{"id":6091,"date":"2023-06-02T06:31:40","date_gmt":"2023-06-02T05:31:40","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6091"},"modified":"2023-06-02T06:31:41","modified_gmt":"2023-06-02T05:31:41","slug":"astronomos-descobrem-planetas-nos-ultimos-dias-de-observacoes-do-telescopio-kepler","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/06\/02\/astronomos-descobrem-planetas-nos-ultimos-dias-de-observacoes-do-telescopio-kepler\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos descobrem planetas nos \u00faltimos dias de observa\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio Kepler"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/XQUWP48P_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/XQUWP48P_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6092\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/XQUWP48P_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/XQUWP48P_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/XQUWP48P_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/XQUWP48P_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A \u00faltima campanha de observa\u00e7\u00e3o do telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA durou apenas um m\u00eas. Quando a nave espacial come\u00e7ou a ficar sem combust\u00edvel de controlo de atitude, n\u00e3o conseguiu manter a sua posi\u00e7\u00e3o durante tempo suficiente para recolher observa\u00e7\u00f5es \u00fateis. No final, os astr\u00f3nomos s\u00f3 obtiveram cerca de sete dias de dados de alta qualidade. Uma equipa de investiga\u00e7\u00e3o trabalhou com um grupo de cidad\u00e3os cientistas e astr\u00f3nomos profissionais e encontrou tr\u00eas planetas no \u00faltimo conjunto de dados.\nCr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech (K. Walbolt)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de astrof\u00edsicos e cientistas cidad\u00e3os identificou o que poder\u00e3o ser alguns dos \u00faltimos planetas observados pelo aposentado telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA durante a sua miss\u00e3o de quase uma d\u00e9cada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os tr\u00eas exoplanetas &#8211; mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar &#8211; t\u00eam todos um tamanho entre o da Terra e o de Neptuno e orbitam intimamente as suas estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;S\u00e3o planetas bastante medianos no grande esquema das observa\u00e7\u00f5es do Kepler&#8221;, disse Elyse Incha, estudante na Universidade de Wisconsin-Madison. &#8220;Mas s\u00e3o excitantes porque o Kepler observou-os durante os seus \u00faltimos dias de funcionamento. Isto mostra como o Kepler era bom a ca\u00e7ar planetas, mesmo no fim da sua vida&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um artigo sobre o trio planet\u00e1rio, liderado por Incha, foi publicado na edi\u00e7\u00e3o de 30 de maio da revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Kepler foi lan\u00e7ado em mar\u00e7o de 2009. O objetivo inicial da miss\u00e3o era monitorizar continuamente um peda\u00e7o de c\u00e9u nas constela\u00e7\u00f5es de Cisne e Lira. Este longo per\u00edodo de observa\u00e7\u00f5es permitiu ao sat\u00e9lite seguir as altera\u00e7\u00f5es no brilho estelar provocadas pela passagem de planetas em frente das suas estrelas, eventos designados por tr\u00e2nsitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao fim de quatro anos, o telesc\u00f3pio tinha observado mais de 150.000 estrelas e identificado milhares de potenciais exoplanetas. Foi a primeira miss\u00e3o da NASA a encontrar um mundo do tamanho da Terra a orbitar dentro da zona habit\u00e1vel da sua estrela, a gama de dist\u00e2ncias em que pode existir \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie de um planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2014, a nave espacial teve problemas mec\u00e2nicos que interromperam temporariamente as observa\u00e7\u00f5es. A equipa do Kepler concebeu uma solu\u00e7\u00e3o que lhe permitiu retomar as opera\u00e7\u00f5es, mudando o seu campo de vis\u00e3o aproximadamente de tr\u00eas em tr\u00eas meses, um per\u00edodo chamado campanha. Esta miss\u00e3o renovada, K2, durou mais quatro anos e observou mais de 500.000 estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o Kepler foi aposentado, em outubro de 2018, tinha ajudado a descobrir mais de 2600 exoplanetas confirmados e muito mais candidatos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A \u00faltima campanha da miss\u00e3o K2, a 19.\u00aa, durou apenas um m\u00eas. Como a nave espacial come\u00e7ou a ficar com pouco combust\u00edvel de controlo de atitude, n\u00e3o conseguiu manter a sua posi\u00e7\u00e3o durante tempo suficiente para recolher observa\u00e7\u00f5es \u00fateis. No final, os astr\u00f3nomos s\u00f3 tiveram cerca de sete dias de dados de alta qualidade da Campanha 19.