T05:21:47","slug":"hubble-ve-planeta-em-evaporacao-a-ter-solucos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/08\/01\/hubble-ve-planeta-em-evaporacao-a-ter-solucos\/","title":{"rendered":"Hubble v\u00ea planeta em evapora\u00e7\u00e3o a ter &#8220;solu\u00e7os&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p>Um jovem planeta que gira em torno de uma petulante estrela an\u00e3 vermelha est\u00e1 a mudar de forma imprevis\u00edvel, \u00f3rbita a \u00f3rbita. Est\u00e1 t\u00e3o pr\u00f3ximo da sua estrela m\u00e3e que recebe um surto torrencial e consistente de energia, que evapora a sua atmosfera de hidrog\u00e9nio &#8211; fazendo com que esta se desprenda do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas durante uma \u00f3rbita observada com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, o planeta pareceu n\u00e3o estar a perder qualquer material, enquanto numa outra \u00f3rbita observada com o Hubble ano e meio depois mostrava sinais claros de perda atmosf\u00e9rica.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/x0njizi3_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/x0njizi3_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6249\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/x0njizi3_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/x0njizi3_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/x0njizi3_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/x0njizi3_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o art\u00edstica mostra um planeta (silhueta escura) a passar em frente da estrela an\u00e3 vermelha AU Microscopii. O planeta est\u00e1 t\u00e3o pr\u00f3ximo da estrela em erup\u00e7\u00e3o que uma explos\u00e3o feroz de vento estelar e de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta abrasadora est\u00e1 a aquecer a atmosfera de hidrog\u00e9nio do planeta, fazendo-a escapar para o espa\u00e7o. Com um di\u00e2metro quatro vezes superior ao da Terra, o planeta est\u00e1 a evaporar lentamente a sua atmosfera, que se estende linearmente ao longo da sua trajet\u00f3ria orbital. Este processo pode eventualmente deixar para tr\u00e1s um n\u00facleo rochoso. A ilustra\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada em medi\u00e7\u00f5es feitas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, e Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Esta extrema variabilidade entre \u00f3rbitas chocou os astr\u00f3nomos. &#8220;Nunca vimos a fuga atmosf\u00e9rica passar de completamente n\u00e3o detet\u00e1vel a muito detet\u00e1vel num per\u00edodo t\u00e3o curto quando um planeta passa em frente da sua estrela&#8221;, disse Keighley Rockcliffe da Faculdade de Dartmouth em Hanover, no estado norte-americano de New Hampshire. &#8220;Est\u00e1vamos realmente \u00e0 espera de algo muito previs\u00edvel, repet\u00edvel. Mas acabou por ser estranho. Quando vi isto pela primeira vez, pensei &#8216;Isto n\u00e3o pode estar certo'&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Rockcliffe ficou igualmente intrigada ao ver, quando era detet\u00e1vel, a atmosfera do planeta a sair \u00e0 frente do planeta, como um farol de um comboio em andamento r\u00e1pido. &#8220;Esta observa\u00e7\u00e3o francamente estranha \u00e9 uma esp\u00e9cie de teste de esfor\u00e7o para a modelagem e para a f\u00edsica da evolu\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. Esta observa\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o fascinante porque estamos a conseguir sondar esta intera\u00e7\u00e3o entre a estrela e o planeta que \u00e9 realmente extrema&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Localizada a 32 anos-luz da Terra, a estrela m\u00e3e AU Microscopii (AU Mic) alberga um dos sistemas planet\u00e1rios mais jovens alguma vez observados. A estrela tem menos de 100 milh\u00f5es de anos (uma pequena fra\u00e7\u00e3o da idade do nosso Sol, que tem 4,6 mil milh\u00f5es de anos). O planeta mais interior, AU Mic b, tem um per\u00edodo orbital de 8,46 dias e est\u00e1 a apenas 9,6 milh\u00f5es de quil\u00f3metros da estrela (cerca de 1\/10 da dist\u00e2ncia do planeta Merc\u00fario ao nosso Sol). O mundo gasoso e inchado tem cerca de quatro vezes o di\u00e2metro da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>AU Mic b foi descoberto pelos telesc\u00f3pios espaciais Spitzer e TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA em 2020. Foi detetado atrav\u00e9s do m\u00e9todo de tr\u00e2nsito, o que significa que os telesc\u00f3pios podem observar uma ligeira diminui\u00e7\u00e3o do brilho da estrela quando o planeta passa \u00e0 sua frente.<\/p>\n\n\n\n<p>As an\u00e3s vermelhas como AU Microscopii s\u00e3o as estrelas mais abundantes da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. Por conseguinte, devem albergar a maioria dos planetas da nossa Gal\u00e1xia. Mas poder\u00e3o os planetas como AU Mic b, que orbitam estrelas an\u00e3s vermelhas, ser hospitaleiros para a vida? Um dos principais desafios \u00e9 o facto de as an\u00e3s vermelhas jovens terem ferozes erup\u00e7\u00f5es estelares que libertam radia\u00e7\u00e3o devastadora. Este per\u00edodo de grande atividade dura muito mais tempo do que o de estrelas como o nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p>As erup\u00e7\u00f5es s\u00e3o alimentadas por campos magn\u00e9ticos intensos que ficam emaranhados devido aos movimentos da atmosfera estelar. Quando o emaranhado se torna demasiado intenso, os campos quebram-se e voltam a ligar-se, libertando enormes quantidades de energia que s\u00e3o 100 a 1000 vezes mais energ\u00e9ticas do que o nosso Sol liberta nas suas explos\u00f5es. \u00c9 um espet\u00e1culo de fogo de artif\u00edcio de ventos torrenciais, erup\u00e7\u00f5es e raios X que atingem os planetas que orbitam perto da estrela. &#8220;Isto cria um ambiente de ventos estelares muito descontrolado e, francamente, assustador, que est\u00e1 a afetar a atmosfera do planeta&#8221;, disse Rockcliffe.