{"id":6166,"date":"2023-06-30T06:23:46","date_gmt":"2023-06-30T05:23:46","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6166"},"modified":"2023-06-30T06:23:47","modified_gmt":"2023-06-30T05:23:47","slug":"apos-15-anos-a-escuta-encontradas-as-primeiras-evidencias-do-fundo-estocastico-de-ondas-gravitacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/06\/30\/apos-15-anos-a-escuta-encontradas-as-primeiras-evidencias-do-fundo-estocastico-de-ondas-gravitacionais\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s 15 anos &#8220;\u00e0 escuta&#8221;, encontradas as primeiras evid\u00eancias do fundo estoc\u00e1stico de ondas gravitacionais"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Astrof\u00edsicos, utilizando grandes radiotelesc\u00f3pios com o objetivo de observar uma cole\u00e7\u00e3o de &#8220;rel\u00f3gios&#8221; c\u00f3smicos na nossa Gal\u00e1xia, encontraram evid\u00eancias da exist\u00eancia de ondas gravitacionais que oscilam com per\u00edodos de anos a d\u00e9cadas, de acordo com um conjunto de artigos publicados na revista The Astrophysical Journal Letters. O sinal das ondas gravitacionais foi observado em 15 anos de dados obtidos pelo PFC (Physics Frontiers Center) do NANOGrav (North American Nanohertz Observatory for Gravitational Waves), uma colabora\u00e7\u00e3o de mais de 190 cientistas dos EUA e do Canad\u00e1 que utilizam pulsares para procurar ondas gravitacionais. As colabora\u00e7\u00f5es internacionais que utilizam telesc\u00f3pios na Europa, \u00cdndia, Austr\u00e1lia e China registaram resultados semelhantes de forma independente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora resultados anteriores do NANOGrav tenham revelado um sinal temporal enigm\u00e1tico comum a todos os pulsares observados, era demasiado t\u00e9nue para revelar a sua origem. A publica\u00e7\u00e3o dos dados de 15 anos demonstra que o sinal \u00e9 consistente com ondas gravitacionais ondulantes que passam lentamente pela nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/apod.nasa.gov\/apod\/image\/2306\/Gwb_Nanograv_3000_annotated.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"819\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/6FEt2mBs_o-1024x819.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6167\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/6FEt2mBs_o-1024x819.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/6FEt2mBs_o-300x240.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/6FEt2mBs_o-768x614.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/6FEt2mBs_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra estrelas, buracos negros e nebulosas dispostos sobre uma grelha que representa o tecido do espa\u00e7o-tempo. As ondula\u00e7\u00f5es neste tecido s\u00e3o chamadas ondas gravitacionais. A colabora\u00e7\u00e3o NANOGrav detetou ind\u00edcios de ondas gravitacionais criadas por buracos negros com milhares de milh\u00f5es de vezes a massa do Sol.<br>Cr\u00e9dito: Colabora\u00e7\u00e3o NANOGrav; Aurore Simonet<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 uma evid\u00eancia fundamental da exist\u00eancia de ondas gravitacionais a frequ\u00eancias muito baixas&#8221;, afirma o Dr. Stephen Taylor, da Universidade de Vanderbilt, que coliderou a investiga\u00e7\u00e3o e \u00e9 o atual presidente da colabora\u00e7\u00e3o. &#8220;Ap\u00f3s anos de trabalho, o NANOGrav est\u00e1 a abrir uma janela inteiramente nova sobre o Universo das ondas gravitacionais.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao contr\u00e1rio das fugazes ondas gravitacionais de alta frequ\u00eancia observadas por instrumentos terrestres como o LIGO (Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory), este sinal cont\u00ednuo de baixa frequ\u00eancia s\u00f3 poderia ser percebido com um detetor muito maior do que a Terra. Para responder a esta necessidade, os astr\u00f3nomos transformaram o nosso sector da Via L\u00e1ctea numa enorme antena de ondas gravitacionais, recorrendo a estrelas ex\u00f3ticas chamadas pulsares. O esfor\u00e7o de 15 anos do NANOGrav recolheu dados de 68 pulsares para formar um tipo de detetor chamado PTA (pulsar timing array).