{"id":6031,"date":"2023-05-09T06:43:59","date_gmt":"2023-05-09T05:43:59","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6031"},"modified":"2023-05-09T06:44:00","modified_gmt":"2023-05-09T05:44:00","slug":"um-novo-estudo-das-grandes-luas-de-urano-mostra-que-4-podem-conter-agua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/05\/09\/um-novo-estudo-das-grandes-luas-de-urano-mostra-que-4-podem-conter-agua\/","title":{"rendered":"Um novo estudo das grandes luas de \u00darano mostra que 4 podem conter \u00e1gua"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma rean\u00e1lise de dados da nave espacial Voyager da NASA, juntamente com novos modelos inform\u00e1ticos, levou os cientistas da ag\u00eancia espacial americana a concluir que quatro das maiores luas de \u00darano cont\u00eam provavelmente uma camada oce\u00e2nica entre os seus n\u00facleos e as crostas geladas. O seu estudo \u00e9 o primeiro a detalhar a evolu\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o e estrutura do interior das cinco grandes luas: Ariel, Umbriel, Tit\u00e2nia, Oberon e Miranda. O trabalho sugere que quatro das luas t\u00eam oceanos que podem ter dezenas de quil\u00f3metros de profundidade.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/e\/e4\/Uranusandrings.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/9lFFJOLB_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6032\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/9lFFJOLB_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/9lFFJOLB_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/9lFFJOLB_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/9lFFJOLB_o-768x767.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/9lFFJOLB_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00darano est\u00e1 rodeado pelos seus quatro an\u00e9is principais e por 10 das suas 27 luas conhecidas, nesta imagem colorida que utiliza dados obtidos pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble em 1998. Um estudo com novos modelos mostra que quatro das grandes luas de \u00darano provavelmente cont\u00eam oceanos internos.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL\/STScI<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No total, pelo menos 27 luas orbitam \u00darano, sendo que as quatro maiores v\u00e3o de Ariel, com 1160 km de di\u00e2metro, at\u00e9 Tit\u00e2nia, com 1580 quil\u00f3metros de di\u00e2metro. Os cientistas h\u00e1 muito que pensam que Tit\u00e2nia, dada a sua dimens\u00e3o, teria maior probabilidade de reter calor interno provocado pelo decaimento radioativo. As outras luas eram anteriormente consideradas demasiado pequenas para reter o calor necess\u00e1rio para evitar que um oceano interno congelasse, especialmente porque o aquecimento criado pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional de \u00darano \u00e9 apenas uma pequena fonte de calor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Levantamento Decenal de Ci\u00eancia Planet\u00e1ria e Astrobiologia das Academias Nacionais de Ci\u00eancia dos EUA deu prioridade \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de \u00darano. Em prepara\u00e7\u00e3o para essa miss\u00e3o, os cientistas planet\u00e1rios est\u00e3o a concentrar-se no gigante gelado para refor\u00e7ar os seus conhecimentos sobre o misterioso sistema de \u00darano. Publicado na revista Journal Of Geophysical Research, o novo trabalho tem o potencial de informar como uma futura miss\u00e3o poder\u00e1 investigar as luas, mas o artigo cient\u00edfico tamb\u00e9m tem implica\u00e7\u00f5es que v\u00e3o para al\u00e9m de \u00darano, disse a autora principal Julie Castillo-Rogez do JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando se trata de corpos pequenos &#8211; planetas an\u00f5es e luas &#8211; os cientistas planet\u00e1rios j\u00e1 encontraram evid\u00eancias da exist\u00eancia de oceanos em v\u00e1rios locais improv\u00e1veis, incluindo os planetas an\u00f5es Ceres e Plut\u00e3o, e a lua de Saturno, Mimas&#8221;, afirmou. &#8220;Portanto, h\u00e1 mecanismos em jogo que n\u00e3o compreendemos totalmente. Este trabalho investiga quais poder\u00e3o ser esses mecanismos e como s\u00e3o relevantes para os muitos corpos do Sistema Solar que poder\u00e3o ser ricos em \u00e1gua, mas que t\u00eam um calor interno limitado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo revisitou as descobertas da Voyager 2 da NASA, que passou por \u00darano na d\u00e9cada de 1980, e de observa\u00e7\u00f5es terrestres. Os autores constru\u00edram modelos de computador com descobertas adicionais das sondas Galileo, Cassini, Dawn e New Horizons da NASA (cada uma das quais descobriu mundos oce\u00e2nicos), incluindo conhecimentos sobre a qu\u00edmica e a geologia da lua de Saturno, Enc\u00e9lado, de Plut\u00e3o e da sua lua Caronte, e de Ceres &#8211; todos corpos gelados com aproximadamente o mesmo tamanho das luas uranianas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/e-pia25500-new-uranus-1041.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/60\/68\/flmCwNNc_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Novos modelos mostram que \u00e9 prov\u00e1vel que exista uma camada oce\u00e2nica em quatro das maiores luas de \u00darano: Ariel, Umbriel, Tit\u00e2nia e Oberon. Os oceanos salgados encontram-se sob o gelo e sobre camadas de rocha rica em \u00e1gua e rocha seca. Miranda \u00e9 demasiado pequena para reter calor suficiente para uma camada oce\u00e2nica.