<\/p>\n\n\n\n<p>Nestas condi\u00e7\u00f5es t\u00f3rridas, os planetas que se formam nos primeiros 100 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o nascimento da estrela devem sofrer a maior quantidade de fuga atmosf\u00e9rica. Isto pode acabar por despojar completamente um planeta da sua atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Queremos descobrir que tipos de planetas podem sobreviver a estes ambientes. Qual ser\u00e1 o seu aspeto final quando a estrela assentar? E haver\u00e1 alguma hip\u00f3tese de habitabilidade, ou acabar\u00e3o por ser planetas &#8216;queimados&#8217;?&#8221;, disse Rockcliffe. &#8220;Ser\u00e1 que acabam por perder a maior parte das suas atmosferas e os seus n\u00facleos sobreviventes tornam-se super-Terras? N\u00e3o sabemos realmente como s\u00e3o essas composi\u00e7\u00f5es finais porque n\u00e3o temos nada parecido com isso no nosso Sistema Solar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o brilho da estrela impe\u00e7a o Hubble de ver o planeta diretamente, o telesc\u00f3pio pode medir as altera\u00e7\u00f5es no brilho aparente da estrela causadas pelo hidrog\u00e9nio que foge do planeta e que escurece a luz da estrela quando o planeta transita. Esse hidrog\u00e9nio atmosf\u00e9rico foi aquecido ao ponto de escapar \u00e0 gravidade do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as nunca antes vistas no fluxo atmosf\u00e9rico de AU Mic b podem indicar uma variabilidade r\u00e1pida e extrema nos surtos da an\u00e3 vermelha hospedeira. H\u00e1 tanta variabilidade porque a estrela tem muitas linhas de campo magn\u00e9tico. Uma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para a aus\u00eancia de hidrog\u00e9nio durante um dos tr\u00e2nsitos do planeta \u00e9 que uma poderosa erup\u00e7\u00e3o estelar, observada sete horas antes, pode ter fotoionizado o hidrog\u00e9nio em fuga ao ponto deste se tornar transparente \u00e0 luz, n\u00e3o sendo assim detet\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que o pr\u00f3prio vento estelar est\u00e1 a moldar o fluxo planet\u00e1rio, tornando-o observ\u00e1vel nalgumas alturas e n\u00e3o observ\u00e1vel noutras, fazendo mesmo com que parte do fluxo &#8220;soluce&#8221; \u00e0 frente do pr\u00f3prio planeta. Este fen\u00f3meno est\u00e1 previsto em alguns modelos, como os de John McCann e Ruth Murray-Clay da Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Cruz, mas este \u00e9 o primeiro tipo de evid\u00eancia observacional de que tal acontece e num grau t\u00e3o extremo, dizem os investigadores.<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento, pelo Hubble, de mais tr\u00e2nsitos de AU Mic b dever\u00e3o fornecer pistas adicionais sobre a estranha variabilidade da estrela e do planeta, testando ainda mais os modelos cient\u00edficos do escape e da evolu\u00e7\u00e3o da atmosfera exoplanet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Rockcliffe \u00e9 a autora principal do artigo cient\u00edfico aceite para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astronomical Journal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble Sees Evaporating Planet Getting The Hiccups\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9eAxR_5iGwU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/hubble-sees-evaporating-planet-getting-the-hiccups\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-015\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esahubble.org\/images\/opo2315a\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/home.dartmouth.edu\/news\/2023\/07\/violent-atmosphere-gives-rare-look-early-planetary-life\" target=\"_blank\">\/\/ Faculdade de Dartmouth (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ace536\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2307.15024\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/996957\" target=\"_blank\">EurekAlert!<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.space.com\/hubble-telescope-sees-angry-star-evaporating-planet\" target=\"_blank\">SPACE.com<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/162593\/astronomers-are-watching-a-planet-get-its-atmosphere-blasted-away-into-space\/\" target=\"_blank\">Universe Today<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-07-hubble-evaporating-planet-hiccups.html\" target=\"_blank\">PHYSORG<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/07\/230727144140.htm\" target=\"_blank\">ScienceDaily<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>AU Mic (AU Microscopii):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/AU_Microscopii\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>AU Mic b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7635\/au-microscopii-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/AU%20Mic%20b#planet_AU-Mic-b_collapsible\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/au_mic_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/AU_Microscopii\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um jovem planeta que gira em torno de uma petulante estrela an\u00e3 vermelha est\u00e1 a mudar de forma imprevis\u00edvel, \u00f3rbita a \u00f3rbita. 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