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pulsares s\u00e3o remanescentes ultradensos do n\u00facleo de uma estrela massiva ap\u00f3s a sua morte numa explos\u00e3o de supernova. Os pulsares giram rapidamente e &#8220;varrem&#8221; feixes de ondas de r\u00e1dio atrav\u00e9s do espa\u00e7o, de modo a parecerem &#8220;pulsar&#8221; quando vistos da Terra. Os objetos mais r\u00e1pidos, chamados pulsares de milissegundo, giram centenas de vezes por segundo. Os seus pulsos s\u00e3o muito est\u00e1veis, o que os torna \u00fateis como rel\u00f3gios c\u00f3smicos precisos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo de 15 anos de observa\u00e7\u00f5es com o Observat\u00f3rio de Arecibo, em Porto Rico, com o GBT (Green Bank Telescope), no estado norte-americano da Virg\u00ednia Ocidental e com o VLA (Very Large Array), no Novo M\u00e9xico, EUA, o NANOGrav veio a aumentar gradualmente o n\u00famero de pulsares que observa. &#8220;Os pulsares s\u00e3o fontes de r\u00e1dio muito t\u00e9nues, pelo que necessitamos de milhares de horas por ano, nos maiores telesc\u00f3pios do mundo, para realizar esta experi\u00eancia&#8221;, explica a Dra. Maura McLaughlin da Universidade da Virg\u00ednia Ocidental e codiretora do PFC do NANOGrav. &#8220;Estes resultados s\u00e3o poss\u00edveis gra\u00e7as ao compromisso cont\u00ednuo da NSF (National Science Foundation) com estes radiobservat\u00f3rios excecionalmente sens\u00edveis.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A teoria da relatividade geral de Einstein prev\u00ea com precis\u00e3o a forma como as ondas gravitacionais devem afetar os sinais dos pulsares. Ao esticar e comprimir o tecido do espa\u00e7o, as ondas gravitacionais afetam o tempo de cada pulso de uma forma pequena, mas previs\u00edvel, atrasando alguns e adiantando outros. Estes desvios est\u00e3o correlacionados para todos os pares de pulsares de uma forma que depende da dist\u00e2ncia a que as duas estrelas de neutr\u00f5es aparecem no c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O grande n\u00famero de pulsares usados na an\u00e1lise do NANOGrav permitiu-nos ver o que pensamos serem os primeiros sinais do padr\u00e3o de correla\u00e7\u00e3o previsto pela relatividade geral&#8221;, diz o Dr. Xavier Siemens, da Universidade do Estado do Oregon, codiretor do PFC do NANOGrav.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A observa\u00e7\u00e3o de tantos pulsares requer um enorme investimento em pessoas, infraestruturas e tempo. Em 2004, um pequeno grupo de astr\u00f3nomos levou a cabo o primeiro conjunto de observa\u00e7\u00f5es de pulsares que viria a constituir a base deste trabalho. Durante quase duas d\u00e9cadas, o grupo tem vindo a aumentar o n\u00famero de pessoas e a diversidade de conhecimentos necess\u00e1rios para efetuar esta complexa pesquisa por ondas gravitacionais. Ao longo do caminho, a colabora\u00e7\u00e3o NANOGrav tomou forma, utilizando os conhecimentos e compet\u00eancias combinados dos membros para expandir a recolha de dados e melhorar a an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inicialmente, a instrumenta\u00e7\u00e3o para os pulsares n\u00e3o era suficientemente precisa para atingir a sensibilidade necess\u00e1ria para esta experi\u00eancia. A equipa trabalhou para desenvolver a instrumenta\u00e7\u00e3o de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o para os telesc\u00f3pios de Arecibo e Green Bank. A equipa procurou pulsares conhecidos para encontrar os que eram suficientemente precisos para permitir a procura de ondas gravitacionais de baixa frequ\u00eancia e adicionou-os ao conjunto PTA. Paralelamente, houve avan\u00e7os na teoria e descobertas em t\u00e9cnicas de an\u00e1lise de dados que est\u00e3o ajustadas e otimizadas para arquiteturas modernas de computa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo do caminho, o NANOGrav encontrou muitas utiliza\u00e7\u00f5es para os seus valiosos dados PTA, abordando uma vasta gama de intrigantes enigmas astrof\u00edsicos. Os dados e as metodologias do NANOGrav est\u00e3o descritos em artigos cient\u00edficos complementares. &#8220;Esta \u00e9 a primeira vez que divulgamos o software utilizado para produzir o nosso conjunto de dados juntamente com os pr\u00f3prios produtos dos dados&#8221;, explica o Dr. Joseph Swiggum do Lafayette College, que liderou o estudo PTA. &#8220;Todas as ferramentas necess\u00e1rias para reproduzir os nossos resultados s\u00e3o agora p\u00fablicas, facilitando o envolvimento de outros cientistas. Isto ir\u00e1 promover melhorias no c\u00f3digo, aumentar as nossas intera\u00e7\u00f5es com a comunidade e proporcionar oportunidades educativas para os estudantes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2020, com pouco mais de doze anos de dados, os cientistas do NANOGrav come\u00e7aram a ver ind\u00edcios de um sinal, um &#8220;zumbido&#8221; extra que era comum ao comportamento temporal de