{"id":6037,"date":"2023-05-12T06:19:35","date_gmt":"2023-05-12T05:19:35","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6037"},"modified":"2023-05-12T06:19:36","modified_gmt":"2023-05-12T05:19:36","slug":"webb-observa-a-cintura-de-asteroides-de-fomalhaut-e-encontra-muito-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/05\/12\/webb-observa-a-cintura-de-asteroides-de-fomalhaut-e-encontra-muito-mais\/","title":{"rendered":"Webb observa a cintura de asteroides de Fomalhaut e encontra muito mais"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos utilizaram o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para obter imagens da poeira quente em torno de uma jovem estrela pr\u00f3xima, Fomalhaut, a fim de estudar a primeira cintura de asteroides alguma vez observada fora do nosso Sistema Solar no infravermelho. Mas, para sua surpresa, descobriram que as estruturas poeirentas s\u00e3o muito mais complexas do que as cinturas de asteroides e de Kuiper do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2023\/05\/webb_inspects_dusty_debris_disc_around_fomalhaut\/24870606-1-eng-GB\/Webb_inspects_dusty_debris_disc_around_Fomalhaut.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"916\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/BVkqCt2l_o-1024x916.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6038\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/BVkqCt2l_o-1024x916.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/BVkqCt2l_o-300x268.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/BVkqCt2l_o-768x687.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/BVkqCt2l_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem do disco de detritos poeirentos que rodeia a jovem estrela Fomalhaut foi obtida pelo instrumento MIRI do Webb. Revela tr\u00eas cinturas aninhadas que se estendem at\u00e9 23 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros da estrela. As cinturas interiores &#8211; que nunca tinham sido vistas antes &#8211; foram reveladas pelo Webb pela primeira vez.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, A. Pagan (STScI), A. G\u00e1sp\u00e1r (Universidade do Arizona)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No total, existem tr\u00eas cinturas aninhadas que se estendem at\u00e9 23 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros da estrela &#8211; o que corresponde a 150 vezes a dist\u00e2ncia da Terra ao Sol. A escala da cintura mais externa \u00e9 aproximadamente o dobro da escala da Cintura de Kuiper do nosso Sistema Solar, constitu\u00edda por pequenos corpos e poeiras frias para l\u00e1 de Neptuno. As cinturas interiores &#8211; que nunca tinham sido vistas antes &#8211; foram reveladas pelo Webb pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As cinturas circundam a jovem estrela quente, que pode ser vista a olho nu como a estrela mais brilhante da constela\u00e7\u00e3o de Peixe Austral. As cinturas poeirentas s\u00e3o os detritos resultantes de colis\u00f5es de corpos maiores, an\u00e1logos aos asteroides e cometas, e s\u00e3o frequentemente descritas como &#8220;discos de detritos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Eu descreveria Fomalhault como o arqu\u00e9tipo dos discos de detritos encontrados noutros locais da nossa Gal\u00e1xia, porque tem componentes semelhantes aos que temos no nosso pr\u00f3prio sistema planet\u00e1rio&#8221;, disse Andr\u00e1s G\u00e1sp\u00e1r da Universidade do Arizona em Tucson e autor principal de um novo artigo cient\u00edfico que descreve estes resultados. &#8220;Ao olhar para os padr\u00f5es destes an\u00e9is, podemos come\u00e7ar a fazer um pequeno esbo\u00e7o de como deveria ser um sistema planet\u00e1rio &#8211; se pud\u00e9ssemos tirar uma fotografia suficientemente profunda para ver os planetas suspeitos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA e o Observat\u00f3rio Espacial Herschel da ESA, bem como o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), j\u00e1 tinham obtido imagens n\u00edtidas da cintura mais externa. No entanto, nenhum deles encontrou qualquer estrutura no seu interior. As cinturas interiores foram resolvidas pela primeira vez pelo Webb no infravermelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Webb destaca-se pelo facto de ser capaz de resolver fisicamente o brilho t\u00e9rmico da poeira nessas regi\u00f5es interiores. Por isso, \u00e9 poss\u00edvel ver cinturas interiores que nunca poder\u00edamos ver antes&#8221;, disse Schuyler Wolff, outro membro da equipa da Universidade do Arizona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Hubble, o ALMA e o Webb est\u00e3o a trabalhar em conjunto para obter uma vis\u00e3o hol\u00edstica dos discos de detritos em torno de uma s\u00e9rie de estrelas. &#8220;Com o Hubble e o ALMA, conseguimos