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Incha e a sua equipa trabalharam com o VSG (Visual Survey Group), uma colabora\u00e7\u00e3o entre cientistas cidad\u00e3os e astr\u00f3nomos profissionais, para analisar este conjunto de dados em busca de exoplanetas. Os cientistas cidad\u00e3os procuraram sinais de mundos em tr\u00e2nsito em todas as curvas de luz da Campanha 19, que registam a forma como as estrelas monitorizadas brilharam ou escureceram.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As pessoas que fazem levantamentos visuais &#8211; olhando para os dados a olho nu &#8211; podem detetar novos padr\u00f5es nas curvas de luz e encontrar objetos individuais que s\u00e3o dif\u00edceis de detetar por levantamentos automatizados. E mesmo n\u00f3s n\u00e3o os conseguimos apanhar a todos&#8221;, disse Tom Jacobs, antigo oficial da Marinha dos EUA e membro da equipa do VSG. &#8220;Fiz tr\u00eas vezes o levantamento visual das observa\u00e7\u00f5es do K2 e ainda h\u00e1 descobertas por encontrar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jacobs e outros encontraram um tr\u00e2nsito para cada um dos tr\u00eas candidatos a planeta, cada um orbitando uma estrela diferente, no conjunto de dados de alta qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s a sua descoberta inicial, Incha e a sua equipa tamb\u00e9m voltaram a analisar os dados de menor qualidade do resto da Campanha 19 e encontraram mais um tr\u00e2nsito para cada uma das tr\u00eas estrelas assinaladas no levantamento visual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os segundos tr\u00e2nsitos destes dois candidatos a planeta ajudaram-nos a confirmar a sua descoberta&#8221;, disse Andrew Vanderburg, professor assistente de f\u00edsica no Instituto Kavli para Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT (Massachusetts Institute of Technology) em Cambridge, EUA. &#8220;Ningu\u00e9m tinha encontrado planetas neste conjunto de dados antes, mas a nossa colabora\u00e7\u00e3o conseguiu encontrar tr\u00eas. E estamos realmente a fazer frente aos \u00faltimos dias, aos \u00faltimos minutos, das observa\u00e7\u00f5es recolhidas pelo Kepler&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando a informa\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito, Incha e a sua equipa calcularam os potenciais tamanhos e per\u00edodos orbitais dos mundos. O planeta mais pequeno, K2-416 b, tem cerca de 2,6 vezes o tamanho da Terra e orbita a sua estrela an\u00e3 vermelha a cada 13 dias. K2-417 b, com pouco mais de tr\u00eas vezes o tamanho da Terra, tamb\u00e9m orbita uma estrela an\u00e3 vermelha, mas completa uma \u00f3rbita a cada 6,5 dias. O \u00faltimo planeta, n\u00e3o confirmado, EPIC 246251988 b, tem quase quatro vezes o tamanho da Terra e orbita a sua estrela semelhante ao Sol em cerca de 10 dias (os dois primeiros planetas tomam o seu nome da era K2 da miss\u00e3o, o \u00faltimo do cat\u00e1logo EPIC &#8211; Ecliptic Plane Input Catalog &#8211; de estrelas nos campos K2).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, que foi lan\u00e7ado em abril de 2018, tamb\u00e9m utiliza o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito, observando grandes faixas do c\u00e9u de cada vez. Durante agosto e setembro de 2021, o TESS observou a zona do espa\u00e7o que cont\u00e9m os tr\u00eas novos planetas do Kepler. Os astr\u00f3nomos foram capazes de detetar mais dois potenciais tr\u00e2nsitos para K2-417 b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;De muitas formas, o Kepler passou a tocha da ca\u00e7a exoplanet\u00e1ria para o TESS&#8221;, disse Knicole Col\u00f3n, cientista do projeto TESS no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, que trabalhou na miss\u00e3o Kepler durante v\u00e1rios anos. &#8220;O conjunto de dados do Kepler continua a ser um tesouro para os astr\u00f3nomos e o TESS ajuda a dar-nos novos conhecimentos sobre as suas descobertas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/news\/1759\/astronomers-discover-planets-in-nasa-keplers-final-days-of-observations\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2023\/telescopes-last-view-kepler-planets-0530\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/523\/1\/474\/7178009?login=false\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2305.18516\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/990810\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/161680\/the-kepler-missions-final-three-planets\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-05-astronomers-planets-kepler-telescope-dark.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/spaceref.com\/science-and-exploration\/astronomers-discover-the-last-planets-seen-by-kepler-space-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>K2-416 b:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/k2-416_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>K2-417 b:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/k2-417_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/overview\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A \u00faltima campanha de observa\u00e7\u00e3o do telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA durou apenas um m\u00eas. 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