todos os pulsares na matriz e que a cuidadosa considera\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis explica\u00e7\u00f5es alternativas n\u00e3o conseguiu eliminar. A colabora\u00e7\u00e3o sentiu-se confiante de que este sinal era real e que se tornava mais f\u00e1cil de detetar \u00e0 medida que mais observa\u00e7\u00f5es eram inclu\u00eddas. Mas era ainda demasiado t\u00e9nue para mostrar a assinatura de ondas gravitacionais prevista pela relatividade geral. Agora, os seus 15 anos de observa\u00e7\u00f5es de pulsares est\u00e3o a mostrar as primeiras evid\u00eancias da presen\u00e7a de ondas gravitacionais, com per\u00edodos de anos a d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Dra. Sarah Vigeland, da Universidade de Wisconsin-Milwaukee, que, juntamente com Taylor, est\u00e1 a liderar os esfor\u00e7os do NANOGrav para determinar a origem do sinal, afirma: &#8220;Agora que temos evid\u00eancias da exist\u00eancia de ondas gravitacionais, o pr\u00f3ximo passo \u00e9 utilizar as nossas observa\u00e7\u00f5es para estudar as fontes que produzem este zumbido. Uma possibilidade \u00e9 que o sinal provenha de pares de buracos negros supermassivos, com massas milh\u00f5es ou milhares de milh\u00f5es de vezes superiores \u00e0 do nosso Sol. \u00c0 medida que estes gigantescos buracos negros se orbitam, produzem ondas gravitacionais de baixa frequ\u00eancia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pensa-se que os buracos negros supermassivos residem nos centros das maiores gal\u00e1xias do Universo. Quando duas gal\u00e1xias se fundem, os buracos negros de cada uma acabam por se afundar para o centro da gal\u00e1xia rec\u00e9m-combinada, orbitando-se mutuamente como um sistema bin\u00e1rio muito depois da fus\u00e3o inicial das gal\u00e1xias. Eventualmente, os dois buracos negros fundem-se. Entretanto, a sua lenta espiral estica e comprime o tecido do espa\u00e7o-tempo, gerando ondas gravitacionais que se propagam para longe da gal\u00e1xia de origem como ondula\u00e7\u00f5es num lago, acabando por chegar \u00e0 nossa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0c\/ca\/E4HPgKSD_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0c\/ca\/E4HPgKSD_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os buracos negros supermassivos bin\u00e1rios, nos n\u00facleos das gal\u00e1xias, produzem ondas electromagn\u00e9ticas desde o r\u00e1dio aos raios gama que podem ser detetadas por telesc\u00f3pios na Terra e no espa\u00e7o. Produzem tamb\u00e9m ondas gravitacionais que podem ser estudadas atrav\u00e9s dos seus efeitos numa matriz de pulsares. Estes dois mensageiros, ondas electromagn\u00e9ticas e gravitacionais, fornecem informa\u00e7\u00f5es extremamente valiosas que n\u00e3o podem ser obtidas apenas com um dos tipos de observa\u00e7\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: Olena Shmahalo<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Espera-se que os sinais de ondas gravitacionais destes bin\u00e1rios gigantescos se sobreponham, como vozes numa multid\u00e3o ou instrumentos numa orquestra, produzindo um &#8220;zumbido&#8221; geral de fundo que imprime um padr\u00e3o \u00fanico nos dados temporais dos pulsares. Este padr\u00e3o \u00e9 o que os cientistas do NANOGrav procuram h\u00e1 quase 20 anos. No seu conjunto de artigos recentemente publicados, o NANOGrav demonstra a evid\u00eancia deste fundo de ondas gravitacionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise detalhada do zumbido de fundo j\u00e1 est\u00e1 a fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre a forma como os buracos negros supermassivos crescem e se fundem. Tendo em conta a for\u00e7a do sinal que o NANOGrav deteta, a popula\u00e7\u00e3o de buracos negros bin\u00e1rios extremamente massivos no Universo deve ser de centenas de milhares, talvez mesmo milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A dada altura, os cientistas estavam preocupados com o facto de os buracos negros supermassivos bin\u00e1rios se orbitarem uns aos outros para sempre, nunca se aproximando o suficiente para gerar um sinal como este&#8221;, diz o Dr. Luke Kelley, da Universidade da Calif\u00f3rnia, Berkeley, e presidente do grupo de astrof\u00edsica do NANOGrav. &#8220;Mas agora temos finalmente fortes evid\u00eancias de que muitos destes bin\u00e1rios extremamente massivos e \u00edntimos existem de facto. Quando os dois buracos negros se aproximam o suficiente para serem vistos pela PTA, nada os pode impedir de se fundirem dentro em apenas alguns milh\u00f5es de