{"id":6185,"date":"2023-07-07T06:31:13","date_gmt":"2023-07-07T05:31:13","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6185"},"modified":"2023-07-07T06:31:14","modified_gmt":"2023-07-07T05:31:14","slug":"webb-localiza-reservatorios-de-poeira-em-duas-supernovas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/07\/07\/webb-localiza-reservatorios-de-poeira-em-duas-supernovas\/","title":{"rendered":"Webb localiza reservat\u00f3rios de poeira em duas supernovas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01H3D1S4XW04PX7S4QEN08GHVY.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"698\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/OEWQ0QAI_o.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6186\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/OEWQ0QAI_o.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/OEWQ0QAI_o-300x213.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/OEWQ0QAI_o-768x544.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagens do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA revelam grandes quantidades de poeira no interior da Supernova 2004et e da Supernova 2017eaw. Estas supernovas est\u00e3o localizadas na gal\u00e1xia espiral NGC 6946, a 22 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra. A forma hexagonal de SN 2004et na imagem obtida pelo JWST \u00e9 um artefacto do espelho e dos suportes do telesc\u00f3pio &#8211; quando a luz brilhante de uma fonte pontual \u00e9 observada, a luz interage com as arestas afiadas do telesc\u00f3pio, criando picos de difra\u00e7\u00e3o.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Ori Fox (STScI), Melissa Shahbandeh (STScI), Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Recorrendo ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, investigadores fizeram grandes progressos na confirma\u00e7\u00e3o da origem da poeira nas gal\u00e1xias primitivas. As observa\u00e7\u00f5es de duas supernovas de Tipo II, a Supernova 2004et (SN 2004et) e a Supernova 2017eaw (SN 2017eaw), revelaram grandes quantidades de poeira no material ejetado de cada um destes objetos. A massa encontrada pelos investigadores apoia a teoria de que as supernovas desempenharam um papel fundamental no fornecimento de poeira ao Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A poeira \u00e9 um bloco de constru\u00e7\u00e3o para muitas coisas no nosso Universo &#8211; os planetas em particular. \u00c0 medida que a poeira das estrelas moribundas se espalha pelo espa\u00e7o, transporta elementos essenciais para ajudar a dar origem \u00e0 pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de estrelas e respetivos planetas. A origem dessa poeira tem intrigado os astr\u00f3nomos durante d\u00e9cadas. Uma fonte significativa de poeira c\u00f3smica pode ser as supernovas &#8211; depois de uma estrela moribunda explodir, o g\u00e1s remanescente expande-se e arrefece, criando poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;At\u00e9 agora, as evid\u00eancias diretas deste fen\u00f3meno eram escassas, uma vez que as nossas capacidades s\u00f3 nos permitiram estudar a popula\u00e7\u00e3o de poeira numa supernova relativamente pr\u00f3xima &#8211; a Supernova 1987A, a 170.000 anos-luz da Terra&#8221;, disse a autora principal, Melissa Shahbandeh, da Universidade Johns Hopkins e do STScI (Space Telescope Science Institute), em Baltimore, no estado norte-americano de Maryland. &#8220;Quando o g\u00e1s arrefece o suficiente para formar poeira, essa poeira s\u00f3 \u00e9 detet\u00e1vel nos comprimentos de onda do infravermelho m\u00e9dio, desde que se tenha sensibilidade suficiente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para supernovas mais distantes do que SN 1987A, como SN 2004et e SN 2017eaw, ambas na gal\u00e1xia NGC 6946, a cerca de 22 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, essa combina\u00e7\u00e3o de cobertura de comprimento de onda e sensibilidade requintada s\u00f3 pode ser obtida com o instrumento MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es do Webb s\u00e3o o primeiro avan\u00e7o no estudo da produ\u00e7\u00e3o de poeira a partir de supernovas desde a dete\u00e7\u00e3o de poeira rec\u00e9m-formada em SN 1987A com o telesc\u00f3pio ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) h\u00e1 quase uma d\u00e9cada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro resultado particularmente intrigante do seu estudo n\u00e3o \u00e9 apenas a dete\u00e7\u00e3o de poeira, mas a quantidade de poeira detetada nesta fase inicial da vida da supernova. Na supernova SN 2004et, os investigadores encontraram mais de 5000 massas terrestres de poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando se olha para o c\u00e1lculo da quantidade de poeira que estamos a ver em SN 2004et, em especial, rivaliza com as medi\u00e7\u00f5es em SN 1987A e tem apenas uma fra\u00e7\u00e3o da idade&#8221;, acrescentou o l\u00edder do programa, Ori Fox, do STScI. &#8220;\u00c9 a maior massa de poeira detetada em supernovas desde SN 1987A&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01H3D3FR2HXPQFNWBY095VX5HK.