{"id":6172,"date":"2023-07-04T06:21:08","date_gmt":"2023-07-04T05:21:08","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6172"},"modified":"2023-07-04T06:21:10","modified_gmt":"2023-07-04T05:21:10","slug":"um-planeta-que-desafia-a-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/07\/04\/um-planeta-que-desafia-a-morte\/","title":{"rendered":"Um planeta que desafia a morte"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/3UZQ6SwR_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/3UZQ6SwR_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6173\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/3UZQ6SwR_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/3UZQ6SwR_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/3UZQ6SwR_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/3UZQ6SwR_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/3UZQ6SwR_o.jpg 1352w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica do poss\u00edvel cen\u00e1rio em que Baedku era originalmente um sistema bin\u00e1rio composto por uma estrela gigante vermelha em \u00f3rbita de uma estrela an\u00e3 branca. A proximidade do par estelar permitiu a transfer\u00eancia de material entre as duas estrelas, levando \u00e0 sua eventual fus\u00e3o. O planeta Halla est\u00e1 em primeiro plano, orbitando perigosamente perto, mas suficientemente longe para sobreviver ao impacto da colis\u00e3o explosiva do par estelar.<br>Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio W. M. Keck\/Adam Makarenko<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o nosso Sol chegar ao fim da sua vida, expandir-se-\u00e1 at\u00e9 100 vezes o seu tamanho atual, envolvendo a Terra. Muitos planetas noutros sistemas solares enfrentam um destino semelhante \u00e0 medida que as suas estrelas hospedeiras envelhecem. Mas nem toda a esperan\u00e7a est\u00e1 perdida: astr\u00f3nomos do IfA (Institute for Astronomy) da Universidade do Hawaii fizeram a not\u00e1vel descoberta da sobreviv\u00eancia de um planeta ap\u00f3s o que deveria ter sido a morte certa \u00e0s m\u00e3os da sua estrela. O estudo foi publicado na revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta semelhante a J\u00fapiter, 8 UMi b, oficialmente chamado Halla, orbita a estrela gigante vermelha Baekdu (8 UMi) a apenas metade da dist\u00e2ncia que separa a Terra do Sol. Utilizando dois observat\u00f3rios na ilha do Hawaii &#8211; o Observat\u00f3rio W. M. Keck e o CFHT (Canada-France-Hawaii Telescope) &#8211; uma equipa de astr\u00f3nomos liderada por Marc Hon, bolseiro do Hubble da NASA no IfA, descobriu que Halla persiste apesar da evolu\u00e7\u00e3o normalmente perigosa de Baekdu. Utilizando observa\u00e7\u00f5es das oscila\u00e7\u00f5es estelares de Baekdu feitas pelo TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, descobriram que a estrela est\u00e1 a queimar h\u00e9lio no seu n\u00facleo, o que indica que j\u00e1 se tinha expandido enormemente at\u00e9 se tornar uma estrela gigante vermelha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela teria inchado at\u00e9 1,5 vezes a dist\u00e2ncia orbital do planeta &#8211; engolindo o planeta no processo &#8211; antes de encolher para o seu tamanho atual a apenas um-d\u00e9cimo dessa dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O engolfamento planet\u00e1rio tem consequ\u00eancias catastr\u00f3ficas para o planeta ou para a pr\u00f3pria estrela &#8211; ou para ambos&#8221;, disse Hon, autor principal do estudo. &#8220;O facto de Halla ter conseguido persistir na vizinhan\u00e7a imediata de uma estrela gigante que, de outra forma, o teria engolido, destaca o planeta como um sobrevivente extraordin\u00e1rio.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rios Maunakea confirmam sobrevivente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta Halla foi descoberto em 2015 por uma equipa de astr\u00f3nomos da Coreia do Sul utilizando o m\u00e9todo da velocidade radial, que mede o movimento peri\u00f3dico de uma estrela devido \u00e0 for\u00e7a gravitacional do planeta que a orbita. Ap\u00f3s a descoberta de que a estrela deve ter sido, em tempos, maior do que a \u00f3rbita do planeta, a equipa do IfA realizou observa\u00e7\u00f5es adicionais entre 2021 e 2022 usando o HIRES (High Resolution Echelle Spectrometer) do Observat\u00f3rio Keck e o instrumento ESPaDOnS (Echelle SpectroPolarimetric Device for the Observation of Stars) do CFHT. Estes novos dados confirmaram que a \u00f3rbita quase circular de 93 dias do planeta permaneceu est\u00e1vel durante mais de uma d\u00e9cada e que o movimento para tr\u00e1s e para a frente deve ser devido a um planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;No seu conjunto, estas observa\u00e7\u00f5es confirmaram a exist\u00eancia do planeta, deixando-nos com a quest\u00e3o premente de saber como \u00e9 que o planeta realmente sobreviveu&#8221;, disse o astr\u00f3nomo do IfA, Daniel Huber, segundo autor do estudo. &#8220;As observa\u00e7\u00f5es de m\u00faltiplos telesc\u00f3pios em Maunakea foram cruciais neste processo&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.cfht.hawaii.edu\/en\/news\/Halla\/Storyboard.