{"id":6022,"date":"2023-05-05T06:25:36","date_gmt":"2023-05-05T05:25:36","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6022"},"modified":"2023-05-05T06:25:37","modified_gmt":"2023-05-05T05:25:37","slug":"descoberta-uma-estrela-a-devorar-um-planeta-possivel-antevisao-do-destino-final-da-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/05\/05\/descoberta-uma-estrela-a-devorar-um-planeta-possivel-antevisao-do-destino-final-da-terra\/","title":{"rendered":"Descoberta uma estrela a devorar um planeta: poss\u00edvel antevis\u00e3o do destino final da Terra"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/media\/archives\/images\/large\/noirlab2311a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Yr2hEuxz_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6023\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Yr2hEuxz_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Yr2hEuxz_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Yr2hEuxz_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Yr2hEuxz_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista de uma estrela a devorar um dos seus planetas.<br>Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Internacional Gemini\/NOIRLab\/NSF\/AURA\/M. Garlick\/M. Zamani<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos que utilizam o telesc\u00f3pio Gemini South no Chile, operado pelo NOIRLab da NSF (National Science Foundation), observaram a primeira evid\u00eancia de uma estrela moribunda, semelhante ao Sol, a engolir um exoplaneta. A &#8220;arma fumegante&#8221; deste acontecimento foi vista num surto longo e de baixa energia da estrela &#8211; a assinatura reveladora de um planeta a deslizar ao longo da superf\u00edcie de uma estrela. Este processo nunca antes visto pode anunciar o destino final da Terra, quando o nosso pr\u00f3prio Sol se aproximar do fim da sua vida, dentro de cerca de cinco mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao estudar in\u00fameras estrelas em v\u00e1rias fases da sua evolu\u00e7\u00e3o, os astr\u00f3nomos t\u00eam conseguido compreender o ciclo de vida das estrelas e a forma como estas interagem com os sistemas planet\u00e1rios que as rodeiam \u00e0 medida que envelhecem. Esta investiga\u00e7\u00e3o confirma que, quando uma estrela semelhante ao Sol se aproxima do fim da sua vida, expande-se entre 100 e 1000 vezes o seu tamanho original, acabando por engolir os planetas interiores do sistema. Estima-se que tais eventos ocorram apenas algumas vezes por ano em toda a Via L\u00e1ctea. Embora observa\u00e7\u00f5es anteriores tenham confirmado a ocorr\u00eancia de &#8220;engolfamentos planet\u00e1rios&#8221;, os astr\u00f3nomos nunca tinham apanhado um em flagrante, at\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o poder do GSAOI (Gemini South Adaptive Optics Imager) no Gemini South, uma metade do Observat\u00f3rio Internacional Gemini, operado pelo NOIRLab da NSF, os astr\u00f3nomos observaram a primeira evid\u00eancia direta de uma estrela moribunda a expandir-se para engolir um dos seus planetas. A evid\u00eancia deste evento foi encontrada num surto &#8220;longo e de baixa energia&#8221; de uma estrela na Via L\u00e1ctea a cerca de 13.000 anos-luz de dist\u00e2ncia. Este evento, o devorar de um planeta por uma estrela inchada, pressagia provavelmente o destino final de Merc\u00fario, de V\u00e9nus e da Terra quando o nosso Sol come\u00e7ar a sua morte agonizante daqui a cerca de cinco mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas observa\u00e7\u00f5es fornecem uma nova perspetiva para encontrar e estudar os milhares de milh\u00f5es de estrelas da nossa Via L\u00e1ctea que j\u00e1 consumiram os seus planetas&#8221;, diz Ryan Lau, astr\u00f3nomo do NOIRLab e coautor deste estudo, publicado na revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a maior parte da sua vida, uma estrela do tipo do Sol funde hidrog\u00e9nio em h\u00e9lio no seu n\u00facleo quente e denso, o que lhe permite fazer frente ao peso esmagador das suas camadas exteriores. Quando o hidrog\u00e9nio no n\u00facleo se esgota, a estrela come\u00e7a a fundir h\u00e9lio em carbono e a fus\u00e3o do hidrog\u00e9nio migra para as camadas exteriores da estrela, provocando a sua expans\u00e3o e transformando a estrela semelhante ao Sol numa gigante vermelha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, tal transforma\u00e7\u00e3o \u00e9 uma m\u00e1 not\u00edcia para qualquer planeta interior no sistema. Quando a superf\u00edcie da estrela se expande para engolir um dos seus planetas, a sua intera\u00e7\u00e3o desencadeia um surto espetacular de energia e mat\u00e9ria. Este processo tamb\u00e9m travaria a velocidade orbital do planeta, fazendo-o mergulhar na estrela.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/media\/archives\/images\/large\/noirlab2311b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0d\/92\/RrkvV6GY_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Infogr\u00e1fico de uma estrela a devorar um planeta.<br>Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Internacional Gemini\/NOIRLab\/NSF\/AURA\/P. Marenfeld<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os primeiros ind\u00edcios deste evento foram descobertos em imagens \u00f3ticas do ZTF (Zwicky Transient Facility). A cobertura infravermelha de arquivo pelo NEOWISE (Near-Earth Object Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA, que \u00e9 capaz de perscrutar ambientes poeirentos em busca de explos\u00f5es e outros eventos transientes, confirmou ent\u00e3o o evento de engolfamento, denominado ZTF SLRN-2020. &#8220;A rean\u00e1lise personalizada, pela nossa equipa, de mapas infravermelhos de todo o c\u00e9u obtidos pelo NEOWISE, exemplifica o vasto potencial de descoberta de conjuntos de dados nos arquivos dos levantamentos&#8221;, disse Aaron Meisner, astr\u00f3nomo do NOIRLab e outro coautor do artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A distin\u00e7\u00e3o entre um surto de engolfamento planet\u00e1rio e outros tipos de atividades violentas, como proemin\u00eancias ou eje\u00e7\u00f5es de massa coronal, \u00e9 dif\u00edcil e requer observa\u00e7\u00f5es de alta resolu\u00e7\u00e3o para identificar a localiza\u00e7\u00e3o de um surto e medi\u00e7\u00f5es a longo prazo do seu brilho sem contamina\u00e7\u00e3o de estrelas pr\u00f3ximas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Gemini South forneceu estes dados essenciais gra\u00e7as \u00e0s suas capacidades de \u00f3ticas adaptativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Gemini South continua a expandir a nossa compreens\u00e3o do Universo e estas novas observa\u00e7\u00f5es apoiam as previs\u00f5es para o futuro do nosso pr\u00f3prio planeta&#8221;, disse Martin Still, diretor do programa do Observat\u00f3rio Gemini da NSF. &#8220;Esta descoberta \u00e9 um exemplo maravilhoso dos feitos que podemos realizar quando combinamos opera\u00e7\u00f5es de telesc\u00f3pios de classe mundial e colabora\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de ponta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com estes novos e revolucion\u00e1rios levantamentos \u00f3ticos e infravermelhos, estamos agora a testemunhar a ocorr\u00eancia de tais eventos em tempo real na nossa pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea &#8211; uma antevis\u00e3o do nosso futuro quase certo como planeta&#8221;, disse Kishalay De, astr\u00f3nomo no MIT (Massachusetts Institute of Technology) e autor principal do artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O surto de engolfamento durou cerca de 100 dias e as caracter\u00edsticas da sua curva de luz, bem como o material ejetado, deram aos astr\u00f3nomos uma ideia da massa da estrela e do planeta consumido. O material ejetado consistia em cerca de 33 massas terrestres de hidrog\u00e9nio e cerca de 0,33 massas terrestres de poeira. &#8220;\u00c9 mais material de forma\u00e7\u00e3o estelar e planet\u00e1ria a ser reciclado, ou &#8216;arrotado&#8217;, para o meio interestelar gra\u00e7as ao facto de a estrela ter comido o planeta&#8221;, disse Lau. A partir desta an\u00e1lise, a equipa estimou que a estrela progenitora tem cerca de 0,8-1,5 vezes a massa do nosso Sol e que o planeta engolido tem 1-10 vezes a massa de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora que as assinaturas de um engolfamento planet\u00e1rio foram identificadas pela primeira vez, os astr\u00f3nomos disp\u00f5em de melhores m\u00e9tricas que podem utilizar para procurar eventos semelhantes noutras partes do cosmos. Isto ser\u00e1 especialmente importante quando o Observat\u00f3rio Vera C. Rubin entrar em funcionamento em 2025. Por exemplo, os efeitos observados da polui\u00e7\u00e3o qu\u00edmica na estrela remanescente, quando observados noutros locais, podem indicar que ocorreu um engolfamento. A interpreta\u00e7\u00e3o deste evento tamb\u00e9m fornece evid\u00eancias de um elo em falta na nossa compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o e do destino final dos sistemas planet\u00e1rios, incluindo o nosso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Penso que h\u00e1 algo de not\u00e1vel nestes resultados que nos diz mais sobre a brevidade da nossa exist\u00eancia&#8221;, diz Lau. &#8220;Depois de milhares de milh\u00f5es de anos no nosso Sistema Solar, a fase final da Terra ir\u00e1 provavelmente terminar num flash que dura apenas alguns meses&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Cosmoview Episode 68: Astronomers Witness Star Devouring Planet: Possible Preview of the Ultimate...\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/94noMVPR8uo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/news\/noirlab2311\/\" target=\"_blank\">\/\/ NOIRLab (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.gemini.edu\/pr\/astronomers-witness-star-devouring-planet-possible-preview-ultimate-fate-earth\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio Gemini (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/caught-in-the-act-astronomers-detect-a-star-devouring-a-planet\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2023\/astronomers-spot-star-swallowing-planet-0503\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/star-eats-planet-brightens-dramatically\" target=\"_blank\">\/\/ Caltech (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-05842-x\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/rdcu.be\/dbhoa\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (PDF)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/dying-star-consumes-planet-foreshadowing-earth-s-fate\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/star-caught-swallowing-a-planet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/astronomers-spot-star-devouring-planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2371431-weve-seen-a-star-devouring-a-planet-for-the-first-time\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NewScientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/a-star-was-caught-swallowing-a-planet-in-an-astronomical-first\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2023\/05\/watch-a-distant-death-star-devour-a-gas-giant-planet-in-one-big-gulp\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ars Technica<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/technology\/space\/with-gulp-burp-bloated-star-swallows-jupiter-sized-planet-2023-05-03\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/estrela-apanhada-pela-primeira-vez-em-flagrante-a-devorar-um-planeta-este-e-o-nosso-destino-533746\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Evolu\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Futuro da Terra:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Future_of_Earth#Solar_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Evolu\u00e7\u00e3o solar (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ZTF:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ipac.caltech.edu\/project\/ztf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zwicky_Transient_Facility\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WISE (ou NEOWISE):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/WISE\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/neowise.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide-field_Infrared_Survey_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Vera C. Rubin:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/rubinobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Vera_C._Rubin_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de uma estrela a devorar um dos seus planetas.Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Internacional Gemini\/NOIRLab\/NSF\/AURA\/M. Garlick\/M. Zamani Os astr\u00f3nomos que utilizam o telesc\u00f3pio Gemini South no Chile, operado pelo NOIRLab da NSF (National Science Foundation), observaram a primeira evid\u00eancia de uma estrela moribunda, semelhante ao Sol, a engolir um exoplaneta. 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