{"id":6197,"date":"2023-07-14T06:29:58","date_gmt":"2023-07-14T05:29:58","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6197"},"modified":"2023-07-14T06:29:58","modified_gmt":"2023-07-14T05:29:58","slug":"estudando-rios-de-mundos-distantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/07\/14\/estudando-rios-de-mundos-distantes\/","title":{"rendered":"Estudando rios de mundos distantes"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/YnSCQL3j_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/YnSCQL3j_o-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6198\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/YnSCQL3j_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/YnSCQL3j_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/YnSCQL3j_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/YnSCQL3j_o-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/YnSCQL3j_o.jpg 1800w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagens da miss\u00e3o Cassini mostram redes fluviais que conduzem a lagos na regi\u00e3o polar norte de Tit\u00e3.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL\/USGS<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m da Terra, h\u00e1 dois outros mundos no Sistema Solar onde os rios correm ou correram: Marte, onde rastos secos e crateras s\u00e3o tudo o que resta de antigos rios e lagos, e Tit\u00e3, a maior lua de Saturno, onde ainda hoje correm rios de metano l\u00edquido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma nova t\u00e9cnica desenvolvida por ge\u00f3logos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) permite aos cientistas ver a intensidade com que os rios correram em Marte e como correm atualmente em Tit\u00e3. O m\u00e9todo utiliza observa\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lite para estimar o ritmo a que os rios movem fluidos e sedimentos para jusante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aplicando a sua nova t\u00e9cnica, a equipa do MIT calculou a velocidade e profundidade dos rios em certas regi\u00f5es de Marte h\u00e1 mais de mil milh\u00f5es de anos. Fizeram tamb\u00e9m estimativas semelhantes para os rios atualmente ativos em Tit\u00e3, apesar de a espessa atmosfera da lua e a sua dist\u00e2ncia da Terra a tornarem mais dif\u00edcil de explorar, com muito menos imagens dispon\u00edveis da sua superf\u00edcie do que as de Marte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que \u00e9 excitante em Tit\u00e3 \u00e9 o facto de estar ativa. Com esta t\u00e9cnica, temos um m\u00e9todo para fazer previs\u00f5es reais para um local onde n\u00e3o vamos obter mais dados durante muito tempo&#8221;, diz Taylor Perron, professor no Departamento de Ci\u00eancias da Terra, Atmosf\u00e9ricas e Planet\u00e1rias do MIT. &#8220;E em Marte, d\u00e1-nos uma m\u00e1quina do tempo, para pegar nos rios que est\u00e3o mortos agora e ter uma no\u00e7\u00e3o de como eram quando corriam ativamente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Perron e os seus colegas publicaram os seus resultados na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences). Os coautores de Perron no MIT s\u00e3o o primeiro autor Samuel Birch, Paul Corlies e Jason Soderblom, com Rose Palermo e Andrew Ashton do WHOI (Woods Hole Oceanographic Institution), Gary Parker da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign e colaboradores da Universidade da Calif\u00f3rnia em Los Angeles, da Universidade de Yale e da Universidade de Cornell.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Matem\u00e1tica do rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo da equipa surgiu a partir da perplexidade de Perron e Birch sobre os rios de Tit\u00e3. As imagens tiradas pela sonda Cassini da NASA mostraram uma curiosa aus\u00eancia de deltas em forma de leque na foz da maioria dos rios da lua, ao contr\u00e1rio do que acontece com muitos rios na Terra. Ser\u00e1 que os rios de Tit\u00e3 n\u00e3o transportam caudal ou sedimentos suficientes para construir deltas?