obter imagens de uma s\u00e9rie de an\u00e1logos da Cintura de Kuiper e aprendemos imenso sobre a forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o dos discos exteriores&#8221;, disse Wolff. &#8220;Mas precisamos que o Webb nos permita obter imagens de uma d\u00fazia de cinturas de asteroides noutros locais. Podemos aprender tanto sobre as regi\u00f5es quentes interiores destes discos como o Hubble e o ALMA nos ensinaram sobre as regi\u00f5es exteriores mais frias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas cinturas s\u00e3o muito provavelmente moldadas pelas for\u00e7as gravitacionais produzidas por planetas n\u00e3o observados. Da mesma forma, dentro do nosso Sistema Solar, J\u00fapiter controla a cintura de asteroides, a orla interior da Cintura de Kuiper \u00e9 esculpida por Neptuno e a exterior por corpos ainda n\u00e3o observados situados para l\u00e1 dela. \u00c0 medida que o Webb capta imagens de mais sistemas, vamos aprender sobre as configura\u00e7\u00f5es dos seus planetas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2023\/05\/webb_inspects_dusty_debris_disc_around_fomalhaut_annotated\/24870651-1-eng-GB\/Webb_inspects_dusty_debris_disc_around_Fomalhaut_annotated.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/2c\/33\/lsGV4cwf_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem do disco de detritos poeirentos que rodeia a jovem estrela Fomalhaut foi obtida pelo instrumento MIRI do Webb. Revela tr\u00eas cinturas aninhadas que se estendem at\u00e9 23 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros da estrela. As cinturas interiores &#8211; que nunca tinham sido vistas antes &#8211; foram reveladas pelo Webb pela primeira vez. As legendas \u00e0 esquerda indicam as caracter\u00edsticas individuais. \u00c0 direita, uma grande nuvem de poeira \u00e9 destacada e as imagens mostram-na em dois comprimentos de onda infravermelhos: 23 e 25,5 micr\u00f3metros.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, A. G\u00e1sp\u00e1r (Universidade do Arizona); processamento &#8211; A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O anel de poeira de Fomalhaut foi descoberto em 1983 gra\u00e7as a observa\u00e7\u00f5es feitas pelo IRAS (Infrared Astronomical Satellite) da NASA. A exist\u00eancia do anel tamb\u00e9m foi inferida a partir de observa\u00e7\u00f5es anteriores e de maior comprimento de onda usando telesc\u00f3pios submilim\u00e9tricos em Maunakea, Hawaii, o Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA e o CSO (Caltech Submillimeter Observatory).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As cinturas \u00e0 volta de Fomalhaut s\u00e3o uma esp\u00e9cie de livro de mist\u00e9rio: onde est\u00e3o os planetas?&#8221;, disse George Rieke, outro membro da equipa e respons\u00e1vel cient\u00edfico, nos EUA, pelo inovador instrumento MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb, que fez estas observa\u00e7\u00f5es. &#8220;Penso que n\u00e3o \u00e9 um salto muito grande dizer que provavelmente existe um sistema planet\u00e1rio muito interessante \u00e0 volta da estrela&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Definitivamente n\u00e3o esper\u00e1vamos a estrutura mais complexa com a segunda cintura interm\u00e9dia e depois a cintura de asteroides mais larga&#8221;, acrescentou Wolff. &#8220;Essa estrutura \u00e9 muito excitante porque sempre que um astr\u00f3nomo v\u00ea uma divis\u00e3o e an\u00e9is num disco, diz: &#8216;Pode haver um planeta embebido a dar forma aos an\u00e9is!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb tamb\u00e9m captou imagens daquilo que G\u00e1sp\u00e1r chama &#8220;a grande nuvem de poeira&#8221;, que pode ser evid\u00eancia de uma colis\u00e3o, no anel exterior, entre dois corpos protoplanet\u00e1rios. Esta \u00e9 uma caracter\u00edstica diferente do planeta suspeito visto pela primeira vez dentro do anel exterior pelo Hubble em 2008. Observa\u00e7\u00f5es subsequentes do Hubble mostraram que em 2014 o objeto tinha desaparecido. Uma interpreta\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel \u00e9 que esta caracter\u00edstica rec\u00e9m-descoberta, tal como a anterior, \u00e9 uma nuvem em expans\u00e3o de part\u00edculas de poeira muito finas de dois corpos gelados que chocaram um contra o outro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ideia de um disco protoplanet\u00e1rio em torno de uma estrela remonta ao final do s\u00e9culo XVIII, quando os astr\u00f3nomos Immanuel Kant e Pierre-Simon Laplace desenvolveram, independentemente, a teoria de que o Sol e os planetas se formaram a partir de uma nuvem de g\u00e1s em rota\u00e7\u00e3o que colapsou e se achatou sob a a\u00e7\u00e3o da gravidade. Os discos de detritos desenvolvem-se mais tarde, ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o