anos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o futura deste sinal contribuir\u00e1 para que os cientistas compreendam como o Universo evoluiu \u00e0s maiores escalas, fornecendo informa\u00e7\u00f5es sobre a frequ\u00eancia com que as gal\u00e1xias colidem e o que leva os buracos negros a fundirem-se. Al\u00e9m disso, as ondula\u00e7\u00f5es gravitacionais do pr\u00f3prio Big Bang podem constituir uma fra\u00e7\u00e3o do sinal, fornecendo uma vis\u00e3o sobre a forma\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Universo. Estes resultados t\u00eam at\u00e9 implica\u00e7\u00f5es a escalas mais pequenas, colocando limites no tipo de part\u00edculas ex\u00f3ticas que podem existir no nosso Universo. &#8220;Este \u00e9 um marco importante no esfor\u00e7o multifacetado da NSF para aproveitar os sinais das ondas gravitacionais e obter uma compreens\u00e3o mais clara dos fen\u00f3menos na fronteira astrof\u00edsica&#8221;, afirma Michael Cavagnero, Diretor do Programa PFC da NSF.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o tempo, o NANOGrav espera poder detetar as contribui\u00e7\u00f5es de buracos negros supermassivos bin\u00e1rios relativamente pr\u00f3ximos. &#8220;Estamos a usar um detetor de ondas gravitacionais do tamanho da Gal\u00e1xia que \u00e9 feito de estrelas ex\u00f3ticas, o que me deixa boquiaberto&#8221;, exclama o Dr. Scott Ransom, do NRAO (National Radio Astronomy Observatory). &#8220;Os nossos dados anteriores diziam-nos que est\u00e1vamos a ouvir algo, mas n\u00e3o sab\u00edamos o qu\u00ea. Agora sabemos que se trata de m\u00fasica proveniente do Universo gravitacional. \u00c0 medida que continuamos a ouvir, \u00e9 prov\u00e1vel que consigamos apanhar as notas dos instrumentos que tocam nesta orquestra c\u00f3smica. A combina\u00e7\u00e3o destes resultados das ondas gravitacionais com estudos da estrutura e evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias ir\u00e1 revolucionar a nossa compreens\u00e3o da hist\u00f3ria do Universo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O apoio da NSF tem sido fundamental para o sucesso do NANOGrav, fornecendo suporte ao trabalho cient\u00edfico atrav\u00e9s do programa PFC e do acesso a v\u00e1rios radiotelesc\u00f3pios de classe mundial. Os resultados futuros do NANOGrav ir\u00e3o incorporar dados do telesc\u00f3pio CHIME do Canad\u00e1, adicionado ao projeto em 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A equipa do NANOGrav da NSF criou, na sua ess\u00eancia, um detetor com o tamanho da Gal\u00e1xia que revela as ondas gravitacionais que permeiam o nosso universo&#8221;, afirma o Diretor da NSF, Sethuraman Panchanathan. &#8220;A colabora\u00e7\u00e3o, que envolve institui\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o espalhadas pelos EUA, mostra que a inova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de classe mundial pode, deve e chega a todas as partes da nossa na\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astrof\u00edsicos de todo o mundo t\u00eam estado ocupados a perseguir este sinal de ondas gravitacionais. V\u00e1rios artigos publicados pelo PPTA (Parkes Pulsar Timing Array) na Austr\u00e1lia, pelo CPTA (Chinese Pulsar Timing Array) e pelo EPTA (European Pulsar Timing Array)\/InPTA (Indian Pulsar Timing Array) relatam ind\u00edcios do mesmo sinal nos seus dados. Atrav\u00e9s do cons\u00f3rcio IPTA (International Pulsar Timing Array), as colabora\u00e7\u00f5es regionais est\u00e3o a trabalhar em conjunto para combinar os seus dados, a fim de melhor caracterizar o sinal e procurar novos tipos de fontes. &#8220;Os nossos dados combinados ser\u00e3o muito mais poderosos&#8221;, diz Taylor. &#8220;Estamos entusiasmados por descobrir os segredos que ir\u00e3o revelar sobre o nosso Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"NANOGrav - 15 Years of Gravitational Wave Research\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rkdyVA0xiVI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Comunicados de imprensa:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/nanograv.org\/news\/15yrRelease\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NANOGrav<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/15-years-of-radio-data-reveals-evidence-of-spacetime-murmur?utm_source=iContact&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=nasajpl&amp;utm_content=daily20230628\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ JPL\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.vanderbilt.edu\/2023\/06\/28\/scientists-led-by-vanderbilt-astronomer-stephen-taylor-use-exotic-stars-to-tune-in-to-hum-from-cosmic-symphony\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Vanderbilt<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.berkeley.edu\/2023\/06\/28\/after-15-years-pulsar-timing-yields-evidence-of-cosmic-gravitational-wave-background\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ UC Berkeley<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/scientists-find-evidence-for-slow-rolling-sea-of-gravitational-waves\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.yale.edu\/2023\/06\/28\/astrophysicists-present-first-evidence-gravitational-wave-background\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Yale<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.northwestern.edu\/stories\/2023\/06\/exotic-stars-enable-scientists-to-tune-into-the-hum-of-a-cosmic-symphony\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Northwestern<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.clas.ufl.edu\/uf-gravitational-waves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade da Fl\u00f3rida<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ucf.edu\/news\/ucf-researcher-is-part-of-team-that-has-discovered-first-compelling-evidence-for-low-frequency-gravitational-waves-in-the-cosmos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade da Fl\u00f3rida Central<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/scientists-use-exotic-stars-to-tune-into-hum-from-cosmic-symphony\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Michigan<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.colorado.edu\/today\/2023\/06\/28\/scientists-use-exotic-stars-tune-hum-cosmic-symphony\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Colorado em Boulder<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.psu.edu\/news\/research\/story\/penn-state-physicists-use-exotic-stars-tune-hum-cosmic-symphony\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Estatal da Pensilv\u00e2nia<\/a><br><a href=\"https:\/\/greenbankobservatory.org\/nanogravs-15-year-effort-yields-evidence-for-universal-background-of-gravitational-waves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ GBO<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/nanograv-gravitational-waves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NRAO<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.mpg.de\/20549637\/pulsar-timing-gravitationalwaves\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Max Planck<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.seti.org\/press-release\/nanogravs-15-year-journey-reveals-cosmic-hum\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto SETI<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.ubc.ca\/2023\/06\/28\/changes-in-the-tick-of-cosmic-clocks-reveal-gravitational-waves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade da Columbia Brit\u00e2nica<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.epta.eu.org\/news\/epta-dr2-press.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ EPTA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os 15 anos de dados do NANOGrav (The Astrophysical Journal Letters):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/collections\/apjl-230623-245-Focus-on-NANOGrav-15-year\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 cole\u00e7\u00e3o de artigos cient\u00edficos<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/acda9a\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre as observa\u00e7\u00f5es de 68 pulsares de milissegundo<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/acda88\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre a caracteriza\u00e7\u00e3o dos detetores e do ru\u00eddo<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/acdac6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre as evid\u00eancias de um fundo de ondas gravitacionais<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/acdc91\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre a procura por sinais de uma nova f\u00edsica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Artigos cient\u00edficos complementares (arXiv.org):<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2306.16220\" target=\"_blank\">\/\/ Restri\u00e7\u00f5es aos buracos negros supermassivos bin\u00e1rios<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2306.16222\" target=\"_blank\">\/\/ Limites \u00e0s ondas gravitacionais dos buracos negros supermassivos em