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d8\/c3\/ySGqpCqc_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem da gal\u00e1xia NGC 6496, obtida pelo Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak, contextualiza a localiza\u00e7\u00e3o da Supernova 2004et e da Supernova 2017eaw na gal\u00e1xia. Cientistas que utilizam o MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA encontraram grandes quantidades de poeira no interior de duas supernovas do Tipo II, a Supernova 2004et (SN 2004et) e a Supernova 2017eaw (SN 2017eaw), localizadas a 22 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra, na gal\u00e1xia espiral NGC 6946. As grandes quantidades de poeira encontradas nessas supernovas, usando o MIRI, sustentam que as supernovas desempenharam um papel fundamental no fornecimento de poeira para o Universo primitivo.<br>Cr\u00e9dito: KPNO, NOIRLab da NSF, AURA, Alyssa Pagan (STSCI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es mostraram aos astr\u00f3nomos que as gal\u00e1xias jovens e distantes est\u00e3o cheias de poeira, mas estas gal\u00e1xias n\u00e3o s\u00e3o suficientemente antigas para que estrelas de massa interm\u00e9dia, como o Sol, tenham fornecido a poeira \u00e0 medida que envelhecem. Estrelas mais massivas e de vida curta poderiam ter morrido suficientemente cedo e em n\u00famero suficiente para criar tanta poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora os astr\u00f3nomos tenham confirmado que as supernovas produzem poeira, a quest\u00e3o que se coloca \u00e9 saber qual a quantidade de poeira que consegue sobreviver aos choques internos que reverberam no rescaldo da explos\u00e3o. Ver esta quantidade de poeira nesta fase da vida de SN 2004et e de SN 2017eaw sugere que a poeira pode sobreviver \u00e0 onda de choque &#8211; evid\u00eancia de que as supernovas s\u00e3o, afinal, importantes f\u00e1bricas de poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores tamb\u00e9m notam que as estimativas atuais da massa podem ser a ponta do icebergue. Embora o Webb tenha permitido aos investigadores medir poeiras mais frias do que nunca, podem haver poeiras ainda mais frias n\u00e3o detetadas e que irradiam ainda mais longe no espetro eletromagn\u00e9tico e que permanecem obscurecidas pelas camadas mais externas de poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores sublinharam que as novas descobertas s\u00e3o apenas um ind\u00edcio das novas capacidades de investiga\u00e7\u00e3o sobre as supernovas e a sua produ\u00e7\u00e3o de poeira utilizando o Webb, e o que isso nos pode dizer sobre as estrelas de onde prov\u00eam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 um entusiasmo crescente para compreender o que esta poeira tamb\u00e9m quer dizer sobre o n\u00facleo da estrela que explodiu&#8221;, disse Fox. &#8220;Depois de olhar para estas descobertas em particular, penso que os nossos colegas investigadores v\u00e3o pensar em formas inovadoras de trabalhar com estas supernovas poeirentas no futuro&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SN 2004et e SN2017eaw s\u00e3o os primeiros de cinco alvos inclu\u00eddos neste programa. As observa\u00e7\u00f5es foram conclu\u00eddas como parte do programa 2666 de Observa\u00e7\u00f5es Gerais do Webb. O artigo cient\u00edfico foi publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society a 5 de julho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/webb-locates-dust-reservoirs-in-two-supernovae\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-115\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/523\/4\/6048\/7213984?login=false\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2301.10778\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Poeira c\u00f3smica:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_dust\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_II_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Supernova do Tipo II (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SN 2004et:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.wis-tns.org\/object\/2004et\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Transient Name Server<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SN 2017eaw:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.wis-tns.org\/object\/2017eaw\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Transient Name Server<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SN 1987A:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.seds.org\/messier\/xtra\/ngc\/lmc_sn1987A.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova_1987a\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.holoscience.com\/news.php?article=re6qxnz1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Electric Universe<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGC 6946:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/xtra\/ngc\/n6946.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_6946\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagens do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA revelam grandes quantidades de poeira no interior da Supernova 2004et e da Supernova 2017eaw. 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