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O que est\u00e1 por cima e por baixo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores usaram esses modelos para avaliar o grau de porosidade das superf\u00edcies das luas uranianas, descobrindo que s\u00e3o provavelmente suficientemente isoladas para reter o calor interno que seria necess\u00e1rio para albergar um oceano subterr\u00e2neo. Al\u00e9m disso, encontraram o que poderia ser uma potencial fonte de calor nos mantos rochosos das luas, que libertam l\u00edquido quente e ajudariam um oceano a manter um ambiente quente &#8211; um cen\u00e1rio que \u00e9 especialmente prov\u00e1vel para Tit\u00e2nia e Oberon, onde os oceanos podem at\u00e9 ser suficientemente quentes para potencialmente suportar a habitabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao investigar a composi\u00e7\u00e3o dos oceanos, os cientistas podem aprender mais sobre os materiais que tamb\u00e9m podem ser encontrados nas superf\u00edcies geladas das luas, dependendo se as subst\u00e2ncias que se encontram por baixo foram empurradas para cima pela atividade geol\u00f3gica. Os telesc\u00f3pios mostram que pelo menos uma das luas, Ariel, tem material que fluiu para a sua superf\u00edcie, talvez a partir de vulc\u00f5es gelados, h\u00e1 relativamente pouco tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De facto, Miranda, a quinta maior e a mais interior das grandes luas de \u00darano, tem caracter\u00edsticas na sua superf\u00edcie que parecem ser de origem recente, sugerindo que pode ter mantido calor suficiente para suster um oceano em algum momento da sua hist\u00f3ria. Os recentes modelos t\u00e9rmicos conclu\u00edram que \u00e9 pouco prov\u00e1vel que Miranda tenha albergado \u00e1gua durante muito tempo; perde calor demasiado depressa e provavelmente est\u00e1 agora gelada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas o calor interno n\u00e3o seria o \u00fanico factor que contribuiria para o oceano subsuperficial de uma lua. Uma descoberta importante do estudo sugere que os cloretos, bem como o amon\u00edaco, s\u00e3o provavelmente abundantes nos oceanos das maiores luas do gigante gelado. H\u00e1 muito que se sabe que o amon\u00edaco atua como anticongelante. Al\u00e9m disso, a modelagem sugere que os sais provavelmente presentes na \u00e1gua seriam outra fonte de anticongelante, mantendo os oceanos internos dos corpos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Claro, ainda h\u00e1 muitas perguntas sobre as grandes luas de \u00darano, disse Castillo-Rogez, acrescentando que h\u00e1 muito mais trabalho a ser feito: &#8220;Precisamos de desenvolver novos modelos para diferentes hip\u00f3teses sobre a origem das luas, de modo a orientar o planeamento de futuras observa\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o sobre o que se encontra por baixo e \u00e0 superf\u00edcie destas luas ajudar\u00e1 os cientistas e engenheiros a escolherem os melhores instrumentos cient\u00edficos para as examinar. Por exemplo, determinar que o amon\u00edaco e os cloretos podem estar presentes significa que os espectr\u00f3metros, que detetam os compostos atrav\u00e9s da sua luz refletida, ter\u00e3o de utilizar uma gama de comprimentos de onda que abranja ambos os tipos de compostos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da mesma forma, podem usar esse conhecimento para conceber instrumentos que possam sondar o interior profundo em busca de l\u00edquido. A procura de correntes el\u00e9tricas que contribuam para o campo magn\u00e9tico de uma lua \u00e9 geralmente a melhor forma de encontrar um oceano profundo, como fizeram os cientistas da miss\u00e3o Galileo na lua de J\u00fapiter, Europa. No entanto, a \u00e1gua fria nos oceanos interiores de luas como Ariel e Umbriel poderia tornar estes oceanos menos capazes de transportar estas correntes el\u00e9tricas e representaria um novo tipo de desafio para os cientistas que trabalham para descobrir o que est\u00e1 por baixo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/new-study-of-uranus-large-moons-shows-4-may-hold-water\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1029\/2022JE007432\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Journal of Geophysical Research)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/four-of-uranuss-moons-might-contain-briny-oceans\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/uranus-four-biggest-moons-buried-oceans\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-05-uranus-large-moons.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2023\/05\/05\/NASA-Uranus-moon-water\/9331683302026\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/uranus-moons-may-have-oceans-1850408715\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00darano:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/uranus\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Uranus_(planet)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ariel:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/uranus-moons\/ariel\/in-depth\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ariel_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Umbriel:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/uranus-moons\/umbriel\/in-depth\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Umbriel_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tit\u00e2nia:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/uranus-moons\/titania\/in-depth\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Titania_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Oberon:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/uranus-moons\/oberon\/in-depth\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Oberon_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Miranda:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/uranus-moons\/miranda\/in-depth\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Miranda_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma rean\u00e1lise de dados da nave espacial Voyager da NASA, juntamente com novos modelos inform\u00e1ticos, levou os cientistas da ag\u00eancia espacial americana a concluir que quatro das maiores luas de \u00darano cont\u00eam provavelmente uma camada oce\u00e2nica entre os seus n\u00facleos e as crostas geladas. 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