bin\u00e1rios<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-023-02167-7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nature<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/long-sought-hum-of-gravitational-waves-from-giant-black-holes-heard-for-first-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.astronomy.com\/science\/the-great-hum-scientists-finally-detect-continuous-gravitational-waves-rippling-across-space-time\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/pulsars-reveal-gravitational-waves-from-supermassive-black-hole-pairs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/gravitational-wave-background-universe-1st-detection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/162188\/after-decades-of-observations-astronomers-have-finally-sensed-the-pervasive-background-hum-of-merging-supermassive-black-holes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/newfound-gravitational-wave-black-hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2380451-gravitational-waves-produce-a-background-hum-across-the-whole-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popularmechanics.com\/space\/deep-space\/a44371171\/scientists-find-gravitational-wave-background\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Mechanics<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-06-clamor-gravitational-universe-merging-supermassive.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/scientists-thrill-at-first-hints-of-cosmic-hum-from-giant-gravitational-waves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific American<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/science\/gravitational-waves-nanograv\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/premium\/article\/colossal-gravitational-waves-found-for-the-first-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2023\/06\/nanograv-picks-up-signal-of-cosmic-choir-of-supermassive-black-holes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ars Technica<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wired.com\/story\/evidence-of-low-frequency-gravitational-waves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wired<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/06\/29\/world\/gravitational-wave-background-study-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.tsf.pt\/futuro\/nova-janela-para-o-universo-descobertas-provas-de-ruido-de-fundo-criado-por-ondas-gravitacionais-16610123.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TSF<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2023\/06\/29\/cientistas-confirmam-ter-encontrado-o-fundo-cosmico-de-ondas-gravitacionais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fundo estoc\u00e1stico de ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_background\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational-wave_astronomy#Low_frequency\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais de baixa frequ\u00eancia (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o &#8211; Universe Today<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.atnf.csiro.au\/research\/pulsar\/psrcat\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo ATNF de Pulsares<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar_timing_array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PTA &#8211; pulsar timing array (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NANOGrav:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/nanograv.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/North_American_Nanohertz_Observatory_for_Gravitational_Waves\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de Arecibo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.naic.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Arecibo_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GBT (Green Bank Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/greenbankobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Green_Bank_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLA (Karl G. Jansky Very Large Array):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.vla.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astrof\u00edsicos, utilizando grandes radiotelesc\u00f3pios com o objetivo de observar uma cole\u00e7\u00e3o de &#8220;rel\u00f3gios&#8221; c\u00f3smicos na nossa Gal\u00e1xia, encontraram evid\u00eancias da exist\u00eancia de ondas gravitacionais que oscilam com per\u00edodos de anos a d\u00e9cadas, de acordo com um conjunto de artigos publicados na revista The Astrophysical Journal Letters. 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