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/b0\/f5\/eCiujI1B_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caminhos evolutivos para o sistema 8 UMi. (Em cima) Se o planeta 8 UMi b tivesse orbitado de perto uma \u00fanica estrela, a expans\u00e3o da estrela teria destru\u00eddo o planeta. (Meio e baixo) A fus\u00e3o de duas estrelas oferece dois cen\u00e1rios que podem ter levado \u00e0 sobreviv\u00eancia do planeta em torno de uma estrela com n\u00facleo de h\u00e9lio, como se observa atualmente.<br>Cr\u00e9dito: Brooks G. Bays, Jr, SOEST\/Universidade do Hawaii<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Escapando ao engolfamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A uma dist\u00e2ncia de 0,46 unidades astron\u00f3micas (UA, ou a dist\u00e2ncia Terra-Sol) da sua estrela, o planeta Halla assemelha-se a planetas &#8220;mornos&#8221; ou &#8220;quentes&#8221;, parecidos a J\u00fapiter, que se pensa terem come\u00e7ado em \u00f3rbitas maiores antes de migrarem para o interior, perto das suas estrelas. No entanto, face a uma estrela hospedeira em r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o, tal origem torna-se uma via de sobreviv\u00eancia extremamente improv\u00e1vel para o planeta Halla.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Life After Death: Hawai\u02bbi Astronomers Find a Planet That Shouldn&#039;t Exist (1 of 2)\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/839908181?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"618\" height=\"344\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra teoria para a sobreviv\u00eancia do planeta \u00e9 o facto de nunca ter enfrentado o perigo de ser engolido. Tal como o famoso planeta Tatooine da saga &#8220;Guerra das Estrelas&#8221;, que orbita dois s\u00f3is, a estrela hospedeira Baekdu pode ter sido originalmente duas estrelas, segundo a equipa. A fus\u00e3o destas duas estrelas pode ter impedido qualquer uma delas de se expandir o suficiente para engolir o planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma terceira possibilidade \u00e9 que Halla seja um relativo rec\u00e9m-nascido &#8211; que a colis\u00e3o violenta entre as duas estrelas tenha produzido uma nuvem de g\u00e1s a partir da qual o planeta se formou. Por outras palavras, o planeta Halla pode ser um planeta de &#8220;segunda gera\u00e7\u00e3o&#8221; nascido recentemente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A maior parte das estrelas est\u00e3o em sistemas bin\u00e1rios, mas ainda n\u00e3o sabemos bem como se formam os planetas \u00e0 sua volta&#8221;, disse Hon. &#8220;Por isso, \u00e9 plaus\u00edvel que existam mais planetas \u00e0 volta de estrelas muito evolu\u00eddas gra\u00e7as \u00e0s intera\u00e7\u00f5es bin\u00e1rias.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Life After Death: Hawai\u02bbi Astronomers Find a Planet That Shouldn&#039;t Exist (2 of 2)\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/839909282?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"618\" height=\"348\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.keckobservatory.org\/halla\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio W. M. Keck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cfht.hawaii.edu\/en\/news\/Halla\/\" target=\"_blank\">\/\/ CFHT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.hawaii.edu\/news\/2023\/06\/28\/death-defying-planet\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/divulgacao.iastro.pt\/pt\/2023\/06\/28\/halla\/\" target=\"_blank\">\/\/ IA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.sydney.edu.au\/news-opinion\/news\/2023\/06\/29\/astronomers-find-planet-that-should-not-exist-baekdu-halla-exoplanet.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Sydney (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.unsw.edu.au\/news\/2023\/06\/this-planet-survived-a-death-sentence--and-astronomers-dont-know\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Nova Gales do Sul (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-06029-0.\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2306.15877\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/06\/230628130343.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-06-astronomers-planet-shouldnt.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/06\/28\/world\/exoplanet-halla-survives-star-outburst-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/multimedia\/artigos\/astronomo-portugues-ajuda-a-descobrir-exoplaneta-que-escapou-a-estrela-gigante-vermelha\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>8 Umi b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7100\/8-ursae-minoris-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/8%20umi%20b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/8_umi_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CFHT (Canada-France-Hawaii Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.cfht.hawaii.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Canada%E2%80%93France%E2%80%93Hawaii_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica do poss\u00edvel cen\u00e1rio em que Baedku era originalmente um sistema bin\u00e1rio composto por uma estrela gigante vermelha em \u00f3rbita de uma estrela an\u00e3 branca. 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