{"id":6019,"date":"2023-05-05T06:22:44","date_gmt":"2023-05-05T05:22:44","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=6019"},"modified":"2023-05-05T06:22:44","modified_gmt":"2023-05-05T05:22:44","slug":"astronomos-descobrem-nuvens-de-gas-distantes-com-restos-das-primeiras-estrelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2023\/05\/05\/astronomos-descobrem-nuvens-de-gas-distantes-com-restos-das-primeiras-estrelas\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos descobrem nuvens de g\u00e1s distantes com restos das primeiras estrelas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o aux\u00edlio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os investigadores descobriram pela primeira vez as impress\u00f5es digitais deixadas pela explos\u00e3o das primeiras estrelas do Universo. Os cientistas detetaram tr\u00eas nuvens de g\u00e1s distantes, cuja composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica corresponde \u00e0 que se espera das primeiras explos\u00f5es estelares. Estes resultados ajudam-nos a compreender melhor a natureza das primeiras estrelas que se formaram ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2306a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"614\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/ZIn9Z5Wg_o-1024x614.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6020\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/ZIn9Z5Wg_o-1024x614.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/ZIn9Z5Wg_o-300x180.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/ZIn9Z5Wg_o-768x461.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/ZIn9Z5Wg_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem art\u00edstica mostra uma nuvem de g\u00e1s distante que cont\u00e9m diferentes elementos qu\u00edmicos, ilustrados aqui por representa\u00e7\u00f5es esquem\u00e1ticas dos v\u00e1rios \u00e1tomos. Com o aux\u00edlio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os astr\u00f3nomos detetaram tr\u00eas nuvens de g\u00e1s distantes, cuja composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica corresponde \u00e0 que se espera das explos\u00f5es das primeiras estrelas que apareceram no Universo. Estas estrelas primordiais podem ser estudadas de forma indireta ao analisar os elementos qu\u00edmicos que dispersaram no seu meio envolvente ap\u00f3s a sua morte sob a forma de explos\u00f5es de supernova. As tr\u00eas nuvens distantes detetadas neste estudo s\u00e3o ricas em carbono, oxig\u00e9nio e magn\u00e9sio, mas pobres em ferro: exatamente a assinatura que se espera das explos\u00f5es das primeiras estrelas.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada, M. Kornmesser<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Conseguimos, pela primeira vez, identificar os vest\u00edgios qu\u00edmicos das explos\u00f5es das primeiras estrelas em nuvens de g\u00e1s muito distantes&#8221;, afirma Andrea Saccardi, estudante de doutoramento no Observat\u00f3rio de Paris &#8211; PSL, que liderou este estudo durante a sua tese de mestrado na Universidade de Floren\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores pensam que as primeiras estrelas que se formaram no Universo eram muito diferentes das que vemos atualmente. Quando surgiram, h\u00e1 13,5 mil milh\u00f5es de anos, estas estrelas continham apenas hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, os elementos qu\u00edmicos mais simples que existem na natureza. Estas estrelas primordiais, que se pensa que eram dezenas ou centenas de vezes mais massivas do que o nosso Sol, morreram rapidamente em poderosas explos\u00f5es de supernova, enriquecendo pela primeira vez o g\u00e1s circundante com elementos mais pesados. Gera\u00e7\u00f5es posteriores de estrelas formaram-se a partir desse g\u00e1s enriquecido e, por sua vez, ejetaram tamb\u00e9m elementos mais pesados para o meio interestelar na altura da sua morte. Mas se as primeiras estrelas j\u00e1 desapareceram h\u00e1 muito tempo, como \u00e9 que os investigadores podem saber mais sobre elas? &#8220;As estrelas primordiais podem ser estudadas de forma indireta atrav\u00e9s da dete\u00e7\u00e3o dos elementos qu\u00edmicos que dispersaram no seu meio ap\u00f3s a sua morte&#8221;, diz Stefania Salvadori, Professora Associada da Universidade de Floren\u00e7a e coautora do estudo publicado na revista da especialidade The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando dados obtidos com o VLT do ESO, no Chile, a equipa encontrou tr\u00eas nuvens de g\u00e1s muito distantes, observadas quando o Universo tinha apenas 10-15% da sua idade atual, com uma impress\u00e3o digital qu\u00edmica que corresponde ao que esperamos das explos\u00f5es das primeiras estrelas. Dependendo da massa destas estrelas primitivas e da energia das suas explos\u00f5es, estas primeiras supernovas libertaram diferentes elementos qu\u00edmicos, como o carbono, o oxig\u00e9nio e o magn\u00e9sio, que est\u00e3o presentes nas camadas exteriores das estrelas. Mas algumas destas explos\u00f5es n\u00e3o foram suficientemente energ\u00e9ticas para expelir elementos mais pesados, como o ferro, que se encontra apenas nos n\u00facleos das estrelas. Uma vez que a presen\u00e7a de ferro nas nuvens de g\u00e1s resultantes tornaria dif\u00edcil