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grupo baseou-se no trabalho do coautor Gary Parker, que na d\u00e9cada de 2000 desenvolveu uma s\u00e9rie de equa\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas para descrever o caudal dos rios na Terra. Parker tinha estudado medi\u00e7\u00f5es de rios efetuadas diretamente no terreno por outros. A partir destes dados, descobriu que existiam certas rela\u00e7\u00f5es universais entre as dimens\u00f5es f\u00edsicas de um rio &#8211; a sua largura, profundidade e declive &#8211; e a velocidade com que flu\u00eda. Elaborou equa\u00e7\u00f5es para descrever matematicamente estas rela\u00e7\u00f5es, tendo em conta outras vari\u00e1veis como o campo gravitacional que atua sobre o rio e o tamanho e densidade dos sedimentos que s\u00e3o empurrados ao longo do leito do rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto significa que rios com gravidade e materiais diferentes devem seguir rela\u00e7\u00f5es semelhantes&#8221;, diz Perron. &#8220;Isso abriu a possibilidade de aplicar isto tamb\u00e9m a outros planetas&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/8b\/b5\/vmQXjW6v_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/8b\/b5\/vmQXjW6v_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Da esquerda para a direita: O rio H\u00f3lmkels\u00e1 perto de Sv\u00f6\u00f0ufoss, Isl\u00e2ndia; antigos canais fluviais na superf\u00edcie do delta de Jezero em Marte; e o Flumen Saraswati fluindo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 costa de Ontario Lacus em Tit\u00e3.<br>Cr\u00e9dito: Imagem &#8211; Sam Birch (Isl\u00e2ndia), NASA\/JPL\/Universidade do Arizona (Marte), NASA\/JPL-Caltech\/ASI\/Equipa de Radar da Cassini (Tit\u00e3)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Obtendo um vislumbre<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na Terra, os ge\u00f3logos podem fazer medi\u00e7\u00f5es de campo da largura, declive e tamanho m\u00e9dio dos sedimentos de um rio, que podem ser introduzidos nas equa\u00e7\u00f5es de Parker para prever com precis\u00e3o o caudal de um rio, ou a quantidade de \u00e1gua e sedimentos que pode mover a jusante. Mas para os rios de outros planetas, as medi\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais limitadas e baseiam-se em grande parte em imagens e medi\u00e7\u00f5es de eleva\u00e7\u00e3o recolhidas por sat\u00e9lites remotos. No caso de Marte, v\u00e1rios orbitadores captaram imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o do planeta. Relativamente a Tit\u00e3, as imagens s\u00e3o escassas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Birch apercebeu-se de que qualquer estimativa do caudal de um rio em Marte ou Tit\u00e3 teria de se basear nas poucas caracter\u00edsticas que podem ser medidas a partir de imagens remotas e da topografia &#8211; nomeadamente, a largura e o declive de um rio. Com alguns ajustes alg\u00e9bricos, adaptou as equa\u00e7\u00f5es de Parker para trabalharem apenas com dados de largura e declive. Depois reuniu dados de 491 rios da Terra, testou as equa\u00e7\u00f5es modificadas nesses rios e descobriu que as previs\u00f5es baseadas apenas na largura e no declive de cada rio eram exatas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seguidamente, aplicou as equa\u00e7\u00f5es a Marte e, especificamente, aos antigos rios que conduzem \u00e0s crateras Gale e Jezero, que se pensa terem sido lagos cheios de \u00e1gua h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos. Para prever o caudal de cada rio, introduziu nas equa\u00e7\u00f5es a gravidade de Marte e estimativas da largura e declive de cada rio, com base em imagens e medi\u00e7\u00f5es de eleva\u00e7\u00e3o efetuadas por sat\u00e9lites em \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir das suas previs\u00f5es do caudal, a equipa descobriu que os rios provavelmente flu\u00edram durante pelo menos 100.000 anos na cratera Gale e pelo menos 1 milh\u00e3o de anos na cratera Jezero &#8211; tempo suficiente para possivelmente terem suportado vida. Tamb\u00e9m puderam comparar as suas previs\u00f5es do tamanho m\u00e9dio dos sedimentos no leito de cada rio com medi\u00e7\u00f5es reais de campo de gr\u00e3os marcianos perto de cada rio, obtidas pelos rovers Curiosity e Perseverance da NASA. Estas poucas medi\u00e7\u00f5es no terreno permitiram \u00e0 equipa verificar que as suas equa\u00e7\u00f5es, aplicadas em Marte, eram exatas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa debru\u00e7ou-se ent\u00e3o sobre Tit\u00e3. Concentraram-se em dois locais onde os declives dos rios podem ser medidos, incluindo um rio que desagua num lago do tamanho do Lago Ont\u00e1rio. Este rio parece formar um delta quando desagua no lago. No entanto, o delta \u00e9 um dos poucos que se pensa existirem na lua &#8211; quase todos os rios vis\u00edveis que correm para um lago n\u00e3o t\u00eam misteriosamente um delta. A equipa tamb\u00e9m aplicou o seu m\u00e9todo a um destes outros rios sem delta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores calcularam o caudal de ambos os rios e descobriram que podem ser compar\u00e1veis a alguns dos maiores rios da Terra, com deltas