dos planetas e a dispers\u00e3o do g\u00e1s primordial nos sistemas. Mostram que corpos pequenos como os asteroides est\u00e3o a colidir de forma catastr\u00f3fica e a pulverizar as suas superf\u00edcies em enormes nuvens de poeira e outros detritos. As observa\u00e7\u00f5es da poeira fornecem pistas \u00fanicas sobre a estrutura de um sistema exoplanet\u00e1rio, chegando at\u00e9 aos planetas da dimens\u00e3o da Terra e mesmo aos asteroides, que s\u00e3o demasiado pequenos para serem vistos individualmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este resultado muito excitante real\u00e7a o poder \u00fanico do MIRI para estudar as estruturas esculpidas pelos planetas nas regi\u00f5es mais interiores dos discos circunstelares&#8221;, acrescenta Gillian Wright, investigadora principal europeia do MIRI e Diretora do UKATC (UK Astronomy Technology Centre).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados da equipa foram publicados na revista Nature Astronomy.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_looks_for_Fomalhaut_s_asteroid_belt_and_finds_much_more\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2023\/webb-looks-for-fomalhaut-s-asteroid-belt-and-finds-much-more\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2312\/\" target=\"_blank\">\/\/ Webb\/ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2023\/news-2023-109\" target=\"_blank\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.arizona.edu\/story\/nearby-planetary-system-seen-breathtaking-detail\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-023-01962-6\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2305.03789\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/the-james-webb-space-telescope-reveals-fomalhauts-disk-in-unprecedented-detail\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/james-webb-space-telescope-fomalhaut-asteroid-belt-photo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/161280\/webb-examined-an-asteroid-belt-and-found-more-than-it-bargained-for\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2372207-absolutely-enormous-asteroid-belt-discovered-around-a-nearby-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/webb-asteroid-belt-fomalhaut\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2023\/05\/09\/webb-finds-more-debris-rings-around-fomalhaut-suggesting-unseen-planets\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy Now<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/jwst-sees-alien-asteroid-belt-around-nearby-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific American<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-05-webb-fomalhaut-asteroid-belt.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2023\/05\/08\/webb-telescope-finds-an-asteroid-belt-and-evidence-of-planets-around-close-royal-star-fomalhaut\/?sh=7f988dd5143c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/05\/08\/world\/webb-telescope-fomalhaut-belts-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/technology\/space\/webb-telescope-spots-three-debris-belts-around-luminous-star-fomalhaut-2023-05-08\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/jwst-captures-images-of-the-first-asteroid-belts-seen-beyond-the-solar-system-192847989.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/ciencia\/2023-05-09-James-Webb-observou-cintura-de-asteroides-noutra-estrela-e-descobriu-outros-dois-discos-de-detritos-6aee6f9e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Expresso<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com\/tech\/2316326\/nova-imagem-do-james-webb-sugere-aponta-para-presenca-de-planetas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Not\u00edcias ao Minuto<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/james-webb-espreitou-cinturao-de-asteroides-fomalhaut-e-descobertas-surpreenderam-astronomos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2023\/05\/08\/telescopio-james-webb-descobre-aneis-de-poeira-da-estrela-fomalhaut\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fomalhaut:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Fomalhaut\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Disco de detritos:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Debris_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas DD-ERS do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/cycle-1-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programas GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos utilizaram o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA para obter imagens da poeira quente em torno de uma jovem estrela pr\u00f3xima, Fomalhaut, a fim de estudar a primeira cintura de asteroides alguma vez observada fora do nosso Sistema Solar no infravermelho. 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