ter a certeza de que o material era verdadeiramente pristino, a equipa procurou apenas nuvens de g\u00e1s distantes pobres em ferro, mas ricas noutros elementos, os restos das explos\u00f5es de mais baixa energia. E foi exatamente isso que encontrou: tr\u00eas nuvens distantes no Universo primitivo com muito pouco ferro, mas imenso carbono e outros elementos \u2014 a impress\u00e3o digital das explos\u00f5es das primeiras estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observa-se igualmente esta composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica peculiar em muitas estrelas velhas da nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia, as quais s\u00e3o consideradas estrelas de segunda gera\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, estrelas que se formaram diretamente a partir das &#8220;cinzas&#8221; das primeiras. Este novo estudo encontrou essas cinzas no Universo primordial, acrescentando assim mais uma pe\u00e7a a este &#8220;puzzle&#8221;. &#8220;A nossa descoberta abre novos caminhos no estudo indireto da natureza das primeiras estrelas, complementando plenamente os estudos de estrelas da nossa Gal\u00e1xia&#8221;, explica Salvadori.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2306b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/64\/54\/YwxT1AiR_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este diagrama ilustra a maneira como os astr\u00f3nomos analisam a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de nuvens de g\u00e1s distantes utilizando a luz de um objeto de fundo como um quasar.<br>Quando a luz do quasar passa atrav\u00e9s da nuvem de g\u00e1s, os elementos qu\u00edmicos a\u00ed existentes absorvem cores, ou comprimentos de onda, deixando riscas escuras no espectro do quasar. Cada elemento deixa um conjunto diferente de riscas, por isso, ao estudar o espectro, os astr\u00f3nomos conseguem determinar a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da nuvem de g\u00e1s interveniente.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/L. Cal\u00e7ada<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para detetar e estudar estas nuvens de g\u00e1s distantes, a equipa utilizou os chamados quasares &#8211; fontes muito brilhantes alimentadas por buracos negros supermassivos existentes nos centros de gal\u00e1xias distantes. \u00c0 medida que viaja pelo Universo, a luz de um quasar passa por nuvens de g\u00e1s, ficando assim marcada pelos diferentes elementos qu\u00edmicos da nuvem que atravessa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De maneira a encontrar estas marcas qu\u00edmicas, a equipa analisou dados de v\u00e1rios quasares observados com o instrumento X-shooter, montado no VLT do ESO. O X-shooter separa a luz numa gama extremamente vasta de comprimentos de onda, ou cores, o que o torna um instrumento \u00fanico para identificar muitos elementos qu\u00edmicos diferentes nestas nuvens distantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este estudo abre novas perspetivas para a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios e instrumentos, como o futuro ELT (Extremely Large Telescope) do ESO e o seu espectr\u00f3grafo de alta resolu\u00e7\u00e3o ANDES (ArmazoNes high Dispersion Echelle Spectrograph). &#8220;Com o ANDES montado no ELT, poderemos estudar com extremo detalhe muitas destas nuvens raras de g\u00e1s, conseguindo finalmente desvendar a natureza misteriosa das estrelas primordiais&#8221;, conclui Valentina D&#8217;Odorico, investigadora no Instituto Nacional de Astrof\u00edsica, em It\u00e1lia, e coautora deste estudo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Observing the ashes of the first stars | ESOcast Light\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dtaym_H-F1A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso2306\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/acc39f\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/releases\/sciencepapers\/eso2306\/eso2306a.pdf\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (PDF)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/987969\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/universe-first-stars-graveyards-gas-clouds\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2371740-remnants-of-the-universes-first-stars-may-have-been-found\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NewScientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2023-05-astronomers-distant-gas-clouds-leftovers.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/feature-post\/space-astronomy\/cosmic-csi-researchers-identify-chemical-fingerprints-of-first-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2023\/05\/230503085343.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quasar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quasar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/paranal\/instruments\/xshooter.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X-shooter do VLT (ESO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o aux\u00edlio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os investigadores descobriram pela primeira vez as impress\u00f5es digitais deixadas pela explos\u00e3o das primeiras estrelas do Universo. 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