que se estima terem um caudal t\u00e3o grande como o do Rio Mississipi. Ambos os rios deveriam mover sedimentos suficientes para construir deltas. No entanto, a maioria dos rios de Tit\u00e3 n\u00e3o tem dep\u00f3sitos em forma de leque. Algo mais deve estar em jogo para explicar esta falta de dep\u00f3sitos fluviais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Noutra descoberta, a equipa calculou que os rios em Tit\u00e3 deveriam ser mais largos e ter um declive mais suave do que os rios com o mesmo caudal na Terra ou em Marte. &#8220;Tit\u00e3 \u00e9 o lugar mais parecido com a Terra&#8221;, diz Birch. &#8220;Ainda s\u00f3 tivemos um vislumbre dele. Sabemos que h\u00e1 muito mais l\u00e1 em baixo e esta t\u00e9cnica remota est\u00e1 a aproximar-nos um pouco mais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2023\/river-flows-beyond-earth-0710\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2021\/10\/titans-river-maps-may-advise-dragonflys-sedimental-journey\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.2206837120\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Proceedings of the National Academy of Sciences)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/space\/scientists-reveal-the-secrets-of-martian-and-titanian-rivers\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-07-technique-remote-images-gauge-strength.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2023\/07\/11\/how-scientists-just-dipped-their-toes-in-huge-rivers-on-titan\/?sh=62b0b7d1e776\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/lifespans-rivers-revealed-titan-ancient-mars-1850621490\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marte:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_%28planet%29\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gale_(crater)\" target=\"_blank\">Cratera Gale (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jezero_(crater)\" target=\"_blank\">Cratera Jezero (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tit\u00e3:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/saturn-moons\/titan\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.solarviews.com\/eng\/titan.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Solarviews<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Titan_%28moon%29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rover Curiosity (MSL):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/msl\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/mars.jpl.nasa.gov\/msl\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MarsCuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/marscuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_Science_Laboratory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rover Perseverance:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/mars.nasa.gov\/mars2020\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mars2020\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAPersevere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAPersevere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_2020\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sonda Cassini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/saturn.jpl.nasa.gov\/home\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cassini-Huygens\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagens da miss\u00e3o Cassini mostram redes fluviais que conduzem a lagos na regi\u00e3o polar norte de Tit\u00e3.Cr\u00e9dito: NASA\/JPL\/USGS Para al\u00e9m da Terra, h\u00e1 dois outros mundos no Sistema Solar onde os rios correm ou correram: Marte, onde rastos secos e crateras s\u00e3o tudo o que resta de antigos rios e lagos, e Tit\u00e3, a maior &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6198,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,16],"tags":[137,4,336,617,186],"class_list":["post-6197","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-cassini","tag-marte","tag-rover-curiosity","tag-mars-2020","tag-tita"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6197","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6197"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6197\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6199,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6197\/revisions\/6199"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6198"